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”Mister’, novo livro da autora de L James, será lançado em 7 de junho

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Lançada pela Intrínseca, a obra é uma história de amor com toques de ‘Cinderela do século 21’

Publicado em O Vale

O novo livro de E L James, autora da série “Cinquenta tons de cinza”, sucesso absoluto com mais de 7 milhões de livros vendidos no Brasil, já tem data para chegar às livrarias do país: 7 de junho.

Mister’, novo livro da autora de Cinquenta tons de cinza, será lançado no dia 7 de junho pela Intrínseca
Foto: Divulgação

Lançado pela Intrínseca, “Mister” é uma história de amor com toques de “Cinderela do século XXI”. A trama é centrada no milionário Maxim Trevelyan e na mulher misteriosa por quem ele se apaixona, Alessia Demachi.

“Mister” foi apresentado em janeiro como “uma montanha-russa de perigo e desejo que vai deixar os leitores sem fôlego até a última página”, conforme declarou a autora.

Ainda não foi divulgado o preço de venda.

Três lições de moral dos contos de fadas que precisam ser repensadas

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Chapeuzinho Vermelho é uma das histórias mais conhecidas de Perrault (Foto: Wikimedia / Carl Larsson)

Chapeuzinho Vermelho é uma das histórias mais conhecidas de Perrault (Foto: Wikimedia / Carl Larsson)

 

Claudia Fusco, na Galileu

Há 388 anos, nascia Charles Perrault, um dos escritores de contos de fadas mais influentes da humanidade. Perrault cresceu rodeado pela alta sociedade francesa e seus contos, muitos deles releituras bastante editadas de histórias orais da tradição europeia, são conhecidos até hoje, como Gato de Botas, Chapeuzinho Vermelho, Cinderela e Bela Adormecida.

Perrault era um homem bastante poderoso de seu tempo: há até quem compare sua influência como autor de histórias infantis a Walt Disney. Suas histórias ditavam os costumes da burguesia europeia que estava em ascensão; serviam como “guia de comportamento” para as crianças da época. Ainda que muito dessas morais tenha se perdido no tempo ou se transformado, contos de fadas são pistas da mentalidade humana de cada época e sabedorias universais. Por isso, o The Guardian fez uma lista com três lições que persistem nos contos de fadas tradicionais, mas devemos contestar (e, quem sabe, reciclar):

Primeiras impressões (não) são tudo – e são importantes

Um bom exemplo disso é A Bela e a Fera, do próprio Perrault. Sem o amor de Bela, que transforma o monstro em um belo (e bastante conveniente) príncipe, não enxergaríamos a Fera como um príncipe. Contudo, a história original termina de um jeito um tanto quanto polêmico: apesar da garota poder voltar para ver sua família, a besta impõe condições e regras o tempo todo, nunca a deixando totalmente livre. Como diz o Guardian, “é basicamente uma síndrome de Estocolmo em forma de conto de fadas”.

É claro que as morais da época eram diferentes; Bela fica muito agradecida com o acordo e isso só faz com que se apaixone ainda mais pelo monstro. Mas é fato que a natureza cerceadora da Fera sempre esteve lá – e nem mesmo a mágica do amor pode mudar isso.

Você (não) deve mudar para conquistar o seu final feliz

Quando lemos ou assistimos à Bela e a Fera, fica claro que o monstro só se transformou para se tornar um par ideal para a garota. Perrault era um grande defensor da moral burguesa – e a Fera só merece realmente o amor de Bela, a jovem praticamente perfeita em todos os sentidos (diligente, próxima à família, obediente e sem grandes arroubos de personalidade), quando se molda à mesma moral. O monstro lentamente se torna mais afável e, eventualmente, um candidato mais respeitável ao amor da futura princesa.

Ainda que muitos contos de fadas sejam únicos e originais, a repetição da fórmula “belo príncipe + bela princesa se apaixonam” já cansou. Por mais garotos e garotas imperfeitos nos contos de fadas modernos! As adaptações recentes da Disney dos contos de fadas teriam grandes oportunidades de mudar esse cenário – mas muitos deles apenas repetem o que foi estabelecido por Perrault no passado.

(Não) espere a fada madrinha mudar sua vida

Tanto na versão de Perrault de Cinderela quanto na dos Irmãos Grimm, que veio duzentos (!) anos depois, a história é a mesma: a jovem (e bela) garota de bom coração é, de certa forma, salva por algo externo. Mas enquanto a “Cendrillon” de Perrault é ajudada por uma fada madrinha que surge espontaneamente, a “Aschenputtel” dos Grimm é salva por um pássaro branco, que é atraído por conta de uma árvore da qual a Cinderela alemã sempre cuidava (logo, mais uma prova de seu bom coração).

