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Posts tagged Cursos Online

Entenda já! O que os alunos de cursos online devem fazer para obter bons resultados

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Estudante

Publicado no Amo Direito

Por conta da distância e das distrações, muitos alunos acabam não tendo um bom resultado em cursos online. Para evitar que isso aconteça com você é necessário criar um planejamento para obter bons resultados com as aulas à distância. Conheça dicas para conseguir um bom desempenho nos cursos online:

1 – Tenha disciplina
Ter regras rígidas de horários e tarefas a serem feitas é essencial para que alunos à distância consigam aproveitar ao máximo os cursos online. Por isso, é essencial que eles criem rotinas de estudos e tentem se manter fieis a elas.

2 – Estude em grupo
Um problema recorrente em alunos de cursos online é que eles se sentem sozinhos e desmotivados. Uma maneira de solucionar isso é melhorando a comunicação dos cursos online e estudando em grupo. Hoje, existem aplicativos e plataformas feitas para que pessoas possam conversar entre si por meio da webcam e um microfone. Crie os grupos de estudo online e os resultados só têm a melhorar.

3 – Local de estudos
Assim como nos cursos presenciais, os alunos de cursos online devem ter um local específico para os estudos. Evite estudar na frente do computador ou com as notificações do seu celular ligadas. Escolha um ambiente tranquilo, onde as pessoas não possam interrompê-lo. Dessa forma, você não irá se distrair facilmente e os estudos renderão mais.

4 – Crie um sistema de metas
Ao contrário das aulas presenciais, em que os colegas e os professores motivam o estudante a estudar e realizar as tarefas, nos cursos online a pessoa está por si só. Por isso, se ela tem dificuldade para manter o ritmo de estudos, é interessante que ela crie um sistema de metas com pequenos prêmios. Conseguiu terminar uma tarefa em pouco tempo? Assista a um episódio de uma série de televisão que você goste.

5 – Pense nos seus objetivos
Por fim, ter em mente os seus objetivos ao fazer o curso online pode ajudá-lo a se sentir motivado para ir até o fim e obter bons resultados. Coloque um post-it na tela do seu computador e não se esqueça dos benefícios que essa experiência trará para o seu currículo e a sua vida acadêmica.

Fonte: noticias universia

Portal oferece cursos grátis ligados a USP, Unesp e Unicamp

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unicamp

Publicado no Canal do Ensino

A Univesp TV, televisão online da TV Cultura, disponibiliza gratuitamente cursos e palestras ligados a diversas áreas do conhecimento, como história, matemática, ciências sociais e música.

No site, é possível assistir a cursos de graduação e pós-graduação ministrados na USP, na Unesp e na Unicamp. Há também cursos de extensão, mesas redondas sobre atualidades e conteúdos ligados a universidades estrangeiras.

Para ter acesso ao conteúdo gratuito, basta acessar o site da Univesp TV.

Cursos on-line atraem centenas de milhares de brasileiros e abrem debate sobre a prática

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Preferência nacional é por aulas gratuitas; Brasil já é o quarto país com mais usuários da plataforma internacional Coursera

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Raphael Kapa, em O Globo

RIO — Quando a estudante universitária Monica Aragão, de 28 anos, teve um filho, ficou cada vez mais difícil conciliar as aulas com a maternidade. Os atrasos se tornaram constantes e o tempo para estudar não poderia ser mais o determinado pela faculdade. Foi neste momento que a moradora de Marechal Hermes, zona Norte do Rio, começou a utilizar sites de cursos on-line e passou a assistir aulas com professores das mais diferentes instituições, desde a Universidade de São Paulo (USP) até a americana Harvard.

— Sempre fui contra disciplinas on-line porque acho fundamental a presença do professor, mas passei a ver que é algo que complementa. Com as limitações de horário que tenho desde que virei mãe, eu agora posso ver a aula, parar e voltar quantas vezes eu quiser até entender a matéria — afirma Monica, que começou utilizando as plataformas para eliminar horas obrigatórias na faculdade de Administração, que frequenta, mas, por ter gostado da experiência, acabou fazendo outros cursos. — Já fiz “Gestão de Recursos Humanos”, “Nova reforma ortográfica”, “Liderança e coaching” e “Inglês”.

Em meio ao debate sobre a validade destas novas plataformas de ensino, os cursos on-line tiveram uma expansão no mercado brasileiro, chamando a atenção das principais empresas do setor. O Coursera, principal página de aulas pela web no mundo, já conta com mais de 400 mil usuários brasileiros, o que fez com que o país passasse o Reino Unido no número de inscritos no site. O Brasil fica em quarto lugar na lista, somente atrás de China, Estados Unidos e Índia. A grande presença nacional num site que não tem aulas em Português levou a página a investir mais em traduções. Além disso, o grupo passou a fazer parceria com a USP e a Unicamp para criar cursos voltados a professores brasileiros, que devem entrar no ar nos próximos meses.

