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Com preços até 50% menores do que no Brasil, gráficas chinesas seduzem editoras nacionais

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Só no ano passado, 13,5 mil toneladas de livros produzidos na China chegaram aos portos do país, 2 mil toneladas a mais do que em 2011
Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) recorre ao governo federal para pedir uma política mais protecionista

Nos últimos meses, toneladas de livros impressos na China desembarcaram nos portos do Brasil Reproduções

Nos últimos meses, toneladas de livros impressos na China desembarcaram nos portos do Brasil Reproduções

Cristina Tardáguila e Maurício Meireles, em O Globo

RIO — Nos últimos meses, toneladas e toneladas de livros impressos na China desembarcaram nos portos do Brasil. Foram milhares. A editora Cosac Naify trouxe títulos como “Linha do tempo do design gráfico do Brasil”, de Chico Homem de Melo e Elaine Ramos. A Companhia das Letras, “Asterios Polyp”, de David Mazzucchelli. A Sextante imprimiu em território chinês livros da coleção 1001, conhecida por títulos como “1001 lugares para conhecer antes de morrer”. E a Record também foi atrás. Trouxe, de navio, lançamentos como “História da beleza”, de Umberto Eco, e “Diablo III — O livro de Caim”, de Deckard Cain. Todas essas editoras enxergaram lá, do outro lado mundo, uma forma de reduzir pela metade o custo de produção e de, assim, levar às livrarias obras 50% mais baratas do que se tivessem sido impressas em território nacional.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Brasil importou da China 13,5 mil toneladas de livros no ano passado — o equivalente, em peso, a quase 3,5 milhões de exemplares de “Cinquenta tons de cinza”, da Intrínseca. Foram cerca de 2 mil toneladas a mais do que em 2011. O total de 2012 supera em quatro vezes o volume de livros que veio da Europa, região que ocupa o segundo lugar no ranking das importações de livro.

O salto alertou a Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), já pressionada pelo crescimento da venda de ebooks no país. O mercado estima que, em março, 150 mil livros digitais tenham sido comercializados no Brasil — dez vezes mais do que em setembro, pouco antes de a Apple abrir sua loja virtual no país. De olho nos números, a Abigraf solicitou reuniões tanto com a Receita Federal quanto com o Ministério da Fazenda. Na pauta: as chances de ter uma política mais protecionista. O debate, no entanto, segue em aberto.

— A gente optou por imprimir alguns livros na China porque, em vários casos, aqui no Brasil, eles seriam completamente inviáveis. É o que ocorre com “Linha do tempo do design gráfico do Brasil” — conta Aline Valle, gerente de produção gráfica da Cosac. — Se tivesse sido impressa aqui, a edição custaria R$ 400.
No site da editora, na tarde de ontem, a obra saía por R$ 212.

O interesse na China é tanto que, em novembro, a Cosac mandou Aline à região para conhecer e estreitar laços. A preocupação da editora era, sobretudo, não fechar contratos com empresas que usassem, por exemplo, mão de obra em situação irregular. Aline conta ao GLOBO que não viu nada parecido com isso nas empresas que visitou e que a Cosac só imprime em gráficas que tenham condições de trabalho internacionalmente certificadas.

— Os números da coleção 1001 são um ótimo exemplo de como o baixo custo de produção pode gerar grandes resultados (de venda) — diz Tomás Pereira, sócio-fundador da Sextante. — A série foi lançada a R$ 59,90, quando custaria, normalmente, quase R$ 100 (se feita no Brasil).

Prazo de entrega é visto como inconveniente

Rodar livros na China tornou-se atraente até para empresas de menor porte, como a editora de George Ermakoff.

— Tenho quatro livros prontos para serem impressos lá. Vale muito a pena — conta o editor. — Trazer da China, de navio, um livro de arte que pese mais ou menos 1,5 quilo custa US$ 0,40, ou R$ 1. É o mesmo valor cobrado no trajeto de caminhão entre São Paulo e Rio. A vantagem fica no custo da impressão. Na China, ele é 50% menor.

Ermakoff diz ainda que nem a Lei Rouanet nem a Lei do ICMS do Rio de Janeiro — ambas de incentivo à produção cultural — fazem referência a impressões no exterior.

— Consultei vários advogados e especialistas sobre isso. Ainda assim, para me proteger, só imprimo na China as obras que não têm lei de incentivo.

Quanto à qualidade do que vem de lá, as editoras brasileiras dizem não ter queixas.

— O papel chinês tem boa qualidade, e o ajuste de cores é muito bom — acrescenta Ermakoff, que lançará nos próximos meses “Geneviève Naylor — Uma fotógrafa norte-americana no Brasil” e “Parc Royal”, ambos vindos da Ásia.

