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Posts tagged Cultura Pop

A influência de Sherlock Holmes na cultura pop e na TV

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Sherlock Holmes

Ricardo Bonalume Neto, na Folha de S.Paulo

RESUMO Criado no século 19, o personagem de Sherlock Holmes conhece hoje uma nova fama com séries de TV que reencarnam suas histórias e outras, de investigações, baseadas em suas características. Irascível, o investigador de Arthur Conan Doyle influenciou figuras como o doutor House e mesmo o jogo Detetive.

“Você é um psicopata!”

“Sociopata altamente produtivo!”, corrigiu Holmes.

O curto diálogo foi tirado da série britânica de TV “Sherlock”, na qual o ator Benedict Cumberbatch interpreta o clássico detetive inglês Sherlock Holmes, criado pelo escritor escocês Arthur Conan Doyle (1859-1930) no hoje distante século 19. A série, cuja terceira temporada foi ao ar em 2014, adapta as histórias do detetive para o momento atual -todos os episódios estão disponíveis no serviço por assinatura Netflix.

Não existe semelhante diálogo no cânone, isto é, os nove livros de Conan Doyle contendo os 56 contos e quatro romances de Holmes, o “primeiro detetive consultor” da história. Os casos foram apresentados nos livros pelo amigo do detetive, o médico John Watson -interpretado pelo ator Martin Freeman nessa série recente.

O médico Watson tinha servido no Exército britânico na campanha do Afeganistão de 1878-80, onde foi ferido por bala de fuzil. Como a história gosta de se repetir, o Watson vivido por Freeman também era médico do Exército de sua majestade e foi ferido no Afeganistão -na campanha ainda em curso. O novo Watson não publica suas histórias dos casos de Holmes em revistas ou em livros, como o Watson vitoriano. Ele tem um blog.

INSULTOS

Um diálogo semelhante ao do começo deste texto seria plausível nos livros, assim como Holmes se assumir um sociopata. Pois o Holmes de Doyle tem um lado bem irascível. Ele realmente detesta gente burra.
Logo, os Holmes modernos da TV e do cinema agem do mesmo jeito. Não faltam Holmes na recente indústria cultural, ou seus discípulos, mesmo que estejam longe de serem detetives ou policiais -como o médico Gregory House, da série “House” (uma espécie de “detetive médico” baseado no personagem de Conan Doyle -e igualmente ou até mais irascível).

arte de Felipe Cohen

arte de Felipe Cohen

“Cala a boca! Você diminui o QI da rua inteira!”, diz Holmes/Cumberbatch a um desafeto em outro episódio. Irascível, sem dúvida.

Quando surgiu o que hoje tem vários nomes -“romance policial”, de “crime”, de “detetive” ou de “mistério”-, tudo girava basicamente em torno de desvendar uma ocorrência misteriosa como se fosse uma equação matemática, ou um quebra-cabeças.

O detetive -embora ainda sem esse nome-, conhecido como o primeiro de todos, Auguste Dupin, apresentado em 1841 pelo escritor americano Edgar Allan Poe (1809-49), era um cérebro sem grande charme mas capaz de resolver enigmas. Ou melhor, alguém sem grandes maneirismos.

Holmes tornou-se o mestre disso. Não faltam manias na caracterização do mais famoso personagem do romance policial: é recluso e deprimido, toca violino, foi viciado em cocaína, é bom em disfarces, é boxeador e atirador, fuma cachimbo, não tem interesse em mulheres etc. É um homem de intelecto e de ação.

Foi graças a essa paixão por resolver mistérios que surgiram na “era dourada” do romance policial -pós-Conan Doyle/Holmes- os casos de “quartos fechados”. É exatamente o que o jogo de tabuleiro Detetive (originariamente Clue, “pista”, em inglês) procura fazer. Há possíveis criminosos, várias opções de armas do crime (revólver? faca? castiçal?) e cenas aristocraticamente britânicas: a biblioteca, a sala de armas, a sala de jantar. Misture as cartas, jogue os dados e escreva um romance.

A mera ênfase em saber quem cometeu a coisa -a literatura policial do “whodunit”, “quem fez?”- foi um abastardamento do legado de Sherlock Holmes. Mas, como se sabe, apesar de serem autores menores, tiveram grande sucesso de vendas -por exemplo, britânicos como Agatha Christie e Dorothy L. Sayers, ou americanos como S. S. van Dine, John Dickson Carr e Ellery Queen.