— Cerca de 50% dos brasileiros que fazem o Coursera querem ganhar novas habilidades para suas carreiras — afirma Daphne Koller, presidente da empresa. — De fato, os brasileiros são três vezes mais propensos que os chineses e duas vezes mais que os americanos a conseguir as certificações emitidas pelo site, para mostrar publicamente o ganho que obtiveram.

PLATAFORMA NACIONAL EM ALTA

O crescimento não é pontual. Na plataforma Novo Ed, que reúne aulas da universidade americana de Stanford, o público brasileiro ocupa o terceiro lugar. Já no site Udacity, que reúne aulas de diversas faculdades dos Estados Unidos, os brasileiros disputam, mensalmente, a colocação entre os três principais países que usam a plataforma.

— O Brasil é um mercado estratégico para nós. Estamos concentrados em melhorar e expandir nossos esforços para atender os alunos brasileiros — afirmou a consultora da Udacity, Shernaz Daver.

Em meio à concorrência de sites do exterior, foi um site brasileiro que teve o maior crescimento nos últimos anos. O Veduca começou, em 2012, com cursos estrangeiros e atingiu 50 mil estudantes naquele ano. Dois anos depois, o grupo passou a fazer parcerias com diferentes instituições brasileiras, com o Google e com a Bovespa para empreender os mais variados tipo de curso. O resultado: 650 mil usuários em dezembro passado — um deles justamente Monica. Carlos Souza, diretor executivo do grupo, afirma que o motivo que a fez procurar o site é o principal entre os brasileiros:

— Num levantamento que fizemos, vimos que as pessoas nos procuram, primeiro, porque é de graça — explica Souza. — Em segundo lugar, elas querem fazer o curso no seu próprio ritmo e, em terceiro, consideram a qualidade do material. O fato de ser gratuito atrai muito e, no fim, as pessoas acabam querendo pagar pelo certificado.

Um outro aspecto dos cursos pela internet é que eles não são utilizados somente de forma individual. Muitos já foram incorporados dentro da realidade das escolas como forma de complementar a educação.

— Pesquisas já mostram que a maneira mais efetiva de ensino é combinar o presencial e o on-line. O aproveitamento é bem maior com o uso otimizado do tempo de estudo — afirma Souza.

Foi desta forma que o colégio D’Incao, em São Paulo, passou a utilizar o iTunesU, aplicativo de educação da Apple, em suas aulas. Os diretores da instituição enfatizam, no entanto, que a tecnologia surge como um instrumento para o professor e que nunca irá substituí-lo.

— A plataforma apoia o aluno sem retirar a presença do professor. É impossível garantir a qualidade de um curso sem a mediação. A sala de aula é o ambiente em que se garante o efetivo desenvolvimento do aluno e do conteúdo, e a tecnologia é uma ferramenta que torna este local mais atrativo e interativo — afirma o diretor Pedro D’Incao.

NECESSIDADE DE ADAPTAÇÃO

Porém, enquanto o Brasil vive um crescimento destes cursos, os Estados Unidos passam a rever a metodologia. John Henessy, presidente de Stanford e um dos mais conhecidos pesquisadores sobre o assunto, critica as plataformas por não serem atrativas o suficiente. Em estudo veiculado no ano passado, o professor afirma que menos da metade dos alunos que se inscrevem no curso terminam de assistir à primeira aula.

— Quando surgiram em 2011, os cursos on-line eram vistos como verdadeira revolução no ensino. Hoje, já conseguimos compreender que se trata de uma onda que tem que ser adaptada. Nada substituiu o professor, mas muitas coisas podem ajudá-lo. As chances de um aluno se interessar por uma aula on-line são muito maiores se ele tem uma empatia por aquele tema de alguma forma presencial — afirma Joana Sampaio, especialista em Educação Básica pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Seriado inspira curso online e inaugura fusão de entretenimento e academia

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Será que zumbis podem ser temas de estudos acadêmicos? E, mais além, será que eles podem fazer parte de novos rumos adotados pelo ensino superior?

Curso com 'The Walking Dead', transmitida no Brasil por Band e Fox, cria 'interação entre academia e entretenimento'

Curso com ‘The Walking Dead’, transmitida no Brasil por Band e Fox, cria ‘interação entre academia e entretenimento’

Sean Coughlan, na BBC

No que está sendo chamado de o maior experimento na área de “edutenimento” (mescla entre educação e entretenimento), uma emissora americana está firmando uma parceria com uma universidade californiana para produzir cursos online relacionados à série televisiva de ficção The Walking Dead, que retrata um mundo dominado por zumbis.

O curso, de oito módulos, será lançado em outubro pela Universidade da Califórnia em Irvine e disponibilizado gratuitamente pela internet, criando uma interação entre a academia e a indústria do entretenimento.

