Posts tagged Daily Mail

Britânica aluga réplica de quarto de “50 Tons de Cinza” para casais

0
Foto publicada pelo jornal "Daily Mail" mostra a réplica do Quarto Vermelho de "50 Tons de Cinza" criado por uma britânica

Foto publicada pelo jornal “Daily Mail” mostra a réplica do Quarto Vermelho de “50 Tons de Cinza” criado por uma britânica

Publicado no UOL

Uma mulher chamada Georgina Wilde criou uma réplica do Quarto Vermelho, local fictício usado para práticas sadomasoquistas no livro “50 Tons de Cinza”.

Segundo o jornal “Daily Mail”, Georgina, uma dominatrix britânica, está alugando o local por 263 libras (R$ 790) a hora para casais que queiram viver as experiências sexuais dos personagens Anastasia Steele e Christian Grey descritas no livro.

O local é equipado com vários chicotes, dispositivos de suspensão e outros artefatos sadomasoquistas.

Ao jornal, Georgina disse que já alugava o espaço para práticas sexuais há anos, mas que resolveu criar a réplica inspirada em “50 Tons de Cinza” para atender uma nova clientela.

“Nós adicionamos uma cama de luxo, amenidades noturnas e as paredes são pintadas de um tom profundo de vermelho como os da sala de Christian Grey”, disse.

Escrito por E.L. James, a trilogia “50 Tons de Cinza” foi traduzida para 45 idiomas e vendeu mais de 32 milhões de cópias somente nos Estados Unidos.

A história está prestes a ser adaptada para o cinema pelo estúdio Universal Pictures. Atrizes como Mila Kunis, Emma Watson e Rooney Mara já foram cotadas para viverem a heroína Anastasia.

Veterano da Segunda Guerra usava pseudônimo feminino para escrever romances

0

Publicado no Boa Informação

No passado, escritoras como Charlotte Brontë (1816-1855) e Mary Ann Evans (1819-1880) tiveram que adotar pseudônimos masculinos para que seus livros pudessem ser publicados. Mas a situação se inverteu para o veterano de guerra britânico Bill Spence, autor de uma série de histórias de amor.

Spence, 89, escreveu 22 livros assinando como Jessica Blair, segredo guardado desde 1993. A identidade do autor foi revelada na semana passada, com a publicação no Reino Unido de seu romance mais recente, “Silence of the Snow” (O Silêncio da Neve, em tradução livre).

Bill Spence sempre desejou escrever histórias de amor, mas os editores disseram que seus livros teriam de ser publicados sob um pseudônimo feminino, se ele quisesse vender. E assim Jessica Blair nasceu.

“Você não pode dizer não aos editores. Eu estava muito feliz apenas por ter encontrado alguém que quisesse publicar meus livros e nunca me incomodei de tê-los assinado com um nome feminino”, disse o autor ao jornal “Daily Mail”.

O britânico, que lutou durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), começou sua carreira como romancista escrevendo westerns, 36 dos quais foram publicados entre 1960 e 1992.

“Na década de 1980, escrevi um livro de não ficção sobre caça às baleias e decidi que tinha bagagem para escrever uma história de amor que usasse o tema como pano de fundo. Escrevi ‘The Red Shawl’ em meu próprio nome e o enviei para uma editora.”

Reprodução
O veterano da Segunda Guerra Mundial Bill Spence, que escreveu romances sob o pseudônimo Jessica Blair
O veterano da Segunda Guerra Mundial Bill Spence, que escreveu romances sob o pseudônimo Jessica Blair

Os editores, então, pediram a Spence que mantivesse a autoria do romance em segredo e o publicaram em nome de uma certa Jessica Blair.

À Folha, agentes da HarperCollins, editora que publica os romances de Spence desde os anos 1990, disseram que “os editores acreditavam que o público se sentiria mais confortável se as histórias de amor fossem assinadas por um nome feminino. Talvez eles não tivessem feito sucesso se os livros fossem publicados com a assinatura de Spence”.

(mais…)

Após gastar fortuna com aulas, “mãe-tigre” desiste de ser durona

0

Britânica abandonou o método chinês de educação após perceber que a filha estava se afastando / Foto: Reprodução

Publicado por Terra

O relato de uma mãe que seguia o criticado método de educação chinês conhecido como “mãe-tigre” ganhou destaque nesta semana no jornal britânico Daily Mail. A jornalista Tanith Carey afirma que gastou uma pequena fortuna com aulas de mandarim, matemática, violino e até com um tutor que cobrava 75 libras por hora para orientar os estudos da menina de apenas 11 anos. Segundo Carey, depois de alguns anos incentivando a filha a se tornar uma “pessoa brilhante” ela percebeu que acontecia o contrário: a pequena Lily havia se tornado uma garota introspectiva e distante da mãe.
A britânica, que mora em Londres, conta que teve uma infância “negligenciada”, já que não era estimulada pelos pais a estudar. Então, quando a filha nasceu, em 2001, decidiu fazer diferente: “Eu achava que era meu dever estimular a Lily com brinquedos educativos, jogos e vídeos”, disse ao confessar que tinha se convencido, a partir de “descobertas da neurociência”, que precisava estimular o conhecimento. Na estante da jornalista estavam livros que mostrariam como “fazer dos filhos pessoas brilhantes”.

