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5 maneiras de ler mais livros e se tornar mais inteligente

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Quer se tornar mais inteligente por meio da leitura? Uma boa ideia é aumentar o número de obras que você lê. Veja dicas que vão ajudá-lo a fazer isso

Publicado no Universia Brasil

5 maneiras de ler mais livros e se tornar mais inteligente

Crédito: Shutterstock.com
Pesquisas sobre experiência de usuário mostram que cada vez mais as pessoas usam aplicativos ou recursos digitais para leitura

A leitura pode trazer diversos benefícios para a vida de uma pessoa. Com ela você expande os seus horizontes, aumenta o seu nível de cultura, ganha mais vocabulário e, em consequência, se torna uma pessoa mais inteligente. Porém, para alcançar todas essas vantagens é preciso fazer da leitura um hábito. Se você ainda não tem intimidade com os livros e quer se tornar alguém mais inteligente, veja dicas que vão ajudá-lo a ler mais livros:

1. Tenha sempre um livro

O melhor incentivo para ler mais livros é ter um exemplar sempre à mão. Leve um livro com você para onde você for, assim você pode utilizar o tempo livre para adiantar sua leitura.

2. Use os recursos digitais

Pesquisas sobre experiência de usuário mostram que cada vez mais as pessoas usam aplicativos ou recursos digitais para leitura. Se você não quer o peso de um livro, opte pela versão digital dele. Dessa maneira você pode ler no seu tablete ou mesmo no smartphone.

3. Grife as partes interessantes

É comum se distrair por alguns momentos durante a leitura e ter de acabar voltando várias páginas para entender o contexto do que está sendo discutido. Para evitar esse tipo de problema, uma boa saída é grifar o que você considera mais importante, independentemente de ser um livro técnico ou de ficção. Isso vai fazer com que você se mantenha atento ao que está lendo e evita a perda de tempo por voltar a conteúdos que você já viu.

4. Alterne leituras fáceis e difíceis

Existem leituras mais complexas que outras, o que pode desmotivar você e destruir seu interesse. Por isso, uma boa estratégia é alternar entre leituras mais difíceis e outras simples. Não é vergonha nenhuma ler livros de entretenimento, ninguém precisa ler apenas grandes nomes da literatura mundial ou obras que discutem temas profundos e complexos. Tente adaptar sua lista para que ela seja confortável para você.

5. Crie um hábito

A leitura pode ser maçante no começo, mas se tornará mais simples conforme você pratica. Por isso é fundamental que você não desista no primeiro livro que considerar difícil, vá em frente e crie o hábito de ler. Uma boa ideia é estabelecer metas. Quantos livros você quer ler no período de um mês? Aumente os objetivos conforme você perceber que a leitura está fluindo melhor.


 

Ex-aluno invade alojamento da USP, agride estudante e faz vários disparos

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Vítima levou coronhada; moradores não foram atingidos em São Carlos, SP.
Suspeito, que denunciou ter sido vítima de abuso sexual em trote, fugiu.

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Aluno invadiu alojamento e fez disparos no campus da USP de São Carlos (Foto: Maurício Duch)

Publicado por G1

Um ex-aluno da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (SP) invadiu o alojamento do campus com uma arma, agrediu um estudante com coronhadas e fez vários disparos na noite desta quarta-feira (28). Ninguém foi atingido pelos tiros. O suspeito é o rapaz de 23 anos que denunciou ter sido vítima de abuso sexual durante um trote com veteranos, em março. Ele fugiu do local. A USP ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Disparo atingiu janelas de alojamento no campus da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)

Disparo atingiu janelas de alojamento no campus
da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)

De acordo com a Polícia Militar, o rapaz invadiu o alojamento armado e deu uma coronhada na cabeça de um estudante que mora no local. A vítima, que teria tentado conter o suspeito, foi socorrida e levada para a Santa Casa. O estado de saúde dele não foi divulgado.

Segundo testemunhas, o ex-aluno ainda fez vários disparos que acertaram as paredes e as janelas do alojamento, mas não atingiram ninguém. Alguns alunos disseram que ele dizia que queria vingança.

