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5 dicas para conciliar trabalho e estudos

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Determinação e disciplina são duas qualidades importantes para todos os concurseiros. Para os que além de estudar ainda precisam trabalhar, elas são essenciais.

Marluci Fontana, no Ache Consursos

Não é todo mundo que, ao decidir por concorrer a um cargo público, consegue se dedicar integralmente aos estudos. Muitos não podem se dar ao luxo de ficar em casa estudando e precisam trabalhar, inclusive, para poder pagar inscrições, cursinhos e materiais. Sendo assim, esses concurseiros buscam, com determinação e muita disciplina, encontrar a melhor fórmula possível para não deixar o cansaço da rotina atrapalhar a trajetória pela realização de um sonho ou objetivo. Neste artigo vamos elencar cinco dicas que poderão ser muito úteis se este também é o seu caso.

1. Seja prático com o seu material

Para que você possa aproveitar melhor os seus estudos você precisa ser prático com o material que utiliza. Se você costuma ler em livros ou polígrafos normalmente extensos e pesados, uma boa dica é desmembrá-los. Isso mesmo, sem dó ou piedade. Livro bonito é importante para decoração, para estudante ele só vale se passar o conteúdo. Mas, por que destruí-los? Simples. Se você separar o seu material em capítulos, por exemplo, poderá carregar com você, para onde for, o material e isso não irá ser um peso extra na sua bolsa ou mochila. Além disso, separando os textos em partes você poderá organizar e estipular metas para as leituras diárias. Garanto que será muito mais tranquilo e possível de alcançá-las. Outra coisa que você pode fazer para facilitar os seus estudos é ler em voz alta e gravar os conteúdos explicados ou resumidos. Grave no celular e ouça enquanto vai ao trabalho, se desloca no trânsito ou espera uma consulta. Essas simples atitudes farão a sua rotina de estudo mais produtiva e assim você aproveitará todos os intervalos que tiver.

2. Aproveite todo e qualquer tempo

Com o material organizado é hora de colocar em prática a dica anterior. No carro enquanto espera o trânsito fluir, no ônibus enquanto vai para o trabalho, na fila do banco, na sala de espera do médico, na caminhada ou durante o treino da academia, em todo e qualquer tempo livre aproveite para ler ou ouvir os seus resumos gravados. Não tem problema se a sua leitura não terá a companhia do marca texto porque você está se exercitando e não poderá grafar o que achar relevante. Leia mesmo assim. Mesmo que você não faça, neste primeiro momento, anotações ou destaque uma parte importante do texto, o assunto estará na sua cabeça e isso já é um grande passo para quem não tem muita disponibilidade para se dedicar 100% aos estudos. O intervalo do almoço é outro momento oportuno para você atualizar os seus conhecimentos. Normalmente, as empresas liberam uma ou duas horas para o funcionário almoçar e sempre sobram uns minutinhos de folga nesse período. Não desperdice-os! Eles são preciosos e, neste caso, vale o ditado, tempo é dinheiro. Depois do almoço, faça exercícios, leia e faça anotações.

3. Faça um planejamento e siga-o com rigor

Focar nos estudos não é uma coisa muito fácil, para quem trabalha e ainda precisa estudar o esforço para se manter focado é ainda maior. Por isso, por menos tempo livre que você tenha, não deixe de planejar os seus dias. Organize em uma folha de papel mesmo a sua rotina. Anote os dias da semana, os horários e as atividades que você precisa cumprir durante o dia. Aponte tudo, desde o horário que você acorda, calcule o tempo que leva para estar pronto, o quanto demora para chegar ao trabalho, enfim, descreva a sua programação diária. Vendo no papel, você perceberá quais as lacunas que poderão ser preenchidas com estudo. Agende esses momentos e siga-os à risca. Programe-se, por exemplo, para antes de dormir resolver exercícios e provas antigas. A essa altura da noite, você já está mais cansado e, naturalmente, o sono começa a chegar, então imagine se for ler? Vai dormir em cima do material. Os exercícios ajudam a despertar o sono e ainda a praticar todo o conteúdo que você leu e ouviu durante o dia.

4. Acordar mais cedo

Sim, imagino que você se canse no trabalho e, por isso, todo minutinho extra na cama é mais do que valioso. No entanto, se acordar uma hora mais cedo do que é habitual para você, poderá dar uma lida nos seus resumos e já sair de casa com a sensação de fazer o certo. Além disso, especialistas apontam que, estudar no período da manhã é melhor para absorver as informações, já que a mente está descansada. Por isso, aproveite para ler o que for mais teórico, aprender algo novo, esse é o momento mais indicado para as atividades que exigem um esforço maior para a aprendizagem. E, no fim, você contabiliza mais uma hora de estudos bem aproveitada.

