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Posts tagged computação

Seleção Draft – Universidades

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Kaluan Bernardo, no Projeto Draft

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Empreendedorismo ainda precisa evoluir nas universidades brasileiras. (Imagem: NBCNews / Reprodução)

Pesquisa: o empreendedorismo nas universidades brasileiras.
Dentro do contexto acadêmico, muitos têm vontade de empreender, mas poucos conseguem sair da etapa do sonho — especialmente porque não se preparam para o salto. Uma recém-lançada pesquisa da Endeavor e do Sebrae, realizada em universidades brasileiras no ano passado, mostra que 85,9% dos alunos não se preparam para empreender. Não a tôa, só 20% deles se consideram confiantes para abrir um novo negócio. Veja a pesquisa completa aqui.

Como a lei de Moore ajudou o Google a nascer.
Uma famosa “lei”, atribuída a Gordon Moore, diz que o poder computacional praticamente dobraria a cada 18 meses. Isso, em uma curva exponencial, quer dizer que as mudanças tecnológicas se tornam cada vez mais rápidas e que o que era impossível há um ano é completamente possível hoje.

Foi com isso em mente que dois alunos de Stanford, Sergey Brin e Larry Page, perceberam que estavam autorizados a pensar realmente grande. E, assim, o Google nascia, com a presunçosa proposta de organizar e reunir todos os links da internet. Steven Levy, autor da biografia da empresa, conta essa história.

O que acontece quando robôs cometem crimes?
Dois artistas londrinos programaram um robô para, toda semana, comprar coisas aleatórias com bitcoins na deep web. Os objetos seriam todos reunidos em uma exposição artística. Algumas semanas depois, no meio das encomendas, estavam alguns pacotes de drogas ilícitas. E aí? Quando um robô comete o crime, quem deve ser punido: a pessoa que criou o código, o dono do robô, a própria máquina? A situação acendeu um debate interessante sobre inteligência artificial e leis, na Forbes e na Wired.

A ciência por trás das notificações.
Acredite, você não é a única pessoa que se distrai com notificações de redes sociais ou smartphones. E isso tampouce é algo novo, decorrente das novas tecnologias. Na verdade, é algo intrínseco à evolução humana: só sobrevivemos como espécie porque éramos capazes de dividir a nossa atenção a cada alerta ou sinal que nos chegava. Isso tudo é explicado pela psicologia e traz reflexões importantes para desenvolvedores de produtos, que devem pensar até que ponto é válido ou não bombardear seus usuários com notificações. O TechCrunch fala sobre o assunto.

Aos cinco anos, menino se torna especialista em computação

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Um menino inglês se tornou o mais jovem especialista em computação de que se tem notícia.

Ayan passou em exame de certificação da Microsoft; ele começou a aprender a operar computadores aos 3 anos.

Ayan passou em exame de certificação da Microsoft; ele começou a aprender a operar computadores aos 3 anos.

Gurvinder Gill, na BBC

Ayan Qureshi foi certificado como profissional pela empresa Microsoft, após passar em um teste de habilidades a que se submeteu aos cinco anos de idade.

O menino, que agora tem seis anos, criou sua própria rede de computadores em casa. Ele disse à BBC que achou o exame difícil, porém divertido, e espera se tornar um empreendedor na área.

Seu pai, Asim, que é consultor na área de TI (Tecnologia da Informação), disse que “o mais desafiador (ao prestar o exame) foi explicar a linguagem do teste a um menino de cinco anos”.

“Mas ele pareceu entender e tem uma memória muito boa”, afirmou.

Asim começou a ensinar computação ao filho quando este tinha três anos. Ele brincava com computadores antigos para entender conceitos como hard drive e placa-mãe.

“Qualquer coisa que eu falasse ele lembrava no dia seguinte. Então comecei a alimentá-lo com mais informação”, explicou. “O uso excessivo de computadores nessa idade pode ter um efeito negativo, mas, no caso de Ayan, ele aproveitou uma oportunidade.”

Laboratório

Ayan criou sua própria rede de computação

Ayan criou sua própria rede de computação

Ayan tem seu próprio laboratório de computação em sua casa, em Coventry (centro da Inglaterra), com uma rede de informática que ele mesmo construiu.

O menino passa cerca de duas horas por dia aprendendo sobre sistemas operacionais e como instalar programas.

Quando Ayan foi prestar o exame da Microsoft – geralmente prestado por quem quer se tornar técnico em TI -, os monitores da empresa acharam que ele era muito novo para ser um candidato. O pai assegurou-lhes que o menino ficaria bem.

A família Qureshi se mudou do Paquistão para a Inglaterra em 2009.

“Estou muito, muito orgulhosa”, disse a mãe do menino, Mamoona. “Não quero que ele bata um recorde mundial a cada dia. Mas quero que ele dê o seu melhor no que quer que faça na vida.”

Ayan contou que sonha em criar no Reino Unido uma região semelhante ao Vale do Silício americano, concentrando empresas de tecnologia, e em abrir uma empresa própria.

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