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Quem lê por prazer é mais feliz e confiante, diz estudo recente

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O aumento da confiança e a satisfação com a própria vida são alguns dos benefícios da leitura. Você já leu hoje?

Flávia Resende, no Blasting News

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Pesquisa de Leitura, Literatura e Sociedade da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, investigou os hábitos de leitura, motivação, critério de escolha dos livros, frequência e efeitos que a leitura causa na vida das pessoas.

A pesquisa, que foi liderada pelo Dr Josie Billington e entrevistou mais de duas mil pessoas, explorou os benefícios emocional, social e psicológico de adultos que leem regularmente por prazer descobriu que as pessoas que leem mais são mais propensas a ficarem satisfeitas com suas vidas.

Encomendada pelos chocolates Galaxy em nome do Quick Reads – programa que produz livros curtos por autores renomados para pessoas ocupadas e que não são leitores menos confiantes -, a pesquisa mostrou que a leitura regular tem a habilidade única de fortalecer o embarque do leitor em jornadas positivas na vida, conectá-los uns com os outros e fazer com que os leitores sintam-se mais confiantes sendo eles mesmos.

Benefícios da leitura

Aumento da confiança

A pesquisa mostrou que os livros podem fornecer a confiança necessária para que busquemos nossos objetivos e tomemos grandes decisões na vida: 36% da população foi inspirada a viajar por causa de um livro e 27% das pessoas foram inspiradas a fazer mudanças positivas na vida – desde leitura à procura de um novo emprego ou terminar um relacionamento ruim.

Remédio para stress

Um terço da população admitiu que gostaria de ler mais, mas são frequentemente distraídos pelo celular ou TV. No entanto, destacando o efeito significante que um bom livro pode ter em nosso contentamento e realização, a pesquisa revelou que mais de um terço das pessoas do mundo escolhe a leitura como um remédio para o stress: 41% dos adultos descobriram que curar as preocupações diárias com uma leitura é melhor do que sair à noite com amigos. Já 35% dos entrevistados revelaram que os livros os trazem mais conforto quando estão se sentindo pra baixo, enquanto 31% escolhem uma taça de vinho e 10% um banho quente.

“Os efeitos positivos que a leitura pode ter em uma sociedade são amplamente documentados e o que tem se fez bem claro nessa pesquisa é que os livros podem nos ajudar a aproveitar as coisas pequenas na vida e sermos mais felizes aceitando nós mesmos como somos”, diz o Dr Josie Billington.

30 livros indicados pelos CEOs das maiores empresas do mundo

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Publicado na Exame

São Paulo – Já pensou se você pudesse perguntar aos presidentes das maiores do mundo quais livros de negócios ele leram e indicam?

Foi exatamente isso que Grant Hensel e Julia Wittrock, recém graduados na universidade Wheaton College fizeram. Eles escreveram cartas para todos os CEOs das companhias reunidas na lista Fortune 500 e tiveram reposta de 150 deles.

O resultado foi uma lista de 52 títulos, divulgada pelo site da revista Inc.

Os dois também elaboraram um compilado com resumos desses livros, disponível na internet para compra.

Abaixo, conheça as 30 obras mais recomendadas, elencadas de acordo com a quantidade de indicações. Entre elas, há teorias de gestão elaboradas por gurus e até biografias.

1. Empresas feitas para vencer, de Jim Collins. Editado pela HSM, preço em torno de 70 reais.

2. Execução, de Larry Bossidy e Ram Charam. Editado pela Campus, preço em torno de 52 reais.

3. Vencedoras por opção, de Jim Collins. Editado pela HSM, preço em torno de 50 reais.

4. The Outsiders, de William Thorndike. Editado pela Harvard Business Review Press, em inglês, preço em torno de 17 dólares.

5. Vantagem competitiva, de Michael Porter. Editado pela Campus, preço em torno de 102 reais.

6. Feitas para durar, de Jim Collins. Editado pela Rocco, preço em torno de 35 reais.

7. O gestor eficaz, de Peter Drucker. Editado pela LTC, preço em torno de 58 reais.

8. Lincoln, de Doris Kearns Goodwin. Editado pela Record, preço em torno de 12 reais.

9. A velocidade da confiança, de Stephen Covey e Rebecca Merrill. Editado pela Campus, preço em torno de 18 reais.

10. A maior de todas as vantagens, de Patrick Lencioni. Editado pela Campus, preço em torno de 60 reais.

11. A Bíblia. Editoras variadas, preço em torno de 16 reais.

12. Moneyball: o homem que mudou o jogo, de Michael Lewis. Editado pela Intrínseca, preço em torno de 12 reais.

13. Os Inovadores, de Walter Isaacson. Editado pela Companhia das Letras, preço em torno de 35 reais.

14. Steve Jobs, de Walter Isaacson. Editado pela Companhia das Letras, preço em torno de 35 reais.

15. In search of excellence, de Tom Peters e Robert Waterman. Editado pela Harper USA, em inglês, preço em torno de 97 reais.