5. Qualidade é melhor que quantidade

Não culpe-se por não ter disponibilidade de estudar 10 horas por dia. Tem gente que tem esse tempo livre e não consegue se dedicar. Tudo tem o seu lado bom e o ruim. O bônus de estar em casa 24 horas por dia é ter tempo para estudar, porém nem todos que possuem essa condição conseguem aproveitá-la. Os motivos são muitos. A pressão por estar ?apenas? estudando e a falta de dinheiro geram ainda mais ansiedade, fator que boicota muitos concurseiros e aí está o ponto negativo. Por outro lado, quem trabalha e ainda estuda, cria oportunidades para estar em contato com o conteúdo, se atualizando. Os sábios dizem, e isso dá pra associar em tudo na vida, que não importa a quantidade de tempo e sim a qualidade dele. De nada adianta dez horas lendo um livro se aquelas informações não forem assimiladas. Faça dos 20 minutos que lhe sobram no intervalo do almoço o melhor tempo de estudo que poderia ter. No final, somando tudo, você poderá se surpreender com a qualidade do seu aprendizado.

Atenção estudante! Veja 120 pegadinhas da língua portuguesa para concurseiros

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Estudante

Publicado no Amo Direito

Investir toda a concentração nas matérias específicas dos concursos públicos e deixar de lado o estudo de língua portuguesa pode ser uma cilada. O português acaba sendo o vilão dos concurseiros.

Confira aqui as 120 pegadinhas da nossa língua portuguesa.

Pegadinha 1: Ela quer se aparecer.
Termo muito usado e completamente errado. Certos verbos são essencialmente pronominais como suicidar-se, por exemplo. Outros, porém, jamais podem ser usados com pronomes, como os verbos da dica anterior, simpatizar ou antipatizar.

Trazemos um desses verbos que jamais são usados com pronome, que é o verbo aparecer. Esse é um típico verbo intransitivo. Não admite voz reflexiva, objetos de espécie alguma. Não se pode aparecer ninguém e, também, aparecer a si mesmo. Escreve-se corretamente, assim:
Ela quer aparecer.

Pegadinha 2: são os banqueiros que acabam lucrando.
Neste tópico de dicas de português para concursos, a expressão é que não é genuinamente um verbo. Trata-se simplesmente de uma locução de realce, que a usamos, evidentemente, para dar destaque à ideia expressa na frase.

Por tratar-se de um mero adorno frasal, essa locução é totalmente dispensável sem prejuízo para o sentido da oração. Exemplo: É os banqueiros que acabam lucrando. = Os banqueiros acabam lucrando. (A igualdade é de significação, é lógico.)

Mais exemplos:

Só nós dois é que sabemos o quanto nos queremos bem. (Letra de canção portuguesa.) Seria ridículo dizer: Só nós dois somos que sabemos o quanto nos queremos bem. A frase original pode ser escrita, sem nenhum prejuízo para a sua significação: Só nós dois sabemos o quanto nos queremos bem.

É eles que representarão o presidente. Essa frase está correta. Estaria incorreta se fosse escrita assim: São eles que representarão o presidente. Se eliminarmos do contexto a expressão de realce é que, veremos que o sentido é o mesmo: Eles representarão o
presidente.

Muito cuidado! Nas questões de português, sobre concordância verbal, as organizadoras de vestibulares e concursos públicos costumam usar, de vez em quando, frases desse tipo, induzindo o vestibulando ou concursando a considerá-las incorretas.

Concluindo, indicamos como escrita correta da frase do topo a seguinte construção:
É os banqueiros que acabam lucrando.
ou
Os banqueiros é que acabam lucrando.

Lembrar: é que – é uma locução de realce.

Pegadinha 3: Inglaterra confirma invasão ao Iraque.
Jamais poderá ocorrer invasão a lugar algum. Porém, o que é possível acontecer é invasão de algum lugar. Escreve-se com correção, assim:

Inglaterra confirma invasão do Iraque.

Veja, a seguir, outros exemplos corretamente escritos:
Invasão de privacidade.
Invasão de domicílio.
A invasão do estádio pela polícia deu-se às 20 horas de ontem.

Pegadinha 4: O acidente aconteceu porque o motorista dormiu no volante.
Para que alguém consiga dormir no volante, é necessário que este seja, no mínimo, do tamanho de uma cama. Convenhamos, volantes desse tamanho ainda não foram fabricados.

Então, melhor seria dormir no banco do automóvel ou, mais adequadamente, em uma cama com mais conforto. Quem dorme bem, dorme em algum lugar. Já “dormir próximo” ou “junto” significa dormir a (preposição) com o respectivo artigo (o ou a). O correto seria escrever:

O acidente aconteceu porque o motorista dormiu ao volante.

A seguir, outros exemplos de frases corretamente grafadas:
A moça dormiu ao computador.
O marinheiro dormiu ao timão.
Romeu dormia à janela de Julieta.

