Contando e Cantando (Volume 2)

Posts tagged CóDigo Da Vinci

Leia o primeiro capítulo do novo livro de Dan Brown, ‘Origem’

0
O escritor americano Dan Brown, autor de best-sellers como "Código Da Vinci" e "Anjos e demônios" - Paula Lerner / Divulgação

O escritor americano Dan Brown, autor de best-sellers como “Código Da Vinci” e “Anjos e demônios” – Paula Lerner / Divulgação

Romance que traz como protagonista Robert Langdon chega às livrarias no dia 3 de outubro

Publicado em O Globo

RIO – O professor Robert Langdon está de volta após quatro anos de espera. A Editora Arqueiro, que publica a obra do best-seller Dan Brown no Brasil, divulgou hoje o primeiro capítulo de “Origem”, o novo romance do escritor, que chega às livrarias do mundo todo no dia 3 de outubro.

Principal protagonista dos romances do best-seller americano Dan Brown — presente em “Anjos e demônios” (2000), “Código Da Vinci” (2003), “O símbolo perdido” (2009) e “Inferno” —, o professor de Harvard, especialista em simbologia e iconografia religiosa, viaja para Bilbao, na Espanha, acompanhar o anúncio de uma descoberta que iria mudar a ciência para sempre.

Capa de "Origem", o novo romance de Dan Brown - Divulgação

Capa de “Origem”, o novo romance de Dan Brown – Divulgação

O responsável pela apresentação no icônico Museu Guggenheim é Edmond Kirsch, um bilionário de 40 anos que se tornou globalmente conhecido por suas invenções tecnológicas e suas previsões audaciosas. Kirsch foi um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard e promete responder a duas questões fundamentais sobre a existência humana.

No meio do evento, entretanto, irrompe o caos e a descoberta pode ser perder para sempre. Ao lado da diretora do museu, Ambra Vidal, ele voa para Barcelona numa saga para localizara senha que pode abrir o segredo de Kirsch. A trama, bem ao estilo de Brown, mistura fatos históricos, extremismo religioso e arte.

LEIA AQUI: O primeiro capítulo de ‘Origem’

Sequência de ‘Anjos e Demônios’ é adiada para o fim de 2016

0

Sequência de ‘Anjos e Demônios’ é adiada para o fim de 2016

“Inferno” estava inicialmente marcado para estrear em 2015.

Publicado no PortalVox

A Sony preferiu adiar o lançamento de “Inferno” para o fim de 2016 por conta da agenda cheia do diretor Ron Howard e do protagonista Tom Hanks. O filme é a sequência de “Código Da Vinci” e “Anjos e Demônios”.

O longa-metragem estava marcado para debutar, inicialmente, em 18 de dezembro de 2015. Como Hanks está filmando o thriller de espionagem ainda sem nome de Steven Spielberg e Howard está na pós-produção de seu novo filme, “In the Heart of the Sea”, o estúdio preferiu mudar a data de lançamento para 14 de outubro de 2016.

“Inferno” traz de volta ao cinema o personagem Robert Langdon, simbologista criado nos livros de Dan Brown. Ele precisará solucionar mistérios relacionados ao clássico de Dante Alighieri, “A Divina Comédia”.

27 livros para morrer antes de ler

0

Carlos Willian Leite, na revista Bula

Em 2012 pedimos a colaboradores, leitores e seguidores, que apontassem, entre livros conhecidos de autores brasileiros ou estrangeiros, quais eram os piores que haviam lido. Nos meses de junho, julho e agosto de 2013 refizemos a enquete. Mais de 700 votos foram computados. A partir das respostas, foi elaborada uma lista sintetizando a opinião dos participantes. Diferentemente da lista anterior, nesta foi selecionado apenas um livro por autor — o que obteve o maior número de citações.

Como nas listas anteriores (sobre os piores de cada gênero artístico) — o objetivo da enquete não é ridicularizar ou ofender o gosto alheio, é, sobretudo, uma diversão e reflete apenas a opinião dos participantes consultados. Se podemos ter a lista de nossas preferências, por que não podemos ter a lista daquilo que não gostamos? O resultado, embora seja uma brincadeira, não deixa de ressaltar a validade da célebre frase de Mark Twain: ”Aquele que lê maus livros não leva vantagem sobre aquele que não lê livro nenhum”.  Eis o resultado baseado no número de citações.

