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Por que ler durante uma viagem pode causar tonturas?

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Rômulo Silva, no TriCurioso

Longas viagens de carro ou de ônibus costumam ser um tanto monótomas, por isso muita gente aproveita essas oportunidades para diminuir a pilha dos livros que ainda não foram lidos. No entanto, a combinação entre livros e viagem nem sempre é uma boa ideia para todos, pois algumas pessoas costumam ficar tontas ou enjoadas minutos depois de começar a ler uma determinada obra. Mas afinal, qual é a origem desse mal-estar induzido pela literatura?

Tudo começa pelo fato de que uma boa parte de nossos cérebros evoluiu milhares de anos atrás, muito antes de carros ou livros existirem. Eles cresceram em uma época em que o ataque predadores e a alimentação com plantas erradas eram perigos reais. Em nome da sobrevivência, nossos cérebros tiveram que se tornar muito vigilantes, desenvolvendo respostas ao estresse para nos ajudar a lutar, fugir ou até mesmo a induzir o vômito ao primeiro sinal de envenenamento. O problema é que, apesar de sabermos que uma simples leitura não faz mal ao nosso corpo, o nosso cérebro tende a pensar diferente quando estamos em movimento.

Os cientistas acreditam que funciona assim: quando andamos, nossos corpos estão se movendo e viajando ao mesmo tempo. No entanto, quando nos sentamos em um carro, nossos corpos não estão realmente se movendo, eles estão apenas “viajando”. Nesse tipo de ocasião, os nossos músculos, nervos e olhos dizem ao cérebro que estamos parados, só que ao mesmo tempo os fluidos nos nossos ouvidos que são responsáveis pelo equilíbrio ficam em movimento, o que diz ao cérebro que o nosso corpo está definitivamente indo para algum lugar. Desse modo, o cérebro acaba recebendo duas mensagens conflitantes, causando toda a confusão.

Então, por que os livros pioram? Bem, a resposta para isso está relacionada a uma das curas mais comuns para enjoos e tonturas: olhar para a janela. Quando olhamos para a janela, o nosso cérebro “vê o mundo se mover” e acaba interpretando isso como um sinal de que estamos em movimento, que alivia os sintomas das tonturas. Por outro lado, focar os olhos em um único objeto estático (como um livro) aumenta ainda mais os níveis de incompatibilidade sensorial, deixando o cérebro totalmente confuso.

Por isso, alguns especialistas recomendam aos leitores que sofrem constantes enjoos e tonturas em viagens que eles experimentem ler o livro pausadamente. Fazer uma pequena parada a cada dez minutos para olhar a janela e observar a paisagem pode ser muito eficaz, evitando que você sinta-se mal no meio da estrada.

Netflix renova Altered Carbon e terá Anthony Mackie como protagonista

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Lucas Benício, no Poltrona Vip

A Netflix renovou a segunda temporada de “Altered Carbon“, mas sem Joel Kinnaman.
Anthony Mackie (Capitão América, Detroit) é Takeshi Kovacs, novo protagonista.

A mudança de atores no papel era esperada. Como “Altered Carbon” é baseada na série de livros sci-fi de Richard K. Morgan, que acompanha a jornada de Kovacs em diferentes tempos e lugares. Uma das principais características de “Altered Carbon” é que a consciência humana pode ser desassociada do corpo, tornando-se um arquivo que pode ser transferido para outro corpo humano.

Laeta Kalogridis retorna como co-showrunner e produtora executiva. Alison Schapker se junta à série como co-showrunner e também como produtora executiva.

David Ellison, Dana Goldberg e Marcy Ross fazem a produção executiva pela Skydance. James Middleton (O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas, O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor) também é produtor executivo.

“A Bela e a Fera” pode ter sido inspirado em uma história real

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Um espanhol nascido em 1537 teria hipertricose e, ao estudar e ganhar roupas nobres, teve a oportunidade de casar com uma bela mulher

Paulo Lannes, no Matropoles

“A Bela e a Fera” é uma obra escrita originalmente por Madame de Villeneuve em 1740 que se tornou um dos mais famosos contos de fadas do mundo por conta do desenho homônimo da Disney. Todos conhecem o enredo da história, porém poucos sabem que o texto (e o desenho) podem ter sido baseados em uma história real.

