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6 motivos para ler livros de papel – com base no que diz a ciência

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(Hemera Technologies/Thinkstock)

 

Do vocabulário à memória, a leitura traz bem-estar. E os resultados são melhores quando você lê livros à moda antiga.

Raquel Drehmer, no M de Mulher

E-books são práticos e ocupam um mínimo de espaço, audiobooks facilitam a vida de quem não consegue se dar o tempo necessário para parar e ler. Mas os livros de papel, mesmo não tendo estas conveniências todas, têm seu charme e ainda cativam muita gente.

E tem mais: estudos acadêmicos indicam que manter o hábito de segurar um livro à moda antiga e lê-lo virando as páginas, voltando para recapitular algum detalhe e sentindo aquele cheirinho de papel traz muito bem-estar.

Vamos a oito motivos científicos para não abandonar os velhos e bons livros de papel.

Ler livros de papel aumenta o vocabulário…

Um estudo conduzido pela Universidade da Califórnia (EUA) mostrou que leitores de livros de papel assimilaram 50% mais palavras novas do que os leitores das mesmas obras em e-book. Paralelamente, observou que as crianças que têm o interesse por livros infantis estimulado pelos pais conseguem construir frases completas mais cedo que as crianças que só veem TV.

… E evita o desgaste da memória

Assim como fazer atividades físicas trabalha os músculos e o sistema cardiovascular, ler exercita o cérebro. E, em vez de músculos definidos, o que se nota é a memória preservada. Pesquisadores da Universidade Tufts (Massachusetts, EUA) acompanharam por cinco anos voluntários que tinham acabado de entrar na terceira idade e constataram que os que mantiveram o hábito de ler livros e jornais de papel não tiveram perda de memória como aqueles que simplesmente deixaram a leitura de lado.

Ler também é um aliado na luta conta o Alzheimer

Oito professores da Case Western Reserve University (Ohio, EUA) analisou que idosos com os hábitos de ler, jogar xadrez ou montar quebra-cabeças têm 2,5 vezes menos risco de desenvolver Alzheimer do que aqueles que optam por ficar apenas em frente à TV.

Poder virar as páginas do livro ajuda na compreensão da história

Quem lê e-books tende a passar por cima de pedaços da história que não tenha entendido, alegadamente por preguiça de rolar a tela até encontrar o que tenha ficado no ar, enquanto os leitores de livros de papel não apenas voltam às páginas que ajudem a entender algo como também fazem anotações por escrito para fixar ainda melhor algum detalhe. Esta foi a conclusão de pesquisadores da Universidade de Karlstads (Suécia) após acompanhar o comportamento de leitura de 232 alunos voluntários.

Livros de papel ajudam a relaxar

Chegar em casa, tomar um banho e começar a ler um livro de papel x chegar em casa, tomar um banho e ir para a frente da TV: o que será melhor para relaxar? De acordo com um estudo da Universidade de Sussex (Reino Unido), a primeira opção funciona melhor para 68% da população. Os neuropsicólogos que desenvolveram a pesquisa entenderam que mergulhar na ficção ajuda na produção de hormônios do prazer (endorfina e dopamina), enquanto assistir à TV eleva os níveis de estresse.

Crianças que veem adultos lendo livros de papel gostam mais de ler

Quer que seus filhos gostem de ler? Leia livros de papel perto deles. Um estudo da Universidade de Montreal (Canadá) cravou que 75% das crianças que têm o exemplo de pais leitores em casa tomam a iniciativa de procurar livros para elas, seja em bibliotecas ou em lojas. Aproveite esses momentos de leitura em família para incentivar que os pequenos contem as histórias que estão acompanhando nos livros; além de ser uma ótima técnica de união, trabalha a oratória deles.

