Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged dados

Mesmo com a crise de Saraiva e Cultura, mercado livreiro vê faturamento crescer

0

Livraria no Rio | Guito Moreto

Ancelmo Gois, em O Globo

Passada a tormenta

Mesmo com a crise das duas maiores redes de livrarias do Brasil, Saraiva e Cultura/Fnac, que atrasam pagamentos às editoras, o mercado livreiro vai muito bem, obrigado. Em abril, o crescimento foi de 13,95% no faturamento, em relação ao mesmo mês de 2017, passando de R$ 121,9 milhões para R$ 139,9 milhões.

No acumulado do ano, houve aumento de 14,22% em faturamento. Os dados são de pesquisa inédita do Sindicato Nacional dos Editores de Livros.

Dica para TCCs: 7 melhores sites de pesquisa acadêmica

0

Rodney Eloy, no Pesquisa Mundi

Conheça algumas das mais eficientes ferramentas para buscas científicas

Daniel Ribeiro | TechTudo

Trabalhos acadêmicos, como monografia e TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), devem ser fundamentados por referências teóricas de publicações científicas. Por isso, sites de buscas como Google, Bing ou DuckDuckGo não são a melhor alternativa para quem quer concluir a graduação. Sites como SciELO, periódicos., da CAPES, e até o Google Acadêmico são os mais recomendados na hora de encontrar artigos, periódicos e bases de dados confiáveis para usar em um trabalho. Veja a seguir os sete melhores sites para pesquisas acadêmicas.

1. SciELO
A plataforma SciELO (http://www.scielo.br/), sigla para Scientific Electronic Library Online, é uma biblioteca eletrônica com um acervo selecionado de periódicos científicos brasileiros. Desenvolvida pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e a BIREME (Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde), essa ferramenta conta com o suporte do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

A pesquisa pela SciELO oferece acesso a coleções de periódicos como um todo, com informações que vão desde estatísticas de publicação até os fascículos de cada periódico, oferecendo ainda os textos completos de cada artigo. Além disso, o usuário pode visualizar uma série de dados sobre cada revista cientifica, tais como: ISSN, a missão, o corpo editorial etc.

Com uma interface simples e prática, a plataforma de pesquisa apresenta três categorias principais de busca: por periódicos, por artigos e por relatórios. Cada uma oferece listas e índices em ordem alfabética, com informações objetivas sobre resultados e eficientes recursos para separar artigos e periódicos encontrados.

2. ERIC
ERIC (https://eric.ed.gov/), sigla para Educational Resources Information Center, é uma base de dados desenvolvida pelo Departamento de Educação dos EUA que oferece acesso a conteúdo da área da educação e temas relacionados. O acervo disponibiliza artigos de periódicos, anais de congresso, conferência, documentos governamentais, teses, dissertações, relatórios, bibliografias, livros e monografias.

Apesar de só oferecer suporte para o inglês, a plataforma tem uma interface que destaca e prioriza sua ferramenta de busca. O usuário tem duas opções de pesquisas pelo ERIC: buscar por coleção de artigos reunidos em seu acervo ou navegar por suas variedades temáticas dos assuntos em seu tesauro.

A apresentação dos resultados de pesquisas exibe diversos filtros para marcar artigos, tais como: pela data ou tipo de publicação, por assuntos específicos, pelos periódicos de origem, por autores etc. Além disso, cada item apresenta o nome dos autores, o periódico e o ano de publicação, além de trechos do resumo, descritores temáticos e informações ou links sobre o texto completo do artigo.

3. Google Acadêmico
Lançado em 2004, o Google Acadêmico (https://scholar.google.com.br/) é uma ferramenta de pesquisa de publicações científicas que apresenta e discrimina resultados em trabalhos acadêmicos, literatura escolar, periódicos de universidades, capítulos de livros e artigos variados.

A ferramenta tem uma interface simples e objetiva, apresentando resultados de buscas de forma clara e prática. Os itens listados têm informações sobre o tipo de material encontrado, a autoria, a data de publicação e a quantidade de citações. Além disso, o usuário pode aplicar filtros no material encontrado para separá-los por data, relevância ou idioma.

Com sofisticados recursos para pesquisadores e autores, o Google Acadêmico exibe ainda uma série de informações sobre as métricas de citação de periódicos e artigos. Da mesma forma, a plataforma também pode ser integrada uma conta do Gmail, garantindo o acesso a um perfil especial, a biblioteca para guardar resultados e a alertas de publicações de artigos de assuntos específicos.