IMBATÍVEL

Holmes era bem mais fascinante. O caso a ser revolvido e o método para resolvê-lo eram importantes, claro, mas o caráter do personagem e do seu auxiliar, o doutor Watson, eram fundamentais. Mais do que o quebra-cabeça, a história é o que importava no cânone holmesiano.

“As histórias de Holmes deviam seu imenso sucesso aos talentos de Doyle como um contador de contos”, afirmou o também autor de romances policiais britânico Julian Symons (1912-94) em uma pequena biografia do escritor (“Conan Doyle – Portrait of an Artist”). O enigma nos contos nem sempre é muito enigmático, lembra Symons. Há mesmo erros factuais. Mas a maneira como Sherlock Holmes deduz fatos a partir de pequenas pistas que estão na frente de todos é algo único.

DA POLTRONA

O padrão detetive irascível, cheio de manias e brilhante continuou a existir na literatura em personagens que descendem de Holmes em suas habilidades de detecção e dedução, como Nero Wolfe, criado pelo americano Rex Stout (1886-1975). Wolfe é o clássico “detetive de poltrona”, que nunca sai de casa para resolver os crimes. Protagonizou mais de 50 livros de 1934 a 1975.

Nero Wolfe nasceu em Montenegro, nos Balcãs; coleciona milhares de orquídeas, é muito, muito, genioso, gosta de comer (pesa algo entre 130 e 140 kg), detesta mulheres (assim como Holmes, é assexuado, não homossexual). Seria mais um detetive inverossímil que soluciona mistérios se não tivesse o assistente Archie Goodwin, versão jovem e atlética de Watson, para coletar fatos na rua.

Por “detetive inverossímil” leia-se um monte de velhinhas, padres, jornalistas, aristocratas “blasés”. Um séquito de amadores criados para resolver crimes da tradição do “whodunit”, enquanto na vida dita real quem costuma fazer isso são os detetives das forças policiais estatais -ou, em casos bem mais raros, detetives particulares.

O comissário Salvo Montalbano é um bom exemplo do detetive verossímil -ele de fato é um policial. Criado pelo italiano Andrea Camilleri, mora na Sicília e reúne traços de Holmes e de Wolfe: também é irritadiço e aprecia culinária. Mas tem namorada e é fiel a ela.

Além dos aspectos de personalidade, a figura física de Sherlock Holmes foi muito caracterizada em imagem -no papel, no cinema ou na televisão. Conan Doyle tem parte da “culpa”, pois avalizou as ilustrações que acompanhavam seus contos publicados na revista popular “Strand”.

Ou seja: o Holmes de que todos se lembram é o sujeito magro e alto desenhado por Sidney Paget na “Strand”. Paget acrescentou detalhes importantes no visual: a capa de “tweed”, o boné de pano de caçador de veado, o cachimbo curvo -elementos que aparecem muito pouco nos textos.

arte de Felipe Cohen

arte de Felipe Cohen

Apesar do longilíneo perfil consagrado, o investigador britânico foi interpretado por mais de 70 atores no cinema e na TV, tão diferentes como os britânicos Michael Caine ou Roger Moore (que também fez James Bond, outro ícone clássico da cultura pop britânica). Graças a Paget, o ator Basil Rathbone -versão perfeita em carne e osso das ilustrações- deu vida ao personagem em filmes das décadas de 1930 e 1940.

Os filmes com Rathbone também levaram Holmes à atualidade da época das produções. Neles o detetive, que o cânone informa ter se aposentado nos anos 1920 para criar abelhas, combate nazistas décadas mais tarde.

VICIADO

“Eu sou um viciado, não um acadêmico; e este é um registro de entusiasmo e de desapontamento ocasional, não um catálogo”, escreveu Julian Symons na introdução de seu clássico livro sobre o romance policial “Bloody Murder – From the Detective Story to the Crime Novel” (assassinato sangrento – da história de detetive ao romance policial). Holmes e Doyle eram dois dos vícios do escritor Symons.

Em seu “registro de entusiasmo”, ele deixa claro como a imagem que ficou do personagem é descolada do texto canônico: “Se a concepção original de Conan Doyle tivesse sido totalmente realizada, teríamos um personagem mais durão e menos intelectual em aparência. Era a combinação, em Holmes, do grande pensador com o homem de ação que apelava aos seus primeiros leitores”.

