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Hotel de gelo inspirado em “Game of Thrones” inaugura na Finlândia

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Snow Village (Foto: Reprodução/Instagram)

Foi necessário apenas um mês para a construção, que contou com escultores de gelo profissionais da Rússia, Polônia e Letônia

Publicado na Época Negócios

Há alguns dias, os fãs de Game of Thrones receberam a confirmação de que a oitava e última temporada da série vai estrear apenas em 2019. Porém, quem estiver de passagem pela Finlândia nas próximas semanas vai poder se aproximar do universo da trama em um novo hotel de gelo inaugurado no país.

O Lapland Hotels Snow Village construiu um hotel totalmente em gelo, em parceria com a HBO da Escandinávia, inspirado em Game of Thrones. De acordo com a People, foi necessário apenas um mês para a construção, que contou com escultores de gelo profissionais da Rússia, Polônia e Letônia.

Os quartos são equipados com diversos elementos da trama, como a Parede dos Homens sem Rosto de Braavos, os Caminhantes Brancos e o Dragão de Gelo. Os quartos têm uma temperatura de -5° Celsius e, por isso, os hóspedes têm direito a muitos cobertores.

A entrada no hotel custa US$ 18 (cerca de R$ 59) apenas para visitar as áreas comuns. Já quem quer se hospedar em um quarto tem de gastar, no mínimo, US$ 200 (algo como R$ 644) por diária. O hotel ainda conta com cinema, restaurante e um bar de gelo. O Snow Village abriu na última sexta-feira, 5, e ficará em funcionamento até o dia 8 de abril – quando as temperaturas começam a subir.

O linguista que já criou mais de 40 idiomas artificiais – incluindo o valiriano e o dothraki de Game of Thrones

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 O alto valiriano é a língua materna de Daenerys Targaryen, uma das protagonistas da série 'Game of Thrones' Foto: Divulgação / PureBreak

O alto valiriano é a língua materna de Daenerys Targaryen, uma das protagonistas da série ‘Game of Thrones’
Foto: Divulgação / PureBreak

 

David J. Paterson é o responsável por elaborar substantivos, verbos e regras gramaticais que ajudam na construção de universos fantásticos.

Publicado no Terra

Quando o linguista americano David J. Paterson ouviu a frase “Athchomar chomakaan!” na televisão, ele era uma das únicas pessoas no mundo que sabia o que aquelas palavras significavam.

O motivo é simples: a língua à qual a frase pertence foi inventada pelo próprio Paterson – é uma das quatro que ele criou para a série Game of Thrones (HBO), cuja sétima temporada termina neste domingo.

Formado na universidade de Berkeley, na Califórnia, o línguista de 36 anos cria idiomas desde que era adolescente. Diz ter pedido a conta de quantos já fez, mas estima o número em 40.

“A minha primeira – e isso é até um pouco vergonhoso – se chamava megdavi, uma junção do meu nome com o de minha namorada na época”, conta.

“Percebi que era uma língua ruim e inútil, aí fui criando outras e me aperfeiçoando até ficar contente com o resultado”, afirma.

Para criar os idiomas usados em Game of Thrones , Paterson participou de um concurso em que competiu com outras 40 pessoas. “Só quatro foram para a segunda fase. Foi uma competição difícil”, diz.

As línguas inventadas não são apenas palavras com sons estranhos faladas a esmo – elas têm vocabulários com substantivos, verbos e outras classes de palavras, regras gramaticais e tudo o que é comum na maioria dos idiomas de verdade.

Paterson baseou o contexto e o vocabulário de cada idioma no material da série de livros de George R. R. Martin que inspirarou o drama da HBO, mas precisou criar todo o resto – como a gramática e sintaxe.

Além do dothraki, ele fez mais três línguas completas para o programa. O alto valiriano, uma língua comum e antiga que deu origem a outras – como uma espécie de latim da ficção -, aparece bastante na série.

Mas as outras duas – o idioma dos gigantes e o idioma dos “filhos da floresta” – mal chegaram a ser usadas.

Ele fez também o esboço de um idioma para os white walkers , espécie sombria que cria zumbis e é antagonista da trama.

Perfeccionismo

“Quando ouvi pela primeira vez o ator Roger Allam (que interpretou o personagem Illyrio Mopatis, em algumas temporadasda série) falar a frase ‘bem-vindo’ em dothraki, achei que houvesse um erro” conta o americano.

