Posts tagged Concurso

Concurso Cultural Literário – Especial para Professores (4)

1

profprof

Em parceria com a Editora Autêntica, vamos sortear 3 livros sobre educação, direcionados para professores de todas as áreas:

Conheça as obras:

Para participar, basta deixar nome e e-mail neste formulário.

Para conhecer outras obras acadêmicas relevantes, sugerimos que curta a página da Autêntica no Facebook.

Data do sorteio: 24/2

Boa sorte!

 

 

PROMOÇÃO ENCERRADA

ATENÇÃO PARA OS GANHADORES!

– Rosemary Benedito Fernandes
– Saulo Rodrigo Bastos Velasco
– Patrícia Nascimento do Espírito Santo

Entraremos em contato com os sortudos pelo e-mail deixado no formulário da promoção.

Até o próximo sorteio! 🙂

Jovem de 22 anos é aprovado em 4 concursos em 3 anos

0

Diogo Machado foi aprovado na PF, Ministério Público da União e Ibama.
Estudos começaram em 2011; ele busca boa remuneração e estabilidade.

Diogo Machado começou a estudar para concursos com 19 anos (Foto: Arquivo Pessoal/ Diogo Machado)

Diogo Machado começou a estudar para concursos com 19 anos (Foto: Arquivo Pessoal/ Diogo Machado)

Pâmela Kometani, no G1

Com apenas 22 anos de idade, Diogo Machado já conta com grandes resultados na sua breve história na área de concursos públicos. Foram 4 aprovações em apenas 3 anos, de 2012 a 2014, em órgãos como a Polícia Federal, o Ministério Público da União (MPU) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

“O que mais atraiu no setor público foi a remuneração. Com a minha formação atual, de ensino médio, e sem experiência, não existia oportunidade na iniciativa privada que pagasse um salário próximo ao do órgão público. Também pela estabilidade, posso fazer planos e assumir compromissos sem medo da incerteza de estar ou não empregado amanhã”, afirma Machado.

Atualmente, ele trabalha como técnico administrativo no MPU, mas continua estudando para alcançar o cargo de seus sonhos, de agente da Polícia Federal. O concurso, que está com inscrições abertas, oferece 600 vagas. O salário é de R$ 7.514,33. Nos seus planos também está a conclusão do curso de tecnologia da informação.

Resistência da família
Diogo começou sua busca por uma vaga na área pública em 2011, aos 19 anos, quando fez o concurso para o Departamento Estadual de Trânsito de Santa Catarina (Detran-SC), mas não foi aprovado. No total, foram 8 concursos até agora. “Nos primeiros sempre ficava muito longe da nota necessária”, conta.

Para seguir seu sonho, o jovem encontrou resistência dentro da família. “Alguns parentes diziam que concurso era muito difícil e que era perda de tempo estudar. De alguns amigos ouvia que eu era muito novo, que estava na idade de curtir e que me arrependeria depois de passar essa parte da vida só estudando. Por enquanto não me arrependo de nada, muito pelo contrário”, conta.

Focado em concursos na área administrativa, de nível médio, seu primeiro resultado positivo foi o 57º lugar para o cargo de técnico administrativo na Secretária de Saúde de Santa Catarina, em 2012. Suas outras aprovações foram para técnico administrativo no Ibama, em 2012, técnico administrativo no MPU, em 2013, e agente administrativo na Polícia Federal, neste ano.

“O primeiro que fui nomeado foi no MPU. Foi muito rápido, um mês após a publicação do resultado final e homologação já fui nomeado. Quando os outros órgãos chamaram não assumi, pois a carreira no ministério é melhor”, ressalta.

Na Polícia Federal, Machado conseguiu o primeiro lugar em sua região, Santa Catarina. O concurso ofereceu 534 vagas de nível médio e contou com 318.832 inscritos, uma concorrência de 597,06 candidatos por vaga.

Ele foi convocado para apresentar sua documentação, mas soube que não havia vaga disponível para a localidade que ele desejava e decidiu ir para o final da lista dos aprovados. “Apesar de não ter assumido na PF, fiquei feliz em me ver diante desse ‘privilégio’ de poder escolher em qual órgão público trabalharia, coisa que até pouco tempo atrás seria impossível até de imaginar”, conta.

