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31% dos brasileiros não leem livros, aponta pesquisa

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Levantamento analisou hábitos de compra do brasileiro

Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

De acordo com pesquisa feita pela empresa Picodi, que analisa os hábitos de compra dos brasileiros, 31% da população não lê livros. A porcentagem representa as pessoas que não possuem o hábito de leitura ou que não se interessam por livros no geral. O levantamento foi feito com base em entrevista com 7.800 respondentes.

Outros dados relacionados ao hábito de leitura e o mercado editorial foram divulgados:

* 58% dos livros vendidos são comprados em livrarias físicas
* 28% dos leitores baixam livros em sites pirata
* A recomendação de um livro feita por amigos do leitor é o fator decisivo na hora da compra
* 38% dos leitores só compra livros uma vez ao ano; 6% compram livros uma vez por semana
* Audiobooks representam apenas 1% das vendas de livros; e-books representam 15%
* 14% dos leitores acha o preço dos livros excessivo

O Brasil é o oitavo país que mais compra livros no mundo (a porcentagem de livros lidos não foi divulgada), com a Turquia liderando o ranking. A pesquisa completa pode ser lida neste link.

Segundo a pesquisa Retratos da Leitura, feita em 2016, a média é de 4,9 livros ao ano, sendo que, por aqui, 44% da população brasileira não lê, e 30% nunca compraram um livro. Dentro desse número, apenas 2,43 obras são lidas integralmente.

Procura por livros infantis para o Dia das Crianças aumenta

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imagem: Pixabay

Francielly Azevedo, no Paraná Portal

Os brinquedos ainda estão no topo da preferência de quem vai comprar um presente para o Dia das Crianças, mas, neste ano, um outro item chama a atenção nas intenções de compra: o livro. Uma pesquisa do instituto Data Censo, encomendada pela Associação Comercial do Paraná (ACP), aponta que os livros representam 26% as intenções de compra dos consumidores. No ano passado, o índice ficou em 1%.

“É uma grande surpresa, porque pela primeira vez o livro aparece como presente para o dia das crianças, isso quer dizer que estamos evoluindo na cultura”, disse o presidente da ACP, Glaucio Geara.

A pesquisa ainda mostra uma expectativa de crescimento de 0,8% nas vendas para a data. Saldo positivo, já que ano passado o comércio teve uma queda real de 4%.

Com o crescimento na expectativa de vendas, a espera é de pelo menos manter a mesma média de gastos do ano passado. Em 2017, o valor médio de compra no dia das crianças foi de R$ 117,00, para esse ano a expectativa de gasto é de R$ 135,00, valor este que praticamente estabelece a mesma média, se corrigida a inflação acumulada dos últimos 12 meses, que foi de 4,19%.

Segundo o DataCenso, o comerciante curitibano está esperançoso com relação aos próprios negócios, com um crescimento de 10% no índice de expectativa, no comparativo de julho a setembro. Os fatores que explicam isso, de acordo com a pesquisa, é a proximidade do pagamento da primeira parcela do 13º, o leve aumento do PIB e da taxa de emprego.

A pesquisa também mostrou que 70% dos comerciantes consultados declararam que vão fazer algum tipo de promoção, visando as vendas para o Dia das Crianças, sendo a maioria delas em descontos para pagamentos à vista.

Faro editorial compra os direitos de “Molly & me”

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A obra vem sendo comparada a dois grandes sucessos ‘Marley e Eu’ e ‘Um gato chamado Bob’

Publicado no Publishnews

A Faro Editorial comprou os direitos de um livro sobre a história real de um homem e seu cachorro. Molly & Me conta a história de Colin Butcher, um policial descontente com a vida que levava, e que resolveu aliar sua maior habilidade – desvendar crimes – com uma atividade mais pacata: encontrar animais desaparecidos. Neste livro, Butcher narra como foi que Molly entrou em sua vida, para ser treinada como o primeiro cão rastreador de gatos do mundo, e como isso o levou a conhecer um universo de histórias incríveis. Mais que um livro sobre a relação de amor entre um animal e seu dono, a obra narra histórias tocantes, com toques de suspense, drama, redenção, mas não apenas de animais. “Depois de Marley, passei vários anos sem querer avaliar outros livros de animais. Até que este livro me chegou às mãos”, revela o publisher da Faro Editorial, Pedro Almeida, editor do best-seller Marley & eu. Vendido na Feira de Londres para mais de 13 países, o livro será lançado mundialmente no primeiro semestre de 2019.

