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Cinco livros sobre Copa do Mundo para se preparar para o Mundial

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De quatro em quatro anos, o evento nos presenteia com acontecimentos que podem preencher centenas de páginas de jornalistas, historiadores e até romancistas

Publicado no Gaucha ZH

A Copa do Mundo é um prato cheio para quem trabalha com literatura. De quatro em quatro anos, o evento nos presenteia com acontecimentos que podem preencher centenas de páginas de jornalistas, historiadores e até romancistas. Nas últimas décadas, livros sobre jogos, escalações e até mesmo histórias envolvendo a organização do mundial tomaram as prateleiras de livrarias pelo país.

82 – Uma Copa, Quinze Histórias (De Carlos Barbosa, Carlos Ribeiro e Carlos Vilarinho)

Na gloriosa história da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, há também alguns capítulos bastante dolorosos. Entre eles, a eliminação para a Itália no Mundial de 1986, nas quartas de final, é um dos mais conhecidos. Considerado até hoje um dos melhores times a não conquistar o título, o Brasil tinha em seu meio campo nomes como Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates e Zico. Em 82 – Uma Copa, Quinze Histórias, os autores usam relatos de 15 brasileiros para mostrar como os três gols do italiano Paolo Rossi abalaram toda uma nação.

As Melhores Seleções Estrangeiras de Todos os Tempos (De Mauro Beting)

Nem só de Pelés, Romários e Ronaldos é feita uma Copa do Mundo. Há também muito talento vindo de outros países. Muito mesmo. E é sobre isso que o jornalista Mauro Beting fala neste livro de 2010. Beting traz um almanaque sobre história dos mundiais e de seleções que entraram para a história, como a Hungria de 1954, a Inglaterra de 1966 e a Argentina de 1986, por exemplo.

Glória Roubada – O Outro Lado das Copas (De Edgardo Martolio)

Mais do que esportivo, a Copa do Mundo é um evento social. Além do campo de jogo, governos vem se beneficiando com o mundial há quase 100 anos. É este o enfoque que Martolio dá em Glória Roubada: como regimes totalitários apoiaram-se no poder do futebol para se manterem no topo.

Os 55 Maiores Jogos das Copas do Mundo (De Paulo Vinícius Coelho)

É bem possível que, quase oito anos mais tarde, a lista feita pelo jornalista Paulo Vinícius Coelho precise de uma atualização. Ainda assim, é um excelente guia para quem quer ficar por dentro das principais partidas entre os mundiais de 1930 e 2010. A publicação conta ainda com entrevistas de jornalistas da Itália, da Argentina, da França e da Holanda.

Deuses da Bola: Mais de de 100 Anos da Seleção Brasileiro (De Eugenio Goussinsky e João Assumpção)

Na primeira formação da Seleção Brasileira, em 1914, o esporte mais popular do país ainda era o remo. Em Deuses da Bola, os autores contam a história da seleção pentacampeã mundial – do início dominado por paulistas e cariocas, passando pela primeira Copa do Mundo até a geração de craques que, nos últimos 60 anos, encantam o mundo e permitem ao brasileiro osetntar cinco estrelas no peito.

Record em primeiro no ranking semanal

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Editora tem quinze livros na lista semanal e empata na lista anual com a Sextante

Cassia Carrenho, no PublishNews

Numa semana em que os números ainda estão sob efeito da Copa, tivemos poucas novidades e mudanças. Mas, a editora Record conseguiu emplacar 15 títulos nessa semana e assumiu o primeiro lugar no ranking semanal, deixando Intrínseca e Sextante empatados, em segundo lugar. Em terceiro lugar, com seis títulos, menos da metade das três primeiras, empate entre quatro editoras: Companhia das Letras, LeYa, Santillana e Vergara & Riba.

No ranking anual, Record e Sextante estão disputando livro a livro, e seguem empatados com 41 títulos cada.

A culpa é das estrelas (Intrínseca) continua brilhando em primeiro lugar, mas nessa semana sofreu uma queda de mais 20% comparada com a semana anterior e vendeu “apenas” 18.967 exemplares.

As novidades na semana foram: em ficção, O resgate e Estranha perfeição (Arqueiro); em não ficção, A vida secreta de Fidel (Paralela); infantojuvenil, Peppa – a maior poça de lama do mundo (Salamandra) e Maze Runner- correr ou morrer (Vergara&Riba) e negócios, 151 dicas essenciais para reconhecer e recompensar colaboradores (BestBolso).

Brasil decepciona e perde para Bulgária na decisão da Copa do Mundo de Quadribol

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Placar da final da Copa do Mundo de Quadribol; Brasil terminou com o vice

Placar da final da Copa do Mundo de Quadribol; Brasil terminou com o vice

Publicado no ESPN

No futebol, decepção na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo – derrota por 3 a 0 para a Holanda, em Brasília. No quadribol, mais uma noite triste para o esporte brasileiro. A Bulgária derrotou o esquadrão nacional na decisão da Copa do Mundo de Quadribol por 170 a 60, disputada no Deserto da Patagônia, na Argentina.