Ela conta que na creche particular onde matriculou Lily aos 3 anos, via outras mães também ansiosas para tornar seus filhos os melhores. Com o tempo, percebeu que a “disputa” pela superioridade havia se tornado algo estressante. “Se uma das mães via uma criança com a pasta das aulas de matemática do Kumon (método de ensino que estimula o raciocínio), todas corriam para fazer a matrícula porque havia medo de deixar os nossos filhos para trás (…) Mas pouco a pouco, essa viagem que tinha começado tão emocionante e gratificante foi se transformando em um jogo estressante de superioridade”.

A mãe conta que o “alarme” começou a tocar quando Lily tinha 9 anos e venceu um prêmio de ciências na escola. Enquanto ela vibrava com a conquista, a filha não parava de chorar. Nos anos seguintes a situação piorou, já que a menina não queria mais fazer as lições, pois tinha medo de errar. Os pais decidiram levar a menina a um psicólogo, que constatou o quanto a autoestima de Lily havia sido afetada. “Ela sentia que precisava ser melhor em tudo e quando sabia que não conseguiria ser, ela achava melhor se fechar e não fazer nada”. A mãe ainda conta que a filha estava se afastando dela. “Foi doloroso, mas precisei matar a mãe-tigre que existia dentro de mim”.

A decisão veio recentemente, depois de fazer a inscrição em cinco das melhores escolas de Londres. “Apesar de gastar uma pequena fortuna na inscrição para as melhores escolas de Londres, eu decidi que a minha filha pdoeria escolher a escola onde estudar. Um colégio do Estado onde ela pode não brilhar como estrelas, mas vai crescer como uma pessoa inteira, ser pressão por resultados”. A mãe ainda completa o relato afirmando que quando a filha chega em casa da escola, não pergunta mais sobre qual foi o desempenho no dia, e sim como ela está.

Por que nos lembramos melhor do que lemos no Facebook em vez do que vemos nos livros?

0

Pesquisa aponta que os posts lidos na rede social são mais recordados do que rostos e textos conhecidos.

Publicado no Tecmundo

 

Por que nos lembramos melhor do que lemos no Facebook em vez do que vemos nos livros? (Fonte da imagem: Thinkstock)

De acordo com o Daily Mail, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Warwick, na Inglaterra, apontou que os posts publicados no Facebook são uma vez e meia mais lembrados do que frases extraídas de livros conhecidos, e duas vezes e meia mais lembrados do que o rosto de uma pessoa. E você pensando que todo mundo ia se esquecer daquele seu comentário infeliz do outro dia!

Segundo os pesquisadores, a diferença com relação ao que é mais lembrado — frases, rostos ou posts — é tão assombrosa que pode ser comparada à diferença de memória de pessoas que sofrem de amnésia e pessoas com memórias normais.

“Comédia da vida privada”

Por que nos lembramos melhor do que lemos no Facebook em vez do que vemos nos livros? (Fonte da imagem: Thinkstock)

Conforme explicaram os cientistas, a chave do sucesso dos posts no Facebook é o fato de o nosso cérebro ter mais facilidade em lidar com formas mais coloquiais de linguagem, já que as publicações normalmente adotam um formato bem casual e espontâneo, parecendo-se muito com a maneira como as pessoas se comunicam no dia a dia. Muitas vezes, esses breves comentários nem mesmo apresentam sinais ortográficos ou estruturas gramaticais corretas.

Além disso, a natureza das publicações geralmente envolve temas triviais ou relacionados com a vida privada de alguém — olha a fofoca aí! —, e as nossas mentes são como esponjas para esse tipo de assunto. E olha que essas historinhas são atualizadas 30 milhões de vezes a cada hora. Haja assunto!

(mais…)

Biblioteca australiana diz que livro de Armstrong na seção de ficção foi trote

0
Aviso colocado na biblioteca de Manly, em Sydney,na Austrália (Foto: Reprodução / Daily Mail)

Aviso colocado na biblioteca de Manly, em Sydney,
na Austrália (Foto: Reprodução / Daily Mail)

Publicado no Globo Esporte

A notícia de que uma biblioteca em Sydney, na Austrália, mudou todos os livros sobre o ex-ciclista Lance Armstrong para a seção de ficção, depois que o americano confessou ter se dopado e, assim, não teria vencido a Volta da França sete vezes seguidas, virou assunto pelo mundo. Mas nesta segunda-feira, a biblioteca de Manly revelou que sofreu um trote e que uma investigação interna será instaurada.

– Bibliotecas não podem arbitrariamente reclassificar as categorias dos livros, porque isso depende do número ISBN que é emitido pela Biblioteca Nacional – disse um porta-voz do Conselho de Manly, que administra a biblioteca, à agência de notícias Reuters.

Um aviso impresso, com uma proteção plástica, foi colocado em uma das prateleiras do local informando que os livros “Lance Armstrong: Imagens de um Campeão”, “O Programa de Treinamento de Lance Armstrong” e “Lance Armstrong, O Maior Campeão do Mundo” seriam movidas da parte de “autobiografias recomendadas” para o setor de ficção da biblioteca.

Dica do João Marcos

Go to Top