A universidade diz que manterá seu rigor acadêmico e que o curso abordará temas científicos sérios relacionados ao cenário apocalíptico do seriado, como “o que pode ser aprendido com epidemias” e “uso da matemática para modelar dinâmica populacional e epidêmica”.

O curso incluirá testes online e grupos de discussão, mas os estudantes não ganharão títulos ou créditos formais.

Experiência
The Walking Dead, com audiência estimada em 10 milhões de espectadores, é transmitido no Brasil pela Band e pela Fox e, nos EUA, pela AMC, emissora responsável por outros seriados cultuados, como Mad Men, Breaking Bad e The Killing.

Para Theresa Beyer, vice-presidente da emissora, a AMC será “o primeiro grupo de entretenimento a fazer uma incursão na arena educacional” e que o resultado será “uma experiência educacional legítima”.

Se a experiência for bem-sucedida, deve abrir caminho para outros projetos envolvendo seriados e universidades, afirma a plataforma online Instructure, que abriga o curso com Walking Dead.

Não é difícil, por exemplo, imaginar um curso de publicidade criado em torno de Mad Men, diz Josh Coates, executivo-chefe da Instructure.

A parceria também marca novo avanço no mundo dos cursos gratuitos online (MOOCs, na sigla em inglês, que acaba de entrar no dicionário Oxford), cuja demanda tem crescido.
Rigor acadêmico

'Mad Men' também pode inspirar cursos futuros

‘Mad Men’ também pode inspirar cursos futuros

Mas, sob a perspectiva da prestigiosa Universidade da Califórnia em Irvine — que tem prêmios Nobel entre seus pesquisadores —, vale a pena ter zumbis em seu currículo?

“Quando embarcamos nessa parceria, tornou-se importante fazer com que cada módulo (do curso online com Walking Dead) fosse tão forte do ponto de vista acadêmico quanto são nossas aulas presenciais”, diz Melissa Loble, reitora-associada de educação à distância da universidade.

“As aulas terão rigor acadêmico e ainda assim terão ligação com o seriado de TV.”

Para Joanne Christopherson, palestrante em ciências sociais, trata-se de mais um exemplo de como as universidades estão usando a mídia contemporânea.

“Em todas as minhas aulas, tenho de abordar temas da atualidade para torná-las interessantes”, diz ela. “Não só porque (os alunos) são jovens adultos recém-saídos do ensino médio, mas sim porque é preciso fazer com que essas teorias clássicas sejam relevantes para eles.”

Coates, do Instructure, diz que o curso da Universidade da Califórnia incluirá ciência e temas relacionados às ciências sociais, usando o seriado de TV como gancho.

“Trata-se de um currículo real, incluindo doenças infecciosas, saúde pública, nutrição, psicologia e sociologia”, diz. “É incidental o fato de que o contexto dele é o mundo ficcional do apocalipse (da série).”

Segundo ele, é também uma oportunidade de ensinar as pessoas a respeito de catástrofes reais, como o furacão Katrina ou o desastre de Fukushima.

Seriado servirá de gancho para que curso aborda ciências e temas sociais

Seriado servirá de gancho para que curso aborda ciências e temas sociais

Desafios dos cursos online
Coates também espera que a iniciativa ajude a superar um dos principais obstáculos dos cursos online gratuitos: as altas taxas de desistência. Será que o apelo televisivo do curso ajudará a manter o interesse dos alunos?

Ao mesmo tempo, para a universidade trata-se de uma forma de expor sua marca diante de uma audiência global, bem como refinar o processo de colocar cursos na internet.

“Os primeiros cursos tinham ótimos vídeos e quizzes, mas não ajudavam os alunos a interagir entre si”, diz Melissa Loble. “O próximo passo dos cursos online é descobrir como personalizá-los sem que se tornem um fardo para as instituições que os criaram.”

Para Christopherson, a grande demanda por cursos online tem chamado a atenção das universidades, mas segue sendo um desafio prover uma estrutura online que permita que um número grande de alunos acompanhe o curso sem se sentirem anônimos ou desconectados.

Outra questão de longo prazo é o modelo de financiamento dos cursos online, algo que pode desestimular as universidades ante as altas taxas de desistência.

Alan Smithers, diretor do centro de pesquisas de educação e emprego da Universidade de Buckingham (Reino Unido), diz que o elo com um cultuado seriado de TV pode servir para atrair estudantes, mas que o elemento acadêmico tem de superar o entretenimento.

Mesmo com os desafios, os cursos online continuam expandindo. E Coates diz que quer que a iniciativa com The Walking Dead seja vista, no futuro, como um divisor de águas, do momento em que educação e entretenimento se conectaram.

Com a disponibilidade global dos cursos online, e enquanto emissoras do mundo inteiro transmitem diferentes temporadas dos seriados, talvez este seja o primeiro curso universitário a vir com seu próprio alerta de spoiler (que traz revelações sobre conteúdo dos episódios).

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