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Amazon anuncia os finalistas do Prêmio Kindle de Literatura

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Escritores brasileiros concorrem a prêmio de R$ 20 mil e contrato para livro impresso. Ao todo, competição recebeu submissões de 1.700 autores

Publicado no IDGNow

A Amazon.com.br e a Editora Nova Fronteira anunciaram nesta quarta-feira (11/01), os três finalistas do Prêmio Kindle de Literatura. São eles “Machamba”, de Gisele Mirabai; “Minha Sombra Cabe Ali”, de Leon Idris Azevedo; e “Os Últimos Passos do Enforcado”, de Edson Soares.

No total, 1.700 autores, de 460 cidades brasileiras submeteram mais de 2 mil livros ao concurso, com inscrições que foram do dia 1º de setembro a 31 de novembro.

Para concorrer ao prêmio, os livros deveriam ser romances inéditos e ainda não publicados, escritos em português, além de exclusivos para o Kindle e inscritos no KDP Select, ferramenta gratuita onde autores e editoras disponibilizam seus livros digitais para leitores Kindle.

O vencedor, que será anunciado na próxima terça-feira, 17 de janeiro, terá contrato para publicação do livro impresso com a Nova Fronteira, além de receber um prêmio de R$20 mil.

Todos os romances inscritos no prêmio serão disponibilizados na Loja Kindle, além de estarem disponíveis de graça para clientes inscritos no programa Kindle Unlimited.

Brasil fica em segundo lugar em competição que soma horas de leitura em bibliotecas

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Nanna Pôssa, na EBC

Olimpíada Solidária consegue arrecadar mais de R$ 60 mil para compra de livros para uma biblioteca no Rio de Janeiro. A competição que terminou nesta segunda-feira soma horas de leitura entre bibliotecas do mundo durante um mês. Cada hora de leitura é convertida doação para compra de livros.

O Brasil terminou em segundo lugar no ranking mundial com pelo menos 63 mil horas de estudo em 41 bibliotecas do país. De acordo a presidente da Instituto Ekloos, que organiza a Olimpíada Solidaria no Brasil, Andreia Gomides, o objetivo é incentivar a leitura.

Neste ano serão comprados mais de dois mil livros para a biblioteca na comunidade Santo Amaro, zona sul do rio de janeiro. Andreia Gomildes diz que o evento de entrega já tem data e é aberto a todos.

O balanço total do número de horas de leitura que cada país será anunciado até esta sexta-feira. A meta era conseguir 600 mil horas de estudo nos 15 países participam do projeto.

Esta é a décima quarta edição da Olimpíada Solidaria. No Brasil a competição é realizada desde 2007 e visa incentivar a leitura, a solidariedade e o aumento da frequência ás bibliotecas.

‘Se lê pouco porque os livros são caros, e os livros são caros porque se lê pouco’, afirma a livreira Lu Vilella

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Diálogos JC na Tenda de Pasárgada, na 62ª Feira do Livro. Na foto: Lu Vilella e Cristiano Vieira.

Diálogos JC na Tenda de Pasárgada, na 62ª Feira do Livro. Na foto: Lu Vilella e Cristiano Vieira.

Publicado no Jornal do Comércio

O mercado dos livros no Brasil, além de complicado, é dominado por editoras e distribuidoras que fornecem a grandes livrarias. Essa constatação é de uma das mais conhecidas livreiras de Porto Alegre. Lu Vilella administra há 21 anos a livraria Bamboletras, localizada na Cidade Baixa, em Porto Alegre. Jornalista com pós-graduação em Letras, Lu foi a primeira convidada da rodada de conversas da edição deste ano do Diálogos JC, que integra a programação da 62ª Feira do Livro da Capital.

Mediada pelo editor de cultura do Jornal do Comércio Cristiano Vieira, a conversa abordou assuntos como a literatura na crise e a sobrevivência das livrarias de bairro. Lu iniciou o papo contando como virou livreira. A paixão pelos livros a fez seguir um caminho além do jornalismo. Em 1995, em um pequeno espaço na Rua da República, ela inaugurou a Bamboletras. Inicialmente, o objetivo era se dedicar apenas aos títulos infantis, mas constatou que não seria o suficiente. Um ano depois, a loja migrou para o espaço onde reside até hoje, no Centro Comercial Olaria, na Rua General Lima e Silva.

