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Concurso Cultural Literário (125)

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youngsOs Youngs – Os irmãos que criaram o AC/DC

Jesse Fink (autoria), Marcelo Hauck (tradução)

Da Escócia para a Austrália. Das ruas e dos pequenos clubes para os estádios e os grandes festivais de rock ao redor do mundo. Com mais de 200 milhões de álbuns vendidos, o AC/DC não é apenas uma das maiores bandas de rock ainda na ativa.

É uma família e um grande império, construído pelos irmãos George, Malcolm e Angus Young. E é essa a história contada neste livro, que já foi publicado em quase vinte países, considerado uma das biografias recentes de músicos mais originais já escritas, e selecionado como o melhor livro do gênero pelo AllMusicBooks.com.

Ele conta a extraordinária trajetória por trás desse gigante comercial e musical, revelando alguns dos segredos de seus componentes, sua criatividade e personalidade, e a escalada empreendedora da banda até o topo.

Com informações extremamente recentes, reúne relatos de ex-membros do AC/DC e de músicos de bandas como Guns N’ Roses, Rose Tattoo e Dropkick Murphys, e mostra porque o AC/DC consegue manter o mesmo som e a mesma identidade por tantas décadas, entrelaçando a história da banda com a da cena musical que cresceu junto com ela, em um texto apaixonado e descontraído, feito de fã para fã.

***

Em parceria com a Gutenberg, vamos sortear 3 exemplares de “Os Youngs – Os irmãos que criaram o AC/DC“, livro de Jesse Fink.

Para concorrer, responda na área de comentários qual a sua música favorita do AC/DC.

Se participar via Facebook, por favor deixe seu e-mail de contato.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos neste concurso cultural:

O resultado será divulgado dia 4/8 neste post.

#Divulgue  #Participe

 

ATENÇÃO PARA OS GANHADORES! 

Ralf Maxsuel de Souza

Thami Janes

Marina Costa

 

Parabéns!

Aluna da PUC-Rio denuncia comentários racistas de professoras em curso de Moda

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Docentes teriam feito piada e comentários considerados preconceituosos sobre cabelo afro em sala de aula

Aluna publicou texto em protesto contra comentários feitos por professoras que foram considerados preconceituosos pela jovem - Reprodução/Facebook

Aluna publicou texto em protesto contra comentários feitos por professoras que foram considerados preconceituosos pela jovem – Reprodução/Facebook

Publicado em O Globo

Uma aluna do curso de Design de Moda da PUC-Rio publicou no Facebook um texto no qual relata seu constrangimento ao ouvir comentários considerados racistas feitos por duas professoras em sala de aula. Ela também registrou queixa na 12ª DP (Copacabana). Segundo Gabriela Monteiro, de 26 anos, as duas docentes fizeram piadas e comentários sobre cabelo afro diante dela e toda a turma repetidas vezes.

A postagem na rede social já reunia mais de duas mil curtidas até a noite desta quarta-feira. À tarde, a universidade informou que não foi oficialmente notificada sobre o caso e que, por isso, não vai se pronunciar oficialmente. Depois, Gabriela informou que mandou um e-mail para a instituição nesta quarta-feira. O GLOBO conversou com duas alunas que testemunharam os episódios relatados e com uma das professoras envolvidas, mas esta não quis fazer comentários.

Aluna do 8º período da graduação e única negra da turma, Gabriela descreveu três situações. As duas primeiras dizem respeito a histórias contadas por uma professora diante de toda a turma. A docente teria relatado um episódio em que foi ao cinema e sentou-se atrás de uma mulher com cabelo afro. Conforme escreveu a estudante, a docente contou que a pessoa “era inconveniente por ir ao cinema com seu cabelo em sua forma natural, pois ao sentar na poltrona em sua frente, o cabelo da mulher era um empecilho para visualizar a tela”.

Semanas depois, a mesma professora teria voltado a contar, também diante da turma, que havia vivenciado outra situação do tipo, fato que a teria forçado mudar de lugar na sala de cinema. Conforme o relato de Gabriela, ela contava a história se voltando para ela.

“Neste momento, não acreditei que ela estava repetindo a mesma história de forma tão natural. Retruquei dizendo que o fato de ter cada vez mais mulheres de cabelo afro era uma coisa maravilhosa, já que em nossa sociedade existe uma ditadura da ‘chapinha’, e o que aconteceu com ela era sinal de que as mulheres de cabelo crespo estão se libertando dessa ditadura”, escreveu a jovem, que não teria recebido resposta da professora para seu questionamento.

A terceira situação, considerada “mais maldosa” por Gabriela, envolve a outra professora:

“Havia chegado em sala de aula com meus cabelos soltos, e a professora estava dando orientação para uma aluna, parou o que estava fazendo, e me fez a seguinte pergunta: ‘Qual seu signo, Leão?'”, escreveu Gabriela, afirmando ter ficado chocada e sem reação.

No texto compartilhado no Facebook, Gabriela cita nominalmente as duas professoras envolvidas, sendo os dois primeiros casos atribuídos à Ana Luiza Morales, que também é coordenadora do curso, e o segundo à Tatiana Rybalowski. O GLOBO conversou com Tatiana pelo telefone. Mostrando-se surpresa, ela não negou a situação narrada pela menina, mas não quis fazer nenhum comentário a respeito.

