Contando e Cantando (Volume 2)

Posts tagged Computadores

Voluntários ajudam o Smithsonian a transcrever mais de 13 mil páginas

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Seguindo a tendência do ‘crowdsourcing’, o instituto americano de museus e pesquisas testou o novo método no ano passado

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Publicado em O Globo

RIO – O Smithsonian, complexo de museus e instituto de pesquisas sediado em Washington, EUA, veio a público através de seu site para pedir ajuda na transcrição e tradução de documentos que não podem ser facilmente lidos por computadores. O vasto arquivo contempla milhares de páginas sobre a Guerra Civil americana, etiquetas botânicas e correspondências, entre outros papéis.

Durante a fase de testes do projeto, que foi iniciada em junho de 2013, mais de mil voluntários conseguiram transcrever cerca de 13 mil páginas de documentos arquivados. Contudo, a iniciativa teve um lado negativo: a falha humana. Para evitar erros de digitação ou divergências nos conteúdos, cada lauda foi revisada por outro participante do projeto e depois por um especialista do instituto. Uma vez transcritos, os documentos são liberados para consulta.

Os arquivos da instituição são enormes, e preservar essas coleções em uma era digital é uma tarefa muito complicada, especialmente quando se tratam de documentos escritos à mão. Tinta desaparece com o tempo e rabiscos individuais às vezes se assemelham a hieróglifos. O Smithsonian estimou que sem a ajuda da população levaria décadas para transcrever as milhões de páginas de suas coleções.

Depois do sucesso durante a fase de testes, o instituto emitiu um chamado para que mais voluntários se candidatassem a decifrar de tudo, desde marcas de amostras manuscritas a cartas pessoais de artistas icônicos dos EUA. O instituto espera que o público ajude a transcrever, entre outros projetos, os cadernos de pesquisa de Joseph Henry, físico e um dos primeiros pesquisadores do Smithsonian, e uma coleção de cartas de artistas norte-americanos que será incluída no no livro “The Art of Handwriting”, que será publicado pela instituição.

Escolas públicas urbanas têm acesso universal a computadores, mas só 6% os usam em salas de aula

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Dados são da pesquisa TIC Educação 2013, que traça um panorama nacional do uso da tecnologia nas escolas em áreas urbanas

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RIO — As escolas brasileiras, públicas e privadas, estão utilizando mais os computadores e o acesso a internet para atividades com os alunos, um movimento fortalecido pela crescente iniciativa dos professores em aplicar essas tecnologias nas aulas com os estudantes. No entanto, nas instituições públicas, o número de máquinas disponíveis aos alunos, a velocidade da internet, e a integração desses recursos à sala de aula continuam a ser desafios para o desenvolvimento de melhores práticas educacionais. É o que indica a pesquisa nacional TIC Educação 2013, divulgada nesta terça-feira pelo Comitê Gestor de Internet no Brasil (CGI.br), que mede o uso da tecnologia nas escolas brasileiras por meio da prática pedagógica e da gestão escolar.

De acordo com o levantamento, 99% das escolas públicas brasileiras em áreas urbanas possuem computador, e em 76% delas as máquinas estão disponíveis para o uso dos alunos.

No entanto, apesar da boa disponibilidade, os computadores ainda permanecem concentrados em áreas fora da sala de aula: 89% das instituições públicas que têm as máquinas as mantém instaladas na sala do coordenador pedagógico ou diretor; 85%, no laboratório de informática; e somente 6% nas salas de aula — no universo que inclui as instituições particulares, esse índice é de 12%. Esses índices praticamente permaneceram estáveis desde o levantamento de 2012.

Seguindo a tendência apontada por esses números, os laboratórios também mantém a hegemonia sobre a sala de aula quanto aos locais de uso da tecnologia pelos professores com os alunos: 76% dos mestres disseram utilizar o primeiro tipo de espaço, contra 46% que levaram a tecnologia para o segundo.

Apesar de aquém do ideal, o último índice representa um aumento de 10 pontos percentuais em relação a 2012, o que demonstra uma iniciativa maior dos professores em integrarem as máquinas à rotina educacional.

Para Camila Garroux, coordenadora da TIC Educação, é essencial que as novas políticas públicas foquem em colocar a tecnologia a serviço das práticas pedagógicas, o que passa por levar os computadores e a internet para o cotidiano nas salas de aula.

— A sala de aula é o ambiente onde ocorre o ensino e o aprendizado diário. Por isso, é importante que a tecnologia esteja ao alcance dos professores e alunos nesse espaço. Em um determinado momento, os laboratórios de informática tiveram a sua importância para as políticas públicas devido ao elevado valor das máquinas. No entanto, com o barateamento da tecnologia, é importante que esses equipamentos passem a integrar as práticas pedagógicas. E isso acontece na sala de aula — afirmou Camila, durante a apresentação da pesquisa.

