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Beren e Lúthien, um dos livros mais importantes de Tolkien, chega ao Brasil

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Obra será lançada pela HarperCollins

Fabio de Souza Gomes, no Omelete

A HarperCollins Brasil lança este mês no país o livro Beren e Lúthien, obra de J.R.R. Tolkien inédita em português. A primeira versão da história foi escrita em 1916 e, posteriormente, as várias versões foram editadas por seu filho, Christopher Tolkien. O conto é considerado uma das mais importantes narrativas do universo tolkeniano, pois é um elemento fundamental na evolução de O Silmarillion, os mitos e as lendas da Primeira Era do Mundo. Confira:

O romance conta a história de Beren, um homem mortal, e Lúthien, uma elfa imortal. O pai dela, um grande senhor élfico, não aprova o relacionamento e, para permitir a união do jovem com sua filha, impõe um desafio impossível a Beren: ele deverá roubar uma Silmaril, uma preciosa joia, que está em posse de dum poderoso ser maligno.

A história do casal é uma das preferidas do próprio autor, que se inspirou em fatos de sua vida na composição do conto. Aos 16 anos, Tolkien se apaixonou por Edith, que mais tarde viria a ser sua esposa. Mas assim como o pai de Lúthien, o tutor de Tolkien não aprovava a relação, de modo que o casal só pôde se casar 5 anos depois, quando ele completou 21 anos e atingiu a maioridade. Após a morte de Edith, Tolkien pediu que fosse inscrito o nome “Lúthien” no túmulo da esposa. E após sua morte, o nome “Beren” também foi gravado em seu túmulo.

Considerado um dos três Grandes Contos dos Dias Antigos, Beren e Lúthien compõe a trilogia sobre o surgimento do universo de Tolkien, que também inclui Os Filhos de Húrin e A Queda de Gondolin.

As publicações fazem parte do “Projeto Tolkien”, idealizado pela HarperCollins Brasil, que adquiriu os direitos de toda a obra do autor. Todos os títulos serão relançados pela editora com nova tradução

O Senhor dos Anéis | Série só aconteceu porque filho do autor dos livros não é mais detentor dos direitos, diz site

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Caio Coletti, no Observatório do Cinema

O escritor Christopher Tolkien, de 93 anos, se afastou da administração do legado de seu pai, J.R.R. Tolkien, o criador da franquia O Senhor dos Anéis, em agosto.

A notícia, no entanto, só foi liberada oficialmente nessa quarta (15), dias após o anúncio de uma parceria com a Amazon para criar uma série de TV baseada na saga.

Segundo o SlashFilm, o afastamento de Chrisotpher foi essencial no fechamento do acordo. Notavelmente avesso à adaptações, o filho do autor não gosta nem mesmo dos filmes de Peter Jackson – “Transformaram a criação do meu pai em uma aventura para adolescentes de 15 a 25 anos”, disse certa vez.

O acordo da Amazon com os novos administradores do legado de Tolkien (sua filha Priscilla e outros parentes) prevê até cinco temporadas da série, e mais um potencial spin-off.

Segundo o THR, a série não se trata de uma nova adaptação, mas de uma série que irá “preencher as lacunas” da história original, provavelmente do tempo passado entre O Hobbit e O Senhor dos Anéis nas obras de Tolkien.

Os filmes de O Senhor dos Anéis foram dirigidos por Peter Jackson e lançados entre 2001 e 2003.

Livro inacabado de autor de ‘O Senhor dos Anéis’ é lançado no Reino Unido

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A primeira obra em prosa do autor de 'O Senhor dos Anéis', John Ronald Reuel (JRR) Tolkien, um texto inédito e inacabado que é precursor de seus livros mais famosos

A primeira obra em prosa do autor de ‘O Senhor dos Anéis’, John Ronald Reuel (JRR) Tolkien, um texto inédito e inacabado que é precursor de seus livros mais famosos

‘A história de Kullervo’ (The Story of Kullervo) se inspira no trágico destino de um personagem da mitologia finlandesa

Publicado no Divirta-se

A primeira obra em prosa do autor de ‘O Senhor dos Anéis’, John Ronald Reuel (JRR) Tolkien, um texto inédito e inacabado que é precursor de seus livros mais famosos, será lançada nesta quinta-feira no Reino Unido.