O assistente Watson também foi modificado pelo cinema. Nos filmes protagonizados por Rathbone ele aparece como um colaborador bobão, sempre assombrado pelos poderes de dedução do amigo. Culpa do ator Nigel Bruce, perfeito no papel de bobalhão.

Quem conta um conto aumenta um ponto -ou mais. Nunca constou do cânone o “elementar, meu caro Watson!”. Há “elementar, Watson”; e “meu caro Watson”; mas nenhum “elementar, meu caro Watson”. Isso surgiu depois, no cinema e em outros autores.

O detetive mais “puro” está na série de TV britânica “Sherlock Holmes”, filmada entre 1984 e 1994 com o ator Jeremy Brett (1933-95). Watson não é um paspalho. Holmes é (mais…)

“GTA” ganha livro que narra sua controversa (e bem-sucedida) história

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"GTA" ganha livro que narra sua controversa (e bem-sucedida) história

Foto: Divulgação / Divulgação

Recém-lançado no Brasil, “O Grande Fora da Lei – A Origem do GTA” conta como o jogo da Rockstar virou o maior fenômeno da cultura pop da última década

Gustavo Brigatti, no Zero Hora

Sam Houser ainda era uma criança quando o pai, dono de um sofisticado bar de Londres, o apresentou a Dizzy Gillespie. O músico, um dos grandes trompetistas do jazz, perguntou ao garoto o que ele gostaria de ser quando crescesse. A resposta do futuro cérebro por trás do maior simulador de crimes do mundo não poderia ter sido mais premonitória: ladrão de banco.

A passagem está em O Grande Fora da Lei – A Origem do GTA, extensa reportagem do jornalista norte-americano David Kushner sobre o mais controverso, popular e bem-sucedido jogo de videogame da história. Lançado no Brasil pela Darkside Books, o livro mergulha no caos em que orbita Houser desde sua chegada aos Estados Unidos, aos 20 e poucos anos, disposto a forçar limites dentro e fora da indústria do entretenimento.

O ponto de partida de GTA (abreviatura de Grand Theft Auto, O Grande Ladrão de Carros, numa tradução literal) é o caso de amor de Houser e seu irmão, Dan, pelo cinema e a música norte-americanos. Criados sob o rígido sistema educacional britânico, nada os atraía mais que os filmes de gângsteres e o hip hop, que glamourizavam a contravenção e cultuavam o dinheiro, o sexo e a violência. Usando uma mídia ainda em desenvolvimento e levada pouco a sério, eles misturariam tudo isso com uma dose extra de humor negro.

– GTA é uma carta de amor aos EUA – define Kushner, em entrevista por e-mail. – Seus criadores cresceram imersos na cultura pop americana, e o jogo foi a maneira que encontraram para celebrar e satirizar o país.

Deu certo, mas também deu errado. Para além da máquina bem azeitada de imprimir dinheiro, GTA foi responsável por amadurecer à forceps a opinião pública a respeito dos videogames. De repente, os jogos eletrônicos passaram a demandar a mesma atenção que o cinema, a música e a literatura – o que significou, por exemplo, serem culpados por cada tragédia envolvendo crianças e adolescentes que decidem matar os coleguinhas na escola.

Desde o primeiro título, lançado em 1997, GTA é um campeão de processos e está sempre no banco dos réus. O que para alguns seria má publicidade, para os irmãos Houser transformou-se no cartão de visita de sua produtora, a Rockstar. Controvérsia é, com orgulho, o sobrenome deles.

– Mas controvérsia sozinha não vende – Kushner pondera. – GTA desafiou nossos preconceitos sobre o que videogames deveriam ser, inovando e influenciando no âmbito da arte. É por isso que continuaremos a falar sobre ele por muito tempo.

Roteiros literários: projeto une literatura e viagem

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Reprodução/Roteiros literários

Reprodução/Roteiros literários

Jessica Soares, no Brasil Post

Encontros do acaso em labirintos parisienses, poesias derramadas entre as ruas e praças de Valparaíso, odisseias cotidianas vividas em Dublin. Entre esquinas de grandes metrópoles ou lugarejos remotos, a literatura encontra morada. Para mostrar onde se escondem esses pedacinhos de história imortalizados nas páginas, surgiu o projeto Roteiros Literários. Criado em maio de 2014 pelas jornalistas Andréia Martins e Carolina Cunha, o site busca lembrar e catalogar os locais (e eventuais cenários) de grandes obras literárias.

