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Principal grupo editorial de Portugal adquire o selo “Livros do Brasil”

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Imagem: Google

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Publicado por Yahoo

Lisboa, 8 jan (EFE).- O principal grupo editorial de Portugal, Porto Editora, anunciou por comunicado nesta quinta-feira a compra do selo Livros do Brasil por cerca de 500 mil euros com o objetivo de relançar a editora nos próximos três anos.

Inaugurada há 70 anos em Portugal, a “Livros do Brasil” foi criada para divulgar as grandes obras da literatura brasileira e de outros renomados autores em nível internacional, cujos livros ainda não tinham sido publicados em solo lusitano.

Escritores como Albert Camus, Ernest Hemingway e Eça de Queirós são alguns dos autores incluídos em suas coleções.

“A Livros do Brasil se tornou, durante anos, um dos mais importantes selos editoriais portugueses”, afirmou a Porto Editora, que concluiu a sexta aquisição nos últimos 13 anos.

A última compra será “relançada” com um investimento de mais 500 mil euros, segundo explicou o administrador do grupo, Vasco Teixeira, em entrevista publicada nesta quinta-feira pelo “Jornal de Negócios”.

O responsável pela companhia lembrou da compra dos ativos da alemã Bertelsmann – uma das principais empresas do setor editorial em nível mundial – em 2010 e afirmou que desde então a ampliação do negócio da Porto Editora se deve mais “à preservação de um determinado patrimônio cultural” que à melhora da receita.

Sobre a “Livros do Brasil”, Vasco Teixeira ressaltou o “importante papel” do selo “no cenário cultural”, mas considerou que ele esteve “um pouco adormecido” nos últimos anos.

Segundo os dados divulgados pela empresa, as vendas da Porto Editora beiram os 150 milhões de euros por ano e o lucro em 2013 chegou aos 16,2 milhões de euros.

Voluntários ajudam o Smithsonian a transcrever mais de 13 mil páginas

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Seguindo a tendência do ‘crowdsourcing’, o instituto americano de museus e pesquisas testou o novo método no ano passado

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Publicado em O Globo

RIO – O Smithsonian, complexo de museus e instituto de pesquisas sediado em Washington, EUA, veio a público através de seu site para pedir ajuda na transcrição e tradução de documentos que não podem ser facilmente lidos por computadores. O vasto arquivo contempla milhares de páginas sobre a Guerra Civil americana, etiquetas botânicas e correspondências, entre outros papéis.

Durante a fase de testes do projeto, que foi iniciada em junho de 2013, mais de mil voluntários conseguiram transcrever cerca de 13 mil páginas de documentos arquivados. Contudo, a iniciativa teve um lado negativo: a falha humana. Para evitar erros de digitação ou divergências nos conteúdos, cada lauda foi revisada por outro participante do projeto e depois por um especialista do instituto. Uma vez transcritos, os documentos são liberados para consulta.

Os arquivos da instituição são enormes, e preservar essas coleções em uma era digital é uma tarefa muito complicada, especialmente quando se tratam de documentos escritos à mão. Tinta desaparece com o tempo e rabiscos individuais às vezes se assemelham a hieróglifos. O Smithsonian estimou que sem a ajuda da população levaria décadas para transcrever as milhões de páginas de suas coleções.

Depois do sucesso durante a fase de testes, o instituto emitiu um chamado para que mais voluntários se candidatassem a decifrar de tudo, desde marcas de amostras manuscritas a cartas pessoais de artistas icônicos dos EUA. O instituto espera que o público ajude a transcrever, entre outros projetos, os cadernos de pesquisa de Joseph Henry, físico e um dos primeiros pesquisadores do Smithsonian, e uma coleção de cartas de artistas norte-americanos que será incluída no no livro “The Art of Handwriting”, que será publicado pela instituição.

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