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Seus professores costumam pedir resenhas de livros? Aprenda a fazer de forma correta

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Publicado no Amo Direito

Seus professores costumam pedir para você fazer resenhas de livros no colégio, cursinho ou faculdade? Aprenda a fazer um texto que deixe suas opiniões claras e garanta uma boa nota. Não deixe de compartilhar com os amigos!

Escrever uma resenha é uma ótima forma de comprovar que os alunos realmente leram e entenderam os pontos principais de um determinado livro e, por isso, estas são comumente pedidas pelos professores. Se você não tem certeza de como estruturar o texto de forma a deixar suas ideias claras, não se desespere!

O primeiro passo é ler o livro com muita atenção. Para resenhá-lo, você deverá conhecer os personagens e entender todo o contexto da época em que ele foi escrito e o que o autor pretendia ao publicá-lo. Por exemplo: é muito difícil escrever uma resenha de uma obra como Os Miseráveis, de Victor Hugo, sem entender os costumes da França do século XIX, entre a batalha de Waterloo e as barricadas de Paris.

Ao término da leitura, você deverá organizar os seus próprios pensamentos. A opinião do autor ficou clara para você? Além disso, é necessário refletir sobre como a obra reflete nos dias atuais, ou seja, como o que foi escrito em anos passados está presente na sociedade de hoje. Esse pode ser um dos seus pilares para escrever a resenha.

Agora é hora de começar a escrever a sua resenha. É importante ter em mente que uma resenha deve descrever o livro e apontar aspectos importantes sobre ele. Personagens marcantes e relevantes para a história devem ser citados, sendo que uma boa dica para apresentá-los é descrevendo suas impressões sobre a personalidade deles e por que a história seria completamente diferente na ausência dos mesmos.

A resenha também dá a chance de você expressar suas opiniões, como a fluência do texto, a presença ou não de humor ou até mesmo a velocidade na qual as coisas acontecem. Porém, lembre-se de que uma resenha didática deve priorizar o conteúdo da aula para a qual ela foi proposta. Se você está escrevendo para o professor de literatura, insira a obra no movimento literário na qual o livro foi escrito. Se for para o professor de história, prefira o contexto social da época.

Fonte: Notícias Universia

Ensino de matemática no Brasil é catastrófico, diz novo diretor do Impa

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O matemático Marcelo Viana, 53, no Impa, no Rio. Mauro Pimentel/Folhapress

O matemático Marcelo Viana, 53, no Impa, no Rio. Mauro Pimentel/Folhapress

 

Gabriel Alves e Mariana Versolato, na Folha de S.Paulo

A ambição de Marcelo Viana, 53, novo diretor do Impa (Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada), no Rio, é fazer com que os anos de 2017 e 2018 componham o Biênio da Matemática no Brasil.

Em 2017 o país sediará a Olimpíada Internacional de Matemática, que deve trazer mais de mil dos jovens mais talentosos do mundo na disciplina. Em 2018, o maior congresso do mundo também será no Rio, com cerca de 5.000 pesquisadores estrangeiros e “estrelas” da matemática.

Para Viana, que assumiu o novo cargo em dezembro, essa é a chance que a matemática terá de se recuperar no quesito “relações públicas” e também uma forma de reforçar sua importância no país.

Segundo ele, vivemos hoje um paradoxo: apesar de o Impa ser uma instituição de pesquisa de ponta e de termos um brasileiro como ganhador da Medalha Fields, o Brasil patina na educação básica e a formação de professores nas licenciaturas é “catastrófica”. “As crianças nascem gostando de matemática. Os professores é que se encarregam de acabar com isso.”

Viana espera que sua gestão à frente do renomado instituto de pesquisa sirva para dar a “direção” de mudança de um país, no qual 40% dos alunos não conseguem entender nem o enunciado de uma questão de matemática e onde só 4% estariam aptos a trabalhar com tecnologia.

Leia trechos da conversa que Viana teve com a Folha:

VALORIZAÇÃO DA MATEMÁTICA

Hoje, a função que tenho e me dá mais trabalho é organizar o Congresso Internacional de Matemáticos. São 5.000 participantes de 120 países diferentes. E essa experiência tem um efeito muito grande no país organizador. É um investimento grande de esforço e dinheiro, mas tem um retorno importante sobre como a matemática passa a ser vista.

Tem gente que diz que a matemática no Brasil é um paradoxo, porque ao mesmo tempo temos um Medalha Fields [maior láurea científica do país, concedida a Artur Ávila, pesquisador do Impa] e um dos piores desempenho na educação básica.

O paradoxo tem explicações. Começa com o fato de que a matemática é uma desconhecida, uma incompreendida na nossa sociedade. A meta de quem organiza o congresso é ter um instrumento para mudar isso. Começa nas famílias. O que a criança tem de contato com os pais é pouco. Aí vai pra escola com carências de instalações físicas, de recursos, de tempo, de formação dos professores.

