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Concurso Cultural Literário (69)

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capa diga sim

As estatísticas mostram índices alarmantes de divórcio entre cristãos e não cristãos. Os gabinetes pastorais e os consultórios especializados em terapia de casais vivem lotados de pessoas que experimentam a infelicidade na vida a dois.

Certamente, ninguém ingressa num relacionamento com o objetivo de fazer parte do grupo dos divorciados ou dos infelizes. Mas, se o processo decisório não for conduzido de forma consciente, madura e bíblica, isso lamentavelmente pode se tornar uma grande possibilidade.

Com sua larga experiência em aconselhamento matrimonial, o bispo Uchôa mostra diferentes maneiras de evitar que a dissolução e a infelicidade entrem no lar daqueles que sonham em construir uma família. E o segredo reside na prevenção, antecipação e preparação.

Miguel Uchôa Cavalcanti é bispo anglicano da Diocese do Recife (PE) e reitor da Paróquia Anglicana Espírito Santo (PAES), na cidade de Jaboatão dos Guararapes, região metropolitana do Recife, desde 1996, quando a fundou. Bacharel em Teologia com pós-graduação pelo Seminário Teológico Batista do Norte. Engenheiro de Pesca com especialização em Israel, China e Brasil. É casado com Valéria e pai de Gabriel e Matheus.

Vamos sortear 3 exemplares de “Diga sim com convicção“, lançamento da Mundo Cristão.

Para concorrer, basta registrar na área de comentários o nome do(a) namorado(a) ou noivo(a) com quem você pretende se casar. <3

Se participar pelo Facebook, por gentileza deixe e-mail de contato.

O resultado será divulgado dia 11/6 às 17h30 neste post.

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Parabéns aos ganhadores: Laly LopesThaise AraujoJohny Lima. \o/

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Jovens continuam na academia após concluir a graduação

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Formação insuficiente e busca por diferencial no currículo atraem recém-graduados para o mestrado

52% dos portadores do título de mestrado no Brasil têm menos de 39 anos Arte: André Mello

52% dos portadores do título de mestrado no Brasil têm menos de 39 anos Arte: André Mello

Luiza Barros em O Globo

RIO – Com um diploma em Engenharia Mecânica de uma universidade prestigiada na mão em um mercado carente de talentos, Felipe Alfaia certamente não teria dificuldade em encontrar um emprego promissor na iniciativa privada. Ao invés disso, o paraense resolveu se mudar para o Rio de Janeiro e mergulhar a cabeça novamente nos livros, mesmo que isso significasse adiar a sonhada independência financeira por mais alguns anos e viver com uma bolsa de R$ 1.500 por mês.

Aos 23 anos e cursando mestrado na Coppe, na UFRJ, Felipe representa bem a parcela crescente de jovens que crê que apenas a titulação de bacharel não é suficiente para se inserir no mercado de trabalho. Sua decisão de buscar a titulação de mestre, ele explica, faz parte de uma estratégia para ser capaz de abrir sua própria empresa de consultoria técnica dentro de alguns anos.

– O mestrado hoje não é mais só para quem quer dar aula. Para engenheiros, é um certificado de que você é capaz em uma área específica – defende Felipe. – Em uma consultoria, o essencial é que o cliente confie em você tecnicamente. Portanto, tenho que ter um currículo para transmitir essa confiança – acredita o jovem que, na reta final do mestrado, já começa a colher os frutos. Depois de viver um ano como bolsista, ele abriu mão do benefício ao encontrar um emprego em uma prestadora de serviços da Petrobras.

– O fato de eu estar cursando um mestrado, ainda mais na Coppe, foi o que contou ao meu favor para conseguir a vaga – avalia.

Formação insuficiente na graduação, falta de confiança em especializações lato sensu (como os MBAs), possibilidade de seguir a carreira acadêmica, vantagem na pontuação em concursos públicos e aumento na oferta de bolsas estão entre alguns motivos que levam a crescente massa que conclui o ciclo de graduação universitária a encarar o mestrado como caminho natural a ser seguido. Em dez anos, o número de bolsas concedidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) pulou de 13.060 em 2002 para 43.595 no ano passado. A juventude dos mestres brasileiros pode ser atestada por dados da plataforma Lattes, que agrega os currículos de pesquisadores. De acordo com dados fornecidos pelo serviço, 52% dos portadores do título de mestrado no Brasil tem menos de 39 anos.

