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O professor que faz desenhos incríveis no quadro para inspirar seus alunos

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Publicado no Hypeness

Nossas escolas ainda possuem um formato arcaico, com carteiras em filas, salas divididas por idade e matérias chatas que não são aplicadas no nosso cotidiano. Você lembra quando usou aquela fórmula de física que você foi obrigado(a) a decorar? A metodologia convencional não desperta a curiosidade e nem incentiva a criatividade que há dentro de cada aluno.

Um professor de artes de uma escola em Wyoming, nos Estados Unidos, é um exemplo de como os profissionais da educação podem inspirar faíscas de criatividade em seus alunos. O professor faz desenhos com cores diferentes de giz, cria animais, retratos e insere frases criativas nos desenhos, como no de um urso com o seguinte texto: “Ursos comem 100% menos pessoas felizes do que tristes. Não seja comido, seja feliz!“.

O professor mostra para seus alunos que tudo pode ser feito com materiais simples, como um giz por exemplo, basta ter uma boa ideia. Além disso, ele utiliza suas obras-primas no quadro negro para ilustrar conceitos artísticos como o sombreado. Quando perguntado sobre como ele se sente vendo suas obras sendo apagadas no final do dia, ele afirma que o processo é bom: “Apagar imagens antigas significa que seus alunos começam a ver algo novo a cada dia”.

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Todas as fotos © Imgur

Pais acionam MP para proibir livro escolar com desenho de pênis em Rondônia

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Livro de ciências que pais querem vetar tem ilustrações de pênis, em Ji-Paraná (Foto: Pâmela Fernandes/G1)

Livro de ciências que pais querem vetar tem ilustrações de pênis, em Ji-Paraná (Foto: Pâmela Fernandes/G1)

 

Pais acreditam que conteúdo de educação sexual é inadequado, em Ji-Paraná. Documento foi entregue ao MP-RO, que avaliará questionamentos.

Publicado no G1

Mais de 150 pais fizeram um abaixo-assinado nesta semana e o entregaram ao Ministério Público de Rondônia (MP-RO) requerendo a retirada de um livro escolar da 8ª série que tem ilustrações de um pênis, autoexame de mama e do órgão reprodutor feminino, em Ji-Paraná (RO), a 370 quilômetros de Porto Velho.

A medida foi adotada após os pais entenderem que a maneira como o assunto é abordado no livro de ciências não é apropriada para os estudantes da Escola Estadual Júlio Guerra, que têm em média 13 anos.

A Secretaria Estadual de Educação (Seduc) diz que o livro não pode ser censurado ou ter páginas retiradas, pois isso fere o fundamento constitucional. O MP-RO declarou estar ciente do caso, mas aguarda retorno da promotora da área, que está de licença.

Chamado de Projeto Apomea, a obra estudantil foi escrita pelas autoras Ana Maria Pereira, Margarida Santana e Mônica Waldheim e publicada pela Editora Brasil. O livro questionado pelos pais faz parte do conjunto de obras indicadas pelo Ministério da Educação (MEC) para as escolas brasileiras a partir de 2017. Ele foi aprovado pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) 2017. Ao lado dessa obra do Projeto Apoema, outras 13 da mesma disciplina poderiam ser usadas por professores do país.

Para Rhamayana Maria, mãe de um estudante, um dos capítulos do livro de ciências, que trata sobre a educação sexual dos adolescentes, não está apresentado de forma adequada à idade deles.

“Eu tenho um filho que está com 13 anos e uma mãe me ligou perguntando se eu já tinha visto o conteúdo do livro. Eu fui e achei muito pesado para essa idade. Eles ainda são crianças, pois estão iniciando a adolescência. Não são adolescentes de 16 e 17 anos, que já estão na fase formada”, explica.

Segundo a mãe, o capítulo onde aparece a ilustração de um pênis e do autoexame de mama tem cerca de 40 páginas e explica sobre a puberdade, os órgãos genitais e suas fases. Para a ela, o livro apresenta muitas informações que deveriam ser repassadas em casa, e não na escola.