Venda de livros cresce e volta às aulas puxa mercado de 2018

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Publicado na Exame

Se você acha que os livros estão morrendo, puro engano! Uma pesquisa divulgada pela Nielsen consultoria mostra que as vendas cresceram 4,19% em 2017 e os primeiros meses de 2018 também começaram bem para o varejo de livros.

O relatório ainda aponta o faturamento desse mercado, que cresceu 14,5% puxado pelo início do ano letivo e os livros de conteúdos escolares. Alguns materiais didáticos exigem dos alunos a compra de uma série de exemplares que, dependendo da profissão, servirão como guia para a vida inteira.

Em comparação à 2017, 2018 registrou mais de 3,5% de crescimento nos gêneros infantis, juvenis e educacionais. Não ficcção e Ficção cairam 1,7 e 2,5%, respectivamente.

Valores dos livros

A pesquisa também mostra que o preço médio dos exemplares comprados ficou na casa dos R$ 53,06. Entre os mais salgados, best sellers, traduções de outras línguas e materiais de estudo como livros de medicina estão entre os títulos com maior valor.

Demais áreas de saúde também registram a média. Livros de enfermagem, por exemplo, contam com uma série de conteúdos e recursos visuais extremamente apurados, que são constantemente atualizados pelos suas instituições reguladoras. Isso pode contribuir para o preço e inviabilizar a compra de uma edição usada, que provavelmente já estará obsoleta para os estudos.

A dica dé se organizar para esse gasto e pesquisar preços antes da aquisição. Também é possível obter descontos em compras coletivas com os colegas de classe. O livro deve ser pensado como um investimento profissional e pessoal pelo estudante.

Descontos para comprar livros

A prática de desconto para grandes compras também é comum no mercado de livrarias e a pesquisa Nielsen mostra também que o consumidor pode ganhar mais de 11% em algumas redes e compras.

Fã de livros antigos? Descubra os 4 melhores sebos de São Paulo

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Livro, cama e café: tem combinação melhor? (Foto: Thinkstock)

Livro, cama e café: tem combinação melhor? (Foto: Thinkstock)

 

Esses lugares são, praticamente, uma biblioteca de obras raras! Vale super a visita

Flávia Bezerra, na Glamour

Cheiro de livro antigo; folhas amareladas e cheias de história; dedicatórias datadas na primeira página. Vai dizer que você não ama experimentar todas essas sensações em um livro antigo? E não existe lugar melhor para encontrá-los que… Sebos!

Em sintonia com o nosso projeto #MulherBacanaLê, selecionamos os top 4 melhores sebos de São Paulo. Vem ver!

Sebo Avalovara
Aberto desde 2005, o sebo tem mais de 15 mil livros! O acervo (que incluem obras raríssimas, como as primeiras edições de Machado de Assis e José de Alencar; folhetins modernistas da década de 20 e edições de luxo da confraria dos bibliófilos do Brasil) pode ser consultado pela internet neste link.

Além da venda, o sebo está à procura de livros para comprar! Segundo o proprietário Sandro Giuliano, o sebo compra obras regularmente. “É muito importante para nós estarmos sempre comprando livros. A ideia, é oferecer um acervo cada vez mais amplo aos nossos clientes”, diz. “Compramos desde pequenas quantidades, 10, 20 ou 50 livros, até grandes lotes de 500, 1000 ou 2000 exemplares”, complementa. O preço é avaliado pela qualidade dos títulos e edições, além do estado de conservação. A especialidade do acervo são as obras voltadas às áreas humanas, como artes, filosofia, psicologia, sociologia e história, além de literatura, poesia, teatro e até arquitetura. “Não trabalhamos com livros jurídicos, nem técnicos de medicina e engenharia”, diz Sandro. (Av. Pedroso de Morais, 809, Pinheiros)

Desculpe a Poeira
Famosos no Instagram (o sebo tem quase 40 mil seguidores, acredita?!), o Desculpe a Poeira, criado pelo jornalista Ricardo Lombardi, funciona na garagem de prédio, no bairro de Pinheiros, e tem um acervo com mais de 5 mil livros. Vale a visita! 😉 (R. Sebastião Velho, 28, Pinheiros.)

Sebo do Messias
Um dos mais tradicionais de São Paulo, o Sebo do Messias está em funcionamento desde a década de 70. (Praça Doutor João Mendes, 140, Centro)

Sebo Central
Precisando de um livro jurídico? O sebo Central é o lugar. Localizado bem no coração de São Paulo, o local é praticamente uma biblioteca: são mais de 200 mil obras! (Rua Riachuelo, 62, Sé)

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