Se o cenário comprova a valorização do ensino na sociedade, também pode ser reflexo da deficiência dos nossos cursos de graduação, aponta o pró-reitor de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão da UFF, Antonio Cláudio da Nobrega, que também explica a opção pelo mestrado, mesmo quando não se sonha com a carreira acadêmica, pela falta de regulação de especializações na modalidade lato sensu.

– De um modo geral, o jovem que se forma busca mais qualificação para se enquadrar no mercado. O mestrado é mais valorizado porque tem o aval da Capes, enquanto o lato sensu não tem essa avaliação externa. O aluno se sente mais seguro, já que faz um investimento com retorno mais reconhecido, embora a especialização também tenha sua importância – pondera, ao lembrar que a procura também ocorre devido a um gargalo na formação de ensino superior:

– Os cursos de graduação, em muitas universidades, ainda têm um padrão conservador, com disciplinas muito rígidas e dificuldade de se atualizar conforme as exigências da sociedade. A pós, por outro lado, tem um pouco mais de agilidade para fornecer um conhecimento específico que não foi suficiente na graduação.

A opinião do professor é endossada pelo economista Renato Leripio, mestrando da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

– Sinto que, na área de Economia, a graduação não é suficiente para se ter um domínio razoável das matérias – conta o jovem, que sonha em conciliar a carreira acadêmica com uma colocação no Banco Central.

A possibilidade de sair na frente em concursos públicos, inclusive, é uma das vantagens mais citadas pelos jovens ouvidos pela reportagem. Como os editais preveem pontos adicionais para candidatos com mestrado e doutorado, voltar para a faculdade pode valer a pena para concurseiros. Com um diploma de mestre já em mãos e um doutorado em curso na Coppe, Jordana Colmon classifica a Petrobras como “empresa dos sonhos”. Ingressar na pós, a paranaense afirma, foi uma forma de manter o pique dos estudos e se capacitar enquanto tenta conquistar a vaga desejada.

– É um pouco missão impossível estudar para o mestrado e os concursos, mas há semelhança entre os conteúdos. Quero poder usar a pesquisa de forma mais aplicada, em uma empresa como a Petrobras ou a Embraer – explica.

Na outra ponta, uma mudança nas regras de concessão de bolsas em 2010 permitiu a quem já estivesse inserido no mercado somar o benefício ao salário. Segundo a norma, é possível conciliar a bolsa de estudo com o vínculo empregatício, se houver permissão do orientador e a atuação profissional estiver diretamente ligada à pesquisa do aluno. A Capes, no entanto, informa que cada caso é avaliado individualmente e que alunos interessados em acumular o benefício devem procurar a instituição.

A mudança veio a calhar para o historiador Rubens Machado, de 24 anos, que concilia o mestrado em História Social na UFRJ com o trabalho em três colégios diferentes, nas redes pública e privada.

– A prerrogativa de poder acumular a bolsa veio em boa hora, quando eu entrei no mestrado. Há professores que se recusam a assinar a autorização, mas a minha orientadora pensa diferente. A vivência em aula contribui muito para a pesquisa.

Para quem não consegue continuar trabalhando, porém, viver apenas com a bolsa de R$ 1.500 pode ser complicado. Uma das maiores reclamações advém do valor nacional do benefício, o que faz com que estudantes alocados em grandes cidades sofram mais para pagar as contas do que os do interior.

– O valor da bolsa é totalmente insuficiente. Eu vejo que meus amigos que estudaram na mesma faculdade e fazem mestrado e doutorado no Paraná são ricos lá, enquanto eu aqui, no Rio, tenho dificuldades – compara Jordana.

No caso da arquiteta Janaina Matoso, foi justamente o baixo valor da bolsa que a levou a ingressar no mestrado de Urbanismo na UFRJ logo após o fim da faculdade. A jovem de 23 anos avaliou que a única forma de complementar sua formação seria logo no começo da carreira, enquanto ainda vive com a ajuda dos pais, do que mais velha, já empregada, quando possivelmente não teria como abrir mão de um salário para se dedicar exclusivamente à pesquisa.

– O ideal, para o crescimento profissional, seria trabalhar e depois fazer o mestrado. Mas como a bolsa é baixa, é economicamente inviável. Por mais que eu tenha feito essa escolha, foi sobretudo por uma questão econômica. Acredito que, se as bolsas fossem mais atrativas, teríamos profissionais muito mais capacitados – desabafa a mestranda.

Emendar o mestrado com a graduação, porém, pode ser perigoso para quem quer continuar na iniciativa privada, alerta o diretor de educação da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Luiz Edmundo Rosa. Segundo o analista, a estratégia só vale a pena para quem quer seguir carreira acadêmica ou quer mudar de profissão.

