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Posts tagged colégio

Colégio aponta problema em roupa de aluna e a manda para casa

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Tatiane Rosset, no Brasil Post

Mais uma vez, um colégio norte-americano está no centro de uma polêmica envolvendo a roupa de uma aluna. Para quem não sabe, nas escolas públicas dos Estados Unidos, os estudantes podem usar o figurino que quiserem, desde que sigam uma série de normas (tamanho de saia, etc…).

Stephanie Hughes é uma estudante do Kentucky. De acordo com a sua mãe, Stacie Dunn, ela foi mandada para casa após usar a seguinte roupa para mais um dia de aula:

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O problema? Stephanie estaria exibindo sua clavícula (aquele ossinho que fica entre os ombros, a famosa saboneteira) de maneira inapropriada. Mas a polêmica não acaba ai: a adolescente de 16 anos tentou “esconder o problema” com um lenço, mas a direção da escola argumentou que a garota não amarrou o acessório da maneira correta e a mandou para casa.

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“O colégio Woodford e o seu diretor estão aplicando uma regra na qual garotas não podem mostrar a sua clavícula porque isso poderia distrair os seus colegas do sexo masculino“, Stacie Dunn escreveu em um post no Facebook. “Isso é ridículo! Pais estão sendo chamados em seus trabalhos e alunas estão perdendo aulas importante porque estão mostrando ‘muita clavícula’! Isso precisa mudar“.

O colégio usa uma página inteira de seu manual para reforçar os códigos de vestimenta, incluindo orientações de tipos de camisas e camisetas que os alunos devem vestir — ambos os modelos indicados não expõem a clavícula dos alunos. O artigo foi publicado há dez anos.

Quais são as escolas mais linha-dura do mundo?

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Diogo Ferreira Gomes,  na Mundo Estranho

GUANTÁNAMO PARA CRIANÇAS

Onde: Doncaster, Inglaterra

Nível de rigidez: Pede pra sair!

Quem sai da linha na Ridgewood School, na cidade inglesa de Doncaster, vai direito para uma espécie de versão júnior da prisão de Guantánamo. Trata-se de um cubículo todo vedado e pintado de preto – desde o chão até o teto -, com iluminação típica de sala de interrogatório, bem em cima do sujeito. O aluno fica horas ali. Para a direção, a “sala de estudos” é um meio de fazer o cara pensar duas vezes antes de aprontar de novo…

CHEIA DE NÃO-ME-TOQUE

Onde: Mesa, EUA

Nível de rigidez: Pauleira

Sabe aquele amassinho bom, no pátio ou no corredor? Pois na Shepherd Junior High School, na cidade de Mesa, nos EUA, isso é crime! Qualquer tipo de contato físico que dure mais de dois segundos, mesmo um abraço entre amigos, é uma falta grave passível não só de suspensão como de detenção! A galera ficou furiosa, mas o diretor não quis nem saber, dizendo que a “demonstração pública de afeto é algo embaraçoso”…

PRESENTE DE GREGO

Onde: Johanesburgo, África do Sul

Nível de rigidez: Casca-grossa

A apresentadora americana Oprah Winfrey gastou uma fortuna na construção de uma escola para meninas pobres na África do Sul, mas não deixou barato. Segundo reclamações de pais, o esquema por lá seria pior do que exército: só duas horas de visita por mês; guloseimas, nem em sonho; e as garotas não poderiam mandar e-mail ou falar ao celular. Para a bilionária, a Oprah Winfrey’s Leadership Academy for Girls não é rigorosa, mas segura. Sei…

LEI SECA

Onde: North Bend, EUA

Nível de rigidez: Severa

A Oregon Coast Technology School, na cidade americana de North Bend, descobriu que alguns alunos tomavam umas biritas lá dentro. Para coibir a prática, proibiu a entrada de qualquer tipo de garrafinha, como as de água, alegando que o pessoal escondia o goró nos recipientes. A norma continuou valendo mesmo após um teste revelar que a água dos bebedouros tinha (mais…)

Colégio de SP monta laboratório de YouTube para ensinar audiovisual

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Publicado em Folha de S.Paulo

Luis Fabiani, 14, pensa em comentar temas como futebol e política. Giovanna Mekhitarian, 14, quer fazer desafios da internet, como o do balde de gelo, com duas amigas. “É fácil e tem audiência.”

Brunno Pigatto, 15, mexe na capa do celular enquanto pondera as possibilidades. Ele prefere ficar atrás das câmeras. “Canal que faz sucesso é de humor”, dizem, num consenso.

Os três alunos do colégio paulistano Pueri Domus fazem parte dos cem estudantes que se inscreveram para a primeira turma do Pueri VideoLab, um laboratório de YouTube, onde vão aprender a gravar, a editar e a ganhar dinheiro com a plataforma, como os vlogueiros (blogueiros de vídeo).