16. Os 7 hábritos de pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey. Editado pela Franklinn Covey, preço em torno de 57 reais.

17. Pipeline da liderança, de Ram Charam, Stephen Drotter e Jim Noel. Editado pela Campus, preço em torno de 31 reais.

18. Gestão management, de Peter Drucker. Editado pela Agir, preço em torno de 30 reais.

19. Liderar é uma arte, de Max DePree. Editado pela Best Seller, preço em torno de 5 reais, em sebos.

20. Quem disse que os elefantes não dançam?, de Louis Gerstner. Editado pela Campus, preço em torno de 64 reais, em sebos.

21. A pirâmide do sucesso, de John Wooden. Editado pela Évora, preço em torno de 49 reais.

22. Nosso iceberg está derretendo, de Jonh Kotter e Holger Rathgeber. Editado pela Best Seller, preço em torno de 30 reais.

23. Liderando mudanças, de John Kotter. Editado pela Campus, preço em torno de 83 reais.

24. As 5 tentações de um CEO, de Patrick Lencioni. Editado pela Best Seller, preço em torno de 26 reais.

25. Autenticidade, de Bill George. Editado pela Saraiva, preço em torno de 39 reais.

26. American Icon, de Bryce Hoffman. Editado pela Crown Business, em inglês, preço em torno de 66 reais.

27. Liderança segundo Abraham Lincoln, de Donald Philips. Editado pela Landscape, preço indisponível.

28. A estratégia do oceano Azul, de W. Chan Kim e Renee Mauborgne. Editado pela Campus, preço em torno de 33 reais.

29. Strengths Finder, de Tom Rath. Editado pela Gallup, em inglês, preço em torno de 100 reais.

30. Titan, the life of John D. Rockefeller, Sr, de Ron Chernow. Editado pela Vintage Books, em inglês, preço em torno de 114 reais.

Pais buscam coaching até para crianças de apenas dois anos

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Depois do inglês e do futebol, meninos e meninas agora aprendem a desenvolver liderança, confiança e pensamento crítico desde cedo

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Publicado em Estadão

Além das aulas de inglês, futebol, natação, piano, canto e dança, os pais também estão incluindo na agenda semanal dos filhos as sessões de coaching para desenvolver habilidades sociais e de aprendizado. O treinamento – que nasceu no meio empresarial para melhorar o desempenho de funcionários e gestores – já tem versões até mesmo para crianças de 2 anos.
Treino. Ao buscar aulas de coaching para Henrique e Laura, Ieda Cabral de Lima descobriu que poderia aplicar o aprendizado em casa

A pedagoga Cintia Bozza, de 44 anos, procurava um “estímulo maior” para os filhos Eduardo, de 7 anos, e Maria Eduarda, de 5. Por isso, ela os matriculou há dois anos no curso de coaching da Fastrackids, empresa com método educacional criado nos Estados Unidos e que tem dez franquias no Brasil.

“A mudança maior foi com o Eduardo, que era mais tímido, e começou a ter espírito de liderança e se posicionar mais. A Maria (à época com 3 anos) desde bem pequenininha já se mostrava como líder”, contou Cintia.

Liderança, confiança e pensamento crítico são parte do currículo da empresa, que tem um programa de dois anos para crianças de 2 a 8 anos. “A gente trabalha com essa idade por ser a principal janela de oportunidade cerebral. Por isso, temos um currículo superior ao das escolas, com aulas de astronomia, economia. Porque é preciso tirar a criança da zona de conforto para promover um maior desenvolvimento cerebral”, diz Ana Paula Harley, franqueadora master da rede no Brasil.

Semanal. Com mensalidades de aproximadamente R$ 210, o programa oferece, em geral, uma aula por semana. Segundo Ana Paula, a rede já tem cerca de 3 mil alunos no País.

Cintia, que também tem uma filha de 26 anos, disse que Eduardo e Maria Eduarda já mostram uma independência maior do que a irmã mais velha, que não teve a orientação do coaching. “Ela não tinha a independência e a organização dos dois. Hoje, ela é pesquisadora (faz mestrado em sociologia), mas a muito custo. Ela só foi aprender a se organizar no nível acadêmico, não quando criança”, afirmou.