O prólogo escrito por Rodrigo Lacerda no livro “A Bela e a Fera” (editora Zahar) revela a história verídica de Pedro Gonzáles, nascido em 1537 no arquipélago de Canárias, na Espanha. Diferente de outros meninos, seus pelos cresciam sem parar em todo o corpo, deixando lisas apenas a palma das mãos e a sola dos pés. Mais tarde viriam a entender que ele sofria uma doença chamada hipertricose, também conhecida como “síndrome do lobisomem” – eis a Fera do conto de fadas.

Diante tal fenômeno, o pai de Pedro resolveu oferecê-lo ao Carlos V, imperador do Sacro Império Romano-Germânico, que “colecionava” criaturas exóticas de terras distantes. Com a queda do monarca, o garoto passou a pertencer ao Henrique II, rei da França. Numa atitude considerada nobre para a Corte francesa, o rei resolveu “humanizar” o rapaz, rebatizando-o de Petrus Gonsalvus.

Assim, Pedro passou a frequentar a Corte, ganhou belas roupas e teve estudo, chegando a escrever e falar em línguas diferentes. Com a morte de Henrique II, ele passou a ser cuidado por Catarina de Médici, que lhe arranjou uma esposa. O que no início parecia um filme de terror para a moça, conhecida pela região por sua beleza, tornou-se, mais tarde, em uma relação amorosa. Ela não seria ninguém menos que a Bela do famoso livro.

Assim, a narrativa de Villeneuve, que envolve um castelo, uma fera e uma bela parece ganhar corpo na vida real. Embora não haja uma bruxa no meio do caminho, há de se admitir que a vida de Pedro – ou Petrus – merecia ser contada.

Mente ativa: Dicas para ter uma boa memória e um pensamento criativo

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publicado na Zupi

Nossa mente anda cheio de informações, não é mesmo? Seja pelo excesso de preocupações ou pelo ritmo de vida alucinante, todos já devem ter parado um instante e esquecido o que estava procurando, o que ia fazer ou que ia falar. A memória é inexplicavelmente enorme, que precisa ser treinada para ter rápido acesso às informações escondidas no nosso cérebro. Louis Pasteur dizia “A sorte favorece apenas a mente treinada”, que ser criativo não é questão de inspiração instantânea e sim de treino prolongado.

Com esta necessidade crescente para não perder tempo no dia a dia (lembrando onde deixamos as chaves de casa ou o celular, por exemplo). Sabemos que para fugir dessas lacunas, não há receita mágica, mas algumas dicas fazem diferença para manter a memória e a criatividade aguçada mesmo com o passar dos anos.

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Segue algumas dicas:

Jogar: existem alguns jogos que estimulam nosso cognitivo, como apostilas com exercícios de lógica, palavras cruzadas, sudoku, quebra cabeça, e mais de 60 jogos de tabuleiro que trabalham a memória e a criatividade. Use essa função de jogos como se fosse uma tempestade de ideias.

Realizar atividade física: a atividade física além de ser saudável também ajuda a combater várias doenças ela deixa o corpo e a memoria mais ativa. Quanto mais ativa uma pessoa é, menor a probabilidade de ter distúrbios de memória.

Ler: assim como qualquer órgão do corpo, o cérebro precisa se manter ativo para continuar saudável. Uma das melhores maneiras de melhorar o dinamismo, raciocínio e o despertar da criatividade também está na leitura.

Dormir: enquanto dormimos o conhecimento é armazenado no cérebro, por isso a fase de sono profundo é essencial para lembrar aquilo que lemos, ouvimos ou sentimos durante o dia.

E para finalizar, mantenha sua mente sempre ativa, liberte o pensamento criativo, não tenha medo das ideias que nascem. A criatividade pode ser estimulada através do seu meio, da educação e da cultura. Quem se dedica à criatividade todo dia deixa a mente sempre pronta para aproveitar oportunidades assim que elas aparecem.

15 motivos para que você leia livros

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Luiz Cesar Pimentel, no R7

Meio que todo mundo sabe que ler é bom em diversos níveis, mas juntei aqui 15 motivos de fontes diferentes que provam cientificamente que ler faz bem. Para tudo.

