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Onde são armazenados todos os tesouros do conhecimento e da ciência

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Biblioteca do Monasterio de Wiblingen, Alemanha
(Wiblingen Monastery Library, Ulm, Germany)

Publicado por Eu amo leitura

Antes de entrar na Biblioteca visitantes podem ver a inscrição “Em quo omnes thesauri sapientiae et Scientiae”, que significa “Onde são armazenados todos os tesouros do conhecimento e da ciência”, uma citação simplesmente perfeita para entrada de qualquer biblioteca, vocês não acham?

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A famosa biblioteca do mosteiro Wiblinger tem o tamanho e toda suntuosidade e luxo de um lugar sagrado. O afresco do teto feito pelos artistas Martin Kuen e Dominic possuem 1750 desenhos diferentes dando ainda mais charme a essa biblioteca.

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A biblioteca detém em seu acervo cerca de 15.000 manuscritos, dentre outros documentos. Estes variam de originais, manuscritos, ilustrações para revistas e impressão do mundo cotidiano e do sistema escolar. Na Wiblingen encontram-se diversos Manuscritos do século 15.

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A Abadia de Wiblingen foi uma abadia beneditina, hoje ela abriga a Faculdade de Medicina da Universidade de Ulm. A abadia faz parte da rota do barroco. O Mosteiro foi fundado em 1093, e durante a Idade Média Wiblingen foi famosa por sua erudição, qualidade de sua educação e lugar exemplar de disciplina monástica.

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Não é linda??

Grupo Autêntica lança blog voltado para a educação

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A Autêntica Editora, criada em 1997, se consolidou no mercado editorial brasileiro por suas publicações destinadas à área acadêmica. Em 2011, a casa tornou-se o Grupo Autêntica, integrado pelas editoras Autêntica, Gutenberg, Nemo e  Vertigo, com o objetivo de diversificar seu catálogo e atender as demandas de seu público, cada vez mais abrangente.

O Grupo, que investe cada vez mais em publicações voltadas à educação, à gestão do ensino e ao professor,  parte agora para uma nova empreitada: com o objetivo de construir um canal de comunicação capaz de apresentar temas atuais — sempre com uma visão voltada para a sala de aula e para a gestão escolar — lança o Blog Grupo Autêntica Educação: orgulho de ensinar (http://grupoautenticaeducacao.com.br/).

Sua finalidade é reunir e disponibilizar conteúdos diversos sobre conhecimento, educação, boas práticas escolares e tudo que possa qualificar as aulas, sejam elas ligadas à Educação Básica ou ao Ensino Superior. O Blog promove debates, chats além de apresenta diversos artigos, textos e pesquisas. Todo conteúdo pode ser apropriado gratuitamente por professores e gestores educacionais a fim de promover uma educação qualificada, inclusiva e universal.

Para Rejane Dias, Diretora Executiva do Grupo Autêntica, o Blog têm fôlego para reunir e compartilhar conhecimento com diferentes atores do Ensino no país: “Todos do Grupo Autêntica estão mobilizados e entusiasmados com o projeto do Blog. Trabalhamos há muitos anos com publicações voltadas para a Educação e podemos oferecer um conteúdo rico a educadores, professores e a todos os envolvidos com a educação, de maneira geral. A ideia é compartilhar cada vez mais a nossa reflexão sobre a educação brasileira e acreditamos que o blog agradará o nosso público leitor e, claro, nos aproximará ainda mais dele”.

O Blog já conta com perfis no Facebook e no Twitter.

Pesquisa diz que literatura pode ajudar pessoas doentes a enfrentarem melhor o tratamento

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A leitura é capaz de elevar a autoestima e o conhecimento sobre si mesmo, dizem estudiosos suecos

Publicado no Saúde Plena

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A procura por histórias que refletiam a situação que as pacientes viviam naquele momento, o que permitia uma forte identificação com os textos

A leitura proporciona muitos benefícios, como o acesso a novos conhecimentos e o estímulo à criatividade. Agora, além desses ganhos já conhecidos, outra vantagem do hábito acaba de ser constatada por um estudo realizado na Suécia: a literatura tem o poder de ajudar na recuperação de pessoas afastadas do trabalho por problemas físicos. O grupo responsável pelo estudo acredita que o efeito tenha relação com a elevação da autoestima e da confiança em quem lê.