A ideia para o projeto surgiu em 2010, em uma viagem para Buenos Aires. “Quando buscamos conhecer alguns lugares ligados a escritores descobrimos que essa não era uma informação tão fácil de encontrar. Embora a cidade tenha abrigado diversos escritores e apareça em diferentes livros, os city tours e outras informações turísticas não incluíam essas dicas. Aí pensamos em como seria legal criar um site que mapeasse lugares e contasse sua importância na vida de um escritor”, explica Andréia, uma das idealizadoras do projeto. Com proposta de unir literatura e viagem, a ideia é ajudar os viajantes a se situarem melhor nas entrelinhas desse mapa e colocar novos lugares na rota de quem gosta de descobrir o que há por trás dos locais onde as histórias e suas personagens são criadas.

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Encontros do acaso em labirintos parisienses, poesias derramadas entre as ruas e praças de Valparaíso, odisseias cotidianas vividas em Dublin. Entre esquinas de grandes metrópoles ou lugarejos remotos, a literatura encontra morada. Para mostrar onde se escondem esses pedacinhos de história imortalizados nas páginas, surgiu o projeto Roteiros Literários. Criado em maio de 2014 pelas jornalistas Andréia Martins e Carolina Cunha, o site busca lembrar e catalogar os locais (e eventuais cenários) de grandes obras literárias.

A ideia para o projeto surgiu em 2010, em uma viagem para Buenos Aires. “Quando buscamos conhecer alguns lugares ligados a escritores descobrimos que essa não era uma informação tão fácil de encontrar. Embora a cidade tenha abrigado diversos escritores e apareça em diferentes livros, os city tours e outras informações turísticas não incluíam essas dicas. Aí pensamos em como seria legal criar um site que mapeasse lugares e contasse sua importância na vida de um escritor”, explica Andréia, uma das idealizadoras do projeto. Com proposta de unir literatura e viagem, a ideia é ajudar os viajantes a se situarem melhor nas entrelinhas desse mapa e colocar novos lugares na rota de quem gosta de descobrir o que há por trás dos locais onde as histórias e suas personagens são criadas.

“Percebemos que havia material para unir os lugares que fizeram parte da vida dos escritores – casas, museus, cenários e outros. E o Roteiros Literários é um site voltado ao turista cultural, ou seja, aquele turista que quer não apenas viajar, mas ganhar conhecimento. E entender como alguns lugares influenciaram a obra e carreira de alguns escritores faz todo o sentido para o leitor que admira um autor ou obra”, afirma.

A equipe busca oferecer informações atualizadas e de visitas aos lugares e, quando isso não é possível, valorizar a memória e experiência daquele lugar através da sua história. Além dos destinos inspirados por datas comemorativas, alguns roteiros são frutos das viagens pessoais (em que aproveitam para visitar os lugares) ou de pesquisas aprofundadas sobre os autores. “Queremos mesmo é intensificar o resgate desse turismo literário aqui no Brasil. Com esse projeto descobrimos muitos lugares que não são bem divulgados ou tem canais de comunicação ruins, às vezes nem site ou uma fanpage. Queremos valorizar as memórias dos nossos autores, sem deixar os escritores internacionais de fora, claro”, Andréia contou à SUPER.

Além da dupla responsável pela concepção do projeto, o Roteiros Literários conta também com textos assinados pelas jornalistas Maria Fernanda Moraes e Ana Campos. Novos textos são publicados semanalmente e você também pode acompanhar o projeto pela página no Facebook.

Confira abaixo alguns dos lugares pelos quais o projeto já “passou”. Clique nos títulos para ver os posts no site e explorar os mapas.

* A viagem do vaqueiro Rosa (Cordisburgo-MG): Em maio de 1952, Guimarães Rosa, o já famoso autor de Sagarana, voltou à sua terra natal, a pacata Cordisburgo (MG), a 114 km de Belo Horizonte, em busca de inspiração literária.

* A casa da colina de Guilherme de Almeida (São Paulo-SP): Transformada em museu, a casa onde vivia o escritor e jornalista mantém a decoração e o acervo de livros e obras de arte do poeta.

* O refúgio de Balzac (Paris, França): Localizada no distrito residencial de Passy, na França, a Maison de Balzac é a casa-museu onde o escritor produzia seus textos.

