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Posts tagged Coelho

Livro promete fazer criança dormir em questão de minutos

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A história de Roger, o coelho que queria dormir, promete ajuda aos pais na hora de fazer os pequenos pegarem no sono (Foto: Reprodução)

A história de Roger, o coelho que queria dormir, promete ajuda aos pais na hora de fazer os pequenos pegarem no sono (Foto: Reprodução)

A obra que já virou fenômeno nos Estados Unidos é criação de psicólogo comportamental e linguista suíço

Publicado na revista Crescer

Parece mais um livro infantil comum, entre outros tantos para ler na cama, com os filhos. O personagem principal é Roger, um coelho que quer dormir, mas não consegue. Seus pais então o ajudam e encontram, pelo caminho, personagens como o “Tio Bocejo” e a “Coruja dos Olhos Pesados”. Além dos nomes, que têm a ver com o universo do sono, o autor Carl-Johan Forssén Ehrlin recomenda que os pais leiam certas palavras de maneira mais lenta, que dêem ênfase a algumas palavras e até bocejem em certos pontos. E, pelo menos de acordo com as avaliações de alguns pais, a ideia funciona! “A hora de colocar as crianças na cama passou de 2 ou 3 horas para 12 minutos. Conseguimos chegar só até o meio da página 2”, comentou uma mãe, em um site de vendas online.

Forssén Ehrlin, um psicólogo comportamental e linguista suíço, descreve o processo como algo equivalente a balançar um bebê até que ele durma. “Esse é um tipo inovador de história para a hora de ir para a cama que usa técnicas psicológicas sofisticadas. Elas foram criadas de maneira a ajudar a criança a relaxar, a pegar no sono mais rápido e dormir mais tranquilamente todas as noites. O conto sugestiona o sono ao inconsciente da criança. O coelho que quer dormir funciona perfeitamente tanto para sonecas, durante o dia, quanto para dormir à noite”, explica o especialista, em uma das páginas.

O livro já foi traduzido para sete línguas diferentes, mas ainda não está disponível em português. O autor promete um próximo livro para ajudar os pais na hora do desfralde.

Será que funciona?

A Cuidadosa Alice, de Lewis Carroll, é obra até então inédita no português

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Maurício Coelho, no Livros e Afins

Mas o que essa obra tem de novidade?

Poucos sabem, mas The Nursery “Alice” (título original) foi a primeira adaptação de Alice in Wonderland. Até mesmo antes da adaptação de Alice ser levado ao teatro.

Em uma das correspondências de Carroll no qual ele manda para uma de suas amiguinhas ele diz que irá adaptar Alice para pequenos leitores, mas a verdade mesmo é que Carroll estava precisando de um dinheirinho a mais e resolveu fazer essa adaptação para ver se conseguia vender para as criancinhas inglesas.

Carroll pediu novamente ao Sir John Tenniel que redesenhasse e colorisse vinte imagens de Alice para que ele pudesse inserir em sua nova adaptação. Como Tenniel era muito amigo de Carroll, ele aceitou isso por um preço de 100 libras (quantia que o Carroll tirou do próprio bolso, mas infelizmente nem ele e nem Tenniel tiveram lucro).

Lançada em 1890 (apenas 25 anos depois de Alice ser lançada) é uma obra que deve ser lida, contada e interpretada para crianças de “nenhum a cinco anos”. É claro, além de entreter “crianças” de 20, 25 e 30 anos de idades.

Carroll era um grande poeta e tinha grandes habilidades com as palavras. Alguns comentadores dizem que ele criava histórias e ia contando para as suas irmãs e irmãos, e suas amiguinhas, mas várias e várias dessas histórias nunca foram escritas e hoje ninguém sabe o que ele contou para aquelas pessoas.

Foi uma dessas histórias contadas a Alice Liddell (que mais tarde Carroll fez o manuscrito a mandato de Alice) que virou uma grande obra conhecida mundialmente até hoje.

Por fim, para quem já gosta de Alice irá se deliciar com essa história e para quem ainda não conhece o livro também irá gostar da maneira de como Carroll narra a história, de uma maneira bem didática, além de fazer com que a criança fique interessada na história e faça interação com as ilustrações.

Dados da obra: A Cuidadosa Alice. Título original: The Nursery “Alice”. Autor(a): Lewis Carroll. Editora: Chiado. Tradução: Maurício Coelho. Edição: 2014 (1ª). Ano da obra: 1890. Páginas: 50

Com dedicatória para Faustão, livro de Paulo Coelho vai parar em sebo virtual

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O livro, descrito como “em ótimo estado de conservação”, está à venda por R$ 55 com frete grátis

Publicado no Virgula

Livro de Paulo Coelho com dedicatória para Faustão acabou à venda em sebo

Livro de Paulo Coelho com dedicatória para Faustão acabou à venda em sebo

Saia justa entre um imortal e um apresentador de TV. Foi parar em um sebo virtual uma cópia autografada do livro O Aleph, de Paulo Coelho. O detalhe? A dedicatória é para ninguém menos que Faustão, da TV Globo. “Querido Faustão, obrigado pelo apoio de sempre! Paulo Coelho”, diz o texto na contracapa.

O livro, descrito como “em ótimo estado de conservação”, está à venda por R$ 55 com frete grátis.