Lena Martensson, terapeuta ocupacional da Universidade de Göteborg e uma das autoras da investigação, explica que o tema a interessava havia alguns anos. “Pesquisas anteriores afirmam que os benefícios da leitura têm relação com o conteúdo dos livros. Do ponto de vista da ciência ocupacional, eu estava interessada nos possíveis ganhos de ler ficção como uma ocupação diária”, conta.

No estudo, Martensson e sua colega Cecilia Pettersson acompanharam oito mulheres que adoeceram e tiraram licença médica por períodos que variaram de quatro a 36 meses. Em entrevistas aprofundadas, todas as participantes apontaram os livros como grandes companheiros que as ajudaram no processo de recuperação e a retomar as atividades cotidianas.

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A leitura também contribuiu para uma autoimagem positiva e maior autoconhecimento através da experiência subjetiva, notaram as responsáveis pela investigação

A leitura também contribuiu para uma autoimagem positiva e maior autoconhecimento através da experiência subjetiva, notaram as responsáveis pela investigação. “A leitura de ficção é uma atividade significativa que as mulheres doentes iniciaram por conta própria, o que reforçou sua capacidade de participar em eventos diários”, diz Martensson.

Tema certo
Algo que chamou a atenção das autoras foi a procura por histórias que refletiam a situação que as pacientes viviam naquele momento, o que permitia uma forte identificação com os textos. “A maioria procurou livros que elas acreditavam previamente que lhes faria bem. Elas selecionaram obras que as faziam lembrar da própria situação”, ressalta a cientista. As participantes também disseram buscar obras pelo simples prazer estético e como uma forma de esquecer a doença momentaneamente. Mas elas evitavam textos muito densos. “Era importante que a linguagem não fizesse grandes exigências quanto à capacidade de concentração.”

Todas as voluntárias sempre tiveram interesse pela leitura. No entanto, assim que adoeceram, o hábito foi deixado um pouco de lado. Aos poucos, as letras voltaram a fazer parte da rotina e se tornaram cada vez mais presentes conforme as mulheres se recuperavam. “Além disso, à medida que, gradualmente, se sentiam melhor, elas retornavam para o tipo de literatura que tinham lido no passado”, acrescenta Petterson.

Livros se tornam refúgio necessário Para pesquisadores brasileiros que não participaram da pesquisa sueca, o resultado do trabalho traz informações valiosas sobre o efeito da literatura na vida das pessoas. Diva Maciel, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), acredita que o estudo mostra como a literatura pode preencher a falta de um refúgio, algo necessário em um período de repouso. “É uma forma muito interessante de ocupar o tempo. Com o prazer da leitura, essas mulheres conseguem se identificar e preencher um espaço, algo que ajudará na recuperação. Os livros são um recurso que podem ser comparados a outros, como os filmes ou a música, por exemplo”, aponta.

“O escritor Affonso Romano De Santana já contou ter um amigo médico que lhe pedia livros para levar ao hospital, pois notava que os pacientes se sentiam melhores com a leitura, até mesmo os que não sabiam ler e pediam para ouvir as histórias. Esse experimento mostra esse poder da leitura”, completa Maciel.

