Contando e Cantando (Volume 2)

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Nos 119 anos de Ernest Hemingway, 5 curiosidades sobre o autor de “O Velho e o Mar”

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Ernest Hemingway || Créditos: Reprodução

Publicado no Glamurama

Se não tivesse se tornado um dos maiores escritores da língua inglesa em todos os tempos, é bem provável que Ernest Hemingway teria dado um ótimo chef de cozinha. Apaixonado por comida, o autor de “O Velho e o Mar” costumava publicar receitas de todos os tipos na coluna que mantinha em um jornal dos Estados Unidos no começo da carreira. Dessas publicações, muitas se tornaram peças de colecionadores, vendidas por altas somas em leilões.

Mas para a nossa sorte Hemningway não se aventurou em outras áreas além da literatura, e como neste sábado foi o aniversário de nascimento dele – canceriano de 21 de julho, o escritor completaria 119 anos – Glamurama pega carona na deixa pra revelar outras cinco curiosidades sobre ele.

Teimoso desde pequeninho

Uma das características mais famosas de Hemingway era a teimosia, algo que ele provavelmente herdou da mãe. Irredutível como o filho, Grace Hall-Hemingway sonhava em dar à luz uma menina antes do nascimento dele, e tentou “corrigir” a realidade vestindo o herdeiro com roupas iguais as de sua irmã durante anos. Mais tarde, ela teimou que Hemingway deveria se tornar violoncelista e o proibiu de sair de casa até que aceitasse a ideia. No fim, o futuro gênio das letras foi tão teimoso quanto a matriarca e em razão da imposição sem sentido ficou mais de um ano sem ir para a escola.

Curto e grosso com os amigos

Um dos livros mais famosos de Hemingway, “Adeus às Armas” conta a história de um militar dos Estados Unidos que atua na Primeira Guerra Mundial como motorista de ambulância do exército italiano. A obra é cheia de reviravoltas, muitas paixões e sofrimento, e poderia ter terminado de maneira diferente: amigo do escritor, F. Scott Fitzgerald lhe enviou uma carta na qual sugeriu que o fim da trama deveria incluir uma passagem específica de sua autoria. A resposta de Hemingway também foi escrita à mão, e bastante curta: um simples “Vá se danar”.

Duro na queda

Ao longo de seus 62 anos de vida ele contraiu malária, sobreviveu a um câncer de pele, teve várias crises de pneumonia e chegou a ser exposto ao anthrax. O escritor também tinha diabetes, fraturou o crânio e uma vértebra, teve hepatite, rompeu artérias do rim e do baço e se safou em nada menos que dois desastres aéreos. E morreu por iniciativa própria, dando um tiro na cabeça na varanda da casa onde morava no estado do Minnesota depois de uma internação em uma clínica médica onde foi submetido a um tratamento de terapia eletroconvulsiva.

“Acaba com eles, Hemingway!”

Bom de briga, Hemingway se dava muito bem com James Joyce, que adorava uma confusão. Os dois costumavam se encontrar de vez em quando em bares de Paris, onde o irlandês nunca deixava de fazer inimigos e por vezes chegou às vias de fato com alguns. Mas quando o bff estava por perto nessas ocasiões, Joyce chamava os alvos e se escondia, e em seguida assistia o colega americano dando uns bons tapas neles. “Acaba com eles, Hemingway!”, gritava o responsável pelo clássico “Ulisses”.

Fala o que quer…

Autora da famosa frase “Rose is a rose is a rose is rose”, que incluiu no poema “Sacred Emily”, a poetisa americana Gertrude Stein certa vez se desentendeu com Hemingway e decidiu romper relações com o escritor mas antes disso o xingou de tudo e mais um pouco. Como na época o mais próximo que existia das mensagens de texto eram as cartas, ele escreveu para a colega uma bem malcriada em resposta ao destempero dela contendo apenas “A bitch is a bitch is a bitch is a bitch”, que dispensa tradução e a deixou irritadíssima, claro.

