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Drácula | Netflix e BBC divulgam primeiras imagens da minissérie

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Renan Lelis, na Poltrona Nerd

A Netflix e BBC divulgaram as primeiras imagens de Claes Bang (Millennium: A Garota na Teia de Aranha) em Drácula, minissérie criada por Steven Moffat e Mark Gatiss (Sherlock).

Os três episódios de 90 minutos reintroduzirão o mundo a Drácula, em 1897, na Transilvânia, onde o conde que bebe sangue está traçando seus planos contra a Londres Vitoriana.

Drácula tem previsão de estreia para o final do ano.

The Stand | Série baseada em livro de Stephen King começa sua produção

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Adaptação de A Dança da Morte

Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

A revista Production Weekly anunciou o começo da produção de The Stand, série da CBS baseada no livro A Dança da Morte, de Stephen King.

O título de produção da série é “Radio Nowhere”. O nome vem de uma música de Bruce Springsteen, um dos artistas mais admirados por King, e referenciado algumas vezes na obra. É uma escolha acertada já que a faixa, bem como o livro, descreve um cenário apocalíptico.

A Dança da Morte é o livro mais longo da carreira de Stephen King, com aproximadamente 500 mil palavras em sua versão original, o que, na maioria das edições, equivale a cerca de 1.200 páginas.

A trama é ambientada em uma Terra que foi dizimada após um vírus mortal contaminar a humanidade e matar 99,4% da população. Os 0,6% que sobreviveram se dividiram em duas facções: uma liderada pelo sombrio Randall Flagg e seus poderes malignos, e uma outra comandada por Abagail Freeman, uma mulher que está recebendo visões de Deus. A partir disso, os dois grupos se enfrentarão em uma grande batalha do bem contra o mal.

A série não tem previsão de estreia

Faun | Netflix adquire direitos de conto inédito de filho de Stephen King

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Bruno Tomé, no Observatório do Cinema

A Netflix venceu um leilão contra outros três estúdios e adquiriu os direitos de Faun, conto inédito de Joe Hill, escritor que é filho de Stephen King. A plataforma de streaming transformará a história em um filme.

Michael Sugar e Ashley Zalta ficam com a produção, através da Sugar23. Jeremy Slater (The Umbrella Academy) ficará com o roteiro.

A história de Faun será lançada apenas na primavera, em uma coletânea de contos de Joe Hill. O autor já divulgou uma sinopse da trama, que envolve um jogo chamado de O Mais Perigoso Game.

No mundo de Faun, as portas para mundos como Hogwarts, Nárnia e País das Maravilhas se abrem para todos. É assim que os homens enxergam uma possibilidade de fazer fortuna, oferecendo espaços para jogos reservados ou o empréstimo de criaturas mágicas.

A história segue o multi-milionário Tip Fallows, um caçador recreativo que quer desafios mais interessantes. É quando ele encontra Stockton, outro caçador rico e com uma oferta misteriosa para uma jornada. Os dois precisam apenas pagar US$ 250 mil para entrar em uma casa rural no Maine. É assim que começa uma aventura sobrenatural dentro de O Mais Perigoso Game.

Faun ainda não tem previsão de estreia na Netflix.

Por que o novo Mary Poppins vai contra o que a criadora da personagem queria?

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Emily Blunt em “O Retorno de Mary Poppins” Imagem: Divulgação

Caio Coletti, no UOL

A nostalgia está em alta nos cinemas brasileiros desde quinta-feira (20), com a estreia de “O Retorno de Mary Poppins”, continuação do clássico filme de 1964 que, para muitos, é a “joia da coroa” da Disney e de seu fundador, Walt.

Na trama do novo longa, dirigido por Rob Marshall (“Chicago”), a mágica babá Mary Poppins (Emily Blunt, no papel que foi de Julie Andrews no clássico) retorna à casa da família Banks em um momento difícil, para ajudar as crianças do filme original, agora crescidas e vividas por Ben Whishaw e Emily Mortimer, a cuidar de seus próprios filhos.