Prova de literatura: por que você não pode abrir mão das leituras obrigatórias

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Estudar os movimentos literários ajuda na compreensão das obras

Publicado no G1

Se existe uma maneira de estudar para as provas de Literatura dos vestibulares, é devorar os livros que constam na lista de leituras obrigatórias das universidades. Divulgados geralmente de seis meses a um ano antes da data das provas de cada instituição, eles são fundamentais para a resolução das questões. Afinal, os enunciados giram em torno das obras. “É muito importante o candidato saber que, quando há leituras obrigatórias, a premissa é que ele leia”, lembra o coordenador de Português do Grupo Etapa, Heric Palos. “É preciso confirmar se o livro foi entendido”, acrescenta.

Isso não quer dizer que o estudante precise decorar o enredo da obra. Muito pelo contrário, perguntas específicas sobre os livros dificilmente são cobradas nos exames. O importante é compreender as relações da narrativa e, a partir delas, estabelecer argumentos para responder às questões. Em outras palavras, as questões cobram o entendimento da obra.

É por isso que a leitura de resumos é pouco eficiente nesse momento. Como ela traz uma síntese dos principais pontos da trama, não permite uma compreensão geral. “O resumo traz somente os pontos fundamentais na visão de quem o produziu, então é uma leitura enviesada, ou seja, não é suficiente. Mas é claro que é melhor ler o resumo do que não ter contato algum com a obra”, opina Palos.

O coordenador de Português do Grupo Etapa lembra que as listas de leitura costumam ser bastante canônicas, isto é, geralmente trazem indicações de livros clássicos, substituídos por títulos semelhantes a cada ano ou conforme as preferências da instituição. “Dificilmente as faculdades fogem muito do tradicional. Se tiram ‘Vidas Secas’, colocam ‘São Bernardo’, por exemplo. Se excluem ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’, trocam por ‘Dom Casmurro’. Vai mudar o enredo, mas a essência será a mesma. Com isso, é possível perceber dentro da lista o que a banca considera mais importante”, observa Palos.

E nas provas sem leituras obrigatórias?

Nos exames em que não são cobradas leituras obrigatórias (como o Enem, a Vunesp e a Unifesp, para citar os principais), as provas de Linguagens costumam trabalhar com textos variados e cobram do aluno o entendimento daquele texto apresentado. O modelo de questão costuma trazer uma espécie de guia de como o aluno deve ler aquela questão. Os enunciados não estão aí por acaso.

“O enunciado das perguntas orienta o candidato. Isso quebra aquela máxima de que a interpretação é um exercício de adivinhação. Se a questão pede a leitura de um texto por meio de um viés específico, ela limita a esse viés. Mesmo que haja divergências, o exame te guia. É por isso que é fundamental entender o que a questão está pedindo”, explica Palos.

História da literatura: preciso estudar?

Sabe todos aqueles movimentos literários que você estuda ao longo do Ensino Médio? Romantismo, Naturalismo, Realismo, Parnasianismo… eles entram na alçada da História da Literatura. Ela ajuda a fundamentar a leitura de obras importantes que pertencem a esses períodos literários. “Isso ajuda o aluno a ter uma visão mais ampla das obras, o que é importante para a resolução das questões”, observa Palos. Para ele, o mais importante para se dar bem na prova de Literatura é construir uma prática de leitura ao longo dos anos, além de exercitar a capacidade interpretativa em simulados e exercícios.

Em 2022, Brasil será um país de alfabetizados – e nada mais

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Novo estudo do movimento Todos pela Educação comprova gargalo nos ensinos fundamental e médio, o que prejudica a capacidade de compreensão e raciocínio dos jovens que saem da escola

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Publicado em Veja

Um novo mapeamento da educação no Brasil comprova que uma porcentagem ínfima de jovens conclui os estudos do ensino básico com os conhecimentos adequados em língua portuguesa e matemática. Tomando como base dados de 2013 divulgados pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) no ano passado, o movimento civil e apartidário Todos Pela Educação, que traçou metas para a melhoria do ensino no país até 2022, aponta que somente 9,3% dos estudantes brasileiros se formaram no Ensino Médio com aprendizado adequado em matemática no período focado pelo estudo. O índice é superior para língua portuguesa (27,2%), mas não deixa de ser preocupante. Em 2011, por exemplo, os números eram de 10,3% e 29,2%, respectivamente. Se mantida esta tendência, o país continuará a ter no futuro jovens com níveis de compreensão e raciocínio lógico irrisórios para o ingresso numa boa universidade ou para o exercício pleno de uma profissão.

