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Biografia sobre Tim Cook, atual CEO da Apple, será lançada em abril

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Se Hyeon Oh, no Canal Tech

É muito comum que as pessoas que marcaram uma geração ou trouxeram grande impacto ao mundo acabem tendo sua biografia registrada em forma de livro, assim como Albert Einstein e Steve Jobs. Agora, é a vez de Tim Cook, atual CEO da Apple, ter a sua história registrada através do livro Tim Cook: The Genius Who Took Apple to the Next Level (Tim Cook: O gênio que Levou a Apple ao Próximo Nível, em tradução livre), que será redigida pelo autor Leander Kahney.

Pelo visto, o título que será lançado em 16 de abril irá se focar nas polêmicas e nos bastidores do trabalho do CEO, abordando casos como quando o FBI pediu à Apple para criar uma versão especial do iOS, para obter acesso ao iPhone bloqueado de um terrorista de San Bernardino. Na época, a Maçã havia se recusado a fazê-lo, pois temia que a ferramenta pudesse chegar às mãos de pessoas erradas.

Para comentar sobre esse caso, o livro trará personagens como o ex-conselheiro geral da empresa, Bruce Sewell, que se aposentou em 2017, citado como alguém que teve “muita atividade” durante o embate. De acordo com Sewell, o FBI teria pedido à Apple para fornecer uma ferramenta de desbloqueio dos iPhones para investigar crimes, já que não havia outros métodos para burlar o sistema de segurança desses smartphones. Vale lembrar que esse pedido foi negado por Tim Cook, o que forçou o FBI a entrar na justiça para tentar conseguir o desbloqueio.

Livro de biografia do Tim Cook (Imagem: Amazon)

Além disso, a biografia ainda irá descrever como os valores e conhecimentos adquiridos pelo CEO, durante o seu trabalho na IBM, influenciaram no desenvolvimento da sua liderança, que possibilitou transformar a Apple na primeira empresa a atingir a marca de um trilhão de dólares no mercado.

Como o livro será lançado somente em 16 de abril, ele se encontra atualmente na fase de pré-vendas nos EUA, mas ainda não há nenhuma informação sobre o seu lançamento aqui, nas terras tupiniquins.

Iniciativa de Tim Cook e Malala quer levar mais de 100 mil garotas à escola

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Tim Cook & Malala
Foto: Reprodução/Independent / Canaltech

Publicado no Terra

O CEO da Apple, Tim Cook e a vencedora do Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai, anunciaram na última semana uma parceria a longo prazo cujo objetivo é educar 100 mil meninas.

Quando os dois se encontraram em outubro do ano passado em Oxford, universidade onde Malala estuda atualmente, a ideia já estava tomando forma. Contudo, apenas quando tornaram a se ver na última semana, em Beirute, no Líbano, é que discutiram o projeto e o revelaram para a mídia.

A princípio, o Líbano será o principal alvo da iniciativa, ao lado do Afeganistão, Paquistão, Turquia e Nigéria. Com o tempo, a proposta tende a se expandir para que o número de garotas desprivilegiadas que entrarão em uma escola primária aumente.

De acordo com Cook, quando ele e Malala começaram a conversar, a visão dela era ousada, o que se alinhou perfeitamente à visão da Apple. “A essência dela [Malala] é uma crença imperiosa na igualdade, com a educação como sua grande equalizadora. Isso sempre esteve nas raízes de nossa empresa e de minhas crenças pessoais”, revelou o executivo em entrevista.

O diretor da empresa da Maçã também comentou que algumas coisas só podem ser feitas por empresas privadas, bem como outras apenas as organizações não-governamentais conseguem pôr em prática. Porém, para ele, as questões de maior importância no mundo envolvem os dois lados. “Este é um dos grandes problemas do mundo”, disse ele, evidenciando que a educação é um assunto de escala global, que pode ser melhorada se todas as partes trabalharem juntas.