Em seguida, o rapaz fugiu e está sendo procurado pela Polícia Militar. Com medo, os moradores do alojamento saíram do local para dormir na casa de amigos. A Perícia Técnica foi ao local. A USP ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

Disparo atingiu janelas de alojamento no campus da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)

Disparo atingiu janelas de alojamento no campus da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)

O caso
Em entrevista ao G1 no dia 25 de abril, o rapaz, que cursava o 1º ano de ciências exatas, tinha decidido que desistiria do curso por estar sofrendo ameaças e discriminação. “Vou fazer o meu desligamento. Após esse constrangimento todo, não existe mais ambiente para estudar na USP. Vou ficar marcado e desmoralizado”, afirmou na ocasião.

O suposto abuso aconteceu no início da madrugada do dia 4 de março. Depois de uma reunião sobre as normas de funcionamento do alojamento onde conseguiu uma vaga, o rapaz entrou em uma área que dá acesso aos apartamentos, onde acontecia uma festa.

Segundo o estudante, um grupo foi até ele e começou a gritar. “Eles falavam repetidamente ‘chupa bixo’ e me cercaram, fizeram uma espécie de uma roda e não tive como sair dali. Eles aparentavam estar muito embriagados e se faziam de homossexuais, gritavam ‘bixo homofóbico’. Eu falava para não encostarem, mas três deles começaram a se esfregar em mim e chegaram a abaixar as calças. Um deles também abaixou a cueca. Eles pareciam ter prazer”, disse.

Os envolvidos dizem que tudo não passou de uma brincadeira durante um trote. O caso, que chegou a ser registrado pela Polícia Civil como estupro e foi alterado para injúria, teve a primeira audiência no dia 24 de abril no Fórum Criminal da cidade, mas não houve acordo ente os estudantes envolvidos.

Uma sindicância foi aberta pela USP, mas o resultado ainda não foi divulgado. Em maio, a Justiça pediu que a Polícia Civil levantasse mais testemunhas sobre caso, que ainda continua indefinido.

Em Guantánamo: Soldado dá ’50 Tons de Cinza’ a preso islamita para provocar, diz advogado

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Soldado dá ’50 Tons de Cinza’ a preso islamita para provocar, diz advogado

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Patrícia Campos Mello, na Folha de S.Paulo

Advogados de presos da base militar americana de Guantánamo estão acusando guardas de usar o best-seller erótico “Cinquenta Tons de Cinza” para difamar os detentos.

James Connell, advogado de Ammar al-Baluchi, acusado de participação nos atentados de 11 de Setembro, afirmou ontem que um guarda da prisão deu um exemplar do livro ao seu cliente.

“É uma campanha de desinformação ou uma piada de mau gosto, acho que queriam deixar na cela dele para dizer que meu cliente estava lendo o livro”, disse Connell. “Mas Baluchi é um homem religioso e nem abriu o livro.”

Na semana passada, um deputado americano esteve em Guantánamo e voltou dizendo que “Cinquenta Tons de Cinza” era o livro mais popular no Camp 7, que abriga os detentos de “alta periculosidade” como Khalid Sheikh Mohammed, acusado de ser o arquiteto dos atentados de 2001.

“Em vez do Corão [livro sagrado muçulmano], o livro mais requisitado por esses detentos de alta periculosidade é ‘Cinquenta Tons de Cinza’. Eles já leram toda a série em inglês”, disse o deputado democrata Jim Moran. “Esses presos do Camp 7 não são fanáticos religiosos, são o oposto, são uns fingidos.”

Capa do livro '50 Shades of Grey' ('Cinquenta Tons de Cinza', em português), de conteúdo erótico (Will Oliver/AFP)

Capa do livro ’50 Shades of Grey’ (‘Cinquenta Tons de Cinza’, em português), de conteúdo erótico (Will Oliver/AFP)

Mas porta-vozes da prisão afirmam que livros “lascivos” são proibidos em Guantánamo e que “Cinquenta Tons” não faz parte da biblioteca nem pode ser enviado como correspondência legal.

Baluchi, segundo seu advogado, levou o livro erótico ontem para o tribunal onde está sendo julgado ao lado de KSM pela morte de 2.996 pessoas nos atentados de 11 de Setembro. “Ele veio da cela com o livro para me dar”, disse.

Segundo Connel, Baluchi só lê as revistas “Economist” (especializada em economia internacional) e “Wired” (especializada em tecnologia).

O advogado diz ter guardado o livro em um cofre para fazer uma denúncia ao comandante encarregado da prisão.