Gabriela afirmou que expôs o caso no Facebook e citou as professoras para que pudesse garantir a credibilidade dos seus relatos.

– Não tenho advogado e espero, ao tornar todos esses fatos públicos, mobilizar pessoas que me apoiem em seguir em frente – comentou.

Inicialmente, ela não buscou ajuda dentro da própria instituição por temer que o caso não recebesse a devida atenção ou até mesmo sofresse represálias. A estudante conta que deixou de frequentar as aulas da referida disciplina e que foi reprovada por isso.

– Não quero o mal de ninguém. Mas espero que essas situações de racismo velado sejam combatidas – pontuou. – Desejo que, diante desse episódio, as pessoas reflitam sobre o que falam não só sobre negros, mas índios e gordos, por exemplo. Elas precisam pensar que podem, sim, machucar o outro com uma declaração que pode parecer simples. Acho que a PUC tem que tomar uma atitude para que a coisa não caia no esquecimento e não seja só mais um caso. Não foi à toa que prestei depoimento na delegacia.

TESTEMUNHAS CONFIRMARAM OS EPISÓDIOS DE RACISMO

O tratamento na delegacia, segundo Gabriela, deixou a desejar. Lá ela foi informada de que o caso não se enquadra em racismo, mas injúria e, segundo ela, o delegado que fez atendimento minimizou as motivações de sua denúncia. Por ora, ela tem três colegas de turma que aceitaram atuar como testemunhas no caso. Duas delas conversaram com O GLOBO.

– Presenciei os dois primeiros casos e dou toda força à Gabriela – disse Betina Monte-Mór, de 23 anos. – Embora ela (a professora) tenha falado de uma forma irônica, como se estivesse contando uma historia, o preconceito está implícito.

A outra colega que se dispôs a atuar como testemunha é Bruna Leon, também de 23 anos:

– A Gabi é a única negra da turma, e isso deve ser muito difícil para ela. Se ela se sentiu incomodada, tem todo o direito de fazer o que esta fazendo e acho que o incômodo é totalmente legítimo.

Por meio de nota, a PUC-Rio informou, mais cedo, não ter sido notificada em instância alguma sobre a queixa da referida aluna. “Uma vez acionada, a universidade cumpre o procedimento padrão de se instaurar uma sindicância interna de apuração, na qual todas as partes são ouvidas”. Em seguida, segundo o texto, todas as medidas cabíveis podem ser tomadas. A instituição também informou que as professoras mencionadas pela aluna encontram-se de férias.

ESTILO NO CENTRO DE DISCUSSÕES

Polêmicas relacionadas a penteados afro têm levantado discussões recentes. Esta semana, a apresentadora Giuliana Rancic, do programa “Fashion Police”, pediu desculpas à atriz Zendaya Coleman após fazer piada sobre uso de dreadlocks por ela na cerimônia do Oscar. Durante o programa, transmitido na noite de segunda-feira nos Estados Unidos, Giuliana disse que o penteado fazia ela parecer como alguém que cheirava a óleo de patchouli e maconha. No ano passado, a jornalista baiana Lília de Souza levantou a polêmica no Brasil, após orientada a prender seu cabelo estilo “black power” ao tirar foto para renovar seu passaporte, já que o sistema de imagens não aceitava a imagem gerada, por causa do formato dos fios.

Professor aprovará alunos que conseguirem 2.000 seguidores em rede social

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(FOTO: MKHMARKETING/FLICKR/CREATIVE COMMONS)

(FOTO: MKHMARKETING/FLICKR/CREATIVE COMMONS)

Outra condição para não fazer a prova é receber 20 comentários de “interesse informativo” de diferentes internautas

Um professor universitário chinês isentará os alunos da prova final de sua disciplina sobre internet se conseguirem mais de dois mil seguidores no Weibo, o “Twitter chinês”, ou se 50 pessoas compartilharem alguma de suas publicações originais, segundo informou a agência estatal “Xinhua”.

Em seu blog, o professor da Universidade de Estudos Internacionais de Sichuan, no sudoeste da China, Zhang Chunlin, explicou que seus estudantes poderão solicitar a isenção da prova final de sua disciplina “Comunidade Eletrônica e Internet de Sobrevivência” sempre que seus microblogs receberem mais de duas mil visitas ou que os usuários compartilharem mais de 50 vezes suas publicações no Weibo.

Outra das condições para não fazer a prova é receber pelo menos 20 comentários de “interesse informativo” de diferentes internautas nas publicações.

Este novo método de avaliação provocou grande repercussão no ciberespaço chinês, onde as regras de Zhang Chunlin parecem ter tido uma boa aceitação de acordo com os usuários.

“Eu gostaria que ele fosse meu professor”, escreveu um usuário do Weibo, sobre os métodos inovadores de avaliação.

No entanto, a atitude do professor também foi alvo de críticas por facilitar que os estudantes “escapem” das provas finais. Segundo Zhang, o procedimento, criado para aprofundar a capacidade dos alunos na era da internet, foi mal-interpretado por alguns.

Apesar da controvérsia, a maioria dos estudantes apoiaram a iniciativa de Zhang Chunlin, uma nova forma de passar em uma matéria, método que deixa para trás a necessidade de investir horas de estudo diante de um livro.

É o caso de Zhang Bin, calouro de jornalismo, que prefere as novas regras a ter que decorar livros de texto, um novo método que, para ele, “é outra forma de testar suas habilidades práticas”.

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