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Insegurança da leitura: efeitos nocivos da Internet vira estudo e são comparados com livros

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Muitos dizem que ler artigos pela Internet não se aproxima à qualidade de uma leitura em papel. Mas parece que nem sempre foi assim

Thais Ribeiro, no Showmetech

Parece ficção mas ainda há uma grande parcela da sociedade que questiona a legitimidade da leitura online. Não somente isso, mas a coloca em xeque em comparação aos livros. O que parece escapar pelos dedos, e, assim como as páginas amareladas desgastadas, não faz tanto tempo assim que a legitimidade de romances foi, em seu próprio tempo, questionada, insultada e esnobada.

Muitas vezes, eram acusados de levarem seus entusiastas mais fervorosos a erros inexcusáveis e, para todos os efeitos, capazes de arruiná-los para a praticidade da vida real. Soa familiar?

Essas expectativas, e também os preconceitos em ambas modalidades de leitura, tornou-se estudo na universidade. Afinal, tecnologia e literatura possuem muito em comum. Em seu ensaio sobre o chamado fenômeno “insegurança da leitura”, Katy Waldman descreve o clima atual como um resultado inevitável da oralidade.

Mas vai além disso, porém. O que seu estudo tenta não é condenar a leitura da internet em detrimento da leitura clássica, mas sim estabelecer um paralelo entre as duas modalidades, como forma de documentar histerias acerca dos hábitos da juventude.

Leitura e a fonte confiável

Parte do sentimento de que a leitura online é inferior à chamada leitura tradicional não é conceito existente somente por se tratar de um hábito dos jovens. Mesmo que isso seja a fonte de alguns dos preconceitos. Quanto a isso, Katy argumenta que “livros e artigos investigam a maneira como lemos agora” e “uma longa série de estudos sugere que as pessoas leem a Internet de maneira diferente como leem romances”.

Katy vai além e faz paralelos à leitura em contexto histórico, observando que a linguagem falada sempre foi retratada como não confiável, isso pode ser especialmente verdadeiro em relação à linguagem falada por mulheres. Waldman escreve:

“Eu não posso deixar de pensar que o grande debate em torno da ‘oralidade e alfabetização‘ – a natureza escorregadia de um versus a autoridade estável do outro – está de volta, mais ou menos. Desta vez, lançamos a nova tecnologia como não confiável e o livro impresso parecido com uma relíquia como a fonte confiável”.
Katy Waldman – A Insegurança da Leitura.

O que acaba por abrangir o debate talvez seja o fato de que, inevitavelmente, o que faz com que os livros hoje gozem de certos status são os mesmos motivos nos quais eram condenados em seu tempo. Muitos deles relacionados à sua capacidade de engajamento e a forte relação com a prática oral e a juventude.

Madame Bovary à frente de seu tempo

Vale lembrar que nem mesmo os romances que marcaram história conseguiram escapar da régua da condenação. Não podemos esquecer que, em seu tempo, o romance absoluto, Madame Bovary (1856) fora condenado entre os seus. E foi além, já que para muitos, o que parecia uma grande celebração do amor romântico era nada mais que uma crítica afiada.

Em seu romance, Gustave Flaubert descreve uma adolescente Emma Bovary que “sujou as mãos com livros emprestados de velhas bibliotecas”. Tudo o que Emma lê é excitante em comparação à sua vida. Antes do casamento, ela se achava apaixonada; mas a felicidade que deveria ter seguido esse amor não chegou, e ela, por sua vez, se sentiu enganada.

O que ela não encontrou em seu casamento, Emma tentou descobrir o que é felicidade, paixão, arrebatamento, que lhe pareceram tão belas em livros, em tantos outros lugares. Nos braços de outros homens. Adultério. Escandâlo. Um romance a frente de seu tempo.

No conflito de Emma Bovary e seus devaneios, Flaubert está canalizando um século de preocupações sobre jovens mulheres particularmente suscetíveis às fantasias que encontram nos romances e nas seduções da leitura.