Na versão dos Grimm, a jovem pelo menos é mais ativa em sua própria felicidade. Não é o ideal; princesas de contos de fadas modernos da Disney, como Merida e Mulan, lutam pela própria felicidade e por aquilo que consideram correto. É isso que se espera dos novos contos de fadas: releituras que conversem mais com aquilo que, hoje, acreditamos como moral.

Os contos infantis de um jeito que você não imaginava

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contos

Anna Rachel, em Nova Escola

Contos de fadas, populares e fábulas. Todas aquelas histórias que ouvimos quando crianças e vimos eternizadas em adaptações cinematográficas ficam escondidas no fundo de nossas mentes quando nos tornamos adultos. Parece que só podem ser úteis para os pequenos. Sua fofura e lições morais seriam mais adequadas a essa faixa etária. Então, só as retomamos para contá-las a outros pequerruchos.  Isso é um triste engano.

Digo isso porque elas podem ser muito mais instigantes do que eu me lembrava. Cheguei a essa conclusão porque, no ano passado, redescobri os clássicos infantis com Contos Maravilhosos Infantis e Domésticos, dos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm (672 págs., ed. Cosac Naify, tel.: 11/3218-1497, 99 reais). Eu comecei a pesquisar o tema e me lembrei de ter ouvido falar sobre as versões desses irmãos alemães que, no século XIX, contavam as famosas histórias de um jeito muito diferente do que costumamos ouvir. Uma das narrativas que mais me chamou a atenção foi a da Branca de Neve. Fiquei surpresa quando descobri que a rainha má que tenta assassinar Branca é ninguém menos que sua mãe — que é a madrasta da princesa na versão mais conhecida— e que a princesa se torna vingativa ao final dessa jornada e condena a monarca a caminhar com pantufas de ferro em brasa até a morte. Além desse há outros momentos tensos nos escritos dos Grimm, como quando as filhas da madrasta de Cinderela cortam um pedaço grande do dedão para tentar calçar o sapatinho ou quando a mãe de João e Maria quer deixá-los na floresta para não dividir a pouca comida. Ler essa coletânea é rever a literatura da nossa infância e ressignificá-la.

No último mês, conheci o livro Contos da Mamãe Gansa, do francês Charles Perrault (176 págs., ed. Cosac Naify, tel.: 11/3218-1497, 59 reais), que contava clássicos como Chapeuzinho Vermelho e Cinderela no século XVII de modo diferente das versões famosas, porém mais leves do que as apresentadas pelos Grimms. No texto de Perrault, a menina, que foi levar bolinhos e um pote de manteiga para a vovó, não é salva das garras do lobo mau por um caçador. A edição também traz, ao final de cada história, a explicação da moral contida em cada narrativa, o que nos faz refletir mais atentamente sobre ela. Esta é a da Chapeuzinho:

“Aqui se vê que os inocentes,
Sobretudo se são mocinhas
Bonitas, atraentes, meiguinhas
Fazem mal em ouvir todo tipo de gente.
E não é coisa tão estranha
Que o lobo coma as que ele apanha.
Digo o lobo porque nem todos
São da mesma variedade;
Há uns de grande urbanidade,
Sem grita ou raiva, e de bons modos,
Que, complacentes e domados,
Seguem as jovens senhorinhas
Até nas suas casas e até nas ruinhas;
Mas todos sabem que esses lobos tão bondosos
De todos eles são os mais perigosos.”

O livro também traz alguns contos que eu desconhecia como Riquet, o Topetudo que narra a história de Riquet, um príncipe muito feio, porém inteligente e com a capacidade de tornar também sabida a pessoa por quem se apaixonar. Já adulto, ele se encontrará com uma princesa belíssima, porém muito tola e que desconhece o seu poder de dar beleza a quem desejar.

Fui investigar esses títulos e descobri que a editora Cosac Naify os reuniu a mais duas publicações sobre fábulas, Esopo – Fábulas Completas (Esopo, 564 págs., ed. Cosac Naify, tel.: 11/3218-1497, 69,90 reais) e Fábulas selecionadas de La Fontaine (Jean de La Fontaine, 160 págs., tel.: 11/3218-1497, 39 reais)em um kit para a venda.  Você pode comprá-los junto ou separados. Todos valem muito a pena!

   

Espero que tenham gostado da dica. Vocês já leram algum desses livros e se surpreenderam com as versões apresentadas? Conte a sua experiência aqui nos comentários.