Pegadinha 5: Marcos é um parasita da mulher.
Parasita, com a final, é denominação exclusiva de certas plantas. Para pessoas e animais, usa-se parasito. O correto seria escrever:

Marcos é um parasito da mulher.

Eis outros exemplos de frases corretamente grafadas:
Raquel age como um parasito da mãe.
Há sujeitos que são autênticos parasitos da sociedade.
A pulga é um parasito, como também o é o carrapato.
Precisamos exterminar as parasitas que estão nessa árvore.
As parasitas debilitaram nosso pomar.

Pegadinha 6: Confesso que me simpatizei com ela.
O verbo simpatizar, como também seu antônimo antipatizar não são empregados com pronomes. Portanto, escreve-se correto, grafando-se assim:
Confesso que simpatizei com ela.

Abaixo, seguem outros exemplos de frases corretamente escritas:
Você simpatizou com a moça, mas ela antipatizou com você. Antipatizo com políticos em geral.
Simpatizamos com a nova professora.
Eles antipatizam conosco.

Pegadinha 7: Começou nevar hoje cedo em Urubici.
Certas notícias são dadas de modo negligente, sem nenhuma preocupação com as regras do idioma. O verbo começar forma locução com outro verbo, no infinitivo, por intermédio da preposição a.

Exemplos:

Nice começou a chorar.

Naquela hora, Eliane começou a rir.

Começou a chover.

Eis a frase do topo corretamente escrita:
Começou a nevar hoje cedo em Urubici.

Pegadinha 8: Vou mostrar-lhe meu caderno, mas não repare a desorganização.
O verbo reparar assume dois significados. O que irá determiná-los é a presença ou não da preposição em.

Veja, a seguir:
Com a preposição em significa notar, observar: Repare nos exemplos que damos nesta lição de gramática.
Entre, mas não repare na bagunça.
Posso escrever, porém não reparem em meus erros de português.

Sem a preposição em, significa consertar, indenizar:
O técnico reparou o computador que estava avariado.
A empresa reparou os danos causados.
O juiz condenou o prefeito a reparar os prejuízos sofridos pelos camelôs.
O mecânico reparará o motor do carro.

Então escreve-se corretamente a frase original da seguinte maneira:
Vou mostrar-lhe meu caderno, mas não repare na desorganização.

Pegadinha 9: Residente à Rua Joana Sartóri.
As palavras residente, morador, situado e sua forma reduzida sito não admitem a preposição a para ligar-se ao respectivo logradouro, mas, sim, a preposição locativa em. Não se diz, por exemplo, que um imóvel está situado a Campinas, porém em Campinas.

Veja os exemplos que seguem: O escritório, sito na Rua Filisbina, recebe seus clientes de segunda a sexta-feira. O prédio está situado na Avenida Duque de Caxias. Márcio, morador na Travessa Cotia, prestou depoimento ontem. Resido na Alameda Tabajara.

A frase do topo escrita corretamente fica assim:
Residente na Rua Joana Sartóri.

Pegadinha 10: Costuma se fazer bons negócios nesta feira.
O verbo concorda com o seu sujeito, na voz passiva. Observe que temos dois verbos, um auxiliar e outro, principal.

Veja outros exemplos de uso da voz passiva em situações semelhantes: Não se podem prever essas situações. (Não podem ser previstas essas situações.) Devem-se devolver os crachás ao final do evento. (Devem ser devolvidos os crachás ao final do evento.)

A frase inicial estaria corretamente escrita da seguinte maneira:
Costumam se fazer bons negócios nesta feira.

Pegadinha 11: Não exceda da dosagem alcoólica permitida.
O verbo exceder não admite preposição.
Outros exemplos: O motorista foi multado porque excedeu os limites de peso de carga de seu caminhão. (Errado: O motorista foi multado porque excedeu dos limites de peso de carga de seu caminhão.)
Lotação: 42 passageiros. Não exceda este limite. (Errado: Lotação: 42 passageiros. Não exceda deste limite.)

O certo seria escrever a frase original do seguinte modo:
Não exceda a dosagem alcoólica permitida.

Pegadinha 12: Não fiz o dever de matemática.
Para muitas pessoas, há uma confusão muito grande, envolvendo os significados das palavras dever e deveres. Inicialmente, determinemos suas semânticas, conforme os bons dicionários:
Dever: obrigação;
Deveres: tarefas (sempre no plural).
O exemplo seguinte economiza muita explicação e esclarece a questão:
O dever de cada estudante é fazer seus deveres escolares.

Talvez, esta regrinha ajude a estabelecer com mais clareza a distinção:
Deveres (tarefas) se fazem;
Dever (obrigação) se cumpre.

Outros exemplos:
Ele cumpriu o dever de pai.
O dever de todo militar é servir o seu país.
Deixei de fazer os deveres de geografia.
Ela não dá conta de realizar os deveres domésticos. Precisa de uma empregada.