Com apenas 26% de leitores plenos, país precisa “correr atrás” da formação de mediadores, diz representante do MinC

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Em Passo Fundo, secretário executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) José Castilho Marques Neto reconheceu que o orçamento para eventos culturais é limitado

Fernanda da Costa, no Zero Hora

Com apenas 26% de leitores plenos, país precisa "correr atrás" da formação de mediadores, diz representante do MinC Diogo Zanatta/Especial

José Castilho Marques Neto fala sobre as prioridades do Ministério da Cultura Foto: Diogo Zanatta / Especial

Formar pessoas é a principal prioridade do Ministério da Cultura, conforme o secretário executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) José Castilho Marques Neto. Em Passo Fundo para a abertura da 15ª Jornada Nacional de Literatura, ele também reconheceu que o orçamento federal para realização de eventos culturais ainda é limitado.

Em entrevista coletiva nesta terça-feira, o secretário afirmou que, atualmente, apenas 26% dos alfabetizados no Brasil são leitores plenos, aqueles capazes de compreender o conteúdo dos textos. Por isso, segundo ele, é prioridade máxima do MinC “correr atrás” de políticas públicas que auxiliem no aumento da porcentagem. Entre elas, a principal seria a formação de pessoas:

— Há muito orçamento para compra de livros, mas existe pouquíssima verba para formar pessoas.

O MinC quer incentivar o desenvolvimento de mediadores de leituras, que segundo Castilho parte das universidades.

— É preciso que as universidades se engajem na formação de mediadores de leitura. Os professores que trabalham com a educação básica saíram de uma universidade. É um clico — afirma.

Com apoio dos mediadores, a meta estabelecida pelo MinC é de aumentar, até 2020, a média atual de leitura de 1,3 livros por ano para quatro livros anuais.

Embora a curto prazo os esforços do órgão estejam voltados à democratização da leitura, há um desejo, a longo prazo, de “institucionalização das políticas de leitura”, nas palavras de Castilho.

— Não podemos mais ter políticas episódicas para o livro e a leitura, onde avançamos de um lado e retrocedemos de outro — relata.

Orçamento para eventos culturais é limitado

Este ano, a organização da Jornada Nacional de Literatura esbarrou em dificuldades para captar recursos, uma realidade da maioria dos eventos culturais no país. Castilho admitiu que, apesar dos esforços do governo federal em apoiar o setor, a dificuldade persiste:

— É notório que o orçamento do Ministério da Cultura não é suficiente para o conjunto das atividades necessárias para o desenvolvimento da cultura no país — admitiu.

A perspectiva do órgão, conforme o secretário, é que estes eventos possam ser cada vez mais compartilhados com setor privado.

Falta de leitura prejudica economia

O secretário ainda explicou que há um trabalho no MinC voltado à investigação do impacto da falta de leitura na economia do país. Segundo ele, o órgão buscará saber, por meio de uma pesquisa, quanto as empresas perdem com a “não leitura”, que prejudica a comunicação e o crescimento das instituições.

— Queremos que os governos e a sociedade civil entendam que o incentivo à leitura aquecerá a economia. O Brasil precisa da leitura muito mais do que a leitura precisa do Brasil _ completa o secretário.

Abismo na educação

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Hélio Schwartsman, na Folha de S.Paulo

Os resultados do Índice de Desenvolvimento Humano dos municípios brasileiros (IDHM) mostram que o país melhorou bastante ao longo das últimas duas décadas. Numa das mensurações mais eloquentes, 85,8% das cidades registravam um índice classificado como “muito baixo” em 1991, proporção esta que passou a 0,6% em 2010.

Dadas as boas notícias, passemos a analisar os desafios. O IDHM é composto por três dimensões: renda, longevidade e educação, e todas elas evoluíram positivamente nestes 20 anos. O que chama a atenção, entretanto, é que a educação, mesmo sendo a área que mais avançou, é também a que puxa a nota global dos municípios para baixo. O desempenho do país nesse campo ficou na faixa do desenvolvimento “médio”, enquanto a renda e a longevidade receberam respectivamente as qualificações “alta” e “muito alta”.