Tablets crescem em presença nas escolas

Quanto aos tipos de máquinas presentes nas escolas públicas, os tablets vêm crescendo em disponibilidade nesses espaços: se em 2012 apenas 2% das instituições com computadores tinham esse tipo de equipamento, em 2013 esse percentual chegou a 11%.

Enquanto o acesso à internet nas escolas em áreas urbanas já é praticamente universal, com 95% das instituições da rede pública e 99% da rede privada conectadas, a velocidade dessa conexão cria um abismo entre as duas esferas: enquanto 52% das escolas públicas declararam possuir uma conexão de até 2Mbps — índice considerado negativamente elevado por incluir velocidades inferiores —, nas escolas particulares esse índice cai a 28%.

Apesar do predomínio da velocidade ainda aquém do ideal, as instituições públicas registraram uma melhora na tecnologia utilizada para acessar a rede, saltando de 57% para 71% o percentual de escolas conectadas com redes sem fio.

Novos indicadores medem uso da rede por professores

Pela primeira vez desde que começou a ser realizada em 2010, a TIC Educação incorporou novos indicadores que analisam o uso de recursos educacionais disponíveis na web por professores em atividades com alunos. Nas escolas públicas, 96% dos professores disseram usar ferramentas buscadas na internet para as aulas. Entre os elementos mais usados, estão imagens ou fotos (84%), textos (83%), questões de prova (73%) e vídeos (74%).

Apesar dos índices positivos, os novos indicadores também apontam questões que podem ser melhoradas, como a utilização da internet pelos professores para a criação de conteúdos próprios a serem aplicados nas aulas: apenas 21% dos professores de escolas públicas já publicaram na internet algum conteúdo educacional que produziram para atividades com os alunos. Nas escolas particulares, o cenário é semelhante, com um índice de 23%.

A TIC Educação 2013 foi realizada entre setembro de 2013 e dezembro de 2013, em 994 escolas das áreas urbanas do país — universo superior às 856 escolas analisadas em 2012. No levantamento, foram entrevistados presencialmente 939 diretores, 870 coordenadores pedagógicos, 1.987 professores e 9.657 alunos, a partir de questionários estruturados.

Fonte: O Globo

Inaugurada a 1ª biblioteca pública 100% digital do mundo

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Publicado por Nation Time

Você consegue imaginar uma biblioteca sem livros de papel? Dia 14 de setembro inaugura em San Antonio, Texas, a primeira biblioteca pública de livros digitais dos Estados Unidos. Tratase de um novo conceito. Ela dispõe de área de lazer para criança, com contação de histórias e uma cafeteria no estilo Starbucks. Também oferece aulas de informática para as pessoas que ainda não estão familiarizadas com a tecnologia.

Com o nome de “BiblioTech”, sua estrutura envidraçada lembra mais uma loja da Apple. São 10 mil livros digitais (ebooks), de todos os gêneros, como se espera de uma biblioteca. Eles podem ser lidos em 600 e-readers (Kindle e Nook), 2oo e-readers só para material infantil, 48 computadores e 40 tablets e 10 laptops. O sistema inédito permite que cada pessoa leve para casa os livros nos dispositivos eletrônicos e-reader, e serão devolvidos dentro do prazo estipulado. Ou seja, o “empréstimo” não é da obra e sim do aparelho.

O projeto da Bibliotech custou 2 milhões e meio de dólares e seu principal alvo é a nova geração de leitores. As crianças e adolescentes da região serão beneficiadas porque a biblioteca digital fará uma parceria com as bibliotecas das escolas. San Antonio é a sétima maior cidade dos EUA.

Alguns anos atrás, surgiram em algumas universidade, pequenas bibliotecas digitais, mas o foco era em material de perfil técnico. Em 2002, a Biblioteca Pública de Tucson-Pima, no Arizona tentou um sistema 100% digital. Mas a tecnologia era diferente e o público não se acostumou. Depois de um tempo, ele voltou a oferecer livros impressos. Outros países fizeram esforços semelhantes, mas nenhum deles era tão grande e inovador quanto a BiblioTech.

2Maureen Sullivan, presidente da American Library Association comemora: “Biblioteca não é mais um lugar onde você entra e a coisa que chama mais atenção é o acervo de livros. Agora é um lugar onde, quando você entra, entra imediatamente em sintonia com a variedade de maneiras como as pessoas estão usando esse espaço”.

Mas esse tipo de mudança radical não é tão fácil. Seis grandes editoras americanas ainda se negam a fornecer ebooks para bibliotecas. Elas querem preços muito elevados pois alegam que perderão nas vendas. Por outro lado, se as pessoas não encontram o livro que procuram, o mais provável é que procurarão pela versão impressa em outra biblioteca.