A frase original, corrigida, fica assim:
Não fiz os deveres de matemática.

Pegadinha 13: O comandante nos disse que ficássemos alertas.
Aqui está uma dica de português para vestibular e concurso, a qual tem gerado muita controvérsia. A palavra alerta pertence à classe dos advérbios e, como tais, é invariável. Não se flexiona para indicar gênero (Ele está alerta.), como também para indicar número (Permaneço alerta. Permanecemos alerta. Eles permanecem alerta.). Só se admite variação, quando substantivada, isto é, quando a palavra estiver acompanhada de artigo (Esqueci os alertas do comandante.).

Então, depois da correção da frase inicial, fica assim:
O comandante nos disse que ficássemos alerta.

Pegadinha 14: Depois de vinte minutos de interrupção, o árbitro deu continuidade ao jogo.
Esta seção de dicas de português para concursos expõe um grande equívoco de uso das palavras Continuidade e continuação, conforme se explica a seguir.
Continuidade — propriedade física da superfície dos corpos;
Continuação — prosseguimento;

Exemplos:
A continuidade do grande espelho do salão foi afetada por uma rachadura na parte superior direita.
A continuidade do leito da ponte foi interrompida por uma trinca de uns dez centímetros, de lado a lado.
Em continuação a esta exposição de razões, falarei, agora, sobre os meninos de rua.
Precisamos dar continuação àquela partida de xadrez, no prazo máximo de cinco dias contados de sua interrupção.
Depois que o aluno alterado retirou-se da sala, o professor deu continuação à aula.

Então, depois da correção da frase inicial, fica assim:
Depois de vinte minutos de interrupção, o árbitro deu continuação ao jogo.

Pegadinha 15: A polícia não pode prendê-lo porque ele é de menor.
Eis uma seção de dicas de português para vestibulares e concursos cuja sutileza muita gente boa não percebe.

O predicativo dessa frase liga-se ao sujeito com auxílio de verbo de ligação sem preposição.

O povo é que construiu essa anomalia. Veja outros exemplos de predicativo:
Ele é sargento do exército.
Ela é maior de 14 anos.
Ela é a rainha do colégio.
Ele é menor de 6 anos.
Meu pai é professor.

Então, depois da correção da frase inicial, fica assim:
A polícia não pode prendê-lo porque ele é menor de idade.

Pegadinha 16: Sou difícil de fazer amizade.
Neste tópico de dicas de português para concursos, a frase já se inicia por uma incoerência, pois ninguém é difícil ou fácil de coisa alguma. Pelo menos, assim se espera. O que é difícil não é a pessoa, mas sim a ação de fazer amizade. O sujeito dessa frase é oracional — fazer amizade — e o predicativo é difícil. O verbo é de ligação — ser.

Então, depois da correção da frase inicial, fica assim:
É-me difícil fazer amizade.
ou
Fazer amizade me é difícil.
ou
Fazer amizade é difícil para mim.

Pegadinha 17: Já comuniquei o chefe que a mercadoria chegou.
Esta pegadinha de português para vestibular e concurso aborda um deslize sutil e corriqueiro, ideal para uma questão de concurso. Não devemos, jamais, comunicar uma pessoa, seja ela quem for. O que se comunica é o objeto da comunicação, isto é, o assunto, o fato ocorrido. Comunica-se, sim, à pessoa um determinado fato.

O verbo comunicar possui dois objetos. Um deles é o objeto indireto, que é a pessoa que recebe a comunicação. A esse objeto o verbo se liga sempre por meio de preposição. O outro complemento verbal é o objeto direto, que representa o fato comunicado.

Veja os seguintes exemplos: Daniel comunicou ao Mário a demissão da antiga secretária
O presidente comunicou ao povo a decisão que tomara quando decidiu o caso.
O marido comunicou à mulher que naquele dia não iria almoçar em casa.

Então, depois da correção da frase inicial, fica assim:
Já comuniquei ao chefe que a mercadoria chegou.

Pegadinha 18: A rapariga está meia aborrecida.
Mais um exemplo de pegadinha que tirou preciosos pontos para a aprovação de muitos vestibulandos e concursandos. Meia, modificando substantivo, é adjetivo e varia em gênero e número.

Exemplos:
Meio litro de água. (metade do litro)
Meia xícara de café. (metade da xícara)
Ele fala em meias palavras. (metade das palavras, como metáfora de “não dizer tudo”)
Ele se expressa em meios termos. (idem, explicação acima)

Meio, modificando adjetivo, é advérbio e, como tal, não varia. Exemplos:
Ela está meio triste.
As duas moças permanecem meio confusas.

Então, depois de corrigida a frase inicial, fica assim:
A rapariga está meio aborrecida.