Este foi o resultado final da competição esportiva mais popular no ‘Mundo bruxo’ de Harry Potter, franquia de livros de sucesso da autora J.K. Rowling, que decidiu aproveitar a repercussão do torneio de futebol para promover uma série de textos sobre a competição de quadribol.

A britânica, desde o início da Copa do Mundo no Brasil, publicou uma série de contos sobre o Mundial de Quadribol sob o codinome da personagem Rita Skeeter, repórter-sensacionalista dos livros.

Parte do relato sobre a decisão mostra a popularidade dos búlgaros, do ‘herói’ Viktor Krum – personagem presente no quarto livro da saga – e jogador experiente de quadribol; ele pegou o pomo de ouro que deu 150 pontos e decidiu o jogo para os búlgaros, e de como o Brasil teve um desempenho surpreendente na competição.

No relato, disponível no site insider.pottermore.com, Rita Skeeter e Gina Weasley, esposa de Harry Potter e jornalista, contam sobre o ambiente da final e até resumem a participação dos jogadores até a decisão.

Rita Skeeter, repórter-sensacionalista, escreve isso:

“Os camarotes estão cheios. O presidente da Federação Internacional de Quadribol, Mentor Metaxas, conversa com a presidente do Conselho de Magia da Argentina, Valentina Vázquez. Mas todos os olhares estão voltados para o camarote que abriga a “Armada de Dumbledore”, sentada sob forte esquema de segurança, para evitar um possível assédio da multidão exaltada. A família Potter – menos a mãe, Ginny Potter, que é claro, está aqui na sala de imprensa comigo – recebeu os melhores assentos. Todos estão vestindo o vermelho da Bulgária, exceto o filho do meio Albus, que usa o verde brasileiro.

O fato, sem dúvida, vai gerar muita fofoca. Que mensagem o jovem Albus quer passar para nós escolhendo torcer por um time diferente de seu pai? Estamos testemunhando uma exibição pública e extremamente feia de rivalidade entre pai e filho? Minha colega, Ginny Potter, que está sentada perto o suficiente para ler tudo que minha pena de repetição escreve, acaba de me informar que Albus é fã do jogador brasileiro Gonçalo Flores. Isso, claro, seria uma das possíveis explicações para esta estranha demonstração pública da discórdia familiar”

Já Gina Weasley:

“O estádio está cheio e o barulho é ensurdecedor. Aguardamos a chegada dos dois mascotes das equipes, que farão um show antes do jogo. Os búlgaros, claro, trazem sua célebre trupe de dançarinas ‘Veelas’, que é uma das principais razões da popularidade da equipe, pelo menos entre os homens. Os “curupiras” do Brasil, por sua vez, já pregaram um número inacreditável de peças durante o torneio, mas são igualmente populares, principalmente com as crianças.”

“Análise: Raul Almeida, goleiro do Brasil

Depois de um início lento no torneio, Almeida se tornou uma estrela na semi-final contra os EUA e é uma das principais razões para a presença de sua equipe na final. No entanto, muitos ainda se preocupam por conta fraca atuação diante do Haiti, ocorrida no primeiro jogo do Brasil; ele também sofreu um ferimento na cabeça desagradável nas quartas de final contra País de Gales.”

Tá tendo ‘Culpa’

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Copa assustou, mas a queda nos números da lista não foi tão grande

Cassia Carrenho, no PublishNews

1O mês de junho, início da Copa no Brasil, era temido pelo mercado editorial, mas comparado com a lista de maio, a lista geral de junho vendeu apenas 3.858 exemplares a menos. Porém há um fator importante a considerar. A culpa é das estrelas (Intrínseca), primeiro lugar na lista dos mais vendidos desde fevereiro de 2014, vendeu 57.368 exemplares a mais em junho, cerca de 45% a mais do que em maio. Tá tendo Copa, mas tá tendo Culpa nas livrarias e cinemas.

Os três primeiros lugares na lista geral de junho permaneceram iguais, A culpa é das estrelas (Intrínseca), Destrua este diário (Intrínseca) e Ansiedade (Saraiva). Já no quarto lugar Quem é você, Alasca? (WMF Martins Fontes) voltou, depois de ficar em sexto lugar em maio.

A única novidade na lista geral foi Princesa adormecida (Galera Record) que ficou em 18º lugar.

No ranking mensal das editoras, a diferença entre as três primeiras foi de apenas um livro, em maio a diferença foi de dez títulos entre o primeiro e segundo lugares. Sextante continua liderando o grupo, com 18 títulos, Intrínseca com 17 e Record com 16. Companhia das Letras e Santillana empataram em quarto com 11 livros cada.