Sônia Jardim, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e vice-presidente da Record, editora que tem seu próprio parque gráfico, faz eco:

— O padrão de qualidade deles é espetacular. Quanto mais caprichado for o acabamento do livro, mais vantajoso é imprimir na China. Os gráficos chineses já frequentam feiras internacionais, oferecendo o serviço. É comum vê-los em Bolonha (Itália) e Frankfurt (Alemanha).

Imprimir na China tem, entretanto, pelo menos um inconveniente: o prazo. Entre a entrega dos arquivos na gráfica chinesa (via internet) e a chegada dos livros às prateleiras brasileiras, podem se passar até 120 dias. Só o trajeto de navio leva, em média, um mês e meio. A solução chinesa não é, portanto, interessante para os best-sellers, que precisam ser repostos com agilidade, sob o risco de fracassar ante a busca dos leitores.

— É por isso que a gente só faz impressão na China em situações bastante específicas, como é o caso das coedições internacionais, que não permitem que as obras sejam impressas aqui — explica Mauro Palermo, diretor da Globo Livros, empresa que trouxe da Ásia títulos como “O livro da psicologia”, “O livro da economia” e “O livro da filosofia”.

Por coedição entende-se uma obra de origem estrangeira impressa em diversas línguas ao mesmo tempo e num mesmo lugar. A decisão sobre o local, nesse caso, cabe à editora dona do título. E aí a escolha tem sido quase sempre a China. Ao falar sobre o crescimento das impressões chinesas, os editores brasileiros fazem essa ressalva. Estão computadas aí muitas coedições internacionais, cada vez mais frequentes no Brasil.

— A situação tem diversos componentes. O que tira a competitividade da indústria gráfica brasileira é, sobretudo, o custo de operação e a mão de obra — afirma Fábio Mortara, presidente da Abigraf, lembrando que o setor investiu US$ 1,2 bilhão em maquinário no ano passado e que usa equipamentos semelhantes aos dos chineses (vindos da Europa).

20 mil aqui, 100 mil lá

Segundo Mortara, enquanto o Brasil tem 20 mil gráficas operando, a China possui 100 mil, e há notícias de que o Estado chinês subsidie a indústria milenar de seu país.

O que mais preocupa a associação da classe é a possibilidade de o maior comprador de livros do Brasil — o governo federal — adquirir material impresso na China em detrimento do mercado brasileiro.

— Por ano, o governo federal compra um terço dos exemplares que circulam no país. São cerca de 150 milhões de livros didáticos — diz Mortara. — Em 2012, quando vimos que a disputa com a China se agravaria, conseguimos que o governo concordasse em só comprar material impresso aqui. Até agora, para 2013, não temos qualquer garantia.

— A gente não tem nenhuma intenção de prejudicar o mercado brasileiro. Prezamos por nossas parcerias com as gráficas nacionais. E seria ótimo se pudéssemos fazer tudo, a um bom custo, no Brasil. Mas também estamos tentando fechar nossas contas — pondera Aline Valle, da Cosac, que lançou mais de 20 títulos nos primeiros quatro meses do ano, 13 deles made in China.

As 20 editoras mais populares do Twitter (21)

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Olá, internautas.

As Redes Sociais ocupam destaque cada vez maior no plano de comunicação das editoras. Com apenas um clique, elas se comunicam instantaneamente com milhares de leitores que admiram tanto a marca quanto seu catálogo de produtos.

O ranking de popularidade no Twitter teve poucas modificações durante o mês de abril. A Intrínseca ganhou quase 4 mil seguidores no período, ampliando a distância da Companhia das Letras, a segunda colocada.

Na única mudança de posições, a Rocco ultrapassou a Galera Record e agora ocupa o quinto lugar. #congrats

O nosso perfil @livrosepessoas ganhou 6 mil seguidores no mês e agora está com 119 mil.

Que este quinto mês do ano (meu favorito… rs) seja repleto de êxitos para todos. 🙂

Ranking Abril

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#1: 53.203 Intrínseca @intrinseca

#2: 48.529 Companhia das Letras @cialetras

#3: 46.927 Mundo Cristão @mundocristao

#4: 42.286 Editora Sextante @sextante

#5: 36.167 Editora Rocco @editorarocco

#6: 35.686 Galera Record @galerarecord

#7: 33.619 Editora CPAD @EditoraCPAD

#8: 29.848 Editora Novo Conceito @Novo_Conceito

#9: 28.959 Cosac Naify @cosacnaify

#10: 28.425 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 26.815 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#12: 24.211 L&PM Editores @LePM_Editores

#13: 22.867 Editorial Record @editora_record

#14: 22.857 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#15: 22.105 Editora RT @editoraRT

#16: 20.602 Casa Publicadora @casapublicadora

#17: 19.541 Editora Leya @EditoraLeya

#18: 17.675 Ultimato @ultimato

#19 16.167 Suma de Letras @Suma_BR

#20: 14.708 Editora Agir @agireditora

Ranking atualizado em 6/5

Editoras mais populares no Facebook (1)

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Quando começou sua operação no Brasil, em 2011, o Facebook tinha 12 milhões de usuários. Atualmente, são mais de 67 milhões de brasileiros  conectados à rede social criada em 2004 por Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin e Chris Hughes.