Pegadinha 19: Mais de um artista cantarão.
Este caso exige-nos atenção redobrada. Embora saibamos que a expressão “mais de um artista” representa, no mínimo, duas pessoas, devemos levar o verbo à forma da terceira pessoa singular cantará, fazendo a concordância gramatical com o numeral um da expressão “mais de um”.

Veja outros exemplos:
Mais de um automóvel foi sorteado.
Mais de uma mulher assistiu à cena.

Do mesmo modo, é feita a concordância de frases do tipo Menos de dois alunos fizeram a prova. Nessa frase, embora compreendamos que a expressão “menos de dois alunos” representa, quantitativamente, um aluno; a concordância também é gramatical, com base no numeral dois da expressão “menos de dois alunos”, e não ideológica, isto é,
com a ideia ou sentido que a frase puder sugerir.

Outros exemplos:
Menos de dois livros, foram queimados no incêndio.
Menos de duas moças saíram antes de o espetáculo se findar.

Então, depois de corrigida a frase inicial, fica assim:
Mais de um artista cantará.

Pegadinha 20: Eu nasci há trinta e cinco anos atrás.
Esta pegadinha nos lembra uma famosa música dos anos setenta — Eu nasci há dez mil anos atrás. Há excesso nessa frase! Quando ocorre excesso desse tipo, dizemos que existe redundância, isto é, repetição viciosa, que só empobrece a linguagem de quem a comete. O verbo haver, por si só, já representa “tempo transcorrido”, a palavra atrás é redundante. Deve-se, portanto, escolher — ou se escreve há, do verbo haver, ou atrás.

Então, depois de corrigida a frase inicial, poderia ser escrita de duas maneiras:
Eu nasci há trinta e cinco anos.
ou
Eu nasci trinta e cinco anos atrás.

Pegadinha 21: Viemos aqui, nesta hora, expressar nosso agradecimento pelo grande favor que nos fizeram.
Neste caso, apresenta-se um verbo comumente usado de maneira errada em algumas de suas formas. Nesta oportunidade falaremos apenas sobre um desses deslizes cometidos com o uso indevido do verbo vir. Ninguém diz: “estivemos aqui, nesta hora.”
Diz-se, porém, no tempo certo: “estamos aqui, nesta hora.” Se é “nesta hora” que o fato ocorre, então, o verbo deve estar no presente.

Então, depois da correção, tem sua frase inicial assim escrita:
Vimos aqui, nesta hora, expressar nosso agradecimento pelo grande favor que nos fizeram.

Pegadinha 22: O político que se pode confiar ainda não nasceu.
Este é erro próprio da fala popular, linguagem que não está nem aí para a regência verbal. Erros desse tipo são muito explorados em provas de vestibulares e concursos públicos. Esteja alerta, caro leitor. A regência do verto confiar exige a preposição em, pois quem confia, confia em alguém, e não confia alguém.

Este tópico, depois da correção, tem sua frase inicial escrita assim:
O político em que se pode confiar ainda não nasceu.

Pegadinha 23: Traze-me uns pastelzinhos.
Neste tópico, focalizamos um aspecto muito explorado em provas de vestibulares e concursos públicos – o plural dos diminutivos em -zinho -, que é feito do seguinte modo:
A – leva-se o substantivo ao plural em seu grau normal: pastéis;
B – retira-se o s final: pastei;
C – acrescenta-se -zinhos, e pronto: pasteizinhos.

Outros exemplos:
Pãezinhos
Carreteizinhos
Limõezinhos
Caracoizinhos
Aneizinhos

Depois da correção, a frase correta fica assim:
Traze-me uns pasteizinhos.

Pegadinha 24: O relógio marcou meio-dia e meio.
Esta pegadinha que, de vez em quando, figura em provas de vestibular e concurso, sempre acaba tirando candidatos do páreo. A palavra que se refere a horas é meia e não meio. Diz-se nove horas e meia, vinte horas e meia e assim por diante. Então, depois da correção, temos a seguinte frase:
O relógio marcou meio-dia e meia.

Pegadinha 25: Ao comer, tenha cuidado com os espinhos de peixe.
Esta pegadinha apresenta mais uma popularização errônea de uma palavra. Peixe não tem espinhos. Isso é próprio de certas plantas e, quando muito, do porco-espinho. Peixe tem espinhas. É bom estar preparado para a ocorrência de casos como o desta dica, em provas de vestibular e concurso.

Então, depois da correção, temos a seguinte frase:
Ao comer, tenha cuidado com as espinhas de peixe.

Pegadinha 26: Nossa situação está russa.
Esta pegadinha nos adverte para não confundir estado físico ou mental com estado político. Russa refere-se à Rússia. Quando se quer dizer que a situação está feia, diz-se que está ruça (com ç), que significa a cor pardacenta, escura. Em provas de vestibular e concurso, não é raro questões desse gênero.

Então, depois da correção, temos a seguinte frase:
Nossa situação está ruça.