Pais dizem que conteúdo de livro é inadequado para a idade dos estudantes (Foto: Pâmela Fernandes/G1)

Pais dizem que conteúdo de livro é inadequado para a idade dos estudantes (Foto: Pâmela Fernandes/G1)

 

“Neste livro eles incitam à criança, que está no início da adolescência, a descobrir a vida sexual. Também vulgarizam a virgindade da criança, dizendo que ela pode sofrer bullying e que se ela perder a virgindade pode ser melhor”, reclama a mãe.

O livro foi distribuído em uma escola estadual da cidade e é válido até o ano de 2019. Os pais que não gostaram do conteúdo apresentado no material didático fizeram um abaixo-assinado, com mais de 150 assinaturas, procuraram a Coordenadoria Regional de Educação (CRE) e depois o MP.

Seduc

Ao G1, a diretora geral de educação da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Maria Angélica Ayres, diz que escolha do livro didático é um processo bastante democrático e toda a equipe gestora e os professores participam da escolha do conteúdo.

Livro que pais querem vetar é o da 8ª série (Foto: Rede Amazônica/Reprodução)

Livro que pais querem vetar é o da 8ª série (Foto: Rede Amazônica/Reprodução)

 

“São recursos públicos que estão sendo revidados, mas à medida que ele é disponibilizado não pode ser descartado, não pode ser abandonado. Não pode ser de maneira nenhuma retirado páginas, pois trata-se de um bem do patrimônio público que foi adquirido por meio de recursos”, afirma.

Segundo o coordenador regional de educação, José Antônio de Medeiros Neto, os pais questionam principalmente a forma como o conteúdo foi apresentado.

“O MP tem uma equipe em Porto Velho especialista na área de ensino, que fará um estudo mais técnico da situação, para que a gente não cometa nenhum erro em continuar ou não com o material”, explica.

MEC

De acordo com o MEC, os livros selecionados são usados em ciclos trienais. No caso, as obras que começaram a ser usadas neste ano estão aprovadas até 2019. De acordo com o governo federal, “os materiais distribuídos pelo MEC às escolas públicas de educação básica do país são escolhidos pelas escolas, desde que inscritos no PNLD e aprovados em avaliações pedagógicas, hoje realizadas em parceria com universidades públicas em todo o país”.

A avaliação e seleção das obras inscritas no PNLD é uma atribuições da Coordenação Geral de Materiais Didáticos (COGEAM), que abre edital para que especialistas sejam consultores no processo. Os livros da área de ciências do atual PNLD tiveram o aval de professores da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM).

A compra e a distribuição das obras é responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao MEC.

Mãe diz que trecho de livro incita alunos a perderem virgindade (Foto: Pâmela Fernandes/G1)

Mãe diz que trecho de livro incita alunos a perderem virgindade (Foto: Pâmela Fernandes/G1)

 

O G1 entrou em contado com MP, que informou estar ciente do caso. Entretanto, a promotora responsável pelo caso está de licença e só poderá se pronunciar a partir do dia 15 de abril.

O coordenador do CRE explica que aguarda o resultado da avaliação para tomar providências. “O conteúdo só será lecionado em sala de aula no próximo semestre. Até lá, já teremos um posicionamento do MP”, afirma.

Posição contrária

Enquanto alguns pais querem a retirada do livro, outros são contra o abaixo-assinado. É o caso de Luana Amorim, mãe de uma aluna de 13 anos que estuda na escola onde os livros foram distribuídos. Para ela, falar abertamente sobre sexualidade é um modo de instruir os jovens e evitar a gravidez na adolescência.

“Eu sou favor de se manter o livro, talvez se esses adolescentes tivessem mais instrução sobre sexualidade não teríamos um país com tanta gravidez na adolescência. Uma amiga da minha filha engravidou com 12 anos. Se ela tivesse alguma noção sobre sexualidade, e também métodos anticoncepcionais, a gravidez dela poderia ter sido evitada. Então como mãe eu não posso ser contra esse livro”, afirma Luana.