– Se você percebe durante o seu curso que não é bem o que você queria fazer, é bom logo em seguida fazer a pós-graduação, já na nova área. Agora, se você quer continuar na mesma carreira, diria para não fazer isso. A pessoa precisa ganhar experiência naquilo que aprendeu. O que se recomenda é uma especialização, e não uma pós-graduação – aconselha Rosa, que explica a diferença entre as duas modalidades:

– A especialização é um complemento, enquanto o mestrado é a oportunidade de revisitar o que já se aprendeu com mais profundidade. O ideal é ir atrás da pós, pelo menos, dois anos depois de entrar no mercado. As escolas europeias não aceitam alguém que acabou de sair da faculdade, justamente porque se espera que o mestrado seja uma troca de experiências entre profissionais.

Sobre os valores das bolsas, a Capes informa que fez dois reajustes em suas bolsas de pós-graduação em menos de um ano. No último, o reajuste na categoria de mestrado saltou de R$ 1.350 para R$ 1.500. Antes desses dois reajustes, o último aumento havia ocorrido em junho de 2008, quando as bolsas de mestrado passaram de R$ 940 para R$ 1.200 mil. Ainda segundo a entidade, entre 2004 e 2008, houve três aumentos, em que as bolsas obtiveram reajuste de 67% sobre os valores de 2002.

10 Momentos em que se torna impossível ler livros

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias

Ok. Somos fãs dos livros e da leitura, mas existem determinados momentos que o prazer de ler um livro se torna praticamente impossível, e por mais que tentamos, a leitura não prossegue. Hoje o Listas Literárias publica 10 momentos em que dificilmente você será capaz de ler um livro:

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1 – Dor de Cabeça: Pois é, não é só no momento de “namoro” que as dores de cabeça podem se tornar um grande vilão. Para quem gosta de ler, dores de cabeça também são um “empata leitura”, pois é praticamente impossível conectar-se a uma leitura em casos de dor de cabeça;

22 – Em Estrada Esburacada: Todo leitor aproveita cada momento para dedicar-se aos livros, por isso eles sempre nos acompanham durante as viagens. O problema é quando se trafega por estradas esburacadas, aí ou escolhemos salvar nossas pupilas sem correr o risco de deslocá-las, ou adiamos a leitura. E não vá pensando que isso aconteça só em estradas interioranas, esse Brasil tem uma boa quantidade de rodovias inimigas da leitura;

3 – No Rala e Rala: Não que eu pense que alguém já tenha tentado, ou faça (afinal os gostos são sempre surpreendentes, assim como a utilidade dos livros), mas certamente esse não é o melhor momento para ler livros;

4 – Vizinhos Funkeiros: Nada contra o exótico gosto de nossos amigos funkeiros, mas o problema é que não basta para eles gostar de funk, e como se estivessem no Facebook os danadinhos compartilham, quase sempre com um “puta som” seja na caranga, no buzão, ou no apartamento ao lado. Duvido alguém se concentrar na leitura com a risada do Mister Catra no último volume;

35 – Problemas de Visão: Esse é realmente complicado. Eu mesmo passei por isso antes de diagnosticar a necessidade de usar óculos. Se você não sabe que possui problemas de visão, e ainda assim insiste em ler livros chega um momento que isto se torna quase impossível. As palavras não se conectam, e como um imã em repulsão, os livros se distanciam de você;

6 – Na Feira: Você até pode ver leitores em locais públicos, inclusive em bares ou restaurantes, mas quero ver alguém encontrar alguém lendo no meio da feira. Certamente os constantes gritos com o preço do tomate e da cebola não contribuem para a concentração na leitura;

7 – Na hora do Futebol: Olha até acredito que as meninas consigam abandonar as novelas (alias os livros são melhores que elas mesmo) para a leitura de um livro, mas isso jamais, jamais acontecerá com os meninos. A fidelidade ao horário do futebol é tamanha, que se torna impossível ler naquele momento, independente do jogo que esteja passando na tevê;

8 – No Meio de um Bombardeio: Esse item entrou na lista porque dia desses selecionamos 10 imagens de soldados lendo durante o descanso no front. Agora imagina “as bombas pegando” o quão alto seriam jogados aqueles livros na correria;

9 – No meio da “DR”: Não que isso seja impossível, na verdade o que quero aqui é proteger a integridade física dos leitores do Listas Literárias. Certamente mergulhar em uma leitura durante uma discussão de relação seria um ótimo escape, além de tentador, mas isso, guardem bem, não é nem um pouco aconselhável;

10 – Quando Você Não Está Afim: Como eu disse o hábito da leitura é um prazer, um prazer que não nos ensinam na escola, pois lá esse hábito geralmente é uma obrigação. Mesmo aquele leitor mais dedicado tem dias que não está a fim de ler nada, eu mesmo as vezes passo por esses dias. Por isso não force, se naquela hora, ou naquele dia não estiver afim, simplesmente não leia;

19 clichês de capas de livros

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Alessandro Martins, no Livros e Afins

Alguns estilos de capas de livros são tão manjados, tão clichês que acabam sendo repetidos indefinida e descaradamente. Basta que surja um novo best-seller para que você veja esse curioso fenômeno acontecer.