À Folha, o porta-voz do Pentágono em Guantánamo, Todd Breasseale, afirmou que não entende que os advogados de defesa se emprenhem por seus clientes, mas não vai comentar declarações de “fontes secundárias”

O “Alquimista”, de Paulo Coelho, e a série “Harry Potter” são alguns dos best-sellers na prisão americana.

Tico, o coveiro escritor

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Natália Albertoni no jornal Folha de S. Paulo

Título original: Coveiro do cemitério da Consolação já prepara terceiro livro sobre criaturas atormentadas

Francisco Pinto de Campos Neto, 54, o Tico, sepulta cadáveres de dia e concebe personagens ao anoitecer.

De segunda a sexta, das 9h às 16h, é coveiro no cemitério da Consolação, no centro. As horas livres são gastas na produção do seu terceiro livro, que tem o remorso como mote.

Tico já publicou duas coletâneas de contos: “Elas etc.” e “As Núpcias do Escorpião”, cheias de histórias de criaturas atormentadas –como a menina abusada pela tia e o paraplégico apaixonado por um travesti.

Em 1980, Tico passou em letras na USP, mas não terminou a faculdade. Trabalhou como revisor na área e, inquieto, fez de tudo um pouco: assistente de caminhão, porteiro de boate gay, pintor de parede…

A vida foi ficando difícil, e ele acabou indo morar na rua. Tinha 34 anos quando foi internado pela primeira vez, numa instituição particular, por conselho do irmão mais velho –Tico tinha virado um copo de álcool Zulu. “Passava dias bebendo e cheirando pó.”

Foi confinado 20 vezes por causa do vício, em clínicas privadas e públicas. Está sóbrio há dez anos –por força de vontade, não à força pelas intervenções médicas, acredita.

No ano passado, o homem que desde menino sonhava em viver de literatura viu um cartaz da prefeitura: concurso para sepultador. Conseguiu dinheiro emprestado e se inscreveu.

Também em 2012, foi acolhido por Robson Padial, 48 –é dele o Sarau do Binho, projeto itinerante que reúne artistas da periferia paulistana.

Tico conheceu ali a Agência Popular de Fomento à Cultura Solano Trindade, que financiou uma tiragem de 500 exemplares de “As Núpcias” (restam apenas cem cópias).

Livro e resultado do concurso saíram quase ao mesmo tempo. “Encontrei um cantinho para morar e consegui pagar o primeiro aluguel com a venda dos livros”, afirma.

Fernando Pastorelli/Folhapress
Coveiro do cemitério da Consolação já prepara terceiro livro sobre criaturas atormentadas
Coveiro do cemitério da Consolação já prepara terceiro livro sobre criaturas atormentadas

CONHECIMENTO DE CAUSA

Das dez histórias d'”As Núpcias”, quatro se passam em manicômios. A temática rendeu a Tico, em maio, o 5º Prêmio Carrano de Luta Antimanicomial e Direitos Humanos.

A obra trata de abuso de medicamentos, punição e abandono. Nenhum personagem é real, mas o autor escreve com conhecimento de causa.

“O que fazem lá é uma lobotomia química. Me emocionei muito com ‘Bicho de Sete Cabeças’ [filme de 2001 com Rodrigo Santoro]. Daquilo mostrado, só não vivi o choque elétrico.”

Para ele, é necessário batalhar pela luta antimanicomial, mas também ter cuidado com a atual “psiquiatrização” dos sentimentos.

“Você sai de qualquer posto de saúde com [medicação] tarja preta. O Binho costuma falar que qualquer farmácia é uma biqueira [ponto de venda de drogas]. E deve estar dando lucro, porque fica aberta 24 horas.”

O coveiro-escritor acha que “os remédios trazem uma felicidade de plástico que interessa à indústria farmacêutica. Com a cabeça cheia de Rivotril, o cara não questiona nada”.

Até a onda de protestos no país não seria a mesma, diz. “Imagina se esses manifestantes tomassem Lexotan… Eles estariam dando risada.”

Francivaldo Gomes, 45, administrador do cemitério, não sabia que tinha um artista entre os funcionários. “Temos 30 personagens famosos enterrados. Para um lugar que tem tradição em cultura, é ótimo ter um sepultador-escritor.”