 

Crepúsculo — Stephenie Meyer

O Código Da Vinci — Dan Brown

Cinquenta Tons de Cinza — E. L. James

A Hora da Estrela — Clarice Lispector

A Cabana — William Paul Young

A Última Música — Nicholas Sparks

Iracema — José de Alencar

Diário de um Mago — Paulo Coelho

Escrito nas Estrelas — Sidney Sheldon

De Volta à Cabana — C. Baxter Kruger

Mein Kampf — Adolf Hitler

Guia-Mapa de Gabriel Arcanjo — Nélida Piñon

Montanha Gelada — Charles Frazier

O Lado Bom da Vida — Matthew Quick

Estorvo — Chico Buarque

A Moreninha — Joaquim Manuel de Macedo

O Silêncio das Montanhas — Khaled Hosseini

As Parceiras — Lya Luft

Um Toque de vermelho — Sylvia Day

Como Desaparecer Completamente — André de Leones

O Clube dos Anjos — Luís Fernando Verissimo

A Entrega: Memórias Eróticas — Toni Bentley

Corpo Presente — João Paulo Cuenca

O Segredo — Ronda Byrne

O Último Templário — Raymond Khoury

A Suavidade do Vento — Cristóvão Tezza

A Caverna — José Saramago

Autor Dan Brown lança o livro “Inferno”, inspirado em “A Divina Comédia” de Dante

1

Raquel Cozer, na Folha de S.Paulo

A vitrine inteira da livraria Mondadori, no bairro medieval de Santa Maria Novella, em Florença, exibe cópias de “Inferno“. E nem é a livraria local preferida de Robert Langdon, o protagonista do novo romance de Dan Brown, que se passa em boa parte na cidade italiana.

Esta, a Paperback Exchange, colocou em seu site um trecho do romance em que é citada. Não é pouca coisa ser uma livraria querida por um personagem cujas três aventuras pregressas já venderam 150 milhões de exemplares.

Desde 2003, quando lançou seu maior best-seller, “O Código Da Vinci”, o escritor norte-americano está acostumado a causar comoções. E continua alimentando-as.

O escritor americano Dan Brown durante o lançamento de "Inferno", seu mais recente romance, em Madri ( Juan Carlos Hidalgo/Efe)

O escritor americano Dan Brown durante o lançamento de “Inferno”, seu mais recente romance, em Madri ( Juan Carlos Hidalgo/Efe)

A campanha em torno de “Inferno” incluiu a informação de que tradutores de vários países verteram a obra isolados num bunker, a fim de evitar vazamentos da trama.

“Hoje é meu momento, amanhã pode não ser”, disse Brown à Folha, em Florença, onde passou dias atendendo à imprensa mundial, ao comentar a campanha de marketing do livro, que lidera listas internacionais há duas semanas, inclusive no Brasil.

Pouco antes, após cumprimentar seu editor brasileiro, Marcos Pereira, da Sextante, disse: “Estou cansado. Falta só uma semana [de entrevistas]”.

O sexto romance de Brown –o quarto protagonizado pelo professor de simbologia Robert Langdon– tem como inspiração “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, e discute a superpopulação no planeta. Leia, a seguir, trechos da entrevista.

*
Folha – Em “Inferno”, o sr. usa como base uma obra literária, “A Divina Comédia”, de Dante. Como foi essa experiência?
Dan Brown – Já tinha escrito sobre artes plásticas, nunca sobre literatura. Foi empolgante. Dante dá margem a uma enorme gama de interpretações. Resolvi não interpretar a obra dele, mas deixar esse trabalho para o personagem Bertrand Zobrist, engenheiro genético fanático pela catástrofe da superpopulação. Para mim, tratava-se de juntar o velho mundo de Dante com o novo mundo da engenharia genética. Pensei num vilão que visse Dante não como história, mas como profecia, que olhasse para a descrição de horror pensando: “Isso vai acontecer”. No segundo em que fiz essa conexão, eu tinha o livro.

