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A importância da educação na vida da comunidade

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Se estivéssemos preparados para exercer a nossa cidadania, respeitando o direito de ir e vir, respeitando o direito do outro, não seria necessário quebra-molas ou guarda de trânsito, pois procurávamos dirigir com responsabilidade, respeitando o pedestre, o outro motorista, e causando menos acidentes e transtornos sociais

Educação e sociedade

Publicado em Administradores

Na semana do trânsito, pergunto: Por que Precisamos de quebra-molas? Por que precisamos de guarda de trânsito? Como cidadão, o que estamos fazendo para melhorar? e as organizações não governamentais, como vêm contribuindo neste processo?

Se estivéssemos preparados para exercer a nossa cidadania, respeitando o direito de ir e vir, respeitando o direito do outro, não seria necessário quebra-molas ou guarda de trânsito, pois procurávamos dirigir com responsabilidade, respeitando o pedestre, o outro motorista, e causando menos acidentes e transtornos sociais.

Se estivéssemos preparados para exercer a nossa cidadania, respeitando a individualidade do outro, não seria necessário guarda de trânsito, pois os veículos e motos não seriam estacionados na contra-mão ou em local inadequado como frente de garagens, vias públicas sem permissão para estacionamento, nas esquinas e não transitavam pela via pública na contra-mão, não passavam com sinal fechado e teríamos respeito pelo pedestre, parando quando eles fossem atravessar a via pública (exemplo disto é a frente das escolas, onde precisam guardas para que pais e alunos atravessarem), assim, causando menos acidentes e transtornos para a população.

Diante de disto e muito mais, os governantes são obrigados a investirem mais no trânsito fazendo quebra-molas, criando Secretarias e contratando pessoal para fiscalizar.

São também obrigados a investirem mais na saúde em função da grande quantidade de acidentes causados por motoristas e motoqueiros que dirigirem embriagados ou que entregam veículos e motos a menores e pessoas desabilitadas, enfim, pela falta de educação, não a educação no trânsito, mas a educação cidadã que ensina a respeitar a individualidade, o direito do outro para que o seu também possa ser respeitado.

Portanto, a educação é importante, não apenas como ciência que ensina a ler, a escrever, ou a formar técnicos, mestres e doutores, mas também como instrumento de formação cidadã, educação esta que começa antes da sala de aula, ou seja, começa em nossa casa, começa pelo respeito mutuo entre pais e filhos, ou melhor, com o respeito à família.

Brasileiro não reconhece escola como instituição importante na formação da cidadania

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Para entrevistados em pesquisa sobre democracia participativa, família, universidades e mídia contribuem mais para educação cívica

saladeaula

Por Dandara Tinoco,no O Globo

RIO – O brasileiro não reconhece a escola como elemento importante na formação da cidadania. O sistema de educação básica aparece em penúltimo lugar – atrás apenas do Judiciário – em avaliação da contribuição das instituições para formação e disseminação dos valores cívicos feita em pesquisa da CPM Research com 1.110 entrevistados. A família aparece em primeiro lugar, seguida da universidade, da mídia, da polícia e do Ministério Público.O estudo será apresentado hoje no Encontro Internacional do Ciclo Educação para o Futuro, na PUC-SP. Segundo o estudo, feito com habitantes das cinco regiões do país no início deste mês, os brasileiros não adimitem ter deficiências na formação sobre o assunto. A maioria se considera cidadão ativo por ter consciência de seus direitos e deveres.

– As manifestações de junho de 2013 mostraram a nossa incapacidade no que diz respeito à cidadania ativa. Cada um saiu de casa com o seu cartaz, dizendo o que era importante para si, mas sem estar organizado. Isso vem de uma falta de formação no ensino básico, que não nos ensina sobre nossos direitos e deveres como cidadãos – avalia Oriana Monarca White, diretora da CPM Research e membro do Núcleo de Estudos de Futuro (NEF) da PUC-SP.

Entre as ações consideradas mais importantes para ser um cidadão ativo, “Ensinar as crianças a serem cidadãos ativos desde os primeiros anos da escola” aparece quinto lugar e “Acompanhar o trabalho dos representantes públicos” em nono, atrás, por exemplo, de “Ter um CPF”, em sétimo.

Oriana desenvolve pesquisa de pós-doutorado sobre o tema. Ela compara a situação do Brasil com a de outros países como Itália e Espanha, onde o ensino de cidadania ativa é orientado por programas conduzidos pelos ministérios da educação. Durante um mês, a professora aplicou métodos usados por esses países em duas escolas públicas de São Paulo. O projeto envolveu exibição de filme, leitura de contos e fotografia.

– A ideia foi fortalecer alguns preceitos e ensiná-las a se articular na hora de reclamar – conta Oriana.

Duas educadoras italianas, Milva Valentini e Patrizia Bracarda, vão participar do encontro na PUC-SP. Depois de apresentar o projeto de pós-doutorado, em outubro, Oriana pretende enviar propostas sobre o tema para o Ministério da Educação:

– A discussão desse tema nas escolas, desde muito cedo, precisa ser imposta pelo ministério. É incrível que a sociedade civil – através de ONGs, por exemplo – se organize para trabalhar com isso. Mas precisamos de leis tratando do assunto.

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