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Milha 81 | Livro de Stephen King será adaptado por diretor de Clinical

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Stephen King signs the copies of his book ‘Rivival’ at Barnes & Noble Union Square in New York City on November 11, 2014.

Bruno Tomé, no Observatório do Cinema

Mais uma obra de Stephen King ganhará as telonas. Dessa vez, o suspense adaptado será Milha 81. A informação é do Deadline.

A produção ficará por conta de Ross M. Dinerstein, que recentemente trabalhou em 1922, outra adaptação de Stephen King, mas para Netflix. Já a distribuição ficará com a Paradigm.

A direção fica com o jovem Alistair Legrand, conhecido por Clinical. O roteiro é do cineasta com Luke Harvis. Os dois escreveram The Diabolical juntos.

A produção está agendada para começar na primavera deste ano. O elenco ainda não foi anunciado.

Milha 81 se passa ao redor de uma distante pousada. A história segue Pete, um garoto de 12 anos, seu irmão e um grupo de estranhos que precisam fugir de uma misteriosa força.

A adaptação ainda não tem previsão de estreia.

It – A Coisa: Segunda parte do filme trará o ritual mais bizarro do livro

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Um desafio visual para o diretor Andy Muschietti.

Renato Furtado, no Adoro Cinema

Os responsáveis pela adaptação audiovisual de It – A Coisa não estão dispostos a abrir mão da fidelidade – mesmo que, para isso, precisem encarar uma das cenas mais bizarras, estranhas e abstratas do livro de Stephen King: o Ritual de Chüd. Em entrevista ao CinemaBlend, o roteirista Gary Dauberman (A Freira) revelou que a peculiar sequência fará parte da continuação de It – A Coisa, novamente dirigida por Andy Muschietti:

“O Ritual de Chüd é desafiador, mas é um componente tão importante do livro que nós precisamos abordá-lo. É uma cena difícil, mas como todos trabalhamos juntos anteriormente, nosso trabalho funciona mais como um diálogo […] É um processo orgânico; nós simplesmente temos que arriscar para encontrar o jeito mais focado e acessível para retratar um dos aspectos mais metafísicos do livro”, contou o escritor, explicando sua relação de trabalho com o cineasta de It – A Coisa: Capítulo 2.

Conhecido como o único meio que possibilita a vitória sobre o Palhaço Dançante (Bill Skarsgård), o Ritual de Chüd é um elemento recorrente nas obras de King e foi criado pelo autor com base em ritos tibetanos e nativo-americanos. Também presente na saga “A Torre Negra” (ed. Suma de Letras), o supracitado Ritual é apresentado ao Clube dos Perdedores por Maturin, a milenar e mística tartaruga gigante que se opõe a It na constituição do universo. No livro, a sequência é descrita como uma “batalha física de vontades” e envolve línguas que se entrelaçam e se mordem e uma sequência de piadas intermináveis. Complexo, hein? Capaz de nem o próprio King ter entendido o que ele escreveu…

De qualquer forma, Dauberman está confiante de que a esquisita cena será traduzida para as telonas com habilidade porque Muschietti já teria encontrado uma “brilhante” forma visual de retratá-la. E a julgar pelo ótimo It – A Coisa, só resta mesmo acreditar que o roteirista e o cineasta sabem bem o que estão fazendo em relação à obra de King. Coestrelado por Jessica Chastain, James McAvoy e Bill Hader, It – A Coisa: Capítulo 2 estreia no dia 5 de setembro, prometendo ser ainda mais assustador e triste que o primeiro filme.

Alejandro Jodorowsky é confundido com Paulo Coelho em evento

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Alejandro Jodorowsky e Paulo Coelho: parecidos? - Arte O Globo

Alejandro Jodorowsky e Paulo Coelho: parecidos? – Arte O Globo

 

Publicado em O Globo

RIO – O cineasta Alejandro Jodorowsky acabou pregando uma pegadinha involuntária nos visitantes da 27ª edição da feira do livro de León, em Guanajuato, no México. O chileno, diretor de “A montanha sagrada”, contou ter se cansado de andar de um lado para o outro, quando sentou-se bem embaixo de uma “grande foto de Paulo Coelho”. O resultado? Acabou confundido com o escritor brasileiro.

“Se formou na minha frente uma fila de pelo menos 200 pessoas acreditando que eu era o escritor”, disse ele, em seu perfil no Facebook. Pensa que ele desfez o mal entendido? Nada. “Não desmenti. Com muito prazer, durante uma hora, escrevi (dedicatórias) ‘de minha alma para sua alma, Coelho’ e autografei livros de Coelho”.

coelho

Discurso de John Waters em universidade vai se tornar livro

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O diretor durante discurso - Reprodução/Facebook

O diretor durante discurso – Reprodução/Facebook

Fala na Rhode Island School of Design no início do ano foi marcada pela brincadeira

Publicado em O Globo

RIO — Era um discurso acadêmico, mas bem ao estilo John Waters de ser. Afinal, o rei do cinema trash, cujo nome virou cult por filmes transgressores, como “Pink flamingos” (1972), dificilmente faria uma fala normal. No púlpito da Rhode Island School of Design, falando para uma turma que se especializava em artes, John Waters causou gargalhadas no início do ano dando conselhos fora do comum e se definindo, entre outras coisas, como “uma pessoa criativa e maluca que finalmente tem poder”. Agora, a fala de pouco mais de 12 minutos vai se tornar um livro, conforme anunciou a Algonquin Books.

“Desde que entrei em sérios apuros em todas as escolas que já frequentei, a chance de dar a graduados de uma faculdade conselhos profissionais parece o fim perfeito (ou seria o começo?) da minha carreira acadêmica danificada”, afirmou Waters em um comunicado ao saber da notícia, “Eu espero que esse pequeno livro possa se tornar o presente perfeito de graduação de pais para seus filhos problemáticos, que os enlouqueceram por anos”.

No vídeo que ganhou a internet em maio, o diretor incentiva os estudantes a abraçarem o caos e o estranho e serem insiders como ele. “O humor é sempre a melhor defesa e a melhor arma”, afirma em um trecho, pouco depois de fazer o público soltar gargalhadas: “A sociedade muda. Quem pensou que uma universidade importante como a Rhode Island iria convidar um velho sujo como eu para dar exemplo a seus estudantes?”.

Perto do fim, ele deu um conselho: “Agora é a hora de vocês estarem ocupados. É a vez de causarem problemas. Mas no mundo real. E, desta vez, a partir do interior”. Pegando carona nessas palavras, o livro já tem um título definido: “Make Trouble”. A obra contará ainda com ilustrações.

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