Nossa experiência diz que todas as crianças pequenas gostam de matemática. São os professores que se encarregam de acabar com isso.

Nós queremos ajudar nesse quadro catastrófico, mas não podemos resolver os problemas do país. Podemos atuar no nível de disseminação de conhecimento, de consciência de que a matemática é importante, útil e necessária.

MEDALHA FIELDS

A Medalha Fields teve um alcance extraordinário nesse sentido. Agora é preciso chegar mais perto, porque a medalha está lá na ponta.

Quando o Artur [Ávila] ganhou a medalha, eu insistia que o Brasil tinha se habituado a ter heróis no esporte, na música. E o Artur é um herói inesperado, que apareceu alguns dias daquele fatídico 7 a 1. Precisamos nos orgulhar de outras coisas, ainda mais quando as tradicionais nos puxam o tapete.

Temos um garoto-propaganda que funciona e que está muito disponível pra ser usado como tal. Ele até sente uma certa dívida com o Impa porque sabe que não ganhou sozinho. Se a realidade está mudando por causa disso eu não sei. Mas é na comunicação que estamos mais limitados.

BIÊNIO DA MATEMÁTICA

Estamos com uma iniciativa no Congresso Nacional para declarar 2018 como o Ano da Matemática no Brasil, para ajudar na divulgação e a coordenar esforços. O congresso de matemática é em 2018, mas em 2017 o Impa organiza outro grande evento, a Olimpíada Internacional de Matemática, que é a “Copa do Mundo” das Olimpíadas de Matemática.

O projeto que está tramitando no Congresso se chama Biênio da Matemática 2017-2018, que seria uma ação formal, já aprovada na Câmara.

Na nossa visão, esse Biênio da Matemática é um guarda-chuva para os jovens entenderem que a matemática é usada o tempo todo.

Nós temos um problema de relações públicas na matemática: o que a (mais…)

Estudantes da rede pública celebram aprovações em instituições federais

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Alunos de colégio no Jardim Europa, em Goiânia, somam bons resultados.
Eles afirmam que dedicação e ajuda de professores foram fundamentais.

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Publicado em G1

Quatro alunos do Colégio Estadual Jardim Europa, no bairro de mesmo nome, em Goiânia, comemoram aprovações em instituições de ensino federais. Sempre estudando na rede pública, eles atribuem o sucesso às longas jornadas de estudos, que para alguns chegava a 12 horas diárias, e ao apoio que receberam do corpo docente da escola.

Uma das estudantes que obteve um bom resultado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é Elen Samara, de 17 anos. Por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), ela passou em 1º lugar para odontologia na Universidade Federal de Goiás (UFG).

“Eu fui aprovada pelo sistema de cotas para alunos de escola pública, mas estou muito feliz com o resultado. A minha nota do Enem, que foi média de 728 e 920 na redação, ainda me garantiu vagas em medicina em outras universidades do país, mas como não quero mudar daqui, optei pela odontologia”, contou ao G1.

A jovem, que estuda no colégio do Jardim Europa desde o 1º ano do ensino médio, diz que prestou o Enem por dois anos seguidos. “O apoio que tive aqui na escola foi muito importante e também fiz um cursinho por sete meses. Eram até 12 horas de estudos por dia, inclusive aos finais de semana, mas valeu a pena. Sempre sonhei em ser dentista, especializada em crianças, e agora isso vai se tornar realidade”.

Mãe de Elen, Elisete da Costa Gonçalves diz que o resultado obtido pela filha é motivo de orgulho. “Ela será a primeira a ter um curso superior na família e isso nos deixa muito feliz. Agradeço por ela ter tido muita força de vontade, mas também ao colégio, pois, mesmo sendo público, sempre exigiu muita disciplina e isso é importante”, disse.

Outra estudante que comemora a aprovação é Lara Soares, de 17 anos, que passou em 1º lugar no curso de zootecnia no Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), em Uberaba (MG). Ela também cursou o ensino médio no colégio e diz se dedicou muito para atingir o objetivo.

“Eu dividia o meu tempo entre os estudos, mais ou menos 7 horas por dia, e o trabalho na área de eventos. Prestei o Enem em todos os anos do ensino médio, pois queria adquirir experiência para o último, que foi o decisivo. Felizmente consegui o curso que eu queria, já que é uma área em que terei muitos ramos de atuação aqui em Goiás. Vou estudar lá em Minas, mas depois pretendo voltar para ficar ao lado da minha família”, contou.

A estudante ressalta que, caso não tivesse conseguido uma vaga por meio do Sisu, não teria condições financeiras de arcar com um curso particular. “Eu teria que ir atrás de alguma bolsa, mas ainda bem que me dediquei o suficiente. Tive muito apoio dos meus professores que, além do conteúdo diário em sala, me passavam tarefas extras. Graças a tudo isso eu consegui”, ressalta.