Pegadinha 27: O juiz leu os 3º, 4º e 5º parágrafos.
Eis um tema frequentemente cobrado em provas de vestibular e concurso — a concordância nominal. A frase em destaque, acima, está mal formulada quanto ao aspecto da concordância nominal. Mesmo que haja uma lista ou uma série de elementos antes do artigo, este deve concordar com o elemento mais próximo. O artigo deve ficar no singular, diante de palavra no singular.

Exemplos:
Este cartório serve a 2ª e 3ª varas de família.
A revogação atingiu o 4º, 5º, 6º e 7º artigos da antiga lei.
Estamos discutindo o I e II itens do contrato.
A 1ª, 2ª e 3ª séries terão aulas de educação física.

Então, depois da correção, temos a seguinte frase:
O juiz leu o 3º, 4º e 5º parágrafos.

Pegadinha 28: O chefe reclamou porque a secretária não tinha entregue o relatório.
Nesta pegadinha, temos que considerar que existem duas línguas faladas no País — a culta e a popular. Esta é falada sem nenhuma preocupação com o idioma, enquanto aquela cujo conhecimento é exigido em provas de vestibular e concurso, subordina-se às normas da língua portuguesa falada no Brasil. O verbo entregar possui dois particípios — entregue e entregado. Com os verbos ter e haver, usa-se entregado. Por outro lado, a forma entregue é usada com os verbos ser e estar.

Exemplos:
A moça não havia entregado o bilhete.
João já tinha entregado as passagens.
Uma lista nova é entregue todas as manhãs.
Não se preocupe, a encomenda foi entregue.
A mercadoria está entregue.

A frase acima, depois de corrigida, fica assim:
O chefe reclamou porque a secretária não tinha entregado o relatório.

Pegadinha 29: Ele se acorda às seis horas todos os dias.
Nesta frase o pronome se está tornando a frase incoerente, isto é, o emprego desse pronome é inadequado. Em provas de vestibular e concurso público, esse tipo de ocorrência provoca a chamada incoerência textual ou linguagem inconsequente.

Ninguém acorda a si mesmo! Cada indivíduo, simplesmente, acorda ou, então, é acordado por alguém, algum som alto, um terremoto etc. Agora, decididamente, acordar a si mesmo é proeza que escapa à habilidade humana.

A frase equivocada, depois de corrigida, fica assim:
Ele acorda às seis horas todos os dias.

Pegadinha 30: O governo vai criar novos impostos.
A expressão criar novos é da mesma família de subir pra cima, descer pra baixo, chutar com os pés etc. Já que não é viável criar nada velho, escreva-se, pois, apenas criar, e pronto! A frase inicial, depois de corrigida, fica assim:

O governo vai criar impostos.

(mais…)

William Douglas: o juiz federal que já vendeu mais de 1 milhão de livros

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Rodrigo Casarin, no UOL

É comum, ao se olhar para qualquer lista de livros mais vendidos, deparar-se com o nome de um certo William Douglas. Há algumas semanas, por exemplo, três de sua sobras estavam nas relações do Publishnews: “A Última Carta do Tenente”, “As 25 Leis Bíblicas Para o Sucesso” e “Formigas”, sendo que os dois últimos permanecem dentre os best-sellers de negócios e autoajuda, respectivamente. Mas quem é esse autor, afinal?

Douglas-Willians

Douglas é um juiz, titular da 4ª Vara Federal de Niterói, no Rio de Janeiro, que já vendeu mais de um milhão de exemplares de seus livros técnicos, normalmente voltados àqueles que desejam passar em concursos e iniciar uma carreira pública. Ao ser questionado o que o levou a escrever seus 31 títulos até aqui, diz que foi o desejo de compartilhar o que aprendeu. “Muitas pessoas me perguntavam sobre como ter sucesso em concursos, como juiz, como empreendedor, e o livro foi a forma mais eficiente de eu passar a quantidade enorme de informações e aprendizado que fui obtendo”.

25-leis-192x300Segundo o autor, o segredo para emplacar seguidamente obras nas listas dos mais vendidos está relatado em sua própria produção, principalmente em “As 25 Leis Bíblicas para o Sucesso”. “Ele fala muito sobre estratégia, técnicas, negociação, relações humanas, empreendedorismo… O que eu e meu coautor, Rubens Teixeira, fizemos foi sistematizar todo esse conhecimento em um livro laico e direto, que não fala em religião mas em sucesso”. Para exemplificar de onde tira modelos para que os humanos alcancem o sucesso, cita o “Formigas”, no qual relata o que esses animais têm a ensinar às pessoas. “Eles são a sociedade mais bem sucedida da Terra”, garante o autor.