Objetivos. A coach Tânia Sakuma, especialista em educação infantil, explicou que, para que o treinamento seja efetivo, é preciso haver o comprometimento dos pais para entender quais objetivos podem ser alcançados e em quanto tempo. “Cada fase tem seu desafio, assim como cada criança. Não queremos transformá-la em um prodígio, mas extrair o potencial dela para que desenvolva habilidades para viver melhor.”

A analista de sistemas Ieda Cabral de Lima, de 37 anos, buscou as sessões de coaching com Tânia para os filhos Laura, de 9 anos, e Henrique, de 7, quando percebeu que não conseguiria encontrar sozinha a solução para alguns obstáculos no comportamento das crianças. “O santo de casa não iria fazer milagre”, disse Ieda.

“A Laura se dispersava muito fácil. Já o Henrique se preocupava muito com a irmã, apesar de ele ser o mais novo. As sessões (que eles fazem juntos) ajudaram a equilibrar essas duas situações e eu vi como poderia aplicar isso em casa também”, contou a mãe.

De acordo com a coach da empresa CrerSerMais, Roselake Leiros, um dos principais focos do treinamento é o comportamento dos pais. Segundo a especialista, a maioria das famílias que a procuram tem pais extremamente preocupados com os estímulos das crianças ou pais que deixaram a situação sair de controle e não sabem exatamente como lidar com os filhos.

Perda de tempo destinado a brincadeiras. Para os especialistas, mesmo que o coaching tenha abordagem que pareça leve e divertida para as crianças, é preciso cuidado para que ele não tire parte importante do tempo que deveria ser destinado a brincadeiras.

Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), disse que é preciso refletir, a partir de cada caso, se as famílias não estão antecipando etapas do aprendizado e, com isso, reduzindo a infância.

“Não existe certo e errado na educação, mas precisamos refletir que muitas famílias se preocupam em preparar a criança para a vida, com uma crença de que há uma disputa acirrada na sociedade e que é preciso prepará-los para a disputa.”

Telma Pileggi Vinha, professora da Faculdade de Educação da Unicamp, disse que mesmo que as atividades desenvolvidas no coaching pareçam com brincadeiras, elas não dão a liberdade que a criança precisa. “A brincadeira é dirigida, e o adulto é visto como autoridade. Quando são só crianças, elas precisam se entender, resolver conflitos.”

Terceirização. Telma afirmou que o excesso de atividades a que os pais submetem os filhos preocupa por ser uma “terceirização da educação”. “Nenhum pai quer que o filho tenha algum tipo de problema ou dificuldade, mas ele precisa enfrentar, sem passar a responsabilidade para um profissional, uma escola, empresa.”

Para os especialistas, é preciso entender que algumas características fazem parte da personalidade da criança e precisam ser respeitadas.

Enem 2014: escola católica faz Bênção das Canetas para alunos na véspera da prova

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Freira de Colégio Sagrado Coração de Maria abençoou o material com água benta após Oração do Vestibulando

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Lauro Neto, em O Globo

Se Deus escreve mesmo certo por linhas tortas, uma escola católica da Zona Sul do Rio de Janeiro tentou garantir a escrita correta de seus alunos com uma Bênção das Canetas na véspera do Enem. Na manhã desta sexta-feira, 35 estudantes do Colégio Sagrado Coração de Maria participaram de uma cerimônia religiosa na capela, na qual ganharam canetas pretas de corpo transparente (como manda o edital do Enem), que foram abençoadas com água benta por uma freira.

Antes de Irmã Glória aspergir a água sobre os alunos e suas canetas, eles receberam um escapulário, rezaram a Oração do Vestibulando, que pede inspiração a Deus para “responder com sabedoria e calma as questões”, além do Salmo 91, um Pai Nosso e uma Ave Maria. Muitos estudantes se emocionaram durante a celebração, entre eles, os amigos Lucas Ripardo e Ana Carolina Gonzaga.

– Me emocionei durante a Bênção das Canetas, pois significou muita coisa, me passou conforto, me senti segura e abraçada. Por estudar aqui há muito tempo, lembrei dos outros anos e simbolizou a preocupação que a escola tem conosco. Sou católica e tenho uma fé muito grande em Deus. Com certeza, esse é um meio de Ele nos tocar durante a prova – acredita Ana Carolina, que quer estudar Arquitetura na UFRJ.

Candidato a uma vaga em Produção Cultural na UFF, Lucas diz não ser tão católico quanto a amiga, mas confessa que a experiência foi marcante a ponto de fazê-lo chorar como em raras ocasiões:

– Nunca choro. Mas esse momento foi bem tocante para mim, pois descarreguei todas as energias que estava sentindo, junto com todo mundo que convivo durante anos. Precisamos disso. Esse fim de semana representa o que batalhamos durante três anos de ensino médio, e queremos fazer o nosso melhor. Precisamos estar o mais tranquilo possível. Acreditar em algo ajuda a se acalmar durante a prova e pensar que vai dar tudo certo.