A volta aos cinemas da personagem, mais de 50 anos depois do sucesso estonteante do primeiro filme, vem a despeito dos desejos de P.L. Travers, que criou Poppins em sua série de oito livros, publicada a partir de 1934.

Travers, que morreu em 1996, aos 96 anos de idade, odiava o filme da Disney. A história de sua relação complicada com Walt durante a produção do longa está por trás da relutância da autora em autorizar uma continuação enquanto estava viva.

Versão “açucarada”

Para Travers, que nasceu na Austrália, mas viveu quase toda a sua vida na Inglaterra, “Mary Poppins” era tanto sobre disciplina e obediência quanto sobre imaginação e diversão. Por isso, a “magia Disney” do filme, e a suavização da personalidade da personagem título, não lhe caíram bem.

Walt, que lia “Mary Poppins” para suas próprias filhas, tentou por vinte anos comprar os direitos dos livros de Travers, fazendo visitas regulares a ela na Inglaterra. Quando ela finalmente concordou, no começo da década de 1960, foi apenas com a condição de servir como consultora na roteirização do filme.

Travers desgostava das músicas originais compostas pelos irmãos Sherman, e brigou com Disney pela exclusão das cenas que misturavam desenho animado e live-action. O chefe do estúdio, no entanto, tinha a palavra final, e a versão de Walt Disney foi a que chegou aos cinemas, para o desgosto da autora.

A escritora P.L. Travers Imagem: Divulgação

O desentendimento entre ela e Disney, inclusive, foi o motivo pelo qual Travers não foi inicialmente convidada para a première de “Mary Poppins” em Los Angeles. A escritora, que não era de levar desaforo para casa, teve que insistir ao telefone com funcionários do estúdio e acabou por conseguir um convite.

Mágoa duradoura

A relação de Travers e Disney foi parar no filme “Walt nos Bastidores de Mary Poppins”, lançado em 2013. Com Emma Thompson no papel da autora e Tom Hanks na pele de Disney, o filme tem suas próprias virtudes, mas se desvia da história real ao mostrar a escritora emocionada com o filme durante a estreia.

Emma Thompson vive Travers em “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013) Imagem: Divulgação/IMDb

Se Travers chorou durante sua sessão de “Mary Poppins” em 1964, tudo indica que foi de desgosto. A melhor coisa que a escritora disse em vida sobre o filme foi em uma entrevista de 1977, onde contou que tinha “aprendido a viver com ele, mas que não tinha nada a ver com suas obras”.

Nos anos 1990, o produtor teatral Cameron Mackintosh contatou a escritora para a montagem de um musical inspirado em sua criação. Travers concordou, desde que ninguém do filme original estivesse envolvido na produção, especialmente os irmãos Sherman.

Estes mesmos termos foram parar em seu testamento, como condições para qualquer adaptação de sua obra. “O Retorno de Mary Poppins” contorna isso ao não adaptar nenhum dos livros diretamente, usando a personagem (da qual a Disney tem os direitos) para criar uma nova história.

Zachary Quinto irá estrelar série adaptada do livro ‘Nosferatu’, de Joe Hill

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Thiago Muniz, no CinePop

O astro Zachary Quinto se junta a Ashleigh Cummings no elenco de ‘NOS4A2’ (‘Nosferatu’), nova série da AMC, baseada no best-seller do autor Joe Hill, filho do aclamado Stephen King.

Quinto irá viver Charlie Manx, imortal sedutor que se alimenta de almas de crianças, e depois deposita o que resta delas em Christmasland – uma aldeia natalina criada pela imaginação de Manx, onde todo dia é Natal e a infelicidade é contra a lei. No entanto, Manx encontra seu mundo inteiro ameaçado quando uma jovem da Nova Inglaterra (Ashleigh Cummings) descobre que tem um dom bastante especial.

O elenco ainda conta com Olafur Darri Olafsson, Virgínia Kull, Ebon Moss-Bachrach e Jahkara Smith.

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