1. Ler ajuda a dormir melhor
Todo mundo interage com tela atualmente. Mas as emissões de sinais eletrônicos coloca sua mente em estado de atenção (como se fosse para se manter acordado). Ler com luz suave tem o efeito oposto. Quem tem o costume de ler umas páginas antes de dormir sabe bem disso.
Fonte: huffingtonpost.com

2. Ler reduz stress
A Universidade de Sussex provou que seis minutos somente de leitura diária são mais eficientes até do que ouvir música ou caminhar para combater stress.
Fonte: huffingtonpost.com

3. Ler te deixa mais bonito (tá, atraente)
Basicamente porque ler causa a impressão inerente de te deixar mais esperto, logo mais confiante, logo isso reflete inclusive na sua postura, que é uma das principais armas de sedução.
Fonte: buzzfeed.com

4. Ler encoraja a busca por conquistas
A Universidade do Estado de Ohio fez um estudo interessante, de que quanto mais você se identifica com um (ou vários) personagem na leitura, muito maior é a chance de você tomar ações na vida.
Fonte: rd.com

5. Ler aprimora sua empatia
É um dos resultados imediatos da leitura. Estudo mostra que se deixar envolver pela leitura e pelos desafios de personagens do livro traz sentimento de identificação e consequente empatia aos esforços dos outros.
Fonte: huffingtonpost.com

6. Livros de auto-ajuda são importantes aliados no combate à depressão
Isso também é provado também cientificamente. O número de depressivos e, mais importante, o grau de depressão diminui consideravelmente com a leitura de livros de auto-ajuda no período de um ano. Pense nisso antes de criticar a “indústria dos livros de auto-ajuda”.
Fonte: huffingtonpost.com

7. Ler amplia seu vocabulário
Um hospital em Rhode Island fez um teste em crianças de oito anos, e aquelas para as quais os pais liam histórias tiveram desenvolvimento de vocabulário 40% maior. Isso é amplificado na vida adulta.
Fonte: raisesmartkid.com

8. Ler te torna mais rico culturalmente e menos preconceituoso
Outro estudo, do National Endowment for the Arts, mostra que a leitura desperta uma aceitação maior por outras culturas. Logo, por hábitos diferentes dos seus.
Fonte: rd.com

9. Ler é tão terapêutico quanto música e cinema
A American University fez pesquisa e recomenda que, quando em momento de dificuldade na vida, ler sobre tema correlato induz a vivenciar a luta do personagem no livro e transportar para a vida prática.
Fonte: buzzfeed.com

10. Ler um romance melhora atividade cerebral por dias
Pesquisa da Universidade Emory aponta que o resultado da leitura atua nos moldes de exercícios físicos para o cérebro. Romances o transportam para experiências de outras pessoas e a imersão tem resultados biológicos.
Fonte: independent.co.uk

11. Ler previne Alzheimer e Demência
O cérebro exercitado funciona como o coração – benefícios a longo prazo e diversos estudos apontam prevenção das duas.
Fonte: huffingtonpost.com

12. Leitores são mais inteligentes e têm melhor memória
Quando você lê, cria espaço para novas memórias no cérebro. Quando você exercita o cérebro dessa maneira, o órgão cria novas sinapses e afia a capacidade de memória, abrindo espaço para mais informações serem guardadas.
Fonte: buzzfeed.com

13. Ler faz com que você escreva melhor
Quando você lê, se torna uma espécie de ladrão de estilo (de escrita). Quanto mais você se identifica com a maneira de o autor escrever, mais aquilo afeta e aprimora sua capacidade de escrita. Da mesma forma que músicos são influenciados por músicas que gostam.
Fonte: buzzfeed.com

14. Ler traz de fato o mente sã em corpo são
Leitores são provados cientificamente melhores alunos nas academias, têm compromisso maior com desempenho e com regularidade de atividade física.
Fonte: rd.com

15. Ler te faz um ser humano mais humano
Mais um estudo: quem lê regularmente tem três vezes mais chance de exercer alguma função de caridade ou mesmo de praticar isso no dia a dia, pois a leitura comprovadamente te faz mais sensível aos problemas que nos rodeiam.
Fonte: independent.co.uk

Se você chegou até aqui, começou bem.

dica do Jarbas Aragão

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