4. periodicos (Portal da CAPES)
Desenvolvido pela CAPES, que é a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, o portal .periodicos. (http://www.periodicos.capes.gov.br/) disponibiliza o texto integral de artigos de milhares de revistas científicas brasileiras e internacionais. Além disso, a plataforma também conta com mecanismos de busca que pesquisam em dezenas de bases de dados, ampliando bastante a abrangência de seus resultados.

Totalmente em português e com um visual sofisticado, a interface apresenta alternativas para pesquisar por assuntos, periódicos, livros ou bases de dados. Da mesma forma, a plataforma também apresenta notícias, agenda de eventos científicos e opções para navegar por conteúdos em diferentes tipos de mídias.

Os resultados de buscas no .periodicos. são apresentados de forma clara e objetiva, destacando uma série de informações sobre os artigos, bem como diversos filtros para especificar as pesquisas por data, assunto, autoria etc.

5. BDTD

Desenvolvida pelo IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia), a BDTD, sigla para Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (http://bdtd.ibict.br/vufind/), reúne um acervo com milhares de publicações de trabalhos acadêmicos, integrando o sistema de dezenas de instituições de ensino e pesquisa do Brasil.

Destacando o recurso de buscas, a plataforma exibe o resultado com informações de forma clara e prática sobre a autoria e a data da defesa. Com fácil acesso ao texto integral de cada item, o usuário ainda pode refinar suas pesquisas com os diversos filtros na parte esquerda da interface.

A BDTD também oferece um recurso de busca avançada com vários mecanismos para conectar diferentes termos e assuntos, bem como autores, tipos de documentos e palavras em resumos. Além disso, este tipo de pesquisa permite limitar os resultados a datas, idiomas e categorias documentais.

6. Science.gov
A plataforma Science.gov (https://ciencia.science.gov/) é uma iniciativa integrada de dezenas de agências e órgãos dos EUA que oferece pesquisas em mais de 60 bases de dados e em mais de 2.200 sites governamentais. Com uma versão em inglês e outra em espanhol, o portal refina resultados de buscas em milhões de páginas cientificas dos Estados Unidos e de países da Europa.

O motor de pesquisa do Science.gov é poderoso e tem tradução para os dois idiomas do site, apresentando os assuntos, a autoria e informações sobre a publicação de cada item.

A interface apresenta abas de categorias com os tipos de documentos encontrados e resumos com informações sobre as buscas. Da mesma forma, o usuário ainda pode navegar por uma moderna apresentação visual que exibe os principais assuntos encontrados.

7. ScienceResearch.com
Desenvolvido por uma associação de instituições de pesquisa, o portal ScienceResearch.com utiliza uma tecnologia de pesquisa que faz buscas através da “deep web”, apresentando uma enorme quantidade de resultados.

Com centenas de coleções de acervo de ciência e tecnologia, além de ferramentas de buscas simples e avançadas, o ScienceResearch.com apresenta itens com texto integral, elimina conteúdos duplicados e classifica a relevância dos termos da pesquisa.

A ferramenta de busca avançada do ScienceResearch.com permite persquisar em coleções de acervo de ciência e tecnologia

Os mecanismos do ScienceResearch.com para refinar resultados são sofisticados e bem variados. O usuário pode utilizar filtros de artigos por assunto, autoria, periódico e data, selecionar uma coleção temática especifica do portal ou ranquear a apresentação dos itens encontrados pela relevância, data, titulo e nome do primeiro autor.

Com inúmeros filtros, ranqueamentos e informações sobre a pesquisa, o ScienceResearch.com é um excelente motor de buscas científicas (Foto: Daniel Ribeiro)

Brasil tem 13 milhões de analfabetos e não consegue redução há três anos, diz Unesco

0
Charge que consta no Relatório de Monitoramento Global da Educação 2017/8 da Unesco (Foto: Reprodução)

Charge que consta no Relatório de Monitoramento Global da Educação 2017/8 da Unesco (Foto: Reprodução)

 

‘A educação é uma responsabilidade compartilhada entre todos nós – governos, escolas, professores, pais e atores privados’, diz a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova.