Embora 93,6% da população de 4 a 17 anos de idade estejam matriculados na educação básica – o índice fica um pouco abaixo da meta intermediária de 95,4% proposta pelo movimento -, os péssimos números registrados nos anos finais dos ensinos Fundamental (seis a 14 anos) e Médio (15 a 17 anos) refletem erros cometidos ao longo de todo processo de aprendizado. Menos de um terço das crianças de 8 anos que chegam ao 3º ano escolar são capazes de desenvolver uma redação em termos satisfatórios. A proficiência nacional em leitura nesta faixa etária encontra-se em 44,5%. A proficiência em matemática, em 33,3%.

Sem fôlego, o sistema de ensino deixa de atrair os jovens em fase final de formação, sobretudo os com baixa renda familiar. A consequência é uma alta taxa de evasão nacional. Cerca de 8,1% dos alunos desistiram do Ensino Médio em todo o país no período focado pelo estudo.

Com isso, mais de 1,6 milhão de adolescentes entre 15 e 17 anos estão fora das escolas. Entre os matriculados no primeiro, segundo e terceiro anos do Ensino Médio, o atraso de dois anos ou mais atinge 33,1%, 27,8% e 25,4% dos alunos, respectivamente. Os números, apesar de terem diminuído se comparados com os dos anos anteriores, apresentam uma triste projeção para o país. O movimento Todos Pela Educação prevê que, em 2022, apenas 76,9% concluirão o Ensino Fundamental e 65,1% se formarão no Ensino Médio com até um ano de atraso. O prognóstico fica longe das metas traçadas pelo movimento para daqui sete anos: 95% dos jovens de 16 anos com Ensino Fundamental e 90% dos que fizeram 19 anos com Ensino Médio.

Você conseguiria ler um livro em três horas?

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Fast moving train leaving station

Pedro Lima e Pedro Dalboni, no Literatortura

A leitura dinâmica de um escritor finalista do prêmio Man Booker – com a ajuda de um aplicativo chamado Spritz – foi uma eletrizante viagem que me deixou em agonia

Semana passada, decidi tentar um experimento. Precisamente ao meio dia, eu sentei no meu sofá para ver se eu conseguiria ler uma obra de um dos finalistas do prêmio supracitado antes do café da tarde.

Não foi tão simples quanto parece. O livro que eu escolhi foi “To Rise Again at a Decent Hour”, de Joshua Ferris (sem tradução para a língua portuguesa), cerca de 110 mil palavras, nada muito extenso, mas levando-se em conta o fato de que um adulto lê uma média de 250 a 300 palavras por minuto (De acordo com este estudo: aqui!), a leitura seria concluída dentro de, pelo menos, seis horas. E isso sem levar em consideração a densidade do seu enredo: um dentista de Manhattan em plena crise religiosa após um grupo religioso roubar a sua identidade. Obviamente, a ideia de lê-lo até as três ou quatro horas da tarde seria, no mínimo, ambiciosa.

Para me ajudar ao longo da leitura, contei com o ajuda do Spritz. Desenvolvido por uma companhia de Boston com o mesmo nome, trata-se uma ferramenta extra para e-readers que objetiva te fazer ler até mil palavras por minuto (ppm), uma rapidez comparável às leituras dinâmicas. A tecnologia por trás do Spritz é fascinante. Os seus criadores afirmam que cada palavra que lemos possui o que é conhecido como ponto ótimo de reconhecimento. Processe-o e você terá o significado da palavra muito mais rápido. Com o Spritz em funcionamento, cada palavra possuirá uma letra destacada em vermelho. As palavras são exibidas em tamanho grande na sua tela, aparecendo em rápida sucessão de acordo com a velocidade que você programar. Ele está em desenvolvimento há algum tempo, mas recentemente foi disponibilizado para celulares iOS e Android (ou, pelo menos, o Samsung S5 e o Gear 2).