O ator disse “Athchomar chomakaan”, que na língua inventada se usa para das boas vindas para uma pessoa sozinha e que não pertence àquele povo. Mas o correto seria “athchomar chomakea”, porque ele estava falando com um grupo.

“Mas me dei conta de que, quando inclui a frase no roteiro, não tinha como saber com quantas pessoas ele estaria falando”, afirma Paterson.

Apesar o prestígio das línguas de Game of Thrones , o idioma inventado favorito de Paterson é o Irathient, que ele criou para para a série de ficção científica Defiance, do canal Syfy (disponível no Brasil pelo Netflix).

“Ele tem 18 classes de substantivos, coisa que só raramente as línguas reais têm”, diz, orgulhoso.

A fantástica fábrica de bibliotecas

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leitura

O Instituto Ecofuturo já criou 107 bibliotecas comunitárias por todo o país e acaba de anunciar a construção de outras seis

Danilo Venticinque, no Estadão

Há alguns meses mencionei aqui no blog o Instituto Ecofuturo, vencedor do prêmio Pró-Livro em 2016. De lá para cá, o instituto anunciou a criação de mais seis bibliotecas comunitárias—duas no Rio Grande do Sul e quatro no Maranhão. É uma boa oportunidade para escrever um pouco mais sobre um dos mais bem-sucedidos projetos de incentivo à leitura no Brasil.

Criado há 18 anos pela Suzano Papel e Celulose, o instituto tem uma série de projetos relacionados a sustentabilidade e promoção da leitura. Entre eles está a criação de 107 bibliotecas comunitárias por todo o país.

“Qualquer investimento em incentivo à leitura é válido. Mas para evitar que os projetos apenas enxuguem o gelo e não resolvam o problema, deve-se ir além das ações óbvias como doar e distribuir livros e olhar para o cerne do problema”, afirma Marcela Porto, superintendente do instituto. “O problema da leitura no país não é a falta de livros”

O cerne do problema, segundo pesquisas encomendadas pelo instituto, é o acesso a espaços de leitura. “O governo federal tem um bom programa de distribuição de livros e esses livros chegam às escolas. São livros de qualidade, escolhidos por um colegiado competente. O problema é que esses livros não ficam acessíveis para a população em geral, e muitas vezes nem mesmo para a própria comunidade escolar”, diz Marcela.

A explicação está nos critérios usados para avaliar escolas. “Como esses livros são patrimônio público, e as escolas são avaliadas no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) pelo bom uso do patrimônio público, escolas que não têm bibliotecas ou espaços de leitura preferem deixar os livros guardados numa sala fechada para evitar que eles sejam roubados ou danificados”, afirma. “Muitas vezes chegamos a escolas e os livros estão lá, mas não estão acessíveis para o estudante”.

As bibliotecas comunitárias do Instituto Ecofuturo foram pensadas para suprir essa necessidade. Todas cumprem requisitos básicos como uma metragem mínima de 50 metros quadrados, acessibilidade, luz natural e um mobiliário adequado para crianças e adultos, já que as bibliotecas atendem tanto às escolas quanto às comunidades ao seu redor.

Cada uma das bibliotecas é abastecida por um acervo de livros selecionados pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, além de títulos escolhidos pela própria comunidade. O instituto também oferece cursos de auxiliar de biblioteca, promoção da leitura e educação socioambiental para cerca de 40 pessoas em cada uma das comunidades. “Os cursos garantem que o investimento inicial vai se perpetuar por um bom tempo”, diz Marcela.

Para ampliar o impacto das ações, o instituto faz diversas parcerias com outras empresas, além da Suzano Papel e Celulose. As duas novas bibliotecas no Rio Grande do Sul, por exemplo, serão financiadas pela RGE, uma empresa do grupo CPFL Energia, com um investimento de R$ 700 mil. Projetos anteriores já foram financiados por empresas como a Avon, Fundação CSN, Philips e Telefônica. Também há parcerias com as prefeituras dos municípios em que são instaladas as bibliotecas para a contratação de pessoas responsáveis pela manutenção da biblioteca e a promoção da leitura.

O resultado de tudo isso são bibliotecas vivas, cada uma delas realizando em média cerca de 500 atendimentos por mês. Numa conta rápida, são mais de 50 mil atendimentos por mês em todo o país. Com a construção das novas bibliotecas, o número deve continuar aumentando.