Durante cerca de 10 anos ela se dividiu entre a rotina de jornalista e livreira, mas se aposentou há alguns anos da carreira de 33 anos como funcionária pública, onde trabalhou na reportagem da TV Educativa (TVE) e na assessoria de imprensa do Banrisul. Depois, seguiu apenas com a Bamboletras.

“Durante esses 21 anos eu atravessei crises e alguns momentos ruins, porém nunca pensei em fechar as portas,” relata a administradora, “mas o atual momento tem me trazido pela primeira vez essa preocupação, não sei o que esperar do futuro. Não só do futuro da minha livraria, mas do futuro do país”. Apesar da cautela, ela demonstrou surpresa com as vendas no último final de semana na sede da livraria. “Diferente dos outros anos, nesse fim de semana tivemos ótimos resultados, mesmo com a feira acontecendo aqui na Praça”, afirmou.

Para a livreira, a reversão nos baixos índices de leitura no Brasil poderia começar pelo incentivo à cultura por parte dos meios de comunicação, muitos deles, concessões públicas. “Hoje não há um grande incentivo, assim se fazem tiragens menores de ótimos livros. Por exemplo, um livro que sai aqui com 2 mil exemplares, no Uruguai sai com 10 mil. É um ciclo, se lê pouco porque os livros são caros, e os livros são caros porque se lê pouco. Precisamos incentivar, para mudar isso, não ficar apenas em uma semana de Feira do livro, mas permanecer durante o ano todo.”

Quando questionada sobre o futuro das livrarias de bairro, em um mercado dominado cada vez mais por megastores – livrarias de rede, como Saraiva e Cultura – Lu é saudosa. “Acho que sempre criamos o nosso público, e apesar de não conseguirmos os mesmos descontos ou preços de grandes redes, temos um atendimento especial. Todos os dias nós buscamos dar o melhor, se algum dia isso não for mais possível, foi bom enquanto durou”. Sobre administrar uma empresa, ela é enfática: “a vida é a arte de resolver problemas, seja desde o cupom fiscal com erro até os imbróglios com editoras e fornecedores, esse é o papel de quem administra. Porém, a nossa relação direta com o público é a recompensa.” Para conseguir manter o público fiel, Lu tem uma receita simples: “Eu fidelizo meus clientes com bom atendimento”.

Jovens brasileiros arrecadam quantia para participar de competição acadêmica na Índia

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Os alunos se mobilizaram pela internet e pessoalmente. Nos últimos dias, têm se reunido para pedir contribuições nos faróis do bairro Tatuapé, em São Paulo (Foto: Reprodução/Facebook)

Os alunos se mobilizaram pela internet e pessoalmente. Nos últimos dias, têm se reunido para pedir contribuições nos faróis do bairro Tatuapé, em São Paulo (Foto: Reprodução/Facebook)

 

Isabela Moreira, na Galileu

Ao atender o telefone, o jovem Matheus Miguel fez o seguinte pedido: “Você pode me ligar daqui uns 20 minutos? Estamos escolhendo as roupas para a viagem.”

Os últimos dias têm sido particularmente caóticos para ele e seus colegas Lemuel Henner, Avner Campanha, Rodrigo Lustosa, Victor Freire, Gabriel Gomes e Kodhi Teruya, alunos do 3º D da Etec Martin Luther King, de São Paulo. Daqui 20 dias, o grupo, acompanhado de três professores e alguns pais, embarcará para Índia.

Eles estarão a caminho da QUANTA, competição de ciência, matemática, astronomia e ciência da computação, que é realizada na cidade de Lucknow.

Há cerca de três semanas, contamos a história dos garotos aqui no site da GALILEU. Eles fazem ensino técnico na Etec Martin Luther King, no bairro do Tatuapé, uma das mais concorridas de São Paulo. Em maio, os 35 alunos do 3º D participaram em conjunto da Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras e tiveram um resultado incrível: não só ganharam o ouro como foram a única escola estadual de São Paulo a conseguir o feito.

O mérito na competição abriu a possibilidade de o 3º D enviar uma delegação de três a sete alunos para representar a Etec Martin Luther King no QUANTA. A conquista foi admirável, no entanto, o Centro Paula Souza, que administra as escolas técnicas estaduais de São Paulo e o governo do estado afirmaram não ter verba para levar os alunos para o evento na Índia.

