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9 fatos inacreditáveis sobre a vida de Ernest Hemingway

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(Foto: U.S. National Archives and Records Administration)

(Foto: U.S. National Archives and Records Administration)

 

Bruno Vaiano, na Galileu

Ernest Hemingway é uma lenda. O escritor, nascido em 21 de julho de 1899, participou das duas guerras mundiais, sobreviveu a dois acidentes de avião, teve seus livros queimados pelos nazistas, deu nome a um corpo celeste que orbita o sol e, como se isso não fosse o suficiente, ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Se você já pensou em seguir a carreira literária, mas achou que a vida de escritor não é agitada o suficiente para sua personalidade, conheça nove fatos sobre o autor americano que te farão mudar de ideia.

Há uma sociedade de sósias do escritor nos EUA

Se você é um senhor com uma barba branca, uma prateleira cheia e um pouco de tempo livre, chegou a hora de comprar sua passagem para os EUA. É lá que fica a Sociedade de Sósias de Hemingway, que é exatamente isso que você está pensando: um grupo de pessoas cujo hobby é ser o mais parecido possível com o escritor, que eles conhecem pela carinhosa alcunha de “Papa”.

A associação organiza um concurso anual para eleger a imitação mais convincente do autor, que acontece todo dia 21 de julho, seu aniversário, no bar Sloppy Joe’s, em Key West, na Flórida.

(Foto: Hemingway Look-Alike Society 2015/Divulgação)

(Foto: Hemingway Look-Alike Society 2015/Divulgação)

 

“Hemingway” é o nome de uma categoria de bêbado

Psicólogos da Universidade de Missouri publicaram, em abril do ano passado, um estudo na revista científica Pesquisa e Teoria do Vício que confirmou um fato já conhecido dos frequentadores mais assíduos de bares e botecos: há mais de um tipo de bêbado.
Surpreendente mesmo é que, na hora de dar nome a cada grupo de ébrios, a categoria dos bêbados impassíveis – aqueles que viram uma garrafa de uísque e continuam agindo como se nada tivesse acontecido – , ganhou justamente o nome de Ernest Hemingway. Gênio literário, repórter de guerra e, além de tudo, referência científica em cara cheia. Leia mais sobre a pesquisa aqui.

Uma de suas obras virou uma música do Metallica

Ernest Hemingway não pegava pesado só no bar. Ele também foi a inspiração da canção For Whom the Bell Tolls, do Metallica, uma referência ao título do romance Por Quem os Sinos Dobram (1940). Na história, um voluntário americano que participa da Guerra Civil Espanhola recebe a missão de demolir uma ponte com explosivos durante um ataque à cidade de Sergóvia. O relato foi baseado na experiência do próprio autor como repórter no conflito. Na música, é o contrabaixo distorcido de Cliff Burton dá o tom do desespero.

(Foto: Bundesarchiv, Bild/Wikimedia Commons) Hemingway (centro) na Guerra Civil Espanhola.

(Foto: Bundesarchiv, Bild/Wikimedia Commons) Hemingway (centro) na Guerra Civil Espanhola.


Ele foi motorista de ambulância na Primeira Guerra Mundial

Em 1918, último ano da Primeira Guerra Mundial, o jovem Hemingway, com apenas 19 anos, respondeu a um chamado de recrutamento da Cruz Vermelha em Kansas City para ser motorista de ambulância no front da Itália. Chegando lá, acompanhou o resgate dos corpos das funcionárias de uma fábrica de munição bombardeada, e foi atingindo nas pernas pela explosão de um morteiro quando levava cigarro e chocolate para os colegas.

E assistiu, como repórter, à invasão da Normandia, já na Segunda Guerra

O autor pousou em Londres em maio de 1944 para cobrir o conflito, e nem precisou colocar os pés no campo de batalha para sofrer um acidente de carro e ganhar uma concussão. A cabeça coberta de bandagens não o abalou, e ele subiu em um barco para acompanhar de perto o Dia-D, o desembarque das forças aliadas no litoral norte da França em 6 de junho. Algum tempo depois, acompanhou uma milícia francesa infiltrada em território dominado pelo exército alemão e deu tantos conselhos bons que se tornou, na prática, líder do grupo. Quase foi processado acordo com as normas da convenção de Genebra, que proíbem que um jornalista exerça atividades militares. Só esperamos que ele tenha recebido o adicional por insalubridade.