É irônico que o personagem seja um vilão, já que o que o move é salvar o planeta, não?
O vilão mais interessante é aquele que faz a coisa errada pela razão certa. Alguém sobre quem você pensa: “Eu não espalharia um vírus intencionalmente para acabar a superpopulação, mas ele tem um ponto aqui”. O leitor fica sem saber para onde ir.

Sua visão coincide com a dele?
Em 85 anos, a população do mundo triplicou. Nascem 250 mil pessoas a cada dia. Eu me preocupo. Sei que problemas como desmatamento, poluição, buraco na camada de ozônio e fome estão ligados à superpopulação. O que fazer a respeito é algo impossível de responder. Se tivesse a resposta, não estaria escrevendo romances.

A trama cita Dante: “Os lugares mais sombrios do inferno são reservados àqueles que se mantiveram neutros em tempos de crise moral”. O sr. não se mantém neutro no livro?
É uma observação interessante. Não sei se mantenho a neutralidade, mas está certo: esse não é um livro ativista. Não manter a neutralidade tem a ver com escrever sobre o problema. Você tem razão sobre o posicionamento narrativo, mas acho que não mantenho a neutralidade porque quem termina o livro pensa a respeito. Não digo o que temos de fazer porque não sei o que temos de fazer.

Editoria de Arte/Folhapress

Editoria de Arte/Folhapress

Por que tanta preocupação prévia com a trama, ao ponto de manter tradutores isolados para a história não vazar?
Depois do “Código Da Vinci”, passei a ter acesso a lugares e a pessoas que antes eram inacessíveis, mas ficou difícil manter segredo sobre o que escrevo. Gosto de manter segredo. Quando entrevisto especialistas, faço perguntas sobre temas nada relacionados aos romances. No caso de “Inferno”, jogava o nome de Dante como se tivesse acabado de me ocorrer. Para deixar a pessoa sem pistas, falava: “Quero saber de Maquiavel. Maquiavel é o que importa”.

Seus livros costumam gerar reações agressivas, inclusive de sites que listam erros. Como lida com isso?
Não gasto energia. Alguns adoram e escrevem coisas boas, outros odeiam e fazem piadas. Temos um exército de checadores antes do lançamento para garantir que nada saia errado, mas pequenos erros passam, e as pessoas levam muito a sério.

“Inferno” saiu com forte campanha de marketing num tempo em que a autopublicação gera fenômenos no boca a boca. O sr. ainda precisa de marketing?
Hoje é meu momento, amanhã pode não ser. O marketing ajuda o livro a atingir uma massa crítica até gente o suficiente ler e começar a sugerir aos amigos. No fim, só vão vender os livros de que as pessoas gostarem. Nenhum marketing vai criar “Harry Potter”. Escrevi três livros que ninguém leu antes de “O Código”. E hoje eles são best-sellers no mundo todo. Não mudei uma vírgula e venderam milhões. Ninguém vai negar que o marketing foi importante para isso.

“O Símbolo Perdido” (2009) virou um caso notório de pirataria de e-books, com 100 mil downloads ilegais em poucos dias. Isso o incomoda?
A pirataria prejudica as editoras. Best-sellers dão dinheiro às editoras, que com isso podem lançar obras que não vendam tanto: um livro que represente uma voz importante, mas que não tenha potencial de venda. Alguns gostam do que faço, outros preferem ler outra coisa. Livros como “Inferno” ajudam as editoras a publicar outras coisas.

Suas tramas sempre trazem Langdon enfrentando, com uma mulher diferente, um desafio a ser resolvido em poucas horas. Podemos esperar algo diferente?
Escrevo com uma intenção específica: o importante é a história. Quero ser transparente, fazer a história fluir. Tento comprimir as histórias num curto período para garantir que nenhuma ponta esteja solta. E não há tensão maior que a sexual. Langdon encontra essas mulheres, eles gostam um do outro e não têm tempo para consumar suas relações. Você quer que eles fiquem juntos, mas isso não vai acontecer.

A resenhista da “New Yorker” levantou a suspeita de que Langdon seja gay.
Eu vi (risos). Mas acho que é só azar mesmo.

Go to Top