Posts tagged Correio Braziliense

Netflix anuncia início da produção de ‘A barraca do beijo 2’

0

Dupla mostrou entrosamento no promo (foto: Reprodução/YouTube)

Joey King, Joel Courtney e Jacob Elordi estarão de volta a produção

Publicado no Correio Braziliense

A produção A barraca do beijo vai voltar. A Netflix anunciou, nesta quinta-feira (14/2), o início das gravações para a parte dois do filme teen. Com um vídeo, no mínimo, fofo, os fãs acompanharam em pouco mais de um minuto, os atores Joey King e Joel Courtney tentando montar uma barraca do beijo. Com muita confusão e tinta na roupa, a dupla (que são grandes amigos na vida real) terminaram os trabalhos colando um número 2 no topo da barraca.

Jacob Elordi não estava na breve promo publicada pela Netflix, entretanto, por meio de assessoria oficial, a empresa confirmou a presença do ator na continuação. O filme será dirigido por Vince Marcello (que também assinará o roteiro e a produção).


A Netflix deixa claro, contudo, que ainda não existe data oficial para o lançamento na plataforma de A barraca do beijo 2.

Enredo

Baseado no livro teen de Beth Reekles, o filme conta a história da jovem Elle (King), que acaba se apaixonando pelo irmão do melhor amigo (Courtney). Entre muita confusão para manter o relacionamento em segredo, Elle chega ao ponto de ter de escolher entre o melhor amigo ou o grande amor.

Biblioteca da Estrutural será reinaugurada com livros encontrados no lixão

0

Ideia é reinaugurar uma biblioteca até janeiro

Thaís Cieglinski no Correio Braziliense

Grupo de estudantes da UnB põe a mão na massa para montar espaço que mais tarde será usado pela comunidade (Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press)

Grupo de estudantes da UnB põe a mão na massa para montar espaço que mais tarde será usado pela comunidade (Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press)

Garrafas de refrigerante, restos de comida e de material de construção, móveis e roupas usadas. Todos os dias, o Lixão da Estrutural, o maior a céu aberto da América Latina, recebe mais 2 mil toneladas de resíduos que se juntam à montanha formada ao longo dos últimos 40 anos. Mas os descartes da capital podem oferecer mais do que sobrevivência. Deles, também brotam livros. “Muitos chegam em excelente estado. Comecei a guardar e, aos poucos, fazer rodas de leitura com as crianças que moravam perto”, conta Maria Abadia Teixeira de Jesus, 50 anos.

Líder comunitária, Abadia começou sua história com a Estrutural em 1993, quando parte da família mudou-se para a cidade e passou a viver da reciclagem. Aos poucos, a costureira decidiu abandonar agulhas e tesoura e investir no reaproveitamento do lixo. O barracão usado para separar os resíduos virou ponto de encontro da meninada da região, que, na década de 1990, nem sequer contava com escolas ou qualquer outro serviço público. A estrutura improvisada foi ganhando ares de biblioteca. “A gente encontrava uma estante e levava para lá. Pegava um baú e usava para guardar os livros e evitar que sujassem”, lembra.

De 1998 a 2005, o espaço cresceu. Chegou a acumular 8 mil exemplares. Os empréstimos e devoluções sempre foram feitos de maneira informal, quase de forma intuitiva. A mineira de Unaí, que fez magistério e sempre sonhou em ser professora, lembra que chegou a inventar um código próprio de catalogação dos livros, na tentativa de organizar o acervo. A estrutura precária do local, que não oferecia um ambiente seguro especialmente para as crianças, foi alvo de preocupação do Conselho Tutelar e, aos poucos, as atividades da biblioteca improvisada acabaram reduzidas.

dica do Gustavo K-Fé

 

Pesquisa mostra que 70% dos presos da Papuda tornaram-se leitores assíduos

0

No presídio feminino, o índice chega a 40%. Os resultados são de uma dissertação de mestrado em letras na UnB

Detentos participam de apresentação do projeto Portas Abertas: desenvolvido pela Universidade de Brasília, o programa tem participação da professora Maria Luzineide Costa Ribeiro

Detentos participam de apresentação do projeto Portas Abertas: desenvolvido pela Universidade de Brasília, o programa tem participação da professora Maria Luzineide Costa Ribeiro

Publicado por Correio Braziliense

O último livro que Luiz Carlos*, 30 anos, leu foi Quando Nietzche chorou, romance de Irvin D. Yalom sobre o filósofo alemão do século 19. “Nietzche sabia aproveitar suas depressões, em vez de fazer delas um inferno. Por isso, gostei bastante”, comenta.

Luiz é um leitor comum. Talvez incomum seja o local onde ele aproveita a leitura. Atualmente, o rapaz cumpre o nono dos 12 anos e 10 meses de pena por homicídio e assalto, detido em regime fechado na Penitenciária do Distrito Federal I (PDF I), no Complexo da Papuda. Antes, costumava ler apenas o que era cobrado no ensino médio, mas, na prisão, os livros se tornaram um prazer, uma forma de preencher o ócio e uma via de escape.

Não é raro isso acontecer. A conclusão é de uma pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB): Luiz não foi o único a mudar os hábitos de leitura depois de ir para a cadeia.

Go to Top