É quase uma maneira de as editoras indicarem ao leitor de um gênero ou subgênero de que se trata mais ou menos do mesmo conteúdo daquele outro livro que ficou famoso em determinado estilo.

Em alguns casos, o leitor pode acabar comprando por achar que se trata daquela obra mesmo, enganado. Sei lá.

Esse tipo de comportamento das editoras demonstra o quanto elas valorizam determinada obra pelo que realmente ela é ou pelo quanto ela pode vender para um determinado tipo de público.

Se uma editora resolve investir em um design original, certamente é porque o livro tem, dentro do possível, uma boa dose de originalidade e ela estará oferecento ao seu público uma quantidade mínima de arte e autenticidade. É o caso em que é justo se julgar o livro pela capa.

Vi este post originalmente no BuzzFeed: 19 capas de livro clichês.

1. O assustador “homem-sihueta”

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2. Mulher segurando uma gaiola vazia

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3. O homem ao lado da cerca

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4. Uma mulher com um vestido branco

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5. Mulher usando um longo, com as costas expostas

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6. O carinha com espada

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Sasha Grey vem ao Brasil em agosto lançar seu primeiro livro

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Em “Juliette Society”, Sasha narra a história de uma jovem estudante que se envolve com um clube secreto cujo objetivo é simplesmente o sexo

Publicado no Portal O Dia

Se um romancista precisa conhecer bem um tema para convencer um leitor de que aquela história é real, a estrela americana Sasha Grey (foto abaixo) pode ficar tranquila quanto a seu primeiro livro.

Em “Juliette Society”, romance erótico que será lançado no Brasil em agosto pela editora Leya, Sasha narra a história de uma jovem estudante que se envolve com um clube secreto cujo objetivo é simplesmente o sexo. Ela dedica, por exemplo, uma página inteira para descrever uma felação, inclusive com direito a um sugestivo “aahh” na última linha.

“Juliette Society” é o primeiro livro de Sasha, uma bela jovem que ficou famosa na indústria pornô por ter estrelado 271 filmes entre seus 18 e 23 anos, sem pudores, em papéis que lhe renderam prêmios como a de melhor cena de sexo grupal (troféu dividido com mais 17 atores e atrizes), a de melhor cena de sexo oral e outros cuja descrição é inapropriada para um jornal sem restrição de idade. Aos 25 anos, Sasha certamente já teve relações com um número maior de pessoas do que a quantidade de amigos que a maioria de nós tem no Facebook.

Mas, aos poucos, ela passou a atuar em outras frentes: atuando em filmes em Hollywood, como “Confissões de uma garota de programa” (2009), de Steven Soderbergh, lançando a banda experimental aTelecine e, agora, enveredando pela literatura. O romance, sobre o qual ela falou em entrevista por telefone, trará Sasha ao Brasil, entre 19 e 25 de agosto.

Em sua carreira, você parece sempre estar perseguindo novos projetos. Você só tem 25 anos, mas já se tornou uma conhecidíssima atriz pornô, fez filmes em Hollywood, lançou uma banda e agora está publicando um livro. Existe um limite?

Eu acho engraçado pensar nisso. Pouco antes de deixar a indústria pornô, lancei minha própria produtora, para dirigir e produzir meus próprios filmes pornô. Mas foi o maior fracasso da minha carreira. Então aprendi que existe uma separação entre projetos criativos e projetos comerciais. Quando há muito dinheiro envolvido, as coisas são mais difíceis, você nunca sabe o que pode acontecer. Mas, pensando em trabalhos artísticos, sim, eu acho que posso fazer qualquer coisa. Nada me faz parar.

O quanto de “Juliette Society” é baseado em suas próprias experiências?

Alguns dos cenários sexuais que eu descrevo vieram de experiências que eu tive, e tenho certeza de que os fãs mais fiéis vão identificar esses cenários. Mas também há muita coisa no livro que é baseado em histórias que ouvi e li. É uma combinação.

(mais…)

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