Cada rede tem suas peculiaridades e atinge públicos diferentes. As editoras têm aproveitado o potencial explosivo de viralização do Facebook para divulgar seus livros e realizar promoções. Os internautas respondem a essas ações tornando-se fãs e, por consequência, abrindo sua timeline para receber os posts de seus selos prediletos.

Abaixo, a primeira edição do ranking das editoras mais populares no Facebook. Por gentileza, mencione na área de comentários eventuais incorreções ou editoras cujo número de fãs as credencia a fazer parte desta lista top. A atualização será mensal, como acontece há quase 2 anos com o ranking Editoras mais populares no Twitter.

 

#1: 83.400 Intrínseca

#2: 47.700 Suma de Letras

#3: 43.800 CPAD Web

#4: 43.700 Companhia das Letras

#5: 43.300 Novo Conceito

#6: 34.800 L&PM Editores

#7: 30.400 Editora Rocco

#8: 26.800 Cosac Naify

#9: 25.500 Galera Record

#10: 24.100 Bookman Editora

#11: 23.300 Leya Brasil

#12: 23.100 Casa Publicadora

#13: 23.000 Novo Século

#14: 22.900 Editora Contexto

#15: 21.300 Globo Livros

#16: 19.900 Editora Saraiva

#17: 17.100 Editora Sextante

#18: 16.800 Editora Hagnos

#19: 16.500 Ultimato

#20: 14.000 Mundo Cristão

ranking atualizado em 12/4

As 20 editoras mais populares do Twitter (20)

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Parece que foi ontem que desejamos “feliz Ano Novo” e o primeiro trimestre  de 2013 já acabou.”Tempus fugit”, como disse Clarice Lispector o poeta romano Virgílio.

O novo ranking de editoras traz apenas uma modificação: a Autêntica ganhou uma posição e agora ocupa o 14º lugar, apenas três posições atrás da coirmã Gutenberg.

Que este quarto mês do ano seja repleto de bons resultados para todos. 🙂

Ranking Março

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#1: 49.479 Intrínseca @intrinseca

#2: 46.648 Companhia das Letras @cialetras

#3: 45.246 Mundo Cristão @mundocristao

#4: 42.341 Editora Sextante @sextante

#5: 35.629 Galera Record @galerarecord

#6: 35.060 Editora Rocco @editorarocco

#7: 32.397 Editora CPAD @EditoraCPAD

#8: 29.275 Editora Novo Conceito @Novo_Conceito

#9: 28.548 Cosac Naify @cosacnaify

#10: 27.415 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 25.139 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#12: 23.776 L&PM Editores @LePM_Editores

#13: 21.956 Editorial Record @editora_record

#14: 21.337 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#15: 21.303 Editora RT @editoraRT

#16: 19.891 Casa Publicadora @casapublicadora

#17: 18.762 Editora Leya @EditoraLeya

#18: 17.160 Ultimato @ultimato

#19 15.735 Suma de Letras @Suma_BR

#20: 14.405 Editora Agir @agireditora

Ranking atualizado em 3/4.

As 20 editoras mais populares do Twitter (18)

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Ranking atualizado em 6/2.

O perfil @livrosepessoas tem 102.727 seguidores.

#1: 46.663 Intrínseca @intrinseca

#2: 43.727 Companhia das Letras @cialetras

#3: 42.585 Editora Sextante @sextante

#4: 42.332 Mundo Cristão @mundocristao

#5: 33.032 Editora Rocco @editorarocco

#6: 31.279 Galera Record @galerarecord

#7: 30.684 Editora CPAD @EditoraCPAD

#8: 28.694 Editora Novo conceito @Novo_Conceito

#9: 27.714 Cosac Naify @cosacnaify

#10: 25.938 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 23.090 L&PM Editores @LePM_Editores

#12: 22.425 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#13: 21.086 Editorial Record @editora_record

#14: 20.100 Editora RT @editoraRT

#15: 19.548 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#16: 18.683 Casa Publicadora @casapublicadora

#17: 17.610 Editora Leya @EditoraLeya

#18: 16.405 Ultimato @ultimato

#19: 14.061 Editora Agir @agireditora

#20: 13.898 Conrad @ConradEditora

Conhece alguma editora cujo número de seguidores a credencia a fazer parte deste ranking? Por gentileza, informe nos comentários.

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