Em contrapartida, para Malala, a parceria com a Apple nesta proposta é algo que ela sempre quis devido à experiência da empresa com educação, além de cumprir com o objetivo inicial do fundador da Apple, Steve Jobs.

“A visão é clara: é a educação de 130 milhões de garotas que estão fora da escola. Meu sonho é ver todas elas alcançarem uma educação de qualidade”, enfatizou Malala em sua entrevista, revelando, ainda, que ela quer ensinar e educar as meninas. “A Apple tem experiência em educação, experiência em tecnologia, e queremos ver como podemos usar isso para ajudar o Fundo Malala”, finalizou a vencedora do Nobel da Paz.
Canaltech Canaltech

Habilidades, não diplomas, definem hoje os melhores talentos, diz CEO do LinkedIn

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Jeff Weiner, CEO do LinkedIn (Foto: Chip Somodevilla/Getty Images)

Para Jeff Weiner, uma das práticas mais comuns dos recrutadores para analisar currículos não faz o menor sentido

Publicado na Época Negócios

Em processos seletivos, é comum que recrutadores levem em consideração a universidade onde se formaram os candidatos — sobretudo para dar preferência aos que frequentaram as instituições mais renomadas. Para Jeff Weiner, CEO do LinkedIn, tal prática não faz o menor sentido. Durante uma palestra na ASU GSV Summit, o executivo defendeu o que acredita ser importante analisar na hora de contratar alguém. Segundo ele, o LinkedIn quer alguém com paixão pelo que faz, ética, perseverança, lealdade e mentalidade de crescimento (o “Growth Mindset” sobre o qual tem se falado tanto no mundo corporativo recentemente).

“Estas são qualidades que você não vê necessariamente em um diploma”, defende Weiner. “Há habilidades que tendem a ser completamente negligenciadas quando as pessoas estão examinando currículos ou perfis do LinkedIn. E, no entanto, cada vez mais, achamos que esses são os tipos de pessoas que fazem a maior diferença dentro da nossa organização.”

“Cada vez mais eu ouço esse mantra: habilidades, não diplomas. Não são habilidades que dispensam diplomas. Trata-se apenas de expandir nossa perspectiva para ir além dos diplomas.” Ou seja, três palavras que podem fazer toda a diferença no processo de contratação: habilidades, não diplomas. E faz todo o sentido.

“Nós nos orgulhávamos de no recrutamento ter uma lista incrivelmente curta de universidades, e muitas empresas do Vale do Silício costumavam fazer o mesmo”, disse Weiner. “Certamente não estamos sozinhos. Recentemente, demos uma olhada no perfis do LinkedIn e constatamos que, entre os trabalhadores do setor de tecnologia dentro do Vale, apenas 5% deles tiveram formações não tradicionais”.

Nos últimos anos, no entanto, empresas têm percebido que existe muito talento escondido — e que muitas pessoas inteligentes e apaixonadas estão desprezando o ensino superior tradicional.

“Estamos tentando nos afastar dessa ideia de que todos na equipe de engenharia, e todos no geral, devem ter vindo de uma escola específica ou ter que ter um grau diploma”, disse Weiner. “Sim, diplomas de [ciência da computação] de escolas específicas podem te levar a encontrar um talento incrível. Mas há tanto talento para ser encontrando se as pessoas estiverem abertas buscá-los em lugares diferentes.”

Três livros que você tem que ler para prever o futuro

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books-pexels

Publicado no Proxxima

The Third Wave, de Steve Case
Steve Case foi o CEO da AOL em seu tempo áureo pioneiro, antes da bolha das ponto.com, implosão do valor das ações em bolsa das empresas de internet nos anos 2000 e 2001. Liderou a companhia em seus melhores momentos e depois que saiu de lá, passou a ser um investidor, empreendedor e guru do mundo do empreendedorismo digital. Seu conhecimento e suas teorias são altamente respeitadas no mundo digital e de tecnologia. Seu livro The Third Wave é um apanhado dessa história mas é também uma projeção do que o autor entende que será o futuro, a terceira onda (título em homenagem a outro futurista, Alvin Tofler, com o mesmo nome). A terceira onda de Case aponta para um momento após a ruptura (disruption) de setores como bancos, energia, transportes, educação, saúde, alimentos, todos já passando por profundas transformações como resultado do impacto tecnológico e da Revolução Digital. Após essa quebra de paradigmas, surgiriam, projeta Case, empresas de internet totalmente integradas na vida das pessoas como nunca até hoje.