Há um asteróide chamado Hemingway

Se você gosta de literatura porque está sempre com a cabeça nas nuvens, fique de olho nas redondezas. Hemingway está no céu, e isso não é um eufemismo para sua morte. Em 1978, o astrônomo soviético Nikolai Chernykh batizou um asteróide que orbita o sol de 3656 Hemingway

Havia um concurso de paródias de autor

Foi no inverno frio de 1949 que o célebre autor americano escolheu uma mesa de estimação no Harry’s Bar, em Veneza, na Itália, para dar os toques finais no romance Na Outra Margem, Além das Árvores. O estabelecimento, mencionado diversas vezes ao longo da obra, ganhou projeção internacional, e se tornou um dos pontos turísticos favoritos dos fãs do escritor.

Mais de quarenta anos depois, um anúncio de uma página na revista New Yorker de novembro de 1991 trazia o seguinte título: “Mais uma vez, uma página muito boa de Hemingway muito ruim vai levar você e um amigo à Itália para um jantar”.

(Foto: Wikimedia Commons/New Yorker)

(Foto: Wikimedia Commons/New Yorker)

 

Era o chamado para décima segunda edição do Concurso Internacional de Imitações de Hemingway. O objetivo? Escrever uma página de paródia perfeita do estilo do autor, mas com muito bom humor. O prêmio? Duas passagens de ida e volta à Itália para jantar na filial de Florença do lendário Harry’s Bar. O concurso, cuja primeira edição foi organizada em 1977, financiada pelo próprio bar, acabou em 2005, quando a United Airlines, que nos últimos cinco anos forneceu as passagens para a Itália e publicou as melhores paródias em sua revista corporativa, desistiu do patrocínio.

Se alguém comemorou o fim da brincadeira, foi o próprio Hemingway, que afirmau que “para o escritor de paródias, escrever na parede do mictório é um passo além”.

Os nazistas queimaram seus livros em 1933

Em 10 de maio de 1933 começou, na Alemanha, a queima de livros considerados subversivos pelo regime de Adolf Hitler. Dezenas de milhares de livros de autores anarquistas, liberais, socialistas e comunistas foram queimados, além de muitos clássicos da literatura e praticamente todas as obras escritas por judeus. Como era de se esperar, Hemingway estava na lista negra.

Ele sobreviveu a duas quedas de avião

É um desafio encontrar alguma parte do corpo que Hemingway não tenha fraturado. Em um voo de observação sobre o Congo Belga, atual República Democrática do Congo, em 1952, o avião em que o escritor estava caiu, e ele feriu a cabeça. Tentou pegar um segundo avião para buscar resgate na cidade de Entebbe, mas ele explodiu na decolagem. O saldo final, segundo sua esposa, foram rupturas nos rins e no fígado, o crânio quebrado, um ombro deslocado e duas vértebras fraturadas. As dores da recuperação agravam o alcoolismo do autor, que cometeria suicídio em 1961.

Quanto vale o dinheiro de Harry Potter em moedas reais?

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Alguém fez esta conta.

Laysa Zanetti, no Adoro Cinema

Quanto vale o dinheiro de Harry Potter? Os fãs do extenso universo criado por JK Rowling sabem que os bruxos da Grã-Bretanha utilizam uma moeda própria, cujos valores são divididos entre galeões, sicles e nuques. Sabemos que os pais de Harry deixaram uma bela quantidade de dinheiro para ele, e que os Weasley costumam passar por dificuldades para sustentar os filhos e mantê-los na escola. Mas qual é a correspondência do dinheiro bruxo para a nossa realidade? Acredite, alguém fez esta conversão!

Um usuário do Reddit, aubieismyhomie, fez um comparativo usando os valores reais de alguns produtos que existem nos livros — como livros didáticos, doces, bebidas etc, e comparou a equivalência. Entenda:

493 nuques = 1 galeão.

29 nuques = 1 sicle.

17 sicles = 1 galeão.

Fazendo a conversão para os valores em dólares, a aproximação é a seguinte:

1 galeão = US$ 25,00.