Preparação
Quando começou a fazer concursos, no meio do ano de 2011, Machado trabalhava em uma loja e percebeu que não ia conseguir estudar por causa da sua carga horária no trabalho. Trocou o emprego por outro em que a jornada era de 6 horas diárias. Ele também foi jovem aprendiz da Espro (Ensino Social Profissionalizante).

Com a escolha da área de atuação, ele passou a estudar de forma contínua as disciplinas comuns em diversas provas como português, informática, direito constitucional e direito administrativo. Assim, quando o edital é publicado, ele revisa essas matérias e inicia o estudo de conteúdo específico de cada prova. “Com essa estratégia estudo para vários concursos da área ao mesmo tempo. Acabo escolhendo os concursos específicos por causa do órgão, da remuneração e da jornada de trabalho”, diz.

O estudo de Machado é formado por cursos em videoaulas e materiais digitais (cursos em PDF). Quando nenhum edital está aberto, ele costuma estudar cerca de 3 horas por dia. Com a publicação do edital, a carga de estudos aumento para 5 a 6 horas por dia. “O importante é a pessoa descobrir qual método de estudo é melhor para ela”, afirma o jovem.

Dicas para quem ainda estuda
Segundo Machado, os candidatos que ainda estão em busca de uma vaga em concursos públicos devem focar seus estudos em apenas uma área, mesmo que seja para fazer seleções que cobram apenas nível médio. “Cada área cobra determinadas matérias, não adianta sair fazendo concurso pra área administrativa, área bancária e área fiscal ao mesmo tempo, pois caem assuntos bem diferentes”, afirma.

O estudo deve ser bem organizado, com um quadro de horários, em que o candidato poderá priorizar as disciplinas que têm mais dificuldade.

Como as provas acontecem entre 60 e 90 dias após a publicação do edital, Machado ressalta a importância do estudo antecipado. “Este período é muito curto, principalmente para quem está começando. E essa é a importância de escolher uma área.”

A última dica do jovem é focar na banca organizadora, com a resolução de provas e questões anteriores da área do concurso, para que o candidato entenda como a organizadora abordas os temas em questão.

Saga Crepúsculo terá 5 curta-metragens divulgados no Facebook

0
Saga Crepúsculo terá 5 curta-metragens divulgados no Facebook

Foto: Divulgação

Projeto escolherá cinco aspirantes a diretoras para produzirem os curtas

Publicado no Correio24Horas

Dois anos após o fim da saga Crepúsculo nos cinemas, o estúdio Lionsgate resolveu agitar os fãs da série com um concurso promovido em parceria com a autora dos livros, Stephenie Meyer. Bella, Edward, Jacob e outros personagens voltarão em 2015 em uma série de cinco curta-metragens disponibilizados no Facebook. Os atores, porém, não serão os mesmos.

O projeto The Storytellers — New Creative Voices of ‘The Twilight Saga (lgo como ‘As Contadoras de História – Novas Vozes Criativas da Saga Crepúsculo’) selecionará cinco aspirantes a diretoras para criarem os vídeos, que contarão histórias de cada personagem. As cineastas serão escolhidas por um concurso promovido pela Women in Film, organização que promove a mulher na indústria cinematográfica.

As escolhidas serão orientadas pelas atrizes Kristen Stewart (a Bella dos filmes), Kate Winslet (Divergente), Octavia Spencer (Insurgente), a roteirista da animação Frozen, Jennifer Lee, e a diretora do primeiro filme de Crepúsculo, Catherine Hardwick, além, claro, da própria Stephanie Meyer.

A finalista entre as cinco cineastas será escolhida pelo público e receberá uma quantia de dinheiro e oportunidades para alavancar a carreira.

Os fãs poderão acompanhar a produção dos filmes pelo Facebook e pelo site Tongal.

Baiana é finalista em concurso de Harvard

0

650x375_georgia-gabriela_1449954
Alean Rodrigues, UOL

“Eu já quebrei paradigmas, pois sou negra, nordestina e de uma cidade do interior. Mesmo assim consegui ficar entre os finalistas desse concurso fora do meu país. Para mim, já é uma vitória”. A frase é da jovem de Feira de Santana (a 109 km da capital) Geórgia Gabriela da Silva Sampaio, 18, que participa de um concurso da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, junto com estudantes do mundo todo.

