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Posts tagged criatividade

Mãe usa batalha naval para ensinar tabela periódica a seus filhos

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Ensino de elementos vira brincadeira na casa dos Tripp (Foto: Karyn Tripp / Arquivo Pessoal)

Ensino de elementos vira brincadeira na casa dos Tripp (Foto: Karyn Tripp / Arquivo Pessoal)

 

Claudia Fusco, na Galileu

Mãe de quatro filhos, todos educados em casa, a americana Karyn Tripp decidiu inovar na hora de ensinar química a seus filhos: transformou a tabela periódica em um mapa de batalha naval. Os jogadores devem circular linhas de dois a cinco elementos para demarcar suas embarcações, e então brincar usando as coordenadas, como em um jogo normal.

Para Tripp, a brincadeira virou uma forma divertida de ensinar os elementos, mesmo para quem ainda não aprendeu o que eles significam. “Minha filha de oito anos não sabe química, mas gostou muito do jogo”, contou a mãe, orgulhosa. “Adoro meu tempo com eles, pois posso vê-los crescer, explorar e aprender”. Confira mais fotos abaixo:

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Foto: Karyn Tripp / Arquivo Pessoal)

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Foto: Karyn Tripp / Arquivo Pessoal)

Novas avaliações vão medir criatividade de alunos, diz educador

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Publicado em Folha de S.Paulo

Um dos maiores especialistas em tecnologia aplicada à educação do mundo, Paulo Blikstein, é brasileiro e dá aula na Universidade Stanford, nos EUA, escola que figura no topo de rankings internacionais.

Lá, ele participa de um grupo que desenvolve pesquisas educacionais seguindo metodologias científicas à risca.

Para verificar se uma determinada tecnologia melhora o desempenho de alunos, por exemplo, Blikstein e colegas desenham uma amostra, montam grupos de controle e replicam o modelo em diferentes escolas.

Entre seus estudos recentes, descobriu que deixar alunos fazerem experiências antes de ensinar teorias aumenta em até 25% o aprendizado.

Ele também tem participado da reformulação de sistemas tradicionais de avaliação de educação, como o Pisa, da OCDE. Para ele, o aluno do século 21 será avaliado pelo seu conhecimento, mas também pelas suas competências, como sua criatividade.

O pesquisador falou com a Folha durante uma passagem de férias pelo Brasil. Leia abaixo trechos da entrevista.

Folha – Você é engenheiro de formação e acabou se enveredando pelos estudos de educação. Como foi essa trajetória?

Paulo Blikstein – Estudei na escola da Madalena Freire, filha do Paulo Freire, que não existe mais. Lá não havia notas nem provas, o currículo era decidido pelos alunos e pelos professores em conjunto. Depois disso, fui para lugares muito tradicionais como a Poli-USP. Entendi o potencial da educação quando ela dá para os alunos lentes diferentes para enxergar o mundo. Por muitos anos, nem sabia que existia essa coisa de nota na escola. A gente simplesmente fazia o melhor porque esse era o contrato tácito.

Você estudava porque gostava?

Estudava porque achava interessante. Claro que nem sempre você pode fazer o seu melhor em todas as áreas, mas você tenta. Na educação tradicional, a gente adestra as crianças a fazer o mínimo possível. Na experiência que tive era o contrário, a gente tentava fazer o máximo necessário para contribuir para o grupo e para o próprio desenvolvimento.

É a proposta de Paulo Freire.

Costumo dizer que Paulo Freire é o grande incompreendido da educação brasileira. Ele é o intelectual mais conhecido no mundo, mas aqui há uma interpretação politizada demais. A ideia dele era tornar a escola mais produtiva e transformadora.

É possível ter uma educação transformadora e produtiva no modelo de escola que predomina hoje no Brasil?

É difícil. Uma parte da minha preocupação como pesquisador é como traduzir os ideais que acredito em ações e em políticas públicas que possam ser implementadas. O problema é que as metodologias mais modernas de educação estão nas escolas de elite, mas as escolas públicas continuam presas no século 19. A questão é como será possível reproduzir tecnologias em baixo custo para atender a escola pública.

Isso será possível?

Sim. As tecnologias que permitem um aprendizado mais moderno, como kits de robótica, caíram de custo uma ou duas vezes nos últimos anos. Além disso, nos últimos tempos a gente acumulou muito conhecimento técnico e de pesquisa na área. Hoje existe uma aceitação muito maior de tecnologia aplicada à educação.

Os professores estão preparados para usar tecnologia na escola?

Eles foram pegos de surpresa e, para ter resultado, é preciso treinamento. Uma coisa é dar uma aula expositiva de ciências, outra coisa é estar em um laboratório de ciências ou de projetos. É preciso outro tipo de formação. Um bom professor tradicional não necessariamente será um bom professor de projetos.