7 livros para ler em clima de Copa do Mundo

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O entusiasmo com o evento chegou às livrarias. Há lançamentos para todo tipo de torcedor

Danilo Venticinque, na Época

Você pretende ler algum livro durante a Copa do Mundo? A pergunta parece despropositada. A poucas horas do início de um enorme espetáculo de barulho e imagens, até o mais apaixonado dos leitores deve deixar a estante de lado e agarrar-se à televisão. Conversei sobre o assunto com escritores, livreiros e executivos de editoras nos últimos meses. O desânimo é quase uma unanimidade: junho e julho serão meses mortos para a leitura.
Algumas editoras simplesmente desistiram de fazer lançamentos importantes nesse período. Outras, mais esperançosas, tentam aproveitar o entusiasmo com a Copa para emplacar títulos sobre futebol. O esforço mira num público muito específico: leitores apaixonados que não pretendem abrir mão dos livros durante o mundial, mas querem entrar no clima da Copa do Mundo. Para quem estiver empenhado na difícil tarefa de ler durante a Copa, separei sete livros para diferentes tipos de torcedores. Boa leitura – e boa torcida – a todos.

Para a turma do #nãovaitercopa

1Jogada ilegal, de Luís Aguilar (Gryphus, 232 páginas, R$ 44,90)

Está indignado com a Copa do Mundo no Brasil? Quer ganhar munição para atacar a FIFA em conversas com amigos? O jornalista esportivo português Luís Aguilar está no seu time. Sua investigação dos bastidores do futebol internacional mostra indícios de suborno, compra de votos, venda ilegal de ingressos e outras acusações à entidade que comanda o torneio.

 

Para os polemistas

1Guia politicamente incorreto do futebol, de Jones Rossi e Leonardo Mendes Jr. (Leya, 416 páginas, R$ 39,90)

Depois de se dedicar à história do mundo, do Brasil, da América Latina e da filosofia, a série Guia politicamente incorreto se debruça, oportunamente, sobre o futebol. É um prato cheio para quem quer criar polêmica em discussões e chamar atenção em mesas de bar. Afinal, é preciso ter muita coragem para dizer que Ricardo Teixeira fez bem ao futebol de clubes no Brasil, ou que a Democracia Corintiana era uma ditadura. Essas e outras opiniões impopulares são defendidas com maestria pelos autores do livro.

Para os intelectuais

1Futebol objeto das ciências humanas, organizado por Flavio de Campos e Daniela Alfonsi (Leya, 384 páginas, R$ 46,50)

Não precisa nem ter nascido no Brasil: basta descer do avião e caminhar pelas ruas do país por alguns minutos para perceber que o futebol, aqui, é muito mais do que um esporte. A tentativa de entender o que o futebol ensina sobre o país levou o historiador Flavio Campos e a antropóloga Daniela Alfonsi a reunir artigos de acadêmicos que decidiram pesquisar sobre o esporte nas mais diversas áreas das ciências humanas.

Para os amantes da crônica esportiva

1As coisas incríveis do futebol – As melhores crônicas de Mário Filho, organizado por Francisco Michielin (Ex Machina, 205 páginas, R$42)

Reconhecido como um dos melhores cronistas esportivos do país, Mário Filho (1908-1966) foi tão importante para a história do futebol brasileiro que deu nome ao Maracanã – uma homenagem a sua longa campanha para a construção do estádio. O livro recém-lançado reúne suas principais crônicas, publicadas nas décadas de 1940 e 1950, além de textos de José Trajano e Alberto Helena Jr.

Para os saudosistas

1A importância do futebol, de Pelé com Brian Winter (Realejo, 220 páginas, R$ 39,90)

Mesmo quem não acredita no hexacampeonato mundial pode se emocionar com a Copa do Mundo. Ela é o momento ideal para lembrar as conquistas do passado. É o que Pelé faz nesse livro, que reúne memórias das cinco copas que mais marcaram sua vida.

Para quem quer entender a paixão

1Febre de bola, de Nick Hornby (Companhia das Letras, 352 páginas, R$ 39).

É o livro menos recente da lista, mas indispensável numa estante de títulos sobre futebol. Nele, o autor britânico Nick Hornby tenta explicar seu amor pelo esporte – mais especificamente, pelo Arsenal, seu time do coração. Em meados do ano passado, o livro ganhou uma nova edição brasileira.

Para quem não abre mão de um bom romance

1O drible, de Sérgio Rodrigues (Companhia das Letras, 224 páginas, R$ 38)

O futebol rende excelentes crônicas e biografias, mas raramente inspira obras de ficção. O drible é uma bela exceção a essa regra e um dos melhores romances brasileiros que li nos últimos anos. A paixão pelo futebol e a nostalgia servem como ponto de partida para narrar a conturbada relação de um revisor de livros de autoajuda com seu pai, um medalhão da crônica esportiva.

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