Escrito em 1914-1915, quando JRR Tolkien era ainda um estudante na prestigiosa Universidade de Oxford, ‘A história de Kullervo’ (The Story of Kullervo) se inspira no trágico destino de um personagem da mitologia finlandesa.

Apaixonado desde jovem pelas línguas antigas, o jovem Tolkien estava particularmente interessado em uma coletânea de velhas histórias finlandesas, a “Kalevala”, que conta a história de Kullervo.

“Com esta história, é a primeira vez que JRR Tolkien, que até então era um poeta, começou a escrever um texto em prosa”, explica Vincent Ferré, professor de literatura comparada da Universidade de Paris Leste.

“Podemos dizer que Tolkien faz seus ensaios”, afirmou ainda o especialista no escritor britânico, que vê no texto “um exercício de estilo juvenil”.

“Por fim, abandona esta historia antes de acabá-la, para passar a escrever textos mais pessoais e originais”.

Audiência maior
‘A história de Kullervo’ já foi publicada em 2010 na revista acadêmica ‘Estudos Tolkien’ pela professora Verlyn Flieger, da Universidade americana de Maryland. Ela copiou o manuscrito escrito com lápis por Tolkien e conservado na famosa biblioteca Bodleian de Oxford.

“Pensei que merecia um público mais amplo que os assinantes de uma revista acadêmica, e assim me dirigi aos herdeiros de Tolkien para propor a eles publicá-lo em separado”, afirmou Flieger.

Uma vez que obteve seu acordo, colocou-se em contato com a editora das obras de Tolkien, HarperCollins, para supervisionar esta edição que também contém notas do escritor.

“É sua primeira obra mítica em prosa, e por isso, precursora do que vem depois”, afirmou Flieger.

“Também é inegável que é sua obra mais sombria, que esboça os aspectos mais obscuros de seu mundo inventado”, a Terra do Meio, cenário das aventuras do Senhor dos Anéis.

Kullervo é, dessa forma, “uma das fontes de Turin Turambar, uma figura central na mitologia de Tolkien, o futuro herói de “Os filhos de Húrin” e de um capítulo de Silmarillion.

“Ambos são malditos, seu pai conheceu um fim trágico, vítima de um personagem com poderes mágicos”, explicou Ferré.

O ‘Silmarillion’, que foi publicado postumamente em 1977 (JRR Tolkien morreu em 1973), é uma saga que abrange as histórias de ‘O Hobbit’ e ‘O Senhor dos Anéis’.

Páginas desconhecidas
Outros manuscritos de Tolkien foram publicados nos últimos anos, incluindo ‘Os filhos de Húrin’, em 2007, ‘A lenda de Sigurd e Gudrún’, em 2009, e a ‘A queda de Artur’, em 2013.

Segundo Flieger, ainda há muitos textos inéditos de Tolkien na biblioteca Bodleian, principalmente “notas para conferências, assim como escritos mais curtos”.

“Há centenas de páginas de Tolkien ainda desconhecidas para o público em geral, especialmente em relação a suas línguas inventadas”, explicou Ferré, que, no entanto, duvida que possam constituir novas obras.

O filho de JRR Tolkien, Christopher Tolkien, já publicou tudo que podia ser publicado, completou Ferré.

Discurso ‘perdido’ de Tolkien será restaurado

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O escritor J.R.R. Tolkien AP

O escritor J.R.R. Tolkien AP

Além de poema inédito, autor teria revelado o verdadeiro significado de ‘O senhor dos anéis’

Publicado em O Globo

Protegida por um fã como Gollum protegia o seu anel, uma fita contendo um discurso perdido do escritor J.R.R. Tolkien está em processo de restauração para ser liberada ao público.