O prefeito de San Antonio anunciou que a Bibliotech terá um orçamento anual de 1,2 milhão de dólares para aquisição de material. Com isso será permitido comprar cerca de 10.000 ebooks. Ele explica que seu desejo é negociar com as editoras individualmente a aquisição de livros para manter o acervo sempre atualizado. Nos últimos anos os municípios têm cortado os investimentos em bibliotecas, diminuído o número de empregados. Algumas foram fechadas, num movimento que acompanhou a falência de grandes cadeias de livrarias como a Borders.

Conheça mais sobre o projeto aqui. Com informações de Nation Time.

Tradução: Jarbas Aragão

Conheça dez cursos técnicos que estão entre os mais promissores

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Publicado em O Globo

O Sistema de Seleção Unificada para Cursos Técnicos (Sisutec), previsto para ser lançado em agosto, deve facilitar o acesso às escolas que oferecem oportunidades na área

Para quem tem interesse em fazer um curso técnico, este ano reserva uma boa novidade: o lançamento do Sistema de Seleção Unificada para Cursos Técnicos (Sisutec), previsto para agosto, deve facilitar o acesso às escolas que oferecem oportunidades na área. Além disso, a presidente Dilma Rousseff está disposta a investir na modalidade de ensino. Recentemente, ela disse que a expectativa é ter 208 novas escolas federais de educação profissional e tecnológica em funcionamento, até o fim de 2014. Então, que tal conhecer alguns dos cursos mais valorizados, na opinião de especialistas?

1 – Técnico em Meio Ambiente
Esta formação tem muitas oportunidades nas áreas de construção e indústria, além de óleo e gás. De acordo com o gerente executivo da empresa de recrutamento especializada em profissionais técnicos Page Personnel, Luis Fernando Martins, este técnico vai adequar uma obra ou uma área de produção ao meio ambiente.”Está em alta porque tem sido ampliada a produção em áreas virgens, em função da ocupação urbana.” O salário médio inicial está em torno de R$ 3,5 mil.

Mario Franca

Mario Franca

2 – Técnico em Redes de Computadores
Segundo Luis Fernando, as empresas precisam, cada vez mais, ampliar o setor dedicado a esta área e, portanto, contratar mais pessoas para a manutenção de rede. “Não só para segurança da informação, mas para que a rede funcione de forma estável, evitando prejuízos”, justifica. O salário inicial para esses profissionais gira em torno de R$ 3 mil.

Ailton de Freitas

Ailton de Freitas

3 – Desenvolvedor Mobile
Quem busca a área tem a missão de desenvolver novas plataformas de comunicação para empresas e organizações. “As áreas de TI e telecomunicações estão recebendo muitos investimentos a cargo da chegada da internet 4G e do aumento do poder de compra da população. As empresas precisam de pessoas que estejam aptas a atender às demandas desse público, que, cada vez mais, se comunica e compra por meio de smartphones e tablets”, explica Luis Fernando. O salário pode chegar a R$ 5 mil.

Eduardo Naddar

Eduardo Naddar

4 – Técnico em Comércio Exterior
Em uma economia globalizada, o espaço para esse profissional é grande. “Quem for trabalhar na área, vai estar muito ligado à negociação de insumos e ao mercado externo, com foco em diminuir o preço final do produto ou da prestação de serviços”, diz Luis Fernando. Como ele pontua, este é o tipo de profissional que estará sempre em alta. Afinal, nenhuma empresa quer ter gastos considerados desnecessários. O salário inicial pode chegar a R$ 3,5 mil.

Fabio Rossi

Fabio Rossi

5 – Técnico em Geoprocessamento
Esta profissão tem um mercado quente nas áreas de óleo e de gás, que estão cheias de oportunidades no Brasil. Os técnicos atuam na análise de todo o terreno onde a empresa está instalada. “Em tempos de pré-sal, estes profissionais estão bastante valorizados”, avalia Luis Fernando. O salário médio inicial é de R$ 4 mil.

Ramona Ordonez / Agência O Globo

Ramona Ordonez / Agência O Globo

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Google anuncia Textbook e promete locação de livros didáticos na Play Store

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Sistema é voltado aos estudantes universitários e pode garantir economias para quem não pode comprar livros.

Renan Hamann no Tecmundo
Google anuncia Textbook e promete locação de livros didáticos na Play Store

Livros didáticos são alguns dos materiais mais caros que um universitário pode encontrar em sua jornada e nem sempre é possível realizar empréstimos deles nas bibliotecas — geralmente há menos exemplares do que alunos interessados neles. Mas a Google planeja facilitar esse tipo de processo, graças ao programa Textbook, que deve ser implementado na loja de conteúdos digitais Google Play Store.

Com o programa, os consumidores vão poder realizar a compra e a locação de livros didáticos por meio de seus aparelhos com Android, podendo ainda sincronizar os materiais com computadores e dispositivos iOS. Há a promessa de valores até 80% mais baixos do que os encontrados em livrarias e outras lojas de materiais didáticos. Ainda não há informações sobre disponibilidade de conteúdos em português.

Fonte: The Verge

 

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