‘A guerra dos mundos’ ganha edição com ilustração de brasileiro

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'THE WAR OF THE WORLDS' A Martian machine contemplates the drunken crowd Date: First published: 1898 - Rights Managed / Mary Evans Picture Library

‘THE WAR OF THE WORLDS’ A Martian machine contemplates the drunken crowd Date: First published: 1898 – Rights Managed / Mary Evans Picture Library

 

Alessandro Giannini, em O Globo

SÃO PAULO – Principal atrativo de uma nova edição de “A guerra dos mundos’’ (Suma das Letras), que chegou às livrarias este mês, os desenhos do brasileiro Henrique Alvim Corrêa (1876-1910) ilustraram uma versão do romance de H.G. Wells (1866-1946) publicada em 1906, na Bélgica, onde o artista estava radicado. Modernas e representativas da violenta invasão marciana à Terra, as ilustrações impressionaram Wells, que se tornou amigo de Alvim Corrêa. O título, como outras obras do autor, entra em domínio público em janeiro de 2017.

— Do ponto de vista do leitor, acho que é a edição mais acessível com as ilustrações do artista brasileiro. Em uma pesquisa rápida que fiz, houve uma edição anterior que também tinha os desenhos, mas era sofisticada demais e com preço muito alto — diz o escritor e compositor Bráulio Tavares, autor do prefácio da obra.

Desenho do brasileiro Henrique Alvim Corrêa para edição belga de ‘A guerra dos mundos’ publicada em 1906 - Divulgação

Desenho do brasileiro Henrique Alvim Corrêa para edição belga de ‘A guerra dos mundos’ publicada em 1906 – Divulgação

 

Invasões extraterrestres de alienígenas tecnologicamente desenvolvidos e extremamente violentos são comuns hoje na ficção científica, seja na literatura, no cinema ou nos videogames. No fim do século XIX, no Reino Unido, não era bem assim, até porque o gênero, chamado então de “romance científico’’, ainda não florescera. Ao imaginar marcianos hostis e armados até as antenas com raios de calor, prontos para varrer a Humanidade do mapa e controlar os recursos naturais do planeta, Wells fazia um alerta ao Império Britânico sobre sua política colonizadora e predatória:

— Muitos críticos reagiram a essa descrição dos marcianos. E Wells respondia que não entendia o estranhamento, afinal, era o mesmo tipo de comportamento dos britânicos quando invadiam suas colônias — diz Tavares.

WELLS encontra welles

O volume tem capa dura e traz ainda uma introdução do autor americano de ficção científica Brian Aldiss, membro da H.G. Wells Society, além de um posfácio com a transcrição de uma entrevista concedida por Wells ao cineasta americano Orson Welles (1915-1985), em 1940, para uma rádio de San Antonio, no estado americano do Texas. Dois anos antes, Welles havia adaptado “A guerra dos mundos’’ em uma novela radiofônica que, reza a lenda, teria causado pânico em cidades remotas dos Estados Unidos.

— Essa entrevista é muito curiosa e foi tirada de um áudio que pode até ser encontrado na internet — diz Tavares. — Em determinado momento, eles falam de um filme que Welles estava fazendo. Era sua estreia na direção de cinema e trazia uma série de revoluções tecnológicas. Welles diz o título, “Cidadão Kane’’, mas Wells não entende direito.

 

Desenhar com os dedos melhora o desempenho em matemática

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Os alunos que usam os dedos para desenhar ou contornar elementos de problemas matemáticos e figuras geométricas se saem melhor

Ana Luisa Fernandes, no Superinteressante

Um estudo realizado por pesquisadores australianos em mais de 275 escolas de Sydney, com crianças de idade entre 9 e 13 anos, mostrou que uma simples ação pode ajudar os alunos a entenderem melhor problemas matemáticos. O teste apontou que quando um estudante usa o dedo para desenhar ou sentir as formas de problemas de geometria e álgebra – um quadrado, por exemplo – ele se sai melhor que os outros. As tarefas eram cumpridas com mais rapidez e com menos erros.

“Nossos resultados têm uma série de implicações para professores e estudantes. Eles mostram que o aprendizado de matemática pode ser melhorado substancialmente com a simples adição de intruções para que os alunos passem o dedo sobre os elementos de um problema matemático”, diz o pesquisador Paul Ginns.

A explicação para o fenômeno é a seguinte: quando o dedo é usado para tocar e traçar os ângulos de triângulo, por exemplo, isso pode resultar no processamento prioritário da informação. Ou seja: o cérebro dá mais importância para o triângulo quando ele é tocado do que quando ele é só visto. Combinando o toque com o conhecimento teórico, a memória consegue armazenar melhor aquelas informações, já que elas estão unidas.