‘SEM FRESCURICE’

“É um livro sem embromação nenhuma. Não é sofisticado, fantasioso… Vai direto ao ponto. Uma obra que interessa a quem realmente gosta de ler, quer saber algo sobre o cotidiano, sobre a cidade. Fiquei realmente preso a tudo que se refere a São Paulo, principalmente ao centro, que o autor descreve muito bem, sem “frescurice”. É um título que merece muito respeito dos leitores. Eu daria nota 8,5 para o escritor. E olha que sou muito rigoroso com notas. Para chegar a 10 tem que ser Edgar Allan Poe.” José Mojica Marins, o Zé do Caixão

Para comprar o livro, escreva para [email protected].

As 6 melhores e piores formas de instigar os seus alunos

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Há muitas teorias de o que funciona e o que não funciona nas salas de aulas. A seguir, saiba o que realmente ajuda os seus alunos

Publicado por Universia Brasil

Crédito: Shutterstock.com

Crédito: Shutterstock.com

Fazer trabalhos em grupo não é garantia de sucesso

John Hattie, professor da Visible Learning, reuniu mais de 5.000 estudos sobre estudantes e os estímulos que os professores costumam dar a eles. Hattie chegou à conclusão de que nem tudo que parece funcionar realmente funciona. A seguir, veja o que pode estimular os seus alunos de verdade e o que é somente perda de tempo:

O que funciona

1 – Credibilidade do professor
Alunos que acreditam na capacidade do professor ficam mais dispostos a aprender. Portanto, demonstre a sua competência e também deixe claro que você está aberto a críticas construtivas.

2 – Feedback
Dar feedbacks honestos e pessoais aos seus alunos dá a sensação de que você realmente se preocupa com o desenvolvimento deles. Faça tanto elogios quanto críticas. Procure o timing perfeito para o aluno receber o feedback da melhor forma possível.

3 – Respeite a visão do aluno
Se o aluno acha que a nota foi injusta, escute e tente entender o lado dele. Muitas vezes, o estudante cria uma expectativa muito alta e a decepção o desestimula para estudar mais vezes. Se ele realmente errou, explique o erro e mostre como na próxima vez ele pode se dar bem.

4 – Lidar bem com a sala
Professores que demonstram confiança para lidar com os alunos criam um ambiente confortável para todos. Seja rápido ao solucionar problemas em potencial, mas sem ser duro demais.

5 – Vida pessoal
A vida pessoal tem um impacto muito grande na vida dos estudantes. Não menospreze os problemas pessoais dos seus alunos, e tente ajudar na medida do possível. Em reunião de pais, estimule-os a ajudar seus filhos nas lições de casa e motivá-los a ir à escola. Motivação vinda de casa tem um efeito muito positivo.

6 – Aprendizagem cooperativa
Estudantes aprendem muito melhor quando estudam juntos. Esse tipo de estudo também os estimula a interagir com os outros alunos e a solucionar problemas de forma mais fácil.

O que não funciona

1 – Lição de casa
Lições de casa, no geral, não estimulam os alunos a estudar mais. Tente encontrar outras formas de que o estudante reveja o conteúdo em casa, como filmes ou livros paradidáticos.

2 – O tamanho da classe
Muitos dizem que classes pequenas facilitam o ensino, mas isso não é verdade. O aprendizado depende quase que exclusivamente do professor, e não do tamanho da sala.

3 – Programas extracurriculares
Atividades extracurriculares não estimulam os alunos, ao contrário: deixa-os mais cansados. Ao invés de obrigar os alunos a fazer educação física, deixe um tempo livre para eles irem à biblioteca, ou mesmo conversar com os amigos. Dessa forma, eles decidem qual é a melhor forma de relaxar o cérebro.

4 – Gênero
Muitas escolas acreditam que alunos de sexos diferentes têm jeitos diferentes de aprender, mas isso não é verdade. Foi comprovado que tanto homens quanto mulheres conseguem absorver o mesmo tipo de informação, com a mesma velocidade e facilidade.

5 – Aulas em locais abertos
Não há nenhuma melhora visível entre alunos que tiveram aulas em locais abertos e fechados. Os resultados das avaliações foram basicamente os mesmos, e as diferenças não foram baseadas pelo local da classe.

6 – Trabalho em grupo
Fazer trabalhos em grupo não é garantia de sucesso. Se for muito importante que o aluno realmente entenda aquele assunto, é melhor pedir um trabalho por pessoa.

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