The Inevitable: Understanding the 12 Technological Forces That Will Shape Our Future, de Kevin Kelly
Kevin Kelly estará este ano palestrando no evento SXSW, em Austin, Texas, onde vai falar exatamente sobre o tema do seu livro, cujo título é auto-explicativo. Renomado cientista de tendências econômicas e tecnológicas, Kelly listou 12 forças que, em sua opinião, vão desenhar nosso futuro (ele projeta cerca de 30 anos). O autor nos lembra que em muito breve teremos a inteligência artificial tomando conta de muitas das tarefas hoje executadas por seres humanos. Ele lembra que nossa vida será totalmente traqueada (tracked) pelas máquinas e algoritmos, que a realidade virtual será finalmente incorporada ao nosso cotidiano, que nosso consumo será totalmente pessoal e individualizado, e que o hacking de dados será um dos grandes problemas que a Humanidade terá que resolver. É um guia para nos prepararmos para o que vem adiante e ajustarmos nossas empresas para esses desafios.

The Industries of the Future, de Alec Ross
Alec Ross é especialista em inovação. Trabalhou como consultor da Secretaria de Estado do Governo norte-americano, viajou 40 países para estudar as tendências industriais dos próximos anos, e detectou de onde e para onde essas tendências nos levarão, nos próximos 10 anos. Ele investiga os setores que irão crescer, como o de robótica, cybersecurity e genoma, além dos próximos passos que serão dados na área de Big Data e dom impacto das tecnologias digitais no dinheiro e nos mercados de consumo. A partir daí, ele tece considerações de como os países e os mercados poderão enfrentar as mudanças.

Professor copia livro do Kindle usando Lego

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Austríaco usou braços de Lego e webcam para copiar um e-book do aparelho, o que é proibido pela Amazon

Kindle

Divulgação

Título original: Professor burla regras do Kindle usando Lego

Renato Santiago, na revista Exame

São Paulo — Usando um kit Lego e um computador, um professor universitário da Áustria criou um jeito curioso de burlar as regras da Amazon e do Kindle, informa o site de tecnologia All Things D. Assista como funciona a engenhoca abaixo.

O processo é simples. Peter Purgathofer colocou um Kindle de frente para um notebook aberto e, com um kit Lego Mindstorm (um conjunto de peças que permite a criação de robôs básicos), montou uma máquina com dois braços. Um deles aperta sucessivamente o botão que vira a página do e-book no Kindle e ou outro pressiona a barra de espaço. A cada página virada, uma foto é tirada.

Depois que o livro foi copiado, as fotos poderiam ser enviadas para qualquer serviço de reconhecimento de texto por imagens e pronto, o livro está copiado. “Em 2002, o CEO da Amazon, Jeff Bezos disse que ‘quando alguém compra um livro, compra também o direito de revendê-lo, emprestá-lo ou dá-lo’. Depois sua empresa criou um aparelho que viola esses direitos”, diz.

Purgathofer conversou com o All Things D e disse que não se trata de combater os livros eletrônicos, mas de recuperar direitos que donos de livros tinham antes. “O dono de um livro nem é mais dono hoje. Apenas tem um licença”, afirma.

O austríaco descreve a disciplina que ensina no Instituto Tecnológico da Áustria como um curso sobre a interação entre sociedade e tecnologia. Segundo Purgathofer, ele escaneou apenas um livro “para provar o conceito” e diz que não o compartilhou com ninguém, já que poderia ter “grandes problemas”. A Amazon não se pronunciou.

DIY kindle scanner from peter purgathofer on Vimeo.

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