Múltipla aprovação
Já a estudante Juliana Duarte, de 18 anos, foi aprovada em duas instituições de ensino: em 1º para o curso de ciências contábeis na UFG, por meio de cotas para alunos de escolas públicas, e em 8º na Universidade Estadual de Goiás (UEG) para química industrial. Ainda em dúvida sobre qual área vai seguir, ela diz que se dedicou muito.

“Não fiz cursinho, mas, além das aulas no colégio, eu estudava em casa sozinha, pelo computador. Fiz muitos simulados e chegava a fazer 10 horas de estudos por dia. Acho que isso me ajudou muito, assim como os professores que eu tive”, relata.

Em 2014, a estudante também tirou uma boa nota no Enem, que lhe garantiu vagas em história e engenharia elétrica no Instituto Federal de Goiás (IFG). “Como eu ainda não tinha concluído o ensino médio, tinha que entrar com um mandado de segurança para pode estudar. Mas aí tinha que continuar lá e no colégio ao mesmo tempo. Como seria muito puxado, achei melhor esperar o ano de 2015. No fim mudei os cursos que eu queria, mas consegui ser aprovada de novo”, destacou.

Já o estudante Gerson Borges, de 17 anos, comemora a aprovação em 7º lugar, por meio das cotas para escola pública, no curso de ecologia, da UFG, e o 15º lugar em biologia na UEG. Segundo ele, isso prova que mesmo os alunos da rede pública podem concorrer com aqueles que sempre estudaram em instituições particulares.

“Eu estudava cerca de 10 horas por dia e deixei muitas coisas de lado em busca desse objetivo. Fiz o Enem por três vezes e acho que essa experiência foi importante, pois na hora da verdade eu consegui me sair bem. Por isso todos devem acreditar no próprio potencial e correr atrás”, afirmou o rapaz.

Dedicação
Para a vice-diretora do Colégio Estadual Jardim Europa, Kátia Regina Dias Barbosa, a fórmula para o sucesso dos alunos é uma só: trabalho em equipe e dedicação. “Todo o nosso efetivo, desde a direção até a coordenação e corpo docente, é muito unido. Aí criamos vínculos com os estudantes para que eles possam se conhecer e desenvolver o próprio potencial. Tudo isso, aliado à disciplina, só rende bons frutos, como podemos ver”, afirmou.

O colégio, que existe há 23 anos, tem cerca de 700 alunos divididos entre os turnos matutino e vespertino. Segundo Kátia, além dos quatro estudantes citados acima, pelo menos outros 11 conseguiram aprovações em universidades, sendo públicas ou com bolsas de estudos em particulares.

“Felizmente todos os anos os nossos alunos conseguem bons desempenhos e isso também reflete nos resultados da escola. Isso atesta o bom trabalho que desenvolvemos e motiva a todos os professores a continuarem se dedicando a um ensino de qualidade”, destacou.

A professora Denilsan Monteiro dos Santos, que leciona a disciplina de Língua Portuguesa, diz que ver os alunos sendo aprovados em instituições federais é um motivo de alegria para ela e os colegas. “Ficamos muito felizes por todos eles e isso mostra que estamos no caminho certo. Eles são os instrumentos para divulgar o nosso trabalho e são a prova de que nada é obtido sem esforço. Boa educação também é possível na escola pública, basta que alunos e os profissionais juntem suas forças”, afirmou.

Escolas privadas brasileiras também têm baixas taxas de aprendizado e altos percentuais de reprovação

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Antônio Gois, em O Globo

Imagine um sistema educacional em que dois terços dos alunos terminem o ensino médio sem aprendizado adequado em matemática; com mais de um terço dos professores do antigo segundo grau atuando sem formação adequada para a disciplina lecionada; que tenha taxas de reprovação muito superiores ao que é tolerado em nações desenvolvidas; e que, na comparação com países ricos e considerando alunos de mesmo perfil, fique sempre nas últimas posições em rankings internacionais de aprendizado. Parece que estamos falando da educação pública brasileira, mas esses dados são todos da rede privada, que atende a apenas 15% dos estudantes, especialmente os de famílias de maior renda.

É claro que, comparados com indicadores do sistema público, o setor privado no país ainda aparece melhor na fotografia. Essa vantagem, porém, é explicada, em primeiro lugar, pelo perfil de aluno atendido, variável que explica de 60% a 80% dos resultados de uma escola. Também é preciso considerar que há dentro da rede privada muita discrepância entre estabelecimentos que atendem alunos de maior ou menor renda. Reportagem de Fábio Vasconcellos no Globo mostrou na segunda-feira que este fator, além da formação do professor e das taxas de evasão, diferenciam escolas de maiores e menores médias no Enem.