“A Última Carta do Tenente” é uma exceção em sua obra. Lançado em 2011 pela ultima-carta-210x300Impetus, agora retorna às livrarias pela Planeta. Trata-se de uma ficção que Douglas criou após acordar durante a madrugada com a sensação de que estava prestes a morrer. “Naquele momento senti a necessidade de escrever para meus filhos o que eu acho mais importante na vida. Quando comecei a pensar nisso, vi que daria um livro de mais de mil páginas… e achei que deveria reduzir ao máximo seu tamanho. A solução foi pensar em uma situação onde eu teria apenas 12 horas para escrever, o que me obrigaria a ser direto e ir apenas ao essencial”, explica. Dessa forma nasceu uma história, uma espécie de carta de despedida, na qual o autor procura transmitir aos seus rebentos tudo o que eles “precisariam saber” sobre a existência.

Moro e Lava-Jato

formigas-205x300Como não poderia deixar de ser por conta do cargo que ocupa, Douglas também dá seu parecer sobre o momento político do Brasil. “O país está vivendo um momento extremamente especial, onde nossa sociedade vai precisar decidir se queremos continuar a ser o país do jeitinho, da malandragem e da corrupção, onde é cultural a aceitação de que uma pessoa explore as demais na medida de sua esperteza e possibilidades. Essa cultura começa no furar a fila e no atestado médico falso, e isso vai até as grandes corporações e os políticos. Basta olhar o país para ver que esse modelo não dá certo”, diz.

Ainda nesse universo, comenta a atuação do juiz Sérgio Moro e sua Operação Lava-Jato. “A operação é uma oportunidade e está sendo muito bem conduzida pela Polícia, Ministério Público Federal e Judiciário. Se vier a errar, há todo um sistema de recursos que garante a revisão das decisões. A questão é que atualmente as pessoas preferem atacar os juízes e a investigação em vez de responder sobre os fatos que estão sendo apurados. Quanto ao meu colega Sérgio Moro, admiro sua coragem, persistência e o quanto tem sido técnico, e bem sei o quanto está sofrendo de pressão, perseguição e ataques justamente por estar cumprindo seu dever de conduzir o processo e atender o que vem sendo trazido pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. O que mais me anima é que as investigações continuem e se aprofundem, não só na Vara em Curitiba mas também em todo o país, alcançando todos os corruptos, de todos os partidos, e que a população compreenda que estamos diante de uma encruzilhada onde vamos decidir se queremos um país com cultura diferente”.

Veja 6 dicas fundamentais e indispensáveis ao estudar para a OAB ou outros concursos

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Estudar

Publicado no Amo Direito

Apoio e planejamento na hora de estudar para qualquer concursos ou para a Prova da OAB nunca são demais. É preciso reunir todos os recursos disponíveis para alcançar uma grande conquista como estas, e é por isso que o blog Provas da OAB está disposto a compartilhar algumas dicas importantes com você.

Compilamos na lista abaixo os principais conselhos e ferramentas que você pode utilizar enquanto estiver estudando:

1. Descubra o seu jeito de aprender

Não existe fórmula mágica e universal, pois cada aluno aprende do seu próprio jeito. É preciso que você descubra quais métodos são mais adequados para você. Para descobrir isso, perceba em quais atividades você consegue se concentrar melhor e de que maneira fixa os conteúdos. Alguns alunos precisam escrever o que aprenderam para fixar, outros precisam falar em voz alta para revisar. Teste e descubra com clareza o que é melhor para você.

2. Não caia na tentação de estudar “quando der tempo”

Faça um cronograma. Pode até parecer óbvio para você, mas a maioria dos alunos não se organiza desta maneira e você se destacará muito com tal atitude. Quando você estabelece metas e objetivos de aprendizado tende a estudar com maior disciplina e também maior organização, portanto a consequência natural disso tudo é a obtenção de melhores resultados na prova. Da mesma forma, torna o estudo um assunto “sério”, digno de ser notado e não procrastinado.

3. Procure materiais complementares

Atualmente estão disponíveis para consulta on-line todas as provas anteriores da OAB, bem como uma enorme gama de materiais didáticos que podem te auxiliar nos estudos. Não ignore essa fonte de informação, pois como já falamos anteriormente, os recursos são escassos e é preciso aproveitar tudo o que está disponível gratuitamente na Internet ou mesmo por preços bastante acessíveis durante a sua caminhada.

4. Converse com professores e apoiadores

Não tenha vergonha de expor suas dúvidas para as pessoas que possam te ajudar, pois o conhecimento é subjetivo e não pode ser totalmente traduzido em materiais didáticos e livros. A prática de quem já trabalha na área é fundamental e existem algumas dicas que ninguém expõe abertamente em livros, somente em conversas informais. Por isso tudo, não tenha medo de perguntar. Esse hábito poupará muito do seu tempo, bem como fortalecerá seus relacionamentos e networking com profissionais já bem estabelecidos na área.

