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Sergipano aprovado em medicina aos 14 anos dá palestras e escreve livro

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José Victor Teles teve alto desempenho no Enem e foi aceito na UFS.
Convites para palestrar surgiram após destaque dessa conquista na mídia.

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Publicado em G1

O estudante sergipano José Victor Menezes Teles está com a agenda cheia depois de ser aprovado aos 14 anos como o mais jovem aluno de medicina da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Após a repercussão do feito na mídia, ele recebeu e aceitou os convites para dar palestras motivacionais enquanto as aulas na universidade estão suspensas por causa da greve dos professores e servidores técnico-administrativos, o período letivo estava previsto para iniciar no dia 3 de agosto. José Victor também aproveita o tempo livre para escrever um livro para contar a tragetória de sucesso, mas sem deixar de lado a família e os amigos. “É uma questão de organização do tempo”, resume.

Já com 15 anos, o adolescente diz que os convites para as palestras surgiram logo após ter se destacado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ser aceito em medicina com média final de 751,16 pontos nas provas e 960 pontos na redação. “Inicialmente fui convidado para dar palestras em Sergipe e depois surgiu a oportunidade de falar para estudantes de outros estados”, conta Victor Teles.

Sobre a rotina de compromissos, o estudante revela que tudo é que é bem flexível e que nem sempre ganha dinheiro com as palestras. “Se for uma instituição pública ou filantrópica eu não cobro e recebo apenas a ajuda de custo como passagens e alimentação. Mas se for particular o valor pode variar entre R$ 500 e R$ 1.500, depende do que for negociado e o tempo dedicado”, destaca o jovem sem querer revelar mais detalhes sobre os bastidores das negociações.

Para o adolescente, o futuro como palestrante ainda parece indefinido. “Vai depender da rotina das aulas de medicina. Mas enquanto houver tempo livre penso em aproveitá-lo ministrando palestras”, diz.

Tragetória em livro
A participação em palestras fez com que surgisse a ideia de escrever um livro sobre a tragetória da escola até a universidade em menor tempo que os demais estudantes, isso porque ele foi aceito em medicina tendo cursado apenas até o 1º ano do Ensino Médio. Ainda não há data prevista para o lançamento.

“Muitas pessoas me perguntavam o que eu fiz para conseguir resultados tão positivos. Então resolvi explicar como foi todo esse processo para, quem sabe, ajudar outros estudantes”, revela José Victor Teles.

Sobre o desafio da universidade, o calouro de medicina diz: “é mais um desafio, mas estou muito tranquilo com tudo o que pode vir dessa experiência”.

Preparação
O estudante cursava o primeiro ano do ensino médio na Escola Estadual Murilo Braga, em Itabaiana. E alcançou média final de 751,16 pontos no Enem e fez 960 pontos na prova de redação. Com o resultado, José Victor conquistou uma das 100 vagas para o curso de medicina da UFS – e ficou em 7º no grupo inscrito, de escolas públicas.
Ele estava cursando o primeiro ano do ensino médio e não poderia cursar a faculdade. Já que o Enem só dá certificação a alunos com mais de 18 anos. Porém, ele conseguiu na Justiça o direito de fazer uma prova de proficiência aplicada pela Secretaria de Estado da Educação (Seed) e foi aprovado e recebeu o certificado de conclusão do ensino médio para poder fazer a matrícula na universidade.

“Passei o ano passado estudando para o Enem, além do conteúdo dado em sala de aula. Sem dúvida a técnica para estudar e armazenar o conhecimento foram decisivas para o meu desempenho. É preciso saber organizar o tempo e também se preparar para saber como será a prova no dia”, afirma.

MEC distribui 2 milhões de senhas para cursos on-line gratuitos

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Programa é para estudantes de escolas públicas e universitários / Leandro Moraes/ Folhapress / Arquivo

Programa é para estudantes de escolas públicas e universitários / Leandro Moraes/ Folhapress / Arquivo

Publicado por Band

Programa Inglês Sem Fronteiras oferecerá cursos pela internet voltados para estudantes de graduação e pós-graduação

O MEC (Ministério da Educação) identificou que a falta do domínio de uma língua estrangeira tem sido barreira para os universitários brasileiros conseguiram bolsas de estudo no exterior e lançou ontem a primeira etapa do programa Inglês Sem Fronteiras.

Serão distribuídas 2 milhões de senhas para alunos de graduação e pós-graduação matriculados em universidades públicas ou estudantes de universidades particulares que tenham alcançado no mínimo 600 pontos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), em alguma edição a partir de 2009.

Ocurso será on-line e usará uma plataforma internacional. Em paralelo, os alunos serão submetidos a provas e, de acordo com o desempenho, poderão receber convites para aulas presenciais. O governo colocará à disposição dos estudantes 250 mil testes Toefl, exame com reconhecimento internacional que mede a proficiência em inglês.

Ainda no primeiro semestre, 200 professores de universidades dos EUA serão contratados para ministrar cursos para os 20 mil estudantes com melhor resultado. A meta do MEC é distribuir cinco milhões de senhas e, inclusive, incluir num segundo momento a possibilidade de participação dos alunos do ensino médio nos cursos on-line.

A distribuição de novas senhas deverá ocorrer até junho. O domínio do inglês é pré-requisito para concorrer a bolsas de estudo de graduação, mestrado e doutorado em universidades estrangeiras que participam do Ciência Sem Fronteiras.

Lançado em julho de 2011, o programa já ofereceu 22.646 bolsas de graduação e pós-graduação em 38 diferentes países.

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