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Universidades receberão verba para investimentos em cultura

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Ainda em fase de criação, o programa tem a finalidade de ampliar o papel das universidades e institutos federais na difusão e preservação da cultura brasileira

Marta Suplicy: oara a ministra Marta Suplicy, a universidade é um polo de conhecimento e vai contribuir muito para ações culturais / José Cruz/ABr

Marta Suplicy: oara a ministra Marta Suplicy, a universidade é um polo de conhecimento e vai contribuir muito para ações culturais / José Cruz/ABr

Publicado por Exame

Brasília – Os ministros da Educação, Aloizio Mercadante e da Cultura, Marta Suplicy assinaram hoje (18) portaria interministerial que institui o Programa Mais Cultura nas Universidades.

Ainda em fase de criação, o programa tem a finalidade de ampliar o papel das universidades e institutos federais na difusão e preservação da cultura brasileira e na construção e implementação das políticas culturais.

Para a ministra Marta Suplicy, a universidade é um polo de conhecimento e vai contribuir muito para estas ações.

“Hoje existe uma demanda, vontade, mas falta oportunidade, recursos e estímulos para o conhecimento cultura. Com estas portas abertas, os universitários terão uma formação mais completa e vão poder exercitar a atividade profissional de uma forma melhor, com uma visão holística do mundo e da sociedade”, disse a ministra.

Ela explicou que o programa foi construído pelo grupo de trabalho interministerial – Ministérios da Educação (MEC) e da Cultura (MinC), com o objetivo de ampliar o uso das instituições de ensino público como espaço de produção e circulação da cultura brasileira e de acesso aos bens culturais, de respeito à diversidade e pluralidade da nossa cultura.

“Estamos muito empolgados, é uma coisa nova, mas que não temos dúvida que será um grande sucesso”, acrescentou.

“Queremos uma efervescência cultural nas universidades, incrementando a circulação da pesquisa em cultura, fomentando a extensão universitária, melhorando os equipamentos culturais, estimulando eventos, mostras e festivais nas universidades”, explicou Marta.

O ministro Mercadante observou que existe uma demanda fortíssima de cultura e que é preciso incrementar o setor. “A cultura tem um papel decisivo para o turismo, que é o setor que mais cresce na economia mundial. O Brasil precisa olhar a cultura com uma visão mais estratégica”, disse ele.

Segundo o ministro, o orçamento do Programa Mais Cultura nas Universidades é de R$ 20 milhões, podendo ser ampliado para R$ 100 milhões.

“Os editais ainda serão construídos e vão desenhar os eixos temáticos e definir as possibilidades. A relação com a rede pública é uma coisa que queremos valorizar, o trabalho da universidade com a rede pública, com atividades culturais e artísticas nas escolas vai ter valor importante”, acrescentou Mercadante.

O ministro informou que não haverá concentração e desequilíbrio regional. Cada região do país terá um orçamento garantido para suas universidades e institutos. “Um projeto com mais de uma universidade tem mais impacto e maior abrangência, porque não queremos projetos pequenos, não vamos pulverizar os recursos. Queremos projetos estruturantes em torno de R$ 1 milhão, para realmente ajudar a melhorar os processos culturais.”

Para a diretora de Cultura da União Nacional dos Estudantes, Patrícia Matos é um grande passo para conquista de uma educação que compreende a perspectiva da função social da universidade e da necessidade de se relacionar com o ambiente exterior.

“Queremos uma academia que se preocupe não só com a formação para o mercado de trabalho mas com a formação humana, compreendendo o estudante também, como sujeito histórico. A cultura é uma característica humana e precisamos valorizar as culturas que o estado historicamente não reconheceu”, disse Patrícia.

A implementação do programa se dará ao longo de 2014 através da comissão interministerial – Cultura e Educação. Também será dado um prazo para as universidades apresentarem seus planos de cultura.

O Programa Mais Cultura nas Universidades foi apresentado hoje na 127ª Reunião do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), com a presença do presidente da Andifes e reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC), Jesualdo Pereira Farias, da reitora Soray Smalli, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), dos secretários de Educação Superior do MEC, Paulo Speller e de Políticas Culturais do MinC, Américo Córdula e outros reitores de instituições federais.

Homem inventa sabonetes inspirados na literatura alemã

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Os sabonetes e as obras que inspiraram Lederhaas

Publicado por Pop Trash

O austríaco Wolfgang Lederhaas, de 36 anos, abandonou a carreira como professor de filosofia para entrar em uma nova área, a da criação. Uma prova disso que é ele acaba de desenvolver sabonetes inspirados em clássicos da literatura alemã.

“A indústria cosmética muitas vezes é superficial. Eu queria me aprofundar e entregar mais aos consumidores.” O produto pode ser comprado por cerca de US$ 100 em farmácias e livrarias da região. Cada caixa contém seis sabonetes diferentes, cada um deles apresenta um aroma e cor inspirados em algum autor alemão.

“Literatura não é só sobre leitura, é sobre estética. Eu queria fazer algo tangível dela, para as pessoas conseguirem respirá-la”, contou Lederhaas.

Essa foi a primeira criação do ex-professor

dica do Jarbas Aragão

A primeira máquina de escrever

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Essa é uma imagem da primeira máquina de escrever a ser produzida em série. Foi fabricada na Dinamarca em 1870 e ficou conhecida como “Skrivekugle” ou “Malling Hansen”

Em 1865 foi produzido o primeiro modelo por Ramus Malling Hansen, e se destacava por uma semi-esfera, onde as barras de tipo eram colocadas de forma radial, a tecla em uma ponta e o tipo na outra, todos convergindo para um único ponto onde ocorria a impressão.

A ação de imprimir era direta e livre, sem nenhuma das ligações e conexões que tanto atrapalharam as máquinas rivais.
Após diversos aprimoramentos, chegou-se ao modelo da ilustração acima; é uma máquina maravilhosa, precisa e infinitamente superior a muitas das máquinas que a sucederam.

Já naquela época apresentava uma série de características que só viriam surgir muito depois nas outras máquinas: retorno do carro automático, avanço de linha automático, barra de espaço e índice para parágrafos, campainha para sinalizar fim da linha, reversão da fita e escrita semi-visível, bastando levantar-se o carro.

Os tipos e símbolos eram esculpidos individualmente na extremidade das barras pelos artesãos da época.

Algumas centenas dessas fascinantes máquinas foram produzidas, e conhece-se aproximadamente 30 exemplares que sobreviveram, a maioria em museus. Estima-se que aproximadamente 6 ou 7 estejam em coleções particulares.

Estante radical

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Estante feita de skates.
Obra de Taylor Hamilton

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