Foram 40 trabalhos inscritos, 16 do Brasil, sendo o dela o único da Bahia. Uma votação na internet escolheu os 15 melhores trabalhos como finalistas, o de Geórgia foi o quinto mais votado. “Foi difícil chegar até aqui, pois os trabalhos podem ser feitos em grupo ou individualmente. Estou concorrendo com alguns grupos e isso não deixa de ser um ponto a menos para mim, que estou sozinha. Mas creio que chego lá”, diz a estudante.

Geórgia sonha cursar engenharia em uma universidade no exterior. O trabalho selecionado para o concurso é a criação de um kit para diagnosticar de forma rápida e barata a endometriose, doença que atinge nada menos que seis milhões de mulheres no Brasil e 170 milhões no mundo. A ideia surgiu com a experiência obtida com uma tia, que passou pelo problema.

“Comecei a pesquisar e notei que a falta de um diagnostico precoce é que aumenta o risco da doença e de outros estágios dela. Como o sintoma principal é a dor durante a menstruação, as mulheres passam muito tempo sem procurar tratamento”, disse. “A média de atraso na busca de tratamento é sete anos. Enquanto isso, a endometriose avança e pode atingir outros órgãos. O tratamento e o diagnóstico são muito caros”, explica.

De família humilde, a estudante conta que desenvolveu o trabalho pensando nas pessoas com menor poder aquisitivo. Dessa forma, investiu num kit que pudesse ser barato e acessível aos serviços públicos.

Questão social

“É uma questão social mesmo. Muitas mulheres não conseguem pagar o tratamento e correm risco de piorar a situação. O objetivo é fazer algo que possa dar a elas o direito a um diagnóstico e um tratamento adequado”, frisa Geórgia.

Filha do comerciante Jorge Luiz dos Santos Sampaio e da cabeleireira Sidney da Silva Sampaio, a estudante sempre se destacou nos estudos e, por esse motivo, era sempre convidada a participar de competições estudantis.

“Ela sempre se destacou. Em toda escola que ela passava era elogiada pelos professores. Até que fez um teste para um boa escola aqui e foi selecionada entre os primeiros candidatos, ganhando uma bolsa de estudos. Temos orgulho do caminho que está seguindo”, contou a mãe.

Sem conter a alegria, Jorge Luiz lembra que a filha foi aprovada em quatro vestibulares, nas universidades Estadual de Feira de Santana (Uefs) e Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“Ela não quis cursar, pois o sonho dela é estudar fora do Brasil. Enquanto em outros lares os pais brigam para que os filhos estudem, aqui a briga é para que ela aceite cursar uma universidade aqui no país. A educação é a maior riqueza que podemos dar aos nossos filhos, e esse é o sonho dela. Então, vamos fazer o que for possível para que seja realizado”, diz o pai.

Com o ensino médio concluído no ano passado, Geórgia agora se prepara para concorrer em outros vestibulares no Brasil e tentar uma vaga em universidades fora do país. “Quero fazer um curso no exterior, pela abertura maior que eles nos oferecem”, diz ela.

Engenharia

Geórgia Gabriela destaca que pode cursar engenharia e, ao mesmo tempo, desenvolver as pesquisas ligadas ao projeto científico.

“Tentei ser selecionada em duas universidades no exterior, mas, até o momento, não consegui. Acredito que esta participação no concurso em Harvard possa ajudar de alguma forma a realização do meu sonho”, assinala.

A próxima etapa da seleção é ser entrevistada por uma banca examinadora (pela internet). O resultado final deve sair na primeira quinzena de outubro. “Estamos na torcida. Amo pesquisar e é interessante me ver produzindo conhecimento. A pesquisa dá a oportunidade de criação, e isto me estimula”, diz ela.

Com redação sobre Anne Frank, aluno da periferia de BH viaja para Holanda

1
Willian Junio Moreira de Souza, 14, viajou para a Holanda e conheceu a casa de Anne Frank (foto: Arquivo Pessoal)

Willian Junio Moreira de Souza, 14, viajou para a Holanda e conheceu a casa de Anne Frank (foto: Arquivo Pessoal)

Rayder Bragon, no UOL

A primeira vez em que o adolescente mineiro Willian Junio Moreira de Souza, 14, viajou de avião foi em grande estilo: ele embarcou para Amsterdã, na Holanda. O estudante venceu um concurso de redações com o texto “Anne Frank e a atualidade”, sobre a adolescente perseguida por nazistas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Filho de uma diarista, ele é aluno do 9º ano do ensino fundamental da escola municipal Anne Frank, situada no bairro Confisco, uma região pobre encravada entre as divisas de Belo Horizonte e Contagem, em Minas Gerais.