A cerimônia foi idealizada pelo trio gestor da escola, composto pelo diretor-geral, Amaro França, a diretora pedagógica, Rosana Catete, e o coordenador de serviço de orientação religiosa, Carlos Bruno Araújo. França foi o responsável por invocar a bênção sobre as canetas.

– Que, inspirados pelo Seu Espírito e revelado pelo que eles vão produzir, as respostas sejam as corretas e se aproximem daquilo que é certo. Assim, pedimos com toda a confiança e a fé que abençoe os jovens que irão prestar o Enem, e também esses objetos, que recebendo Sua bênção, se tornam santos, consagrados, em nome de Jesus – disse França.

Estas 10 práticas vão deixar você mais inteligente

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Seu cérebro é capaz de realizar muitas peripécias, mas você pode dar uma ajudinha

Fonte da imagem: Shutterstock

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Daiana Geremias, no Megacurioso

Quer ficar mais esperto, ter um rendimento melhor nos estudos e no trabalho? Sabia que é possível dar um empurrãozinho no funcionamento do seu cérebro? A revista Time fez uma lista com pequenas atitudes que podem ajudar você a ser uma pessoa mais inteligente. Confira quais são essas atitudes a seguir e depois nos conte se já pratica alguma delas:

1 – Administração do seu tempo online

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Você provavelmente já reparou que, de vez em quando, faz seu login no Facebook “só para dar uma olhadinha” e, de repente, lá se foram algumas horas diante da tela azul e branca. Não que você não possa se divertir com as redes sociais, mas aprender a administrar seu tempo na internet é uma grande coisa.

Você pode usar “o lado bom” da internet e se dedicar a aprender coisas novas, ver palestras do TED, tentar aprender uma nova língua, conhecer um novo país, aprender mais a respeito do corpo humano e por aí vai.

2 – Tome nota!

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Você tem acesso a um número muito grande de informações todos os dias, por isso não adianta pensar que vai conseguir lembrar sempre o conteúdo daquela matéria do Mega Curioso que você acabou de ler e que achou incrível. Quando alguma coisa for realmente importante para você – por exemplo: se for algo que possa cair em uma prova –, o ideal é que você faça anotações para poder lembrar depois.

3 – Faça uma lista das coisas que você já fez

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Ser confiante e feliz é sinal de inteligência, e uma boa forma de você se tornar confiante e satisfeito é se lembrar das coisas que já conquistou. Se sua meta era fazer academia e se você já está fazendo aulas de musculação há duas semanas, lembre-se disso. Idem para aquela conquista no trabalho, na faculdade, na escola. Isso vai fazer de você uma pessoa mais motivada.

4 – Jogue mais!

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Os jogos mais recomendados para treinar seu cérebro são o xadrez, alguns jogos de baralho e, claro, as famosas palavras cruzadas. Tudo que envolve planejamento estratégico e memória é uma boa ideia. Melhor ainda se você jogar sozinho, sem ajuda de livros e dicas.

5 – Selecione melhor seus amigos

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Não é novidade que as pessoas com as quais você se relaciona podem influenciar seus hábitos e suas decisões. Por isso, é sempre bom manter por perto aquele amigo que gosta de ler, que vai bem nos estudos, que tem um bom relacionamento social, que sabe tomar boas decisões e que tem boas conversas. Esse conselho serve para a vida inteira: é sempre bom ter por perto uma pessoa inteligente tanto na questão racional da coisa quanto na emocional também.

De acordo com Saurabh Shah, o seu QI é uma média do QI das cinco pessoas mais próximas de você. Isso só comprova o que falamos no parágrafo anterior: ficar perto de gente esperta faz de você uma pessoa esperta.

6 – Leia muito

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Esse é um conselho muito batido e, para alguns, um pouco chato. Ainda assim, é preciso reforçar o poder da leitura, principalmente em tempos de redes sociais, quando passamos mais tempo em contato com conteúdos rasos do que com uma boa narrativa literária, por exemplo.

Cientificamente falando, a leitura tem o poder de dar aquele impulso que seu cérebro precisa de vez em quando, sem falar que é um ótimo exercício para a criatividade também. Você não precisa começar lendo a obra completa de Dostoiévski, mas pode criar o hábito de ler jornal e, quem sabe, aquele livro que faz mais o seu estilo. O importante é ler bastante e sempre. (mais…)

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