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3 mil tablets serão entregues a professores de escolas públicas do DF

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Governo gastou R$ 840 mil na compra dos equipamentos; entrega será nesta terça

Publicado por Estadão

O governo do Distrito Federal distribuirá 3 mil tablets para professores do ensino médio de escolas públicas. Foram gastos R$ 840 mil na compra dos equipamentos, recurso vindo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), repassados à Secretaria de Educação.

Atualmente, a Secretaria de Educação tem cerca de 5 mil professores atuando no ensino médio e conta com 86 escolas públicas. Ao todo, são 83 mil alunos cursando esta fase de ensino.

Os equipamentos serão distribuídos para professores nesta terça-feira, dia 21, a professores dos Centros de Ensino Médio do DF. A entrega será feita pelo governador Agnelo Queiroz (PT) e o secretário de Educação, Denilson Bento da Costa.

Segundo Costa, os professores que receberem os equipamentos farão obrigatoriamente um curso para aprender a usar os tablets. “Estamos preparando uma formação para que eles se apropriem de todas as tecnologias disponíveis no tablet e para que possam realmente utilizá-lo como uma ferramenta pedagógica em sala de aula”.

Livro traz manuscritos inéditos de Cartola

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Rico em imagens, ‘Divino Cartola’ conta vida de compositor e vem com CD de último show

Publicado no Jornal O Globo
Manuscrito de poema escrito por Cartola Foto: Divulgação
                                                      Manuscrito de poema escrito por Cartola Divulgação

RIO – A letra é cursiva e desenhada com esmero, traçando um poema inédito sobre os tempos idos: “Será senhor que é pecado ser velho assim como sou (?) Será que esta juventude pensa que o tempo parou (?)”. Angenor de Oliveira só concluiu o ensino fundamental, morreu aos 72 anos, em 1980, consagrado como Cartola, em razão do chapéu que escolheu usar. Mas seus últimos escritos, revelados agora no livro “Divino Cartola — Uma vida em verde e rosa”, de Denilson Monteiro, mostram as amarguras de uma vida em sua maior parte dura.

Foi tipógrafo, porteiro, contínuo, lavador e guardador de carros. Vida na qual o reconhecimento artístico chegou tarde. Gravou quatro discos, o primeiro quando tinha 63 anos. Sua obra brilhante não lhe rendeu conforto: “É claro que sou imortal. Não tenho onde cair morto”, dizia, repetindo troça de Olavo Bilac, que lera na busca por formação própria.

“Eu não sei se corri ou se andei em passos lentos. Nem senti os ventos, se foram bons ou maus. Não sei dizer. Tinha vontade de novo os mesmo caminhos percorrer”, escreveu em “Não sei”, cuja letra manuscrita é uma das muitas encontradas por sua neta Nilcemar Nogueira. “Partindo do ponto inicial de onde a primeira vez parti, talvez sentiria agora coisas da natureza que outrora não senti”, compôs Cartola em um prosaico papel de pão.

baú de novidades a caminho

O livro de Denilson Monteiro não prima por informações biográficas novas. É um apanhado de informações sobre a vida de Cartola com origem em outras obras, em especial “Tempos idos”, de Marília Barboza e Arthur Oliveira, e na dissertação de mestrado em História de Nilcemar, intitulada “De dentro da Cartola: a poética de Angenor de Oliveira”.

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