Em um primeiro momento, eles ficaram arrasados. Mas com a ajuda de colegas de classes, alunos de outras turmas da Etec, pais e comunidade, os estudantes recuperaram as forças e deram início à uma campanha de arrecadação para conseguir o dinheiro necessário para participar da competição.

No fim de setembro, os alunos começaram a pedir dinheiro nos faróis do Tatuapé, bairro onde estudam, criaram a página Rumo ao QUANTA 2015, no Facebook e deram o pontapé inicial à arrecadação de fundos por meio de um perfil na plataforma de crowdfunding Vakinha. O objetivo era conseguir R$ 80 mil, valor necessário para custear as passagens e a hospedagem da delegação brasileira na Índia.

Algumas semanas e muitas entrevistas e reuniões depois, a garotada da Etec Martin Luther King alcançou a meta no Vakinha. Os estudantes receberam incentivos de todos os lados, desde pessoas passando na rua até mensagens vindas de outros países. “Recebemos contribuições de pessoas da Espanha, Angola, Irlanda, só para citar alguns”, diz Matheus Miguel, líder da equipe. “Teve até uma brasileira que agora vive na Alemanha que viu a nossa história e ficou contente pois estudou na Martin Luther King quando era mais nova. O reconhecimento foi bem legal.”

(Foto: Reprodução/Vakinha)

(Foto: Reprodução/Vakinha)

 

No momento, pais e alunos estão realizando várias reuniões para decidir como serão usados os recursos. “E estamos estudando muito”, conta Matheus.

A 20 dias da viagem, os estudantes estão bem ansiosos. A responsabilidade é grande: representar o Brasil em uma competição internacional quando o país não tem uma tradição forte nesse tipo de evento.

“Queremos mostrar que o Brasil não é só futebol e Carnaval, como pensam lá fora”, conta Matheus. E para outros estudantes que queiram seguir os passos da delegação da Etec Martin Luther King, ele deixa uma mensagem: “Não há barreiras para quem realmente quer alguma coisa. Quando você coloca uma meta na cabeça, corra atrás dela. É assim que conseguimos R$ 80 mil em menos de um mês.”

Os garotos também querem ajudar os colegas da Etec Profª Drª Doroti Q. Kanashiro Toyohara, de Pirituba, em São Paulo, que levou o bronze na Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras, a participar do QUANTA. Quem quiser contribuir com a causa, pode colaborar clicando aqui.

*Com supervisão de André Jorge de Oliveira

Projeto brasileiro para lixo orgânico vence disputa internacional em SP

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Equipe do IFG-GO foi premiada em competição latino-americana.
Estudantes desenvolveram processador que diminui volume do lixo.

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Publicado no G1

Uma equipe brasileira formada por seis estudantes e uma professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG-GO) foram premiados por desenvolver um processador de resíduos orgânicos domésticos. A máquina é baseada na compactação e diminuição do volume do lixo.

A apresentação da equipe levou o prêmio de melhor apresentação durante competição latino-americana de inovação, a I2P Latin America, realizada na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, na última semana.

Os brasileiros desenvolveram um processador de resíduos que tritura, compacta e drena líquidos residuais para reduzir o lixo orgânico doméstico.

Segundo a professora Sandra Longhin, participante do projeto, o aparelho facilita o trabalho de compostagem dos resíduos orgânicos inadequados para o aterro sanitário.

“Sabemos que 60% do lixo doméstico é composto de resíduos orgânicos, inadequados para o aterro sanitário”, disse Sandra. “Com o equipamento, o que resta dos resíduos vai diretamente para a compostagem.”

A máquina desenvolvida pelos jovens com o auxílio da docente também promete reduzir o custo do transporte de material inaproveitável devido à redução do volume do lixo. O grupo pretende desenvolver planos de gestão de resíduos para aplicação em condomínios de casas e apartamentos da cidade de Goiânia.

Além da professora Longhin, a equipe vencedora contou com a participação dos estudantes Bruno Alves Rocha e Nadine de Paula Santos, do curso técnico em controle ambiental; Victor Carrijo Guimarães, técnico em mineiração; Rafael Sforni Mota, de engenharia mecânica; Wesley Rosa de Mesquita, de engenharia ambiental; e Augusto Sérgio Patrocínio, técnico em edificações.

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