* Henfil e a turma do “bunker” (São Paulo-SP): Apê onde o cartunista mineiro morou em São Paulo, no final dos anos 1970, e abrigou Laerte, Angeli, Glauco e Nilson.

Colunista chama Ariano de “velho burro e chato” em texto que repercute na web

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Foto: Reprodução/Blog do Alex Antunes

Foto: Reprodução/Blog do Alex Antunes

Publicado por Diário de Pernambuco

O jornalista, escritor e produtor cultural Alex Antunes criticou o escritor Ariano Suassuna no texto da sua coluna publicada na segunda-feira (28), no Blog Alex Antunes, do Yahoo. O blogueiro que já escreveu para publicações como Rolling Stone, Folha Ilustrada, Animal, General, demonstra ter se incomodado por declarações de Ariano sobre a cultura pop e astros como Michael Jackson e Maddona.

“Me perguntei algumas vezes se deveria escrever este texto. Porque o principal que tenho a dizer sobre Ariano Suassuna é que ele era um velho burro e chato. E o homem, como se sabe, acabou de morrer – o que o eleva automaticamente aos píncaros da genialidade e da infalibilidade nos textos que se espalham pela imprensa”, inicia o texto.

No artigo, o colunista traz longa argumentação sobre cultura popular brasileira e nordestina e os ícones pop. O texto ganhou rercussão na web e dividiu opiniões dos leitores. (Leia a coluna na íntegra)

O escritor paraibano radicado em Pernambuco faleceu no último dia 23 de jullho, vítima de uma parada cardíaca.

Confira o comentário dos internautas:

Augusto Carlos
Pena que resolvestes escrever e perdestes uma ótima oportunidade de ficar calado.

Márcia
Tive o prazer de assistir uma aula espetáculo do Ariano. Gostava dos “causos” contados e críticas também, porém, como sempre ele tinha o humor e uma expressão gentil de nos fazer rir e gargalhar. Portanto, o humor genial dele marcou. Assim como sua obra.

Carlos
Texto de bhosta, de um jornalista de quinta, que comenta asneiras de um dos maiores homens que esse mundo já viu: ARIANO SUASSUNA!

Max
Não há um ser humano, por mais influente que seja,que possa ser avaliado como um ser humano sem restrições.

Reinaldo
Sou branco e cristão e daí? Você não tem outros argumentos que não sejam preconceituosos? E a coragem de atacar um intelectual famoso em vida onde está? Recalcado, oportunista e medroso.

Alexandre
Corajosíssimo, Alex, e aplaudido por mim! Suassuna era inteligentíssimo, talentoso, sim, no entanto, extremamente reacionário, e de um conservadorismo sem igual. Digam o que disserem, classificar a cultura geograficamente é imbecil, sim, e neste quesito, Suassuna era equivocadíssimo! Quanto aos comentários, Alex, não se preocupe, a maioria é composto de quem nunca leu Suassuna, mas o defende só pouqe ouviu falar que é bom. Lembrem-se de quenão estou aqui discutindo seu talento como escritor, inegável, mas em relação à cadeira na ABL… Paulinho Rabbit também tem a sua toquinha lá..

Trajano
Não sei porque as pessoas ficam tão revoltadas! Não é porque o cara morreu que será isento de críticas! Era um homem notório de opiniões bem demarcadas, logo, alvo de críticas e controvérsias como qualquer outra pessoa. E morto por morto, o Michael também está e vocês estão falando mal dele, sacou a inversão? E além de tudo, lembrem-se: liberdade de expressão!

Personagens de Game of Thrones foram simpsonizados… ou revistos na versão Os Simpsons

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Eduardo Moreira, no SpinOff

Os personagens de Game of Thrones foram simpsonizados. Os homens, mulheres, animais e até s[imbolos de casas da história de George R.R. Martin foram transformadas para o mundo de personagens de pele amarela, graças ao trabalho do artista Adrien Noterdraen (ou ADN).

Não é a primeira vez que Adrien transforma personagens populares em personagens dos Simpsons. Na verdade, o seu tumblr Draw the Simpsons tem exatamente esse objetivo: transformar grandes hits da cultura pop em possíveis personagens dos Simpsons.

Abaixo você tem várias imagens da HBO no formato de desenho animado. Fico imaginando as ideias que Matt Groening pode ter ao ver essa página em sua casa, durante as férias. Ou no período de pré-produção da próxima temporada de The Simpsons.

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dica do Fabio Martelozzo Mendes

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