O protagonista do romance, Paul O’Rourke, é um ousado tecnofóbico. O homem se orgulha de sua aversão à tecnologia, se recusa a ter um perfil no Facebook e nutre uma imensa desconfiança pelo Google. Logo, ler a sua história num iphone e usando um aplicativo de leitura dinâmica foi uma experiência um tanto quanto perversa.

De imediato, percebe-se que o Spritz muitíssimo bem. O grande problema da leitura dinâmica está na compreensão: Anne Jones, vencedora por seis vezes de uma competição de leitura dinâmica, ganhou uma disputa em 2001 com 2246 ppm e uma taxa de 60% de compreensão do conteúdo lido. Com o Spritz, isso não é problema. Iniciei “To Rise Again at a Decent Hour” com leves 350 ppm. Consegui terminá-lo com com nada menos que 650 ppm, e entendendo tudo.

Ferris é um escritor provocador, mas ele possui uma leve tendência a desviar-se para digressões sobre doutrinas religiosas, filosofando sobre a hostilidade de O’Rourke. De novo, nada demais: eu estava retendo tudo. E quando meu alarme apitou, eu já havia consigo chegar a 650 ppm.

Isso não significa dizer que o Spritz não tenha problemas. Os diálogos ficam confusos. Leia com ele um livro de Elmore Leonard ou George Pelecanos e você perderá o fio da meada em poucos minutos. O aplicativo possui sérias dificuldades com palavras repetidas. Num momento, O’Rourke está refletindo sobre os lazeres fúteis de New York, divagando a respeito de como poderia ir até um bar e “bebia Pinot até que a adoração à Billie Holiday saturou a minha alma e eu fiquei bêbado, bêbado, bêbado.” Quando o Spritz tentou mostrar essas três últimas palavras, o texto na tela parou temporariamente, pois exibia palavras idênticas com vírgulas após elas. Por um momento, o aplicativo pareceu bastante confuso, como se ele também tivesse tomado mais Pinot do que deveria.

Lá pelas três horas da tarde, eu estava começando a ficar incomodado. Eu continuava retendo tudo, mas em agonia. O Spritz demanda total concentração, principalmente ao ler em velocidades mais elevadas. Distraia-se por um segundo quando estiver beirando a 750 ppm e você perderá onze palavras – confie em mim, quando O’Rourke estiver investigando por que um grupo religioso de Ulm está utilizando o Twitter e Facebook em seu nome, você não vai querer perder nenhuma delas sequer. Meus olhos estavam doendo, meus dedos estavam enrijecidos em volta do iphone e, sempre que eu tentava fazer algumas pausas, meu pescoço perguntava pontualmente por que eu estava fazendo isso com ele.

Li o último quarto livro como que num teimoso estupor. O’Rourke havia terminado sua jornada em Israel e já era um homem muito diferente e eu tinha a sensação de ter caminhado todo esse tempo com ele – e não num bom sentido. Acrescentando as pausas à conta, o tempo total de leitura foi de quatro horas e 13 minutos.

Spritz é uma ferramenta fantástica, mas ainda não está pronta para ser usada na leitura de romances. Ler um livro – especialmente um complexo como esse de Ferris – não é somente uma questão de rapidez e compreensão. O Spritz não permite que você se estenda. Não foi possível parar para respirar durante os diálogos sofisticados de “To Rise Again at a Decent Hour”. Até o presente momento, ler uma ficção no Spritz é como ir de monociclo de Shepherd’s Bush a Brick Lane: é perfeitamente possível, no entanto você pode utilizar de meios mais prazerosos e lógicos para fazê-lo.

Se a ideia é utilizar o Spritz para ler romances, então a sua tecnologia precisa ser capaz de lidar com escritas mais elaboradas, dessas que contêm uma infinidade de nuances. Até agora, ele só é compatível com programas de leitura de segunda categoria (eu utilizei o “ReadMe!”, com um imenso ponto de exclamação). Ibooks, Kindle e Nook devem aderi-lo com o tempo. Para arquivos mais curtos ou leituras que você deve fazer às pressas, o Spritz é uma excelente e maravilhosa tecnologia. Mas ainda levará um bom tempo até que ele de fato modifique os hábitos de leitura das pessoas.