Há alguns indicadores, porém, em que a vantagem da rede particular nem mais existe, quando se comparam as médias dos dois setores. É o caso do salário dos professores, que já são, em média, maiores na rede pública do que nas particulares, como mostram dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE.

A análise dos indicadores da rede privada do país foi facilitada com a recente postura do Inep (instituto de pesquisa e avaliação do MEC) de disponibilizar novos dados do setor, com algumas informações disponíveis inclusive por escola. Os números permitem constatar, por exemplo, que 35% dos professores em colégios pagos dão aulas no ensino médio sem formação adequada para a disciplina que lecionam, percentual não muito diferente dos 39% registrados nas redes estaduais.

Outra contribuição do Inep está na divulgação das taxas de reprovação. No setor privado, a média é de 5,5% de alunos reprovados no ensino médio, taxa que sobe a 9,1% quando considerado apenas o primeiro ano do antigo segundo grau. Ainda que esses dados não sejam perfeitamente comparáveis com as taxas de repetência calculadas pela Unesco por país, é possível ter algum parâmetro internacional e constatar que esse percentual é inaceitável para padrões de países ricos. Na Europa, a proporção de repetentes no ensino médio é de 2,7%, e nos países com melhores resultados educacionais essa taxa costuma ser simplesmente zero.

A cultura da reprovação é uma praga que assola até mesmo colégios de elite com altas médias no Enem. No grupo dos 20 com melhores resultados no Rio, por exemplo, há escolas que reprovam em média 26% dos seus alunos no ensino médio.

Esse tema, raramente abordado, foi estudado em profundidade pela educadora Diana Mandelert na tese de doutorado na PUC-Rio “Repetência em Escolas de Prestígio”. Ao entrevistar pais, professores e diretores, ela identificou nesses atores uma cultura de aceitação da reprovação. Um dos motivos para isso é que a prática seria considerada uma maneira de separar aqueles que podem seguir adiante daqueles que não se esforçaram o suficiente e devem ficar para trás, valorizando assim o diploma dos que conseguem chegar ao final. “A escola deixa de ser um direito de todos e passa a ser algo para quem merece, apenas para quem tem mérito.” E os colégios de elite também se beneficiam dessa mentalidade pois podem, com isso, selecionar apenas os jovens de melhor desempenho, o que garantirá ao final uma boa média no ranking do Enem, ao custo da reprovação e expulsão de vários alunos.

Um modelo educacional excludente, baseado em altas taxas de repetência, pode dar a falsa sensação a alguns pais de que seus filhos estão protegidos da má qualidade do ensino por estarem matriculados em colégios de elite onde poucos se formam. A conta desse equívoco, porém, acaba chegando para todos. Basta ver os pífios resultados dos jovens mais ricos brasileiros quando comparados no Pisa (exame internacional da OCDE) com estudantes de mesmo nível socioeconômico em outras nações.

‘O Diário de Anne Frank’ é livro favorito de alunos em São Paulo

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Publicado no Surgiu

O livro “O diário de Anne Frank” foi escolhido como o favorito dos estudantes da rede estadual de ensino de São Paulo. A obra, um relato de 1947 de uma jovem judia que se esconde com a família em um porão durante a ocupação nazista na Holanda, foi a mais votada em uma pesquisa feita pela secretaria de Educação do estado.

O levantamento, divulgado nesta terça (8), durou dois meses e contou com a participação de mais de 150 mil alunos dos ensinos Médio, Fundamental, e do programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

As opiniões foram coletadas pela internet, por meio do Portal da Educação. Os estudantes indicaram o livro de sua preferência dentro de uma lista que incluía 50 títulos diferentes, entre nacionais e estrangeiros, de diversos gêneros. Todas as obras que estavam na disputa fazem parte do acervo das bibliotecas das escolas estaduais.

Além da obra literária mais votada, a secretaria de Educação também divulgou o “top 10” da votação. Confira os livros favoritos dos alunos:

1º – “O Diário de Anne Frank”, de Anne Frank.
2º – “O Saci”, de Monteiro Lobato.
3º – “O Meu Pé de Laranja Lima”, de José Mauro de Vasconcelos
4º – “A Droga da Obediência”, de Pedro Bandeira.
5º – “Aventuras de Pedro Malasartes”, de Nelson Albissú.
6º – “O Poço do Visconde”, de Monteiro Lobato
7º – “A Invenção de Hugo Cabret”, de Brian Selznick.
8º – “Dom Quixote de La Mancha”, de Miguel de Cervantes.
9º – “Nova Reunião: 23 Livros de Poesia”, de Carlos Drummond de Andrade.
10º – “O Menino Poeta”, de Henriqueta Lisboa.

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