Doar e distribuir livros é um belo gesto, mas ações pontuais não são suficientes para resolver o problema da falta de leitores no Brasil. O sucesso das bibliotecas comunitárias do Ecofuturo é um exemplo de como empresas comprometidas com o incentivo à leitura podem causar um grande impacto no longo prazo. Se mais empresas seguirem o exemplo, estaremos mais perto de construir um país de leitores.

Mentores recomendam: 5 livros para acelerar o crescimento da sua empresa em 2017

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Selecionamos livros que oferecem caminhos para você e sua empresa se prepararem para um futuro com mais crescimento. A ideia é inspirar você na construção de uma organização marcante.

Publicado no Administradores

A temporada de planejamento estratégico está a todo vapor! E, com ela, a possibilidade de o empreendedor revisitar seu plano de crescimento, os avanços, as conquistas e também o caminho que existe pela frente. Nessa seleção, apostamos nos livros voltados para o crescimento de organizações sustentáveis e marcantes –e que são feitas para durar.

1. Organizações Exponenciais –por que elas são 10 vezes melhores, mais rápidas e mais baratas que a sua (e o que fazer a respeito), por Salim Ismail

Aconteceu com a gente: fomos procurar o livro em uma livraria de um grande shopping de São Paulo, e o vendedor nos entregou a obra em questão de segundos. Isso porque o título já foi recomendado por lideranças de grandes empresas da cidade, o que fez o estoque acabar em alguns dias. Esse livro também foi tema de uma palestra dada pelo Juliano Seabra, diretor-geral da Endeavor, para todo o time em julho deste ano. E tem servido de inspiração para o nosso trabalho.

As chamadas Organizações Exponenciais têm um impacto desproporcionalmente grande –pelo menos dez vezes maior– comparadas aos seus pares, por usarem novas técnicas organizacionais que alavancam as tecnologias aceleradas. Na prática, falamos de empresas como o Uber, o TED, o Google, o Waze e o Snapchat. À medida que as tecnologias disponíveis se entrelaçam, o ritmo da inovação acelera ainda mais. E cada intersecção de tecnologia acrescenta mais um multiplicador na equação, tornando essa mudança exponencial!

Por que ler?

Além de falar sobre os efeitos da tecnologia, os autores deixam claro: esse é apenas 1% do caminho que ainda temos para ser percorrido. Por isso, apresentam uma série de 10 atributos, de ordem interna e externa, que caracterizam essas novas organizações. Cabe a você entender esse cenário e desenhar também uma organização preparada para crescer exponencialmente. Se achou o tema interessante, não precisa esperar seu pedido chegar pelo correio. Já pode conhecer esse resumo criado pelo coautor do livro, e que está disponível no SlideShare. Editora HSM Management (valor: a partir de R$ 28,00).

2) A Mentalidade do Fundador, por Chris Zook e James Allen

Se você perguntar aos empreendedores apoiados pela Endeavor qual é o livro que estão lendo nesse momento, provavelmente a resposta vai ser o The Founder’s Mentality, do Chris Zook. Há poucos meses distribuímos para todos eles uma edição para que conheçam os elementos que tornam uma empresa realmente grande e duradoura.

A lição central do livro é que a maioria dessas organizações tem uma incrível característica que corre como um fio áureo por cultura, identidade e vantagem competitiva: a mentalidade do seu fundador.

O que se traduz em algumas características em comum:

1. Uma clara missão insurgente

2. Uma inequívoca cabeça de dono

3. Uma implacável obsessão com a linha de frente

Por que ler?

Os autores passaram alguns anos realizando mais de 450 reuniões e workshops em mais de 50 países, na busca pelo que torna essas empresas especiais, duradouras e grandes exemplos. Por meio de várias análises e exemplos inspiradores, esse livro mostra como qualquer líder –e não apenas um fundador– pode incutir e fomentar uma mentalidade de fundador em toda a sua organização e encontrar um crescimento rentável duradouro. Editora Figurati Valor.

3) Execução: a disciplina para atingir resultados, por Larry Bossidy e Ram Charam

É provável que isso também aconteça na sua empresa: o maior desafio do planejamento estratégico não está na definição da missão, das metas ou das iniciativas, mas sim na execução do que foi planejado. Essa lacuna entre o pensado e o feito impede a empresa de sair do lugar e dar o próximo passo em direção ao futuro que os empreendedores veem pela frente.