Concurso Cultural Literário (13)

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Acostumado a aventuras em games, ele terá de vencer perigos e desafios no mundo real.
Nesse jogo de sobrevivência, porém, não há segunda chance.

Centenas de anos atrás, um embate sangrento entre nativos e invasores brancos armados até os dentes marcou a disputa por uma região no nordeste brasileiro. Para pôr fim à luta impiedosa, o Grande Caipora e a Iara, a senhora das águas, fizeram com que aquele pedaço de terra se descolasse do continente e passasse a vagar pelos rios do país, criando a lendária e mágica ilha flutuante de Anistia.

Séculos depois, A. C., o herói pré-adolescente da série O Legado Folclórico, descobre não apenas a localização da ilha, mas consegueadentrá-la e participar da grande competição entre organizações secretas que acontece periodicamente. Passa, então, a conhecer os segredos de Anistia, a saber sobre os sonhos que separam os vivos dos mortos, e a perceber a influência que os poderosos exercem sobre o povo. Porém, é tempo de lua cheia e ele terá de lidar com problemas que surgirão com ela e que ele nem suspeitava existirem.

Prata, Terra & Lua Cheia, a continuação de Ouro, Fogo & Megabytes, é o segundo volume da série que une com ineditismo a atmosfera geek com releituras nada convencionais dos mitos e das lendas do folclore nacional.

Prontos para mais um Concurso Cultural Literário?

Três participantes vão ganhar Prata, Terra & Lua Cheia, segundo volume da Trilogia O Legado Folclórico.

Para participar, responda por email qual o nome do protagonista dos livros “Ouro, Fogo & Megabytes” e “Prata, Terra & Lua Cheia”.

ATENÇÂO: Envie sua resposta para [email protected]. Respostas na área de comentários serão apagadas. 🙂

O resultado será divulgado no dia 1/10 às 17h30 aqui no post e também no perfil do twitter @livrosepessoas.

Boa sorte!

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Parabéns: Breno, Cleomara Alves e Wesslen Nicácio =)
Enviar seus dados completos p/ [email protected] em até 48hs.

Menina do Diário de Classe vai abrir ONG

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Após expor falhas de sua escola no Facebook, Isadora Faber quer ajudar outros estudantes

Tomás M. Petersen, no Estadão

Um ano após ganhar projeção nacional com a página no Facebook Diário de Classe, em que denuncia os problemas de sua escola, a estudante Isadora Faber, de 14 anos, trabalha com seus pais para fundar uma ONG batizada com o seu nome.

JB Neto/AE Isadora conseguiu 626 mil seguidores em sua página

JB Neto/AE
Isadora conseguiu 626 mil seguidores em sua página

“Pretendo ajudar mais escolas da forma que for possível, com a participação de todos que quiserem entrar nessa”, afirma a menina, que mora em Florianópolis. A mãe de Isadora, Mel Faber, explica que um dos objetivos da ONG será descobrir formas de financiar reformas das escolas brasileiras.

A página Diário de Classe foi criada em 11 de julho de 2012, inspirada em uma iniciativa semelhante de um garoto inglês. Nos primeiros posts, Isadora denunciou a situação da Escola Básica Municipal Maria Tomázia Coelho, onde estuda. A menina descreveu portas sem maçanetas, fios desencapados, carteiras quebradas e ventiladores que davam choque. Em pouco mais um mês, 15 mil internautas deram um “curtir” na página.

Na época, a estudante foi hostilizada por professores e funcionários. A mãe conta ter sido chamada pela direção da escola assim que o Diário de Classe foi criado. Afirma ter ouvido que era melhor tirar a ideia da cabeça da menina. Com apoio da família, Isadora não cedeu.

Hoje, a situação está mais tranquila. “As ameaças pararam. Sei que há professores que não gostam do Diário, às vezes fazem algumas indiretas, mas nada grave”, conta. “Os funcionários, em geral, agem como se eu não existisse.”

Melhorias. As denúncias de Isadora surtiram efeito. Dois meses depois de iniciar o Diário de Classe, a estudante postou que a escola estava sendo reformada. O banheiro para pessoas com deficiência física ganhou fechadura, a escola recebeu portas, pintura nova e até um bebedouro.

No mesmo mês, Isadora foi intimada a ir à delegacia, acompanhada pelo pai, após registro de boletim de ocorrência feito por sua professora de Português. A docente acusava a estudante de calúnia e difamação.

Na época, o delegado Marcos Alessandro Vieira Assad, da 8.ª DP de Florianópolis, disse que o que motivou o BO foi o fato de Isadora ter escrito no Facebook que era perseguida e humilhada pela professora. Dias depois, a Polícia Civil informou que o processo seria arquivado porque nenhuma das partes entrara com representação criminal.

Mas a polêmica envolvendo a menina não parou por aí. Em novembro de 2012, a avó de Isadora – então com 353 mil seguidores no Facebook – teria sido atingida por uma pedra, quando estava na casa da estudante. Ela chegou a publicar na internet uma foto da idosa com um ferimento da cabeça.

Com 626 mil seguidores no Facebook, Isadora diz que sua vitória vai muito além da reforma de sua escola. “A maior conquista é saber que vários diários surgiram pelo País e mais alunos se conscientizaram de que podem e devem exigir seus direitos. Isso me deixa muito feliz.”

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