A fita, que estava há 20 anos guardada no acervo do colecionador holandês de memorabília tolkianesca René van Rossenberg, em Roterdã, contém um poema inédito em “élfico”, o idioma dos Elfos, criado pelo autor. Ela também teria um trecho onde Tolkien explica o verdadeiro significado da trilogia de “O senhor dos anéis”.

O discurso ocorreu em um jantar que homenageava o trabalho do escritor, em 1958, na Holanda. Algumas partes de suas palavras naquela noite eram conhecidas de anotações feitas por seu filho Christopher Tolkien. Até 1993, quando Rossenberg encontrou a fita, julgava-se que não havia nenhum registro de áudio daquela noite.

Depois de restaurado, o áudio do discurso será disponiblizado na internet pelo “The Rotterdam Project”, de acordo com o “Huffington Post”. Ainda não há previsão para o lançamento.

Autora de ‘Crepúsculo’ quer escrever sobre universo da Terra-Média de J.R.R.Tolkien

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Meyer

Meyer

Publicado por Tolkien Brasil

Em entrevista para o site Variety, tentando promover seu novo filme, “Austeland”, a escritora Stephepie Meyer, mais conhecida por ser a criadora da sequência de livros sobre vampiros “Crepúsculo”, afirmou que já está cansada de trabalhar nessas histórias e quer partir para algo diferente.

Ela diz que “Eu me afasto [de ‘Crepúsculo’] a cada dia”, disse Meyer. “Já superei e muito. Para mim, não é um lugar feliz para estar.” Mas a entrevista continua:”O que eu poderia fazer é preparar três parágrafos no meu blog dizendo quais personagens morreram”.

Até aí tudo bem. Ela é escritora dessa série e tem seu compromisso com ela. Mas a problemática vem na frase seguinte a essa na entrevista: “Estou interessada em passar um tempo em outros universos, como a Terra-Média”. Fazendo referência ao universo criado pelo professor J.R.R.Tolkien.

Talvez Meyer tenha observado o constante sucesso dos livros de Tolkien, que atravessa gerações. Ou tenha observado o atual sucesso dos livros da série “Crônicas de Gelo e Fogo” de G.R.R.Martin e o constante uso do nome de Tolkien para comparações como meio de Marketing para promoção dessa nova série. Ou tenha observado o sucesso decorrente dos filmes de Peter Jackson, em especial atualmente o Hobbit.

Evidente que ela não poderia escrever algo sobre a Terra-Média sem antes pedir a autorização da família Tolkien, que detêm os direitos autorais dos livros do professor. Mas tendo em vista a forma conservadora com que o Christopher Tolkien atua em relação a isso, dificilmente seria aprovado algum tipo de história ambientada nesse mesmo Universo.

Então ela teria que partir para a criação de um universo próprio, em um estilo próprio, ainda que utilizasse elementos comuns e algumas influências de Tolkien.

Mas qual o problema dela escrever algo ambientado em um mundo de fantasia medieval? Qual o problema uma escritora de sucesso mundial tentar expandir seus escritos em uma nova forma?

Bem, há realmente um problema aí… Especialmente porque essa escritora é conhecida por não ser uma boa escritora. Segue palavras de Stephen King, grande escritor da atualidade: “Stephenie Meyer can’t write worth a darn. She’s not very good” (Stephenie Meyer não consegue escrever algo que tenha valor. Ela não é muito boa).

É sabido que Tolkien não apreciava histórias com conteúdo simples, sem pretensão a uma realidade mais avançada ou alternativa. Tanto que declarou não gostar dos escritos de C.S. Lewis, em particular Crônicas de Nárnia. Podemos imaginar o pensamento do professor a respeito de tantas séries de livros, cujo único propósito parece ser o sucesso e posterior adaptação em séries e filmes…

Há cinco anos fizeram uma enquete ‘ interessante’ no yahoo: “Stephanie Meyer é a próxima J.R.R.Tolkien?” Será mais uma infindável rotina de comparações de livros, tendo Tolkien como parâmetro, apenas para que os novos livros utilizem seu nome para aumentar o seu sucesso?…

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