1 sicle = US$ 1,50.

1 nuque = US$ 0,05.

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Com estes valores, é possível entender melhor de quanto se trata a fortuna de Harry e a dificuldade financeira dos Weasley. Uma cerveja amanteigada no Cabeça de Javali, por exemplo, custaria aproximadamente US$ 3,00 (algo em torno de R$ 11,00 de acordo com a cotação atual). No primeiro livro, Harry compra o equivalente a US$ 18,00 em doces no Expresso de Hogwarts — ou seja, R$ 70! Um livro didático dos níveis mais altos custa cerca de US$ 175 (aproximadamente R$ 665,00), o que explica a reclamação de Harry quanto ao preço.

É importante lembrar que a própria J.K. Rowling já revelou em uma entrevista, em 2001, que um galeão equivalia a aproximadamente 7 libras esterlinas na época.

Sete curiosidades que talvez você não saiba sobre Harry Potter

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Thais Stagni, no IGN Brasil

A saga de Harry Potter chegou oficialmente ao fim, mas jamais conseguimos superar a ausência do Garoto que Sobreviveu. Apesar de sabermos que haverá uma continuação da franquia em forma de peça de teatro em Londres e de um novo filme inspirado na franquia, Animais Fantásticos e Onde Habitam, nada disso é o bastante: ainda queremos mais e mais Harry Potter em nossas vidas.

Para tentar compensar esse vazio, fizemos uma lista de curiosidades sobre a obra de J.K. Rowling. Algumas dessas informações estão escondidas nos livros, outras estão no site oficial Pottermore, enquanto o restante foi revelado pela própria autora nas redes sociais. Será que você sabia de todas elas? Confira:

A origem do nome Potter

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O registro mais antigo de um antepassado de Harry é um mago chamado Linfred. Os Trouxas achavam que Linfred era apenas um velho excêntrico que sempre estava “perdendo tempo [pottering] em seu jardim com todas as suas plantas engraçadas”. O que eles não sabiam é que ele inventava poções — mesmo assim ele foi apelidado de “o Potterer”, que eventualmente acabou tornando-se apenas “Potter”.

A fonte da fortuna da família Potter

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Já exploramos anteriormente cinco fatos sobre a família Potter, e um deles era a origem da fortuna que Harry recebe em Harry Potter e a Pedra Filosofal. Aparentemente, o mago Linfred vendia muitas poções e conseguiu economizar um bom dinheiro com isso. Com o passar dos anos, os Potters se espalharam, mas continuaram adicionando economias para o cofre da família “por seus trabalhos árduos e, deve-se dizer, pela marcante ingenuidade que caracterizava seu antecessor, Linfred”, de acordo com o site Pottermore.

Os Sagrados Vinte e Oito

Nos livros, qualquer família bruxa que possua apenas sangue mágico — isto é, sem trouxas –, são consideradas “sangues puros”. Alguns exemplos que vemos ao longo da trama são os Malfoy e os Black, que muitas vezes são considerados elitistas e racistas por não gostarem de pessoas que nasceram de famílias trouxas. Inclusive, essas famílias chamavam esse tipo de bruxo de “sangue ruim”. De acordo com Rowling, os Potters foram excluídos da lista definitiva das famílias de sangue puro conhecida como “Os Sagrados Vinte e Oito”.

As primeiras palavras de Snape para Harry

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Contamos recentemente que as primeiras palavras que Severo Snape disse a Harry tinham um significado maior do que aparentavam. Aparentemente, quando Snape perguntou o que (mais…)

As 6 escolas mais bizarras do mundo

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Fonte: Shutterstock

Fonte: Shutterstock

 

Uma empresa especializada em viagens educativas listou as escolas mais bizarras e inusitadas de todos os tempos. Veja a seguir

Publicado no Universia Brasil

Você é daquelas pessoas que sempre sonharam em estudar pelo menos um semestre na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts? Infelizmente, conseguir uma bolsa para jogar quadribol, o esporte dos bruxos, e ter aulas com o professor Dumbledore será um pouco difícil. Mas uma escola na Califórnia resolveu se inspirar nos livros da escritora britânica J.K. Rowling e criou seu próprio curso de magia. Isso mesmo…magia!