O investimento em tecnologia, por si só, melhora a educação?

Não adianta sair comprando tablets para a escola. Para cada R$ 1 investido no hardware, é preciso R$ 9 no currículo e na formação de professores. A tecnologia nunca é um elemento isolado, mas funciona quando faz parte de um pacote que envolve currículo redesenhado, formação do professor e novas formas de avaliação.

Como avaliar os resultados de uma tecnologia aplicada à educação?

Muitas iniciativas de ensino acabam sofrendo muito pela falta de métodos apropriados de avaliação. Tem um monte de projeto educacional de tecnologia implementado em escolas de elite que dá certo, mas qualquer projeto em uma escola de elite vai funcionar. Muitas vezes a gente treina alunos em natação e mede se eles conseguem correr. O que se aprende fazendo experimentos de robótica ou programação não é só matemática, mas também é resolução de problemas, por exemplo.

As avaliações tradicionais, como o Pisa [exame internacional de educação que avalia 65 países em ciências, matemática e línguas] estão sendo redesenhadas para isso. A partir deste ano, o Pisa vai ter uma forma para medir habilidades não cognitivas.

A OCDE também quer ter, a cada dois anos, uma prova para medir habilidades do século 21. Acabei de participar de uma reunião com líderes de educação de vários países para decidir o que deve ser avaliado além de ciências, matemática e línguas. Os próximos rankings do Pisa vão mostrar quão criativos são os alunos, quanto eles conseguem resolver problemas etc.

Se a gente não fizer nada na educação pública brasileira, vai ficar claro que somos ruins em matemática, em ciências e que também somos pouco criativos. Não dá mais tempo de parar 20 anos para consertar os problemas de matemática e depois olhar o resto. Precisamos cuidar das coisas básicas, mas também precisamos avançar. Não fazer isso é mesma coisa que fechar aeroportos para consertar só estradas.

O Brasil ainda pode ser o líder mundial de uma revolução educacional como você sugere em um dos seus livros recentes?

Sim, o que conseguirmos fazer funcionar no Brasil vai ter uma aplicabilidade muito maior do que dá certo na Finlândia, que é um país de 5 milhões de pessoas. Um modelo que trabalha com custos baixos, com professores com salários defasados, com dificuldades estruturais e com alunos de baixa renda.

Crise econômica é uma desculpa para termos educação de má qualidade?

Crise não é desculpa porque o dinheiro da educação é mal gasto por causa de má gestão e de corrupção. É claro que precisa de mais dinheiro, mas tem coisas de baixo custo que poderiam ser implementadas.

Na Tailândia, por exemplo, estão instalando laboratórios de criatividade nas escolas públicas. São “fablabs”. Imagine se tivéssemos “fablabs” nas escolas públicas brasileiras? Quando o aluno se interessa pelo laboratório, ele passa a se interessar por outras coisas também.

Se a gente não fizer esse tipo de movimentação na escola brasileira vai ser muito difícil despertar o interesse dos alunos. O problema é que sempre quando estamos diante de um problema complexo, a gente busca a pílula mágica. Não tem bala de prata.

Estimule a criatividade com 7 livros recomendados pelo TED

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Fonte: Shutterstock

Fonte: Shutterstock

 

Confira os livros recomendados por especialistas para estimular a mente

Publicado no Universia Brasil

A criatividade é cada vez mais valorizada no ambiente acadêmico e profissional. Isso porque, em geral, pessoas criativas costumam pensar em soluções inovadoras para diferentes problemas, encontrando um caminho inusitado para resolvê-los da melhor forma. Não existe uma fórmula pronta para ter ideias mais criativas, mas existem possibilidades de estimular a mente para que isso aconteça com maior frequência no dia a dia.

Sabendo disso, separamos uma lista com 7 livros recomendados em TED Talks que podem aumentar a sua criatividade. Confira abaixo e boa leitura!

1 – Creative Confidence, de Tom Kelley e David Kelley

No livro, os autores comentam sobre como libertar o potencial de criatividade que existe em cada um de nós. A obra foi recomendada por Tim Brown durante o TED Talk: Designers – thing big!

2 – Creating Minds, de Howard Gardner

Recomendado por Roselinde Torres no TED: What it takes to be a great leader , o livro fala sobre o processo criativo, contado através de histórias de diferentes pessoas.

3 – The Mind´s Eye, de Oliver Sacks

A obra de Sacks conta histórias inspiradoras de pessoas e sua relação com o mundo. O livro é recomendado por Simon Lewis no TED: Don’t take consciousness for granted.