5. Trace uma estratégia de estudo

Estudar todo o conteúdo da prova de maneira assertiva é praticamente impossível com o tempo que dispomos, sendo que a maioria dos candidatos já trabalha e possui afazeres pessoais diversos. Por isso, é preciso definir o foco de estudo em algumas matérias principais. Sugestão: escolha 2 matérias em que você está se saindo abaixo do esperado e foque 60% do seu tempo de estudo nela. O restante do tempo divida igualmente entre as demais matérias que caem na prova.

6. Faça resumos!

Os resumos são uma importante ferramenta de estudo quando bem utilizados. O uso dele, no entanto, esta condicionado a algumas maneiras específicas de realiza-lo, tais como: trabalhe à exaustão com o uso de palavras-chave, não copie frases inteiras dos livros e faça-o com muita atenção para propiciar a fixação do conteúdo. O resumo deve ser consistente e curto, pois em caso contrário não ajudará você a lembrar o que escreveu nele.

E agora, você já se sente mais preparado para colocar a mão na massa e estudar bastante? Caso queira mais dicas, confira nosso post sobre técnicas de concentração para a prova.

O que achou das dicas? Já utiliza alguma? Contamos com o seu comentário logo abaixo para discutir esta questão!

Fonte: Provas da OAB

Veja 6 dicas fundamentais e indispensáveis ao estudar para a OAB ou outros concursos

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Estudar

Publicado no Amo Direito

Apoio e planejamento na hora de estudar para qualquer concursos ou para a Prova da OAB nunca são demais. É preciso reunir todos os recursos disponíveis para alcançar uma grande conquista como estas, e é por isso que o blog Provas da OAB está disposto a compartilhar algumas dicas importantes com você.

Compilamos na lista abaixo os principais conselhos e ferramentas que você pode utilizar enquanto estiver estudando:

1. Descubra o seu jeito de aprender

Não existe fórmula mágica e universal, pois cada aluno aprende do seu próprio jeito. É preciso que você descubra quais métodos são mais adequados para você. Para descobrir isso, perceba em quais atividades você consegue se concentrar melhor e de que maneira fixa os conteúdos. Alguns alunos precisam escrever o que aprenderam para fixar, outros precisam falar em voz alta para revisar. Teste e descubra com clareza o que é melhor para você.

2. Não caia na tentação de estudar “quando der tempo”

Faça um cronograma. Pode até parecer óbvio para você, mas a maioria dos alunos não se organiza desta maneira e você se destacará muito com tal atitude. Quando você estabelece metas e objetivos de aprendizado tende a estudar com maior disciplina e também maior organização, portanto a consequência natural disso tudo é a obtenção de melhores resultados na prova. Da mesma forma, torna o estudo um assunto “sério”, digno de ser notado e não procrastinado.

3. Procure materiais complementares

Atualmente estão disponíveis para consulta on-line todas as provas anteriores da OAB, bem como uma enorme gama de materiais didáticos que podem te auxiliar nos estudos. Não ignore essa fonte de informação, pois como já falamos anteriormente, os recursos são escassos e é preciso aproveitar tudo o que está disponível gratuitamente na Internet ou mesmo por preços bastante acessíveis durante a sua caminhada.

4. Converse com professores e apoiadores

Não tenha vergonha de expor suas dúvidas para as pessoas que possam te ajudar, pois o conhecimento é subjetivo e não pode ser totalmente traduzido em materiais didáticos e livros. A prática de quem já trabalha na área é fundamental e existem algumas dicas que ninguém expõe abertamente em livros, somente em conversas informais. Por isso tudo, não tenha medo de perguntar. Esse hábito poupará muito do seu tempo, bem como fortalecerá seus relacionamentos e networking com profissionais já bem estabelecidos na área.

5. Trace uma estratégia de estudo

Estudar todo o conteúdo da prova de maneira assertiva é praticamente impossível com o tempo que dispomos, sendo que a maioria dos candidatos já trabalha e possui afazeres pessoais diversos. Por isso, é preciso definir o foco de estudo em algumas matérias principais. Sugestão: escolha 2 matérias em que você está se saindo abaixo do esperado e foque 60% do seu tempo de estudo nela. O restante do tempo divida igualmente entre as demais matérias que caem na prova.

6. Faça resumos!

Os resumos são uma importante ferramenta de estudo quando bem utilizados. O uso dele, no entanto, esta condicionado a algumas maneiras específicas de realiza-lo, tais como: trabalhe à exaustão com o uso de palavras-chave, não copie frases inteiras dos livros e faça-o com muita atenção para propiciar a fixação do conteúdo. O resumo deve ser consistente e curto, pois em caso contrário não ajudará você a lembrar o que escreveu nele.

E agora, você já se sente mais preparado para colocar a mão na massa e estudar bastante? Caso queira mais dicas, confira nosso post sobre técnicas de concentração para a prova.

O que achou das dicas? Já utiliza alguma? Contamos com o seu comentário logo abaixo para discutir esta questão!

Fonte: Provas da OAB

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