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Mexicano bate recorde com maior coleção de objetos de Harry Potter

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Menahem Asher Silva Vargas tem 3.097 objetos em sua coleção.
Advogado, ele começou a colecionar itens quando tinha apenas 12 anos.

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Publicado no G1

Fã de Harry Potter, o mexicano Menahem Asher Silva Vargas entrou para o Guinness como dono da maior coleção privada de objetos da saga. A coleção de Vargas inclui revistas, roupas e outros itens relacionados ao personagem criado pela autora J.K. Rowling.

Advogado, ele começou sua coleção de itens de Harry Potter quando tinha apenas 12 anos. Segundo o Guinness, Vargas tem 3.097 objetos em sua coleção, que está em exibição em um museu de brinquedos na Cidade do México.

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22 livros escritos por mulheres que todo homem deveria ler

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Copyright Sarah Kriner via Getty Images

Copyright Sarah Kriner via Getty Images

Andréa Martinelli, no Brasil Post

Pare um minuto do seu dia e olhe fixamente para a sua estante de livros.

Quantas autoras mulheres você consegue contar?

Vamos te dar alguns segundos para isso:
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Se você tem mais de uma escritora em sua coleção particular já é um bom sinal.

A maioria não se importa se um livro é ou não escrito por uma mulher.

Talvez por isso o papel das mulheres na literatura ainda seja tímido e, muitas vezes, classificado apenas como literatura “feminina” (lembra-se das Sabrinas e Júlias nas bancas?); enquanto livros escritos por homens não são tomados como “masculinos”.

Uma pesquisa divulgada pela editora Alpaca em maio deste ano, aponta que 50 % das pessoas lê cerca de 10 livros por ano e cerca de “1 a 2 livros” ou de “3 a 5 livros” escritos por mulheres. Se você quiser ler a pesquisa completa, é só clicar aqui.

O portal VIDA (Women in Literary Arts), que verifica a presença numérica das mulheres na literatura, comprova que há uma divisão entre a presença dos gêneros nos principais jornais do mundo, onde as mulheres representam um número muito menor entre as autoras de obras resenhadas.

Para tocar nesta ferida, o projeto “Read Woman 2014”, da escritora Joanna Walsh, ganhou proporção mundial neste ano e até uma hashtag e um Tumblr em português foram divulgados: #leiamulheres2014. E ela tem apenas uma intenção:

Quer que mulheres sejam (mais) lidas. E nós também!

No mês de novembro, a editoria Outra Medida, do Brasil Post e que está presente em todas as edições do Huffington Post tomou os homens como tema principal. Aproveitando este gancho, eis aqui uma seleção de livros escritos por mulheres que todo homem precisa ler (ou pelo menos deveria) . Mas se você não é homem e ainda não conhece ou ainda não leu algumas delas, esta é a sua chance.

Mr. Dalloway – Virginia Woolff

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Alice Munro-Vida Querida

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Clarisse Lispector – A Hora da Estrela

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A menina sem qualidades – Juli Zeh

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Carol Bensimon – Todos Nós Adorávamos Caubóis

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Isabel Allende – A casa dos espíritos

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Adelia Prado – A Faca no Peito

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Juliana Frank – Meu coração de pedra pomes

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Zélia Gattai – Anarquistas graças a deus

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Sylvia Plath – Ariel

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Cecilia Meirelles – Janela Mágica

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Anne Frank – O Diário de Anne Frank

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Hannah Arendt – A condição Humana

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Hilda Hilst – A obscena senhora D

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Mary Del Priori – Histórias Íntimas

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Vanessa Bárbara – O livro amarelo do terminal

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Emily Brontë – O morro dos ventos uivantes

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Dona Tart – O pintassilgo

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O segundo sexo – Simone de Beauvoir

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Jane Austen – Razão & Sensibilidade

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Chimamanda Ngozi Adichie – Sejamos todos feministas

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Um é o outro – Elisabeth Badinter

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*a seleção foi feita com sugestões das jornalistas Andréa Martinelli, Ione Aguiar e Luiza Bodenmüller.

USP reforma biblioteca e recebe acervo de 250 mil livros de Delfim Netto

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Foto: Divulgação/FEA

Foto: Divulgação/FEA

Toni Sciarretta, na Folha de S.Paulo

A Universidade de São Paulo inaugura na próxima terça (1º) a maior biblioteca especializada em economia, administração e contabilidade da América Latina. Serão ao todo 430 mil volumes, sendo que 250 mil vieram da coleção particular do ex-ministro Delfim Netto, 86, professor emérito da instituição.

Há dois anos, Delfim decidiu doar a biblioteca que ficava em seu sítio, em Cotia (interior de São Paulo).

“Queria que outras pessoas tivessem acesso a esses livros, que são na verdade material de pesquisa”, disse.

Apegado às obras, Delfim fez uma série de exigências a quem ficasse com os livros -além da USP, a Faap estava no páreo. A principal é que continuasse expandindo o acervo, adquirindo novos volumes e periódicos.

O ex-ministro também negociou acesso privilegiado a seus livros e ganhou uma salinha dentro da biblioteca.

Junto do acervo, Delfim também doou móveis antigos, quadros, mapas e até o seu “bibliotecário” particular, Eduardo Frim. O ex-ministro continua pagando o salário dele, que é na verdade administrador de empresas, mas ficará locado na USP para organizar os volumes.

E o acervo continua crescendo. Delfim envia cerca de 40 volumes por semana para a FEA (Faculdade de Economia e Administração).

A biblioteca revela um pouco sobre a personalidade e a metodologia de trabalho do pesquisador Delfim Netto.

O ex-ministro costuma fazer “compêndios” de temas de interesse, um dossiê que reúne em um mesmo volume (ele manda encadernar) artigos, trechos de livros e de obras de referência.

A maioria das obras contém notas manuscritas. As mais recorrentes são pedidos a sua equipe (marcadas com uma flecha) para comprar determinada obra citada no rodapé ou na bibliografia. “A flecha significa que temos que nos virar para encontrar esse livro”, disse Frim.

Para abrigar a coleção, a FEA reformou o prédio, que aumentou a área instalada de 1.500 m² para 5.000 m² e consumiu R$ 14,7 milhões
-R$ 6,7 milhões de recursos da USP e mais R$ 8 milhões em doações feitas por empresas, ex-alunos e funcionários.

As empresas contaram com incentivo fiscal da Lei Rouanet, que permite a dedução integral do valor no Imposto de Renda. Entre elas, estão os bancos Safra, Itaú Unibanco e Santander, as construtoras Camargo Corrêa e Odebrecht e a Cutrale.

As pessoas físicas, a maioria ex-alunos e funcionários, porém, doaram a fundo perdido. “Tivemos doações a partir de R$ 200. Captamos R$ 644 mil de 566 pessoas”, disse Reinaldo Guerreiro, diretor da FEA-USP.

Popular nos EUA, as doações para universidades são pouco comuns no Brasil. Guerreiro afirma que, além da falta de incentivo fiscal e de tradição, há uma resistência de parte do setor acadêmico de aceitar doações do setor privado para projetos,

No lugar de doações, as unidades da USP encontraram nas fundações uma forma de viabilizar projetos de pesquisa e de ensino. A FEA tem três fundações filhotes: FIA (administração), Fipe (pesquisas econômicas) e Fipecafi (contabilidade), que prestam consultoria, pesquisa e organizam cursos.

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