4 – The Future of Ideas, de Lawrence Lessig

No livro, o autor aborda o conceito conhecido com o Creative Commons, ligado à imaginação, música e à escrita. Foi recomendado por Rob Reid no TED: The $8 billion iPod.

5 – A Room of One’s Own, de Virginia Woolf

Na obra, a autora escreve sobre os direitos das mulheres relacionados à criatividade. Foi recomendado por Liza Donnelly, no TED:Drawing on humor for change.

6 – Hackers and Painters, de Paul Graham

No livro, o autor escreve sobre a criatividade ligada à cultura dos hackers. Foi recomendado durante o TED : Hackers: the Internet’s immune system, de Keren Elazari.

7 – The Spark, de Kristine Barnett

O livro conta sobre a relação entre uma mãe e seu filho, portador de autismo, descrevendo como ela desenvolveu os pontos fortes do menino. A obra é recomendada no TED:The world needs all kinds of minds, conduzido por Temple Grandin.

8 motivos para NUNCA abandonar a leitura

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Saiba por que cultivar o hábito de ler é essencial para a sua vida

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Publicado no Universia Brasil

A leitura traz uma série de benefícios. Além de estimular a busca pelo conhecimento e pela criatividade, essa atividade também é capaz de aliviar os sintomas de estresse. Por isso, cultivar esse hábito é essencial para enriquecer não só o repertório cultural, como também o próprio desenvolvimento emocional.

Muitos profissionais sentem-se desmotivados a ler diariamente, principalmente devido ao cansaço e à falta de tempo. Pensando nisso, a seguir listamos 8 benefícios proporcionados pelos livros que irão resgatar a sua motivação, mesmo em meio à rotina corrida. Confira:

1 – Estímulo mental
Ler é um ótimo exercício para estimular o cérebro mantendo o pensamento crítico sempre ativo.

 

2 – Diminuição do estresse
A leitura é capaz de relaxar e acalmar. Muitas pessoas, inclusive, cultivam o hábito de ler um pouco antes de dormir.


3 – Expansão do conhecimento

Está comprovado que os livros são capazes de gerar conhecimento ampliando o repertório cultural do leitor. Ler é sempre uma ótima oportunidade para aprender algo novo.


4 – Desenvolvimento do vocabulário

Muitas vezes, o leitor entra em contato com palavras desconhecidas durante a leitura e, dessa forma, consegue ampliar o seu vocabulário buscando o significado dessas expressões.


5 – Desenvolvimento da capacidade de memorização

Ler permite o desenvolvimento da memória. Muitas vezes, o leitor tem que se lembrar de um episódio que ocorreu no começo do livro, por exemplo. Isso é uma ótima atividade para treinar a capacidade de fixação de conteúdos.

 

6 – Estímulo ao desenvolvimento da escrita
Ao ampliar o vocabulário, a leitura também traz a oportunidade para melhorar as habilidades de escrita.

 

7 – Aumento da capacidade analítica e do pensamento crítico
Em geral, os livros permitem uma reflexão sobre diferentes assuntos. Muitas narrativas podem gerar debates inteligentes propondo pesquisas, discussões e análises críticas sobre determinado tema.

 

8 – Aumento da concentração
Ler também é um bom um exercício para manter o foco e a concentração porque exige muita atenção, sobretudo quando o conteúdo é mais complexo.

18 marcadores de livro super criativos, que vão tornar a sua leitura muito mais divertida!

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Publicado no Purebreak

Pra quem gosta de viajar e ir além das páginas escritas, precisa conferir agora esses incríveis marcadores de livro!

Quem não gosta de apreciar uma boa leitura e se divertir imaginando cada personagem? Não é só nas histórias que a criatividade rola solta. Saindo um pouco do papel e indo para o mundo real, os marcadores de livros também estão fazendo a alegria da galera! Pensando nisso, o Purebreak te mostrar alguns muito inovadores, que com certeza você vai logo querer comprar ou até criar!

Não importa qual seja o gênero. Romance, ficção, terror ou até de colorir igual o sucesso incrível do livro “Floresta Encantada”, é muito chato perder a página e ter de ficar procurando igual um louco onde você parou a leitura. Ou então ter que fazer aquela ‘orelha’ e estragar o manuscrito. Porém se engana quem pensa que os marcadores possuem apenas essa função!

Além de divertidos, essas belezinhas dão um toque muito especial e ajudam na decoração daquela estante super velha e feia que tem na sua casa. Você também pode presentar o seu amigo que adora ‘devorar’ os livros, e alguns servem até como fantoches para brincar com os pequenos! Com tantos marcadores legais, fica muito mais interessante estudar e ler aquelas centenas de páginas muito chatas de Matemática ou Física, não acha?

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(mais…)

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