De “50 Tons de Cinza” a “Cidades de Papel”: confira os romances mais aguardados de 2015

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De "50 Tons de Cinza" a "Cidades de Papel": confira os romances mais aguardados de 2015

Publicado no Purebreak

Pode se preparar, porque esse ano tá recheado de histórias de amor pra todos os gostos. Entre elas, estão “Fallen”, “Qualquer Gato Vira-Lata 2” e muito mais. Confere aqui!
“Cinquenta Tons de Cinza” conta com Jamie Dornan e Dakota Johnson no elenco

Tá pra nascer quem não goste de uma boa história de amor, né? Não adianta, no final das contas todo mundo se derrete quando o assunto é paixão. Então, pra se inspirar e entrar nessa vibe gracinha, que tal se preparar para os romances mais aguardados de 2015? Tem história picante como em “50 Tons de Cinza”. Pra quem gosta de algo mais light tem a produção brasileira “Ponte Aérea”. Ou ainda que curte um conto de fadas pode aguardar “Cinderela”.

A gente faz questão de te ajudar nessa missão e preparou uma listinha especial pra você ficar de olho. Fica a dica, hein!

“Cinquenta Tons de Cinza”

"Cinquenta Tons de Cinza" estreia em 2015

Quem não tá morrendo de curiosidade pra assistir à adaptação cinematográfica do romance erótico de E.L. James, que atire a primeira pedra! O filme é protagonizado pelo gato do Jamie Dornan e pela fofa da Dakota Johnson e promete deixar muito gente sem fôlego nas salas de cinema.
“Qualquer Gato Vira-Lata 2”

 "Qualquer Gato Vira-Lata 2"
A continuação “Qualquer Gato Vira-lata 2” promete arrasar na semana do Dia dos Namorados
A sequência tá aí pra matar a saudade de quem se apaixonou por Tati (Cléo Pires) e Conrado (Malvino Salvador) no longa-metragem original, lançado em 2011. O casal conquistou a simpatia dos fãs e tem tudo pra reprisar o sucesso nas telonas.

“Simplesmente Acontece”

"Simplesmente Acontece" estreia em 2015
Amigos inseparáveis que acabam se apaixonando? Ih, a gente já conhece essa história! Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos”) e Sam Claflin (“Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”) vão encarnar esse casal fofíssimo que, sem dúvidas, vai deixar mexer com os nossos sentimentos.
“Ponte Aérea”
"Ponte Aérea" gira em torno do paulista Bruno (Caio) e da carioca Amanda (Letícia)
Com Caio Blat e Letícia Colin, “Ponte Aérea” vai se juntar ao time de comédias românticas nacionais e já deixou uma galera ansiosa por aí. Os atores vão interpretar um artista plástico e uma publicitária, respectivamente, que se conhecem durante um voo Rio-São Paulo. Não dá pra ficar fora dessa!
“Cinderela”
"Cinderela" estreia em 2014
Todo mundo sabe que a gente ama uma boa adaptação de conto de fadas. Com a história da Gata Borralheira, não seria diferente! Lily James vai interpretar a mocinha, enquanto Richard Madden (“Game of Thrones”), vai dar vida ao famoso príncipe. É só a gente ou você também não tá se aguentando de tanta ansiedade pra essa produção da Disney?
“Fallen”

O romance sobrenatural "Fallen" deve chegar aos cinemas em 2015
Alguém falou em romance sobrenatural aí? Tem também! Seguindo a onda da saga “Crepúsculo” e da franquia “Divergente”, a série de livros “Fallen” é mais uma a ganhar sua versão para os cinemas e já tá deixando os fãs malucos. Você não perde por esperar!
“Uma Longa Jornada”

"The Longest Ride", baseado em um livro de Nicholas Sparks ("Diário de Uma Paixão"), tem estreia prevista para abril de 2015
É fã de “Diário de Uma Paixão” e “Cartas Para John”? Então pode se prepara, porque tem mais uma produção inspirada em uma obra de Nicholas Sparks a vista. “Uma Longa Jornada” conta com Britt Robertson e Scott Eastwood no elenco e tem tudo pra ser um queridinho dos fãs de histórias de amor.
“Cidades de Papel”
John Green posta foto ao lado de Cara Delevingne, em set de "Cidades de Papel"
Pode se preparar, porque Cara Delevingne promete dar um show nas telonas como a protagonista da nova adaptação de uma história de John Green. O cara foi quem escreveu “A Culpa é Das Estrelas” e, com certeza, não vai deixar a desejar.

