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Autobiografia da cantora Rita Lee vai virar filme

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O livro “Rita Lee – Uma Autobiografia” vai virar filme com lançamento previsto para 2019! || Créditos: Divulgação / Reprodução Facebook

Publicado no Glamurama

A semana termina com uma ótima notícia para os fãs da cantora Rita Lee: a autobiografia dela, “Rita Lee – Uma Autobiografia”, vai virar filme. Depois de se enveredar pelo mundo literário onde já lançou três livros desde 2013, incluindo “Dropz”, uma coletânia de 61 contos e o “Storynhas”, a cantora acaba de anunciar por meio de comunicado oficial que a produtora Biônica Filmes é quem será a responsável pelo longa que contará em vídeo sua vida.

Com lançamento previsto para 2019, o filme ainda não possui uma Rita Lee para chamar de seu e a busca pela atriz que interpretará Rita nas telonas deve começar ainda este semestre. O melhor? Um documentário e uma série também estão previstos em contrato – ambos ainda sem data de lançamento.

Polícia Civil afirma que sumiço de Bruno Borges se tratou de ‘jogada de marketing’

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Bruno Borges, o menino sumido do Acre

Bruno Borges, o menino sumido do Acre

Publicado no Giro Business

O sumiço de Bruno Borges, do Acre, foi uma estratégia de marketing para a venda do livro TAC – Teoria da Absorção de Conhecimentos. Essa é a conclusão da Polícia Civil, que encontrou vários pontos que apontam para uma tentativa de divulgação da obra.

“Bruno se ausenta, o livro é lançado. Então, eu acho que fica evidente que havia um plano de divulgação”, afirmou o delegado responsável pelo caso, Alcino Júnior.

A primeira tiragem do livro foi de 20 mil cópias e entrou para a lista “não ficção” dos mais vendidos da semana, entre 24 e 30 do mês passado.

A polícia descobriu que antes de sumir, Bruno assinou um contrato de publicação de livros, sendo que ficou acordado a divisão dos lucros entre dois amigos (19%), o primo (15%) e a editora (5%). Ele ficaria com o restante dos recursos. Até as datas de lançamentos foram previamente acordadas, segundo as investigações.

“A polícia entrou para verificar o motivo da ausência. Com as buscas, que é o segundo momento, a gente descobre que há um planejamento sim. Os contratos apreendidos demonstram sim um planejamento do Bruno com os amigos Márcio Gaiote e Marcelo Ferreira pra essa divulgação do livro, inclusive, com datas prefixadas para o lançamento”, pontua o delegado.

Bruno se defende: “Eu até entendo que as pessoas levem a pensar essas coisas por causa de todo esse acontecimento. Só que, ironicamente, o fato de eu ter feito contrato com eles é justamente porque não me importo com dinheiro, porque o trabalho deles nesse projeto foi muito importante pra realizar meu sonho”

Contrato de professora em 1923 proibia de casar, frequentar sorveterias e andar com homens

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Contrato de professores em 1923 apresentava rigidez em compromissos - Reprodução Facebook

Contrato de professores em 1923 apresentava rigidez em compromissos – Reprodução Facebook

Publicado no Facebook, documento extraído de artigo acadêmico impressiona pelo rigor. Fumar ou beber causava demissão

Raphael Kapa, em O Globo

RIO – Não fumar, não beber, não sair de casa de noite e não se casar. Esses eram alguns dos termos exigidos em um contrato para ser professora em São Paulo em 1923. O documento que está sendo compartilhado no Facebook é um anexo de um artigo da historiadora Jane Soares de Almeida. No seu trabalho, a pesquisadora fala sobre a transformação da profissão de professores e da inserção das mulheres no cargo e suas restrições.

“A parcela feminina da população reclamava maior nível de instrução e a Escola Normal se tornou bastante procurada pelas jovens paulistas oriundas não apenas da classe média, mas também das famílias mais abastadas do estado por oferecer a oportunidade de prosseguimento de estudos. Para a admissão na escola era exigida a verificação da idade, da saúde, da inteligência e personalidade, fato que demonstra a elitização do curso no período, nos rastros de uma política educacional bastante autoritária. Para as moças era ainda necessário apresentar autorização do pai ou do marido no ato da matrícula”, escreveu Jane.

O contrato mostra uma rigidez caso algumas de suas regras fossem descumpridas. A primeira delas é clara: “Não se casar. Este contrato ficará automaticamente anulado e sem efeito se a professora se casa”.

O segundo e o terceiro pontos já não deixam brechas para que o primeiro ocorra. Era proibido:

“2. Não andar na companhia de homens. 3. Ficar em sua casa entre às 8h da noite e às 6h da manhã, a não ser que seja para atender a uma função escolar”.

Viagens também não eram permitidas sem autorização e passeios pelas sorveterias da cidade eram proibidos. Consumo de cigarro, uísque, vinho ou cerveja configurava como quebra de contrato imediato. A autora, em seu artigo, mostra que estas noções em plena República demonstra uma contradição.

“Apesar das expectativas alvissareiras da ordem e do progresso do século XX, a higiene, a moralidade e religiosidade, a pureza, os ideais de preservação da raça, da sobrevivência social, estamparam no sexo feminino seu emblema de manutenção da sociedade tradicional e as mulheres continuaram sendo submetidas a padrões comportamentais que serviram para impor barreiras à sua liberdade, autonomia e principalmente sobre a sexualidade”, escreveu Jane.

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