Os 25 estudantes selecionados vão produzir programas para o canal da escola em um estúdio inspirado no YouTube Space (recinto da plataforma) de Londres, com câmeras profissionais e sala de edição.

As gravações vão acontecer a partir de agosto, ao longo de oito aulas lecionadas pelos produtores Américo Fazio e Duca Mendes, que têm o canal “Audiovizuando”. As lições serão dadas à tarde, fora do currículo, e passarão pelas bases da fotografia e do cinema até chegar à publicidade digital.

Segundo Fazio, a ideia é incentivar adolescentes do nono ano do fundamental ao segundo do ensino médio, séries que podem assistir às aulas, a criarem seus canais. Seja para divulgar um hobbie ou como forma de trabalho.

“A escola está considerando que isso é uma carreira. Na minha época, quando falei que queria ser ator, uma professora de física disse que era uma subcarreira, que não era profissão.”

Para Cecília Aranha, diretora da unidade do Pueri Domus na Chácara Santo Antônio, na zona sul, onde está o laboratório, o ponto principal do projeto é desenvolver a visão crítica.

“Desde o sexto ano, os alunos têm uma tutoria de ética nas mídias sociais e vamos reforçar isso com o estúdio, que é pioneiro. Queremos formar expectadores menos passivos.” Ela diz que o cardápio visual dessa geração passa mais pelo YouTube do que pela televisão.

Brunno, por exemplo, gasta mais tempo na internet do que vendo a programação da TV a cabo. Entre os canais preferidos estão “Porta dos Fundos”, “Parafernalha” e “Eu Fico Loko”, cujo criador foi convidado para a inauguração do Pueri VideoLab.

Autor de best-seller e com de 2,7 milhões de fãs, Christian Figueiredo tem 21 anos. Os estudantes entrevistados já tiraram selfies com a webcelebridade, que tem um diário digital e fala de temas do universo teen.

OPORTUNIDADES

A professora da Faculdade de Educação da USP Stela Piconez diz que a força da plataforma é explicada, em grande parte, pela facilidade de compreender a linguagem visual. “Se você colocar uma pessoa com escolaridade baixa e outra mais instruída em frente a um vídeo, qual a diferença? Às vezes, a imagem substitui um texto de 60 páginas.”

Sobre a liberdade dos alunos de criarem o conteúdo que desejarem para seus canais, ela vê mais benefícios do que problemas. Para Stela, os adolescentes não são “bobos” e, se orientados, fazem boas escolhas.

O que a professora aponta como desafio no projeto é a impossibilidade de escolas de menos recursos o colocarem em prática. Ela trabalha em um colégio estadual em Cotia, onde alunos usam celulares para gravar vídeos.

“A grande dificuldade é a infraestrutura. Escola pública precisa reformar até as tomadas. Se essa oficina fosse inserida dentro de todas as escolas, iria revolucionar.”

Garoto de 11 anos se fantasia de Sr. Grey e escola manda voltar pra casa

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Além da roupa, o garoto carregava os acessórios usados pelo personagem sado-masoquista

Além da roupa, o garoto carregava os acessórios usados pelo personagem sado-masoquista

A escola comemorava o Dia Mundial do livro, e por isso, pediu que os alunos fossem fantasiados do seu personagem preferido dos livros

Publicado no O Povo

Um colégio da cidade de Sale, na Inglaterra, mandou um garoto de 11 anos voltar pra casa depois do aluno ir fantasiado de Sr. Grey, o personagem do livro ’50 tons de cinza’, de E.L.James.

A escola comemorava o Dia Mundial do livro, e por isso, pediu que os alunos fossem fantasiados do seu personagem preferido dos livros.

O colégio Sale High Scool considerou o traje inadequado para o evento e pediu que o garoto voltasse para casa. A decisão deixou a mãe do menino indignada.

Além da roupa, Liam Scholes carregava os acessórios usados pelo personagem sado-masoquista como a cordinha para amarrar as mãos e uma venda para os olhos.

Segundo o G1, a direção da escola informou que a decisão “reflete os altos padrões da escola em termos de comportamento dos alunos, bem-estar e proteção. E esclareceu que Liam pode voltar para a aula depois de ter “modificado” seu traje.

No entanto, a mãe de Liam defendeu dizendo que as crianças sabiam quem era por causa da cobertura da mídia. Segunda ela, quando o filho entrou na escola “todas as crianças sabiam que ele era”.

A mãe, Nicola Sholes, resolveu publicar a foto de Liam com o traje, ao lado das irmãs que foram fantasiadas de Damas de Copas e Chapeleiro Maluco, do filme ‘Alice no País das Maravilhas’.