Autora de “A Seleção” diz que inspirou-se em Cinderela e na Bíblia

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A autora da série "A Seleção", Kiera Cass (Divulgação)

A autora da série “A Seleção”, Kiera Cass (Divulgação)

Mariane Zendron, no UOL

America, Aspen e Maxon vivem, desde 2012, um triângulo amoroso em um futuro distópico, no qual a sociedade é dividida por castas. Semelhanças com “Jogos Vorazes” ou “Divergente” são meras coincidências: os três são personagens da trilogia de sucesso “A Seleção”, escrita pela norte-americana Kiera Cass e publicada em mais de 20 países. Com 400 mil exemplares vendidos somente no Brasil, a escritora é uma das atrações Bienal do Livro de São Paulo, que abre as portas ao público a partir da próxima sexta-feira (22), no Anhembi.

Apesar de ter lançado o primeiro livro da série em 2012, Kiera diz que criou a história muito antes de “Jogos Vorazes” (2008) existir. “Eu não encontrei um lugar no passado que eu gostasse [para ambientar a história] e, por isso, criei esse país no futuro”, contou ela, por telefone, ao UOL. No enredo que criou, America Singer é uma artista da casta cinco. Ela é apaixonada por Aspen, que pertence a uma casta abaixo. A jovem precisa esquecer esse amor ao ser selecionada para um competição que escolherá a nova princesa para o príncipe Maxon.

No primeiro livro da série "A Seleção", 35 garotas disputam o coração do príncipe Maxon (Divulgação)

No primeiro livro da série “A Seleção”, 35 garotas disputam o coração do príncipe Maxon (Divulgação)

Apesar das semelhanças, Kiera diz que Suzanne Colins, a autora de “Jogos Vorazes”, fez coisas que ela teve medo de fazer. “Ela fez perguntas mais difíceis e mais profundas. Meus livros são mais leves e têm muito dos contos de fada”, garante. Apesar de compreender as comparações, a autora diz que sua história foi inspirada no clássico “Cinderela” e na história de Ester, presente na Bíblia.

Assim como America, Ester foi obrigada a participar de um concurso para escolher uma nova rainha para Assuero, rei dos persas. Ao ser escolhida, Ester conquistou o coração do rei e salvou os judeus. “Fiquei pensando sobre o coração de Ester. Será que, antes de se sacrificar pelo seu povo, ela não era apaixonada por outro homem?”, questiona Kiera.

Em relação a “Cinderela”, o interesse da escritora vai além do sapatinho de cristal. “A Cinderela nunca pediu por um príncipe, ela só queria uma noite de folga e um belo vestido. Quando o príncipe aparece, me pergunto: ‘Ela está feliz? Conseguiu o que realmente queria?'” Além disso, personagens de origem humilde encantam a escritora, que foi desenvolvendo os livros de sucesso a partir desse mix inusitado.

Tragédia real

Apesar de levar às páginas sonhos, palácios, vestidos de festas e amor, Kiera começou a escrever depois de uma tragédia real. Em 2007, ela morava em Virginia, nos Estados Unidos, quando um estudante matou 32 colegas em um campus, o que ficou conhecido com o Massacre de Virginia Tech. Na época, o marido da autora trabalhava na faculdade e, apesar de ter saído ileso, o episódio deixou marcas profundas em Kiera, que começou a escrever como uma espécie de terapia.

“A Cinderela nunca pediu por um príncipe, ela só queria uma noite de folga e um belo vestido. Quando o príncipe aparece, me pergunto: ela está feliz? Conseguiu o que realmente queria?”.
Kiera Cass

Essa será a segunda vez que a escritora vem ao Brasil –a primeira foi em outubro de 2013. Do país, ela lembra que “os fãs são muito animados” e que “isso é demais”. Dessa vez, a autora vai bater um papo com os leitores no dia 23 de agosto, às 18h, na Bienal, em um espaço batizado de Arena Cultural, destinado aos autores best-sellers. Depois, ela participará de sessões de autógrafo em Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro.

Dias antes de embarcar para a Bienal de São Paulo, Kiera anunciou mais dois livros da série. O quarto volume, “The Heir” (O Herdeiro), está previsto para maio de 2015. O quinto romance, ainda sem título, será lançado em 2016.

Kiera Cass na Bienal do Livro de SP

Onde: Arena Cultural, Pavilhão de Exposições do Anhembi
Quando: Sábado (23/10)
Horário: 18h – Bate-papo com a escritora
19h30 – Sessão de autógrafos da série A Seleção; É necessário retirar senha a partir das 10h no Espaço de Autógrafos (J200). Sujeito à lotação

23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Quando: de 22 a 31 de Agosto de 2012
Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana)
Horário de visitação: de segunda a sexta-feira das 9 às 22h (com entrada até as 21h); sábados e domingos, das das 10h às 22h (com entrada até as 21h)
Ingressos: R$ 12 (segunda, terça, quarta e quinta) R$ 14 (sexta, sábado e domingo)

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