Para Roberval de Souza, coordenador e professor do curso de psicologia do Centro Universitário Iesb, seja qual for o tema do livro buscado pelos pacientes, ele pode auxiliar quem está em recuperação. “O estudo se assemelha ao que já ocorre com as crianças hospitalizadas. No momento em que elas têm a oportunidade de dar continuidade aos estudos, concomitantemente ao tratamento, elas desenvolvem melhores habilidades de resiliência à própria doença. Já é sabido que a leitura, seja ficção ou não, nos ajuda a construir um repertório simbólico e imaginário que será fundamental para nossa convivência social”, destaca. “A nossa autoestima é moldada a partir de um somatório de vínculos afetivos que construímos desde o inicio da vida. Sendo assim, a leitura funciona como uma ferramenta para nos ajudar a elaborar novas percepções de como podemos nos portar no mundo e na sociedade”, prossegue o psicólogo.

Souza acredita que a literatura está próxima do refúgio de que o ser humano sente necessidade em situações difíceis, como um problema de saúde. “Quando uma pessoa recebe um diagnóstico médico, logo procura se informar sobre a doença. À medida que o paciente consegue obter mais informações, ele pode ajudar mais no tratamento. Em um segundo momento, de aceitação, o paciente poderá recorrer à leitura de obras de ficção, que ajudam a construir um imaginário e uma melhor percepção e enfrentamento da realidade psíquica”, afirma.

 

Curiosidades e esquisitices da palavra são tema de painel na Fliporto

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Humberto Werneck e J. Rentes de Carvalho, com mediação de Silio Boccanera (Foto: Reprodução/TV Globo)


Gabriela Alcântara, no G1

Saudade, amor, palavra, conhecimento, vida, pernambucana, amizade, essência, miscigenação e tolerância. Essas foram as dez palavras mais bonitas segundo os visitantes da Festa Literária de Pernambuco (Fliporto) 2012, que se encerra neste domingo. O anúncio foi feito durante o painel “Palavras: as implicâncias, as preferências e as esquisitices”, que contou com a participação de Humberto Werneck, J. Rentes de Carvalho e Silio Boccanera como mediador.

Amantes da palavra, os debatedores logo assumiram o hábito de leitura do dicionário. “Eu tenho uma relação com ligeiros toques de tara com a palavra. Amo as palavras, gosto do tamanho físico da palavra, da sonoridade. Até hoje sei palavras que nunca usei, só conheço porque vi no dicionário. Como ‘alpondra’, que são aquelas pedras que tem no rio e permitem atravessá-lo a pé”, afirmou Werneck.

O escritor e jornalista afirmou ainda que a constante leitura do dicionário não é para o uso descontrolado, mas pelo puro prazer do conhecimento. “Não tenho medo das palavras. É paupérrima a lista de palavras que se pode usar na imprensa brasileira hoje, eu sou contra isso, as palavras estão aí para serem usadas”, explicou.

Português que mora na Holanda há anos, J. Rentes de Carvalho também confessou a paixão pela leitura dos dicionários. Ao falar sobre a diferença entre a o português de Portugal e o brasileiro, ele afirmou que a língua-mãe começa a ficar ultrapassada: “Em Portugal temos a ideia de que a língua brasileira é um pouco infantil. O português tem essa ideia tola, de que a língua brasileira não é afinada. É uma tolice, porque não há línguas infantis, todas elas tem o mesmo valor. O que nós temos é uma arrogância de velhos, que não aceitamos neologismos, variações. Tenho a impressão de que o futuro da língua portuguesa está no Brasil. E nós vamos ser o museu, talvez o cofre ou a biblioteca onde as pessoas guardam as coisas preciosas”.

Em uma conversa divertida e apaixonada sobre as palavras das mais diversas línguas, os escritores debateram ainda sobre a ausência de algumas palavras com significados específicos.

“Segundo o Houaiss, a língua portuguesa tem 400 mil palavras. Em todas elas, não encontrei algo que designasse minha posição como avô. Existe para pai e mãe, mas não há para avô e avó”, comentou Werneck. O trio falou ainda sobre palavras que acham curiosas. Para os visitantes da Fliporto 2012, as três mais curiosas seriam procrastinação, idiossincrasia e oligofrênico.

“Ensinar não é transferir conhecimento…”

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Via Facebook

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