Por que ler?

Se você está recomeçando o processo de planejamento estratégico para 2017, esse livro é de grande ajuda. Use cada capítulo para orientar sua comunicação, partindo do seu papel como líder do processo até a criação de uma cultura focada na execução, o que passa pelo recrutamento, pela comunicação com o time e até pelo jeito como as reuniões são conduzidas. Editora CAMPUS Valor.

4) Built to Last: successful habits of Visionary Companies, por Jim Collins

“Este não é um livro sobre líderes visionários carismáticos. Nem mesmo sobre conceitos de produtos inovadores com insights de mercado inéditos. Este é um livro sobre algo muito mais importante, duradouro e substanciais: organizações visionárias.”. É assim que os autores dão início a esse guia prático, útil para todos aqueles que desejam criar empresas que são marcos em um determinado setor –e que sobrevivam com a passagem do tempo.

Para isso, eles desconstroem os principais mitos que giram em torno de companhias famosas e de reconhecido sucesso. Alguns deles são:

1. É preciso uma grande ideia para começar uma empresa. Poucas empresas visionárias começaram com uma grande ideia. Muitas delas começaram sem uma ideia específica –como a HP e a Sony– e outras foram grandes fracassos –até se reinventarem. De fato, uma grande ideia logo no início pode levar ao risco de uma empresa nunca estar pronta para se adaptar às mudanças do mercado.
2. As empresas de maior sucesso tomam decisões por meio de complexos planejamentos estratégicos Apesar de manterem rituais de planejamento, na prática, essas empresas experimentam uma série de coisas e mantém aquilo que funciona, sem apego ao plano.
3. A maioria delas se concentra primeiramente em acabar com seus concorrentes Se nós imaginávamos que essas empresas estavam muito preocupadas com o que os outros fazem, nos engajamos. Elas podem se concentrar em se “autodestruir”, se reinventar e criar algo novo. Antes que outra companhia vá lá e o faça.

Por que ler?

Desconstruindo o mito de que é necessário um líder visionário ou uma grande ideia, os autores propõem a todos os empreendedores um mapa, usando o exemplo de empresas que conhecemos, com o que é preciso para construir uma empresa feita para durar. Editora Collins (valor: a partir de R$37,00).

5) Discovery Driven-Growth: A Breakthrough Process to Reduce Risk and Seize Opportunity, por Rita Gunther McGrath e Ian C. MacMillan

Como você incentiva a inovação e persegue um crescimento ambicioso, minimizando as possibilidades de risco?

Neste livro, os autores mostram como os empreendedores podem planejar e buscar um crescimento mais agressivo com mais ousadia. Planejando com cuidado suas oportunidades estratégicas de crescimento, testando cada projeto com uma série de checkpoints e criando uma cultura que atua sobre evidências e aprendizados, as empresas podem controlar melhor seus custos, minimizar as surpresas e saber quando se desfazer de projetos questionáveis –antes que seja tarde demais.

Por que ler?

Com ferramentas que ajudam a selecionar e melhor avaliar o potencial de qualquer risco estratégico, de novas linhas de produtos a novos negócios, os autores desenham um processo claro que torna possível identificar, administrar e alavancar todo o portfólio de oportunidades da sua empresa. Editora Harvard Business School Press (valor: a partir de R$93,00).

Você agora pode morar em uma casa igual a dos hobbits – basta contratar essa empresa

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BIlbo-Bolseiro

E ela fica pronta em apenas 5 dias

Girrana Rodrigues, no Elástica

“Numa toca no chão vivia um hobbit.” Quem é fã dos livros de J. R. R. Tolkien reconhece com facilidade a primeira frase de O Hobbit. As casinhas pequenas e aconchegantes ajudavam a dar cor ao cenário da Terra Média.

Agora, a empresa Green Magic Homes está construindo casas pré-fabricadas semelhantes às tocas dos hobbits e que podem ser montadas em apenas cinco dias. De acordo com o site Stuff, depois de fazer a planta da casa e fabricar a estrutura com polímero reforçado com fibra, basta montar a estrutura e cobri-la com terra e vegetação – que além de decorativos dão resistência à casa.

As tocas são construídas debaixo do solo e você pode optar por plantar alguns legumes no telhado. Mas se você não é fã de legumes, pode escolher cobrir o teto com areia ou neve, dependendo da região em que você mora.

O resultado é impressionante:

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