Publicado no G1

O Brasil ainda tem 13 milhões de analfabetos e não consegue reduzir esse número há três anos, segundo relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulgado nesta terça-feira (24).

Os dados são da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que apresentou o “Relatório de Monitoramento Global da Educação 2017/8”. O tema da pesquisa é “Responsabilização na educação: cumprir nossos compromissos”.

A conclusão do relatório é que de faltam incentivos para a educação profissionalizante e para o aluno terminar o ensino médio. Em todo o mundo, são 100 milhões de analfabetos.

Os resultados do relatório avaliam como os países conseguem ou não cumprir o “Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4 da ONU: assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.

O relatório alerta que a culpa desproporcional sobre qualquer ator para problemas educacionais sistêmicos pode ter sérios efeitos colaterais negativos, além de ampliar a inequidade e prejudicar a aprendizagem.

Os dados mostram que, nos países ricos, 84% dos jovens concluem o ensino médio, enquanto no Brasil o índice é de 63%. Os resultados obtidos também são distintos: no Brasil, menos de 50% dos alunos demonstram habilidades em ciências. No Japão, esse percentual é de 90%.

Destaques pelo mundo

Países associados à Unesco têm, ao menos, 264 milhões de crianças e jovens que não frequentam a escola.

*Atualmente, 82% das constituições nacionais têm previsão legal sobre o direito à educação. Mas em pouco mais da metade as leis não responsabilizam os governos, ou seja, os cidadãos não podem processar o governo por violações a esse direito.
*Em 42 dos 86 países que enviaram dados à Unesco, suas constituições, leis ou políticas se referem explicitamente à educação inclusiva, sugerindo uma tendência contra escolas especiais e a favor de programas inclusivos em escolas regulares.
*Em alguns países, professores e escolas estão sendo penalizados devido a resultados fracos em avaliações
*De 70 sindicatos de professores em mais de 50 países, mais de 60% nunca ou raramente foram consultados sobre materiais didáticos.
*Dos relatórios nacionais de monitoramento da educação, apenas um terço engloba a educação de adultos.
*Apenas 14 de 34 países de renda baixa e média estabeleceram padrões para a educação infantil e sistemas de monitoramento de seu cumprimento
*Apoio com bolsas de estudo caiu 4% no mundo entre 2010 e 2015, sendo o gasto subestimado em países como Brasil, China e Índia.

Biblioteca digital da FGV libera acesso a mais de dez mil títulos

0

foto4

Rodney Eloy, na Pesquisa Mundi

Com biblioteca digital, FGV libera acesso a mais de dez mil títulos entre base de dados e obras

Os pesquisadores e leitores de plantão têm uma boa notícia: a Fundação Getúlio Vargas liberou o acesso a mais de dez mil títulos de sua biblioteca virtual. São artigos, arquivos, coleções e muito mais disponível no acervo da FGV que agora pode ser acessado pelo público no site da Biblioteca Digital.

A fundação vem investindo na modernização de seu sistema de bibliotecas, que conta com acervos físicos no Rio de Janeiro, São Paulo e em Brasília, e a Biblioteca Digital é um dos resultados. Foram reunidas bases de dados e conjuntos de obras que podem ser acessados livremente online.

Há também o Acervo Acadêmico, ferramenta que permite ao usuário encontrar todas as referências sobre o trabalho pesquisado existentes nos acervos da FGV.

via Universia

Iraque bloqueia internet para impedir que alunos colem nas provas

0

publicado no TecMundo

O Iraque bloqueou o acesso à internet no sábado, domingo e segunda-feira de manhã durante três horas. O objetivo, tal como já havia acontecido no ano passado, é o de impedir os alunos de copiarem nos exames.

17174951690396

Os dados relativos ao ‘blackout’ da internet são da empresa DYN Research, que analisa os dados da internet um pouco por todo o mundo.

Segundo o site The Verge, o ministro das Comunicações iraquiano não comentou o sucedido, mas o grupo de defesa dos direitos humanos SMEX teve acesso um email no qual é referido que a ordem de bloquear a internet em determinados dias partiu do Ministério das Comunicações.

Recorde-se que esta não é a primeira vez que o Iraque impede o acesso à internet, não sendo, inclusive, o único país a fazê-lo

O site The Verge relembra que também o Uzbequistão e o estado indiano de Gujarat já o fizeram recentemente também para impedir que os alunos copiem nos exames nacionais.

Go to Top