Este é, se quisermos, o retrato do dilema em que o Brasil se encontra. A maioria dos municípios deixou para trás o cenário de terra arrasada, no qual nada funciona, e já apresenta alguma estrutura capaz de propiciar ensino e saúde à população. Para avançar a partir daqui, porém, precisaremos cada vez mais de educação e o problema é que, apesar das melhorias, ela ainda é péssima. Vale observar que o IDHM utiliza apenas indicadores que aferem os anos de estudo, sem levar em conta a qualidade do ensino ministrado –que é, de longe, a nossa principal falha.

Os sinais desse fosso educacional, que faz com que menos da metade dos jovens concluam o ensino médio, já são visíveis por todos os lados. Empresas têm dificuldades em preencher vagas para trabalhadores mais qualificados. Faltam médicos e engenheiros. Contingentes expressivos dos bacharéis em direito não conseguem passar na prova da OAB.

O pior de tudo é que não há muito o que se possa fazer para mudar esse panorama num horizonte relativamente curto de tempo.

Promoção: “Brasil Beer – O guia de cervejas brasileiras”

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brasil beer promo

Que o brasileiro ama cerveja já sabíamos. Não é à toa que é a bebida alcoólica mais consumida no país. O que agora todos saberão é quais são e onde estão as melhores cervejas feitas no Brasil, do Norte ao Sul.

Para este detalhado guia, os autores mapearam e catalogaram praticamente todas as cervejarias, microcervejarias e associações de cervejeiros artesanais que atualmente existem no Brasil. São produtos com cores, aromas e sabores distintos dos convencionais, produzidos em menor escala, com qualidade superior e sempre com o olhar do dono do negócio.

Além disso, traçaram os principais roteiros, reunidos por região do país, estado e cidade, que poderão ser percorridos para se encontrar uma boa cerveja, onde quer que você esteja. São mais de 500 cervejas, e mais de 120 locais em que se pode beber o precioso líquido.

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O Livros e Pessoas vai sortear 3 exemplares de “Brasil Beer – O guia de cervejas brasileiras“.

Para participar é necessário:

* Ter + de 18 anos
* Faça o login
* Preencha os requisitos do aplicativo abaixo

O resultado será divulgado no dia 3/6 e o nome dos ganhadores serão conhecidos aqui no post e no perfil @livrosepessoas.

Boa sorte!

a Rafflecopter giveaway

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Atenção:

Os requisitos são:

Tweet about the giveaway: é só clicar no botão “twitter” que será dado RT automaticamente no seu perfil. Se você clicar diariamente nesse botão, mais pontos você faz e melhor a chance de ganhar o livro.
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Promo de quinta (6)

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Olá, apreciadores de bons livros.

Você faz parte do time dos “forever alone”? Seus problemas acabaram. Que tal receber em casa 1 lançamento superlegal para lhe fazer companhia durante os próximos dias?

Novamente o PublishNews e o Livros e Pessoas vão ampliar a sua biblioteca. Quem está com a gente hoje é a Benvirá, selo de ficção e não-ficção da Saraiva, 1 dos maiores grupos editoriais do país.

Eles escolheram 1 dos caras que curto muuuito ler (posso ganhar tb, produção?), o Ivan Martins. Editor-executivo da Época, ele assina uma coluna bombadíssima no site da revista. #todasama

Alguém especial traz uma seleção de 50 textos do jornalista, alguns deles inéditos. Um show de sensibilidade ao abordar temas como relacionamentos, conquistas e perdas, entre outros.

Para concorrer aos 2 exemplares, basta seguir os perfis @benvira @publishnews @livrosepessoas e tuitar (ou dar RT) na mensagem abaixo, com a hashtag #amoler:

Quero ganhar “Alguém especial”, presente da @Benvira @PublishNews e @LivrosePessoas. #AmoLer

Facinho? Às 17h30 divulgaremos os nomes dos internautas sorteados. Boa sorte! :-)

Big abraço

 

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Parabéns aos ganhadores: Tereza Vilhena Cardo (@VilhenaG) e Jorge (@PessoaJorge)

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