O “truque” é simples: é só usar os elementos que já aparecem nos livros de matemática e pedir que as crianças passem o dedo pelo contorno das figuras. O custo é zero, mas os benefícios são grandes. “Estamos confiantes que os efeitos também possam aparecer em outras matérias além de matemática, mas mais pesquisas são necessárias”, comenta Ginns.

Apesar de o estudo ser recente, a tática é antiga. Desde o começo dos anos 1900, quando a educadora Maria Montessori começou a difundir o seu método, as letras do alfabeto são traçadas com as pontas dos dedos por crianças menores. Apesar de na época a técnica ter sido desenvolvida mais por intuição, agora, pesquisas comprovam que ela realmente é eficaz.

Fã brasileiro ganha o mundo com belas ilustrações inspiradas nos livros de Harry Potter

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Vem ver a conversa exclusiva que o AdoroCinema teve com ele!

Vitória Pratini, no Adoro Cinema

Já pensou em como seria ler os livros didáticos usados por Harry Potter em Hogwarts? Eles teriam um ar antigo, sábio e mágico, não é mesmo? Além de conter diversas anotações dos estudantes, como no livro de “Poções Avançadas” usado pelo Príncipe Mestiço Snape e por Harry.

Pensando nisso, o ilustrador freelance Gabriel Picolo, de 21 anos, residente da cidade de São Paulo, fez uma série de ilustrações de como seriam algumas das páginas dos livros dos estudantes de Hogwarts, que informassem feitiços, encantamentos, poções e até animais fantásticos. Suas obras são tão belas e cativantes que têm ganhado o mundo, sendo reproduzida em diversos sites estrangeiros.

O AdoroCinema conversou com exclusividade com Picolo sobre os desenhos e a disseminação internacional de seu trabalho, que, ele espera, um dia chegue até J.K. Rowling. O jovem desenha desde criança mas só recentemente – em abril do ano passado – resolveu trabalhar em tempo integral como ilustrador. O sucesso na internet não veio só de Hp não! Ele também é conhecido pelo projeto 365 Days of Doodles, de 2014, no qual desenhava uma ilustração por dia, durante o ano todo.

Confira o nosso papo com ele:

AdoroCinema: Qual é a sua relação com a saga Harry Potter?

Gabriel Picolo: Conheci a série quando estava na escola. O primeiro filme que assisti foi Harry Potter e a Câmara Secreta, em 2003, e me lembro de não ter entendido nada. Assisti ao primeiro filme numa fita cassete que meus pais alugaram e virei fã. Li o primeiro livro da saga quando estava no colegial e [acho que] acompanhar o lançamento dos últimos filmes foi incrível.

AC: Como surgiu a ideia das ilustrações? Dos próprios livros didáticos usado em Hogwarts?

GP: Sim. A ideia das ilustrações veio depois de reassistir ao sexto filme da saga em janeiro de 2015. Em O Enigma do Príncipe é possível, em vários momentos, visualizar o livro de “Poções Avançadas” que pertencia ao Príncipe Mestiço. Então pensei, “e se pudessemos ver outros livros utilizados em Hogwarts?”. É algo que eu, sendo fã da série, gostaria de ver, então decidi simular alguns livros em minhas ilustrações.

AC: Como você se sente sobre suas ilustrações estarem sendo disseminadas internacionalmente?

GP: É incrível! O mais legal é ver paginas que eu acompanho diariamente compartilhando a série de livros!

AC: Você espera que um dia elas cheguem aos olhos de J.K. Rowling?

GP: Espero que sim! Seria um sonho realizado pra mim.

AC: Qual é a sua expectativa para o próximo filme inspirado em Harry Potter, o spin-off Animais Fantásticos e Onde Habitam, que chega aos cinemas em novembro deste ano?

GP: Tenho acompanhado todas as notícias e trailers desse spin-off! Tenho grandes expectativas, já que se passa no mesmo universo da saga. Pretendo criar alguns livros sobre os Animais Fantásticos, [seria] algo que o Hagrid gostaria de ler.

O trabalho de Gabriel você confere na galeria abaixo. Para acompanhar mais das suas artes, acesse o perfil dele na Deviantart e no Instagram.

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(mais…)

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