Posts tagged cem anos de solidão

Oscar Filho dá dica de livro para os leitores

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Oscar Filho leu os livros aos 16 ou 17 anos / Divulgação/Site Oficial

Divulgação/Site Oficial

Publicado oficialmente no Band.com

As férias estão acabando, mas ainda dá tempo de fazer uma boa leitura. Por isso, perguntamos ao apresentador Oscar Filho quais livros ele indicaria para os internautas.

“Apesar de ser uma leitura difícil, eu indico ‘Cem anos de solidão’ [de Gabriel García Márquez]. Tive de ler umas três ou quatro vezes as primeiras 60 páginas. É um livro difícil de entrar. Mas foi o livro que mudou a minha vida”, afirmou o apresentador.

“A linguagem é incrível, tem imagens fortes de uma realidade fantástica que descrevem com precisão o que você está imaginando”, completou.

“Para quem quiser uma leitura mais fácil, indico ‘O apanhador no campo de centeio’ [de J.D. Salinger]. É também um clássico, mas esse me pegou mais pelo lado emocional”, indicou.

“Li ambos os livros quando tinha uns 16 ou 17 anos. Primeiro li ‘Cem anos’ e, logo depois, ‘O apanhador’. No máximo um outro livro entre os dois”, contou.

#ForeverAlone da literatura

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vi no [manual prático de bons costumes em livrarias]

Igreja russa pede debate sobre pedofilia em livros clássicos

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Publicado originalmente no Terra

Vsevolod Chaplin, importante autoridade da igreja ortodoxa russa, pediu um debate sobre o suposto teor pedófilo em dois clássicos da literatura: Lolita, de Vladimir Nabokov, e Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez.

“Temos que debater para determinar em que medida estas obras justificam a pedofilia. É um fato que no Ocidente houve um opinião muito negativa sobre elas, e depois mudou”, afirmou em entrevista à rádio Echo de Moscou. “Chegou o momento de uma revolução moral, ou uma contrarrevolução se você preferir”, disse.

O romance de Nabokov, que conta a obsessão de um homem com uma adolescente de 12 anos, provocou escândalo ao ser lançado em 1955. A obra do colombiano García Márquez aborda o tema do incesto.

Mas as declarações de Chaplin revoltaram os escritores russos. “Em seguida vamos verificar se na literatura, desde Homero até os grandes clássicos russos, há sinais de violência, pedofilia e outras coisas inaceitáveis”, comentou com ironia o historiador Nikolai Svanidze.

Boris Akunin afirmou que a igreja ortodoxa não deve interferir nos “temas seculares e literários”. Mikhail Chvydkoi, ex-ministro da Cultura, afirmou que uma resposta à proposta de Chaplin seria “prejudicial para a Rússia”.

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