O concurso que o levou ao exterior foi promovido pelo segundo ano consecutivo pela Confederação Israelita do Brasil (Conib) e pela Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp). Participaram do certame as escolas que levam o nome de Anne Frank no Brasil. Em entrevista por e-mail ao UOL, Willian disse ter encontrado uma Anne Frank ainda atual.

Bullying, racismo, discriminação

O “Diário de Anne Frank”, em que a garota conta sobre sua vida no esconderijo, foi publicado por seu pai, Otto Frank, único sobrevivente da família, em 1947. A jovem morreu em um campo de concentração nazista, aos 16 anos.

“Bullying, racismo e desrespeito às diferenças fazem parte da vida de muitos jovens como eu”, explica o garoto. “A violência contra minorias de todos os tipos é uma questão que a humanidade ainda não resolveu. Anne Frank não é questão do passado. Muito pelo contrario, é bem atual”, declarou.

“Visitei  a Escola onde Anne Frank estudou e, lá, tive a oportunidade de ler minha redação para os estudantes. Eles me fizeram perguntas e eu também pude conhecer um pouco de seus costumes. Enfim, uma semana de muita aprendizagem”, contou, para emendar em seguida, “é muito bacana conhecer novas pessoas, crenças, costumes e culturas”.

Willian também conheceu a casa em que Anne Frank viveu com a família e o famoso anexo secreto em que a adolescente se escondeu dos nazistas com os familiares por mais de dois anos.

“Conheci os  Museu de Van Gogh e  Neno.  Diverti-me passeando  de bicicleta  e de  barco pelos canais da cidade. Andei de trem, ônibus, van” descreveu o jovem.

Souza disse ter sido instigado a buscar mais conhecimento após a viagem, feita entre os dias 24 e 31 de agosto deste ano. Quando questionado sobre o que mudou na sua vida, ele responde: “Tudo. Existe um mundo a ser descoberto”.

Divulgar o que viu

Willian disse ter se empolgado com as novas descobertas e afirmou querer repassá-las para os colegas da escola, que atende alunos do ensino fundamental.

“[Quero] passar minha experiência para meus colegas e outras pessoas. Quero  continuar a divulgar os ideais de Anne Frank através dos projetos da escola que participo. O power point [a apresentação] da viagem pretendo mostrar para meus colegas e, se tiver oportunidade, em outros espaços da cidade”, relatou.

O adolescente conta que a lição mais importante, na sua opinião, foi a de  nunca desistir dos seus sonhos e objetivos. “Não importa a dificuldade”, disse.

 

Leia o texto vencedor do concurso:

A história de Anne Frank na atualidade

Hoje, vejo a luta das pessoas por um mundo com igualdade, respeito e sem discriminação social. Vejo os negros lutando para conseguir seu espaço nas universidades, na política e nas empresas públicas; os indígenas lutando para preservar a sua cultura e até para não serem queimados em praça pública; as pessoas despertando e acordando para lutar pelos seus direitos.

No período da segunda guerra mundial, as pessoas não tinham nem direito de lutar ou de reivindicar. Acredito que isso é pior: não poder lutar, não ter voz e não ter vez.

Hoje, vejo que as pessoas têm mais oportunidades de lutar pelos seus direitos e liberdade de ir e vir.

Nisso, vejo que a luta de Anne Frank não foi em vão, pois devido ao seu exemplo, muitas pessoas entendem que reivindicar os seus direitos é uma ação e não o parar e esperar.

A história de Anne Frank foi e é importante para a humanidade saber como é o sofrimento das pessoas em uma guerra, a tristeza com a morte de amigos, a falta de água, comida e luz.

Além disso, é importante para nós valorizarmos mais a vida, aquilo que conquistamos, pois as pessoas que viveram durante a guerra, não tinham nada.

Anne Frank nunca deve ser esquecida, pois uma simples história muda vidas. Não vamos deixar que esta história de crueldade se repita por meio do bullying, do preconceito, da discriminação, do racismo e muito mais.

Todos querem mudar o mundo, o universo, mas ninguém dá o primeiro passo mudando a si mesmo.

Mas, apesar disso tudo, eu ainda acredito na bondade humana.

Go to Top