 

A empresa Rayburn Tours, especializada em viagens de educação customizada pelo mundo, preparou uma lista com algumas das escolas mais bizarras do planeta, que vão desde oficinas para elfos ajudantes do papai noel até jardins de infância escondidos no meio da floresta. Veja algumas delas a seguir:

1 – Escola de Elfos da Islândia

O curso é voltado, totalmente, ao universo dos elfos, como o nome já sugere. Lá, os alunos são submetidos a aulas diárias com 5 horas de duração, onde aprendem sobre os 13 tipos de elfos existentes na Islândia, segundo as lendas típicas do país. Há também um tour pelas terras mágicas dos elfos, perfeito para viajantes curiosos.

2 – Escola de Bruxaria de Massachusetts

Com mais de 40.000 estudantes matriculados, a escola oferece cursos online e presenciais sobre métodos e história da bruxaria, que são ministrados diretamente da sede da escola, que fica, logicamente, em Salem.

3 – Escola de Magia da Califórnia

A Grey School of Wizardy foi a primeira escola de magia reconhecida como um estabelecimento de atividades educativas. A instituição conta com 16 departamentos, que incluem o estudo de Alquimia e Defesa Contra as Artes das Trevas. Assim como na escola do famoso bruxo Harry Potter, os alunos são divididos em 4 casas diferentes: Gnomes, Winds, Undines e Salamanders.

4 – Brooklyn Free School de Nova York

A escola não tem currículo escolar, nem notas ou avaliações, e os alunos estão liberados para fazerem o que quiserem dentro da instituição. Todas as aulas são ministradas pelos próprios estudantes, enquanto os professores ficam responsáveis por apenas moderar as discussões.

5 – Jardim de infância na floresta

Presente em diversos países da Europa, a rede de escolas tem o objetivo de educar crianças, de 3 a 6 anos de idade, em ambientes externos, proporcionando contato com a natureza e aprendizado prático e intenso. Os alunos são convidados a interagir com os elementos da floresta e aprender brincando.

6 – Escola Elementar Abo

Localizada no Novo México, Estados Unidos, a Escola Elementar Abo é uma escola subterrânea, construída durante a Guerra Fria, quando americanos e soviéticos travavam uma batalha psicológica, em que cada um dos lados ameaçava o outro com bombardeios. Com medo de futuros ataques, os governantes da cidade de Artesia resolveram abrir a primeira escola anti-bombas do país, com portas de aço pesando mais de 800 quilos cada e dispositivos de descontaminação, em caso de uso de armas químicas.

15 palavras que têm um significado completamente diferente quando você é nordestino

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Armaria, mãinha!

Clarissa Passos, no BuzzFeed

1. Cabra.

O que significa nos outros lugares: feminino de bode.

O que significa no Nordeste: homem, cara, rapaz. Também usado com os complementos cabra macho, cabra macho da peste e cabra macho da gota serena.

Reprodução / Via ojardimderoseli.blogspot.com.br

Reprodução / Via ojardimderoseli.blogspot.com.br

2. Rebolar (no mato).

O que significa em outros lugares: dançar sensualmente em um terreno baldio.

O que significa no Nordeste: jogar alguma coisa fora. Não necessariamente em um terreno baldio.

Governo de Alagoas / Via maceio.al.gov.br

Governo de Alagoas / Via maceio.al.gov.br

3. Jesus.

O que significa nos outros lugares: apenas o filho de Deus.

Reprodução / Via eyesright.speedofcreativity.org

Reprodução / Via eyesright.speedofcreativity.org

O que significa no Maranhão, além do filho de Deus: um guaraná de coloração hipnotizante.

Ju Zara de Brasil - Flickr / Via Flickr: juzara

Ju Zara de Brasil – Flickr / Via Flickr: juzara

4. Inverno.

O que significa nos outros lugares: aquela época de tirar os casacos do armário.

Agência Brasil

Agência Brasil

O que significa no Nordeste: aquela época de tirar o guarda-chuva do armário.

Reprodução

Reprodução

5. Chega!

O que significa nos outros lugares: interjeição de ultimato.

Globo

Globo

O que significa no Nordeste (especialmente no Sergipe): pedido de socorro, como em “venha rápido!”, “ajude!”

Globo

Globo

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