Liam estava acompanhado das irmãs que foram fantasiadas de Damas de Copas e Chapeleiro Maluco, do filme 'Alice no País das Maravilhas'

Liam estava acompanhado das irmãs que foram fantasiadas de Damas de Copas e Chapeleiro Maluco, do filme ‘Alice no País das Maravilhas’. Reprodução/Facebook

“Traje ofensivo do Liam no Dia do Livro. Disseram que era inadequado e que deveria mudar sua fantasia e não incluí-lo em todas as fotos. Era também necessário um telefonema para casa para falar sobre o assunto”, escreveu Nicola Scholes.

“No entanto, era apropriado para um professor de vestir-se como um assassino em série e outros estudantes para entrar com ‘armas’. Eu pensei que Christian Grey fosse o mais falado personagem de livro dos últimos anos. #nosenseofhumour (#nenhum senso de humor)”.

dica da Jeane de Almeida

Colégio estadual no Rio enfrenta até falta de papel higiênico, dizem pais

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infante dom henrique

Pais, alunos e professores dizem que a situação está precária.
Secretaria de Educação afirmou que reclamações não procedem.

Publicado no G1

Pais, alunos e professores do Colégio Estadual Infante Dom Henrique, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, reclamam das condições precárias da escola. Eles dizem que falta até papel higiênico nos banheiros. As informações são do Bom Dia Rio.

Segundo professores, a instituição não tem nem folha da chamada. “Isso dificulta o nosso trabalho, ou seja, nós pegamos uma folha e fazemos a famosa chamada, que é preciso, até porque você sabe que as famílias precisam saber que os filhos estão na escola. Isso é um documento sério da educação, da escola e realmente ainda não chegou até nós e deveria já ter chegado”, disse a professore de filosofia Sônia Lucas.

Os alunos voltaram às aulas no dia 9 de fevereiro, mas os primeiros dias do ano letivo não têm sido muito bons para a filha do taxista Júlio César Araújo.

“Ela entra no horário de 7h até 18h e o colégio deveria fornecer pra ela café da manhã, depois almoço e depois o lanche da tarde, só que só estão dando o almoço. Se nós pais não mandarmos, ela vai ficar o dia inteiro sem comer e só come na hora do almoço, só uma refeição”, falou o taxista Júlio César Araújo.

O taxista disse ainda que esteve no colégio e que não saiu de lá com boas notícias. “Está faltando papel higiênico e está tendo um relato dentro do colégio que o governo não está mandando material até para os próprios profissionais trabalharem e estão falando inclusive até em corte da verba do almoço”, Araújo.

A direção da instituição impediu a entrada a equipe do Bom Dia Rio na unidade. Mas alguns alunos contaram que até resma de papel está faltando. Os estudantes precisam anotar o conteúdo programático, que deveria ser impresso pelo colégio, nos cadernos.

“Fiquei em dependência em umas três matérias. A gente não tem livro para levar para casa. É uma quantidade de livros para dividir para muitos alunos. Então a professora mesmo que carrega esses livros. Muita coisa pra copiar e as vezes é um tempo só. Cansa também. Você estuda com o que tiver no caderno, se não tiver, não estuda”, contou uma aluna.

Problemas frequentes
Os pais reclamam que os problemas não são recentes. A comerciante Helena Barros afirmou ter gastado mais de R$ 2 mil em 2014 com despesas escolares para a filha, também aluna do colégio estadual.

“Um lanchinho que ela come lá, eu que dou R$ 3 pra ela lanchar todos os dias, mais uniforme, que a escola não fornece, tive que comprar durante todo esse período, desde a primeira série até agora eu que tenho comprado uniforme, tênis, tudo. Nos matamos de trabalhar pra poder pagar um pré-vestibular pra ela porque se for contar só com a escola, não tem condições, não passa de jeito nenhum. Eu fico triste, não só pela minha filha”, afirmou Helena Barros.

“É muito difícil, porque faltam professores. Na primeira semana de aula os alunos estavam almoçando só arroz com feijão, porque não tinha carne, legumes. Outra coisa também é que não tem papel na escola pra imprimir as provas, pra imprimir os trabalhos dos alunos. Se a gente não falar nada vai continuar assim pra sempre e não pode ser assim, entendeu?”, contou uma estudante.

A secretaria Estadual de Educação afirmou, em nota, que as informações sobre o Colégio Estadual Infante Dom Henrique não procedem. Segundo a secretaria, os repasses das verbas para a manutenção e para a merenda estão sendo feitos normalmente. A direção do colégio disse que está oferecendo as refeições aos alunos regularmente.

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