PS: O presente texto é um artigo de opinião escrito por Rob Bafford e publicado no site The Guardian, não contendo necessariamente a opinião da equipe do Literatortura.

Há diferença de compreensão quando se lê livros e e-books? Pesquisa responde

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livros físicos x e-books

Publicado no Canal Tech

No Brasil, a utilização de dispositivos digitais como os e-readers para a prática da leitura ainda não é pouco difundida e apenas 5% dos livros vendidos no país são digitais – nos Estados Unidos este número já chega a 25%. Mas com um aumento deste tipo de leitura, estudos estão sendo realizados para avaliar se é melhor ou pior para o entendimento a leitura de livros digitais ou tradicionais.

Segundo a Folha de S.Paulo, os resultados apresentam um empate técnico. Duas pesquisas foram realizadas, uma onde os pesquisadores apontam que quem lê em e-readers possui mais dificuldade em relembrar a cronologia dos fatos do que quem lê em livros. Uma segunda pesquisa, no entanto, mostrou que a possibilidade de personalização dos e-books pode ajudar pessoas com dificuldade de atenção.

No primeiro estudo, desenvolvido pela pesquisadora Anne Mangen, da Universidade de Stavanger, na Noruega, 50 estudantes foram divididos em dois grupos: um para ler em um e-book e o outro para ler um livro. Após lerem o mesmo conto nas diferentes plataformas, os estudantes foram questionados pelos pesquisadores sobre alguns aspectos da história.

Na hora de responder perguntas sobre ambientação, personagens e objetos da obra as respostas dos dois grupos foram muito próximas, sendo difícil afirmar que nestes quesitos realmente haja uma diferença relevante entre os meios. No entanto, quando questionados sobre a ordem dos eventos da história, os que leram e-books apresentaram muito mais dificuldade em lembrar a ordem cronológica dos acontecimentos.

Para a realizadora do estudo, Anne Mangen, essa dificuldade pode ser reflexo de um retorno tátil que não acontece no Kindle. Isso porque o formato do aparelho não permite a percepção de progresso como acorre no livro que, conforme você lê, vai sentindo que um lado vai diminuindo enquanto o outro aumenta. A reconstrução mental da história pode ter este processo como um dos fatores que auxiliam a memória.

O outro estudo foi realizado pelo pesquisador Matthew Scheneps, do departamento de estudo científico do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, nos Estados Unidos. Para realizar a pesquisa, 100 estudantes com dislexia (dificuldade de leitura e escrita) tiveram que ler conteúdos em um livro e em iPods Touch que permitiam aumentar a letra de forma que cada linha tivesse duas ou três palavras numa fonte grande.

Neste caso, estudantes com dificuldades de captar o som das palavras e aqueles com menos capacidade de atenção visual tiveram uma significativa melhora na velocidade de leitura e compreensão.

Neste sentido, a capacidade dos e-readers de serem personalizados e se adequarem às necessidades dos estudantes com dificuldades permitem que os dispositivos possam ser usados para auxiliar estes alunos na aprendizagem e incentivo à leitura. No entanto, para leitores que não apresentam dificuldades, a plataforma escolhida terá menos influência nas percepções da leitura.

Realizar tarefas ao mesmo tempo, como ler um livro ou e-book e ouvir música não afetará tanto uma vez que o cérebro irá se concentrar em uma das atividades. A possibilidade que o e-reader oferece é que o leitor possa interagir durante a leitura, por exemplo, com um dicionário ou vendo um vídeo sobre determinado tema, fazendo com que a experiência se torne não necessariamente mais dispersa, mas mais diferenciada e rica.

Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/geek/Ha-diferenca-de-compreensao-quando-se-le-livros-e-e-books-Pesquisa-responde/#ixzz3DlgHlZaM
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