Para Katy Waldman, o enredo de Madame Bovary não é despropositado. Já que, do final do século XVIII até a metade do século 19, ela acrescentou, as mulheres eram consideradas em risco por não serem capazes de diferenciar ficção e vida.

Em Madame Bovary, Flaubert pode estar elaborando algumas de suas próprias ansiedades, estando realmente dividido entre essa imaginação romântica e uma espécie de realismo, que sucederia essa vanguarda.

Parte de Madame Bovary é Flaubert tentando exorcizar sua própria imaginação romântica realmente poderosa. E a alienação cujos efeitos colaterais são realmente poderosos. Ao criticar Emma, ele critica a todo uma sociedade obcecada na superficialidade.

Austen e a histeria dos excessos

Andando na marcha ré, vem Jane Austen, que, seguindo o exemplo de Flaubert, foi outro romancista que brincou com ideias sobre leitura. Em A Abadia de Northanger (1817) Austen conta a história de Catherine Morland, uma amante de romances cuja leitura a faz acreditar que um homem com quem ela está hospedada é um assassino.

Catherine é uma jovem típica que não consegue distinguir entre fato e ficção. Mas, ela não ousa criticar tão ferrenhamente sua protagonista. Pelo contrário. Austen é uma espécie de mestre em satirizar os excessos, mas ela também está elogiando a capacidade dos romances de cultivar o julgamento e gosto.

A leitura de mulheres, especialmente as adolescentes, sempre fora associada ao inflamar das paixões sexuais; com idéias radicais e liberais; com arrogância; com a tentativa de derrubar o status quo. A Abadia de Northanger ridiculariza a noção social que retratava as mulheres como tão estúpidas que elas não seriam capazes de distinguir realidade e ficção.

Um paralelo que podemos traçar, por exemplo, com todo o preconceito acerca das comunidades de fanfiction. Quem já não se viu criticando esse estilo de leitura online? Ou até mesmo com aquilo que lemos em redes sociais. Embora os medos de hoje sejam diferentes dos tempos de Austen – mais focados no que encontramos na Internet do que em como interpretamos o que lemos -, há uma semelhança afinal.

Nossas ansiedades contemporâneas em relação à leitura refletem uma desconfiança de que o indivíduo seja capaz de diferenciar materiais bons de materiais ruins ou usar as informações que eles absorvem de forma produtiva, construtiva e segura.

Do outro lado da moeda, o que antes era visto como um risco nos livros é agora elogiado como uma força a ser reconhecida. Hoje, muitos valorizam romances por promover direcionamento, foco. O que, para alguns dos críticos do romance dos séculos XVIII e XIX, perder-se era exatamente o problema.

Claro que não seja de todo modo preocupante a maneira na qual nos permitimos alguns meios de comunicação nos absorverem. Um eco talvez distante das preocupações anteriores sobre jovens e romances podem tecer um paralelo ao atual discurso sobre jovens e videogames.

Porém todo o imaginário de que os livros podem ser perigosos parece ter caído no esquecimento, o que levanta a questão de como as novas fontes de entretenimento e informação atuais irão parecer para os críticos e estudiosos do futuro.

Daqui 50 anos, talvez lamentemos nossa incapacidade de ler online de maneira satisfatoriamente eficiente. Quais serão os estímulos que o futuro nos reserva? Por ora, basta fazer apostas e, por via das dúvidas, pegar carona na nostalgia.

fonte: New York Times

Confira quais os sete piores hábitos de estudo

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Publicado no Boa Informação

Às vezes a gente estuda muito para uma determinada matéria, e mesmo assim não conseguimos ir bem. São madrugadas afora se esforçando ao máximo e o resultado ainda assim é decepcionante na hora das provas. Mas, será que estudar a qualquer custo funciona? Existem alguns hábitos de estudo que mais atrapalham que ajudam, confira:

1. Sublinhar/destacar tudo

Este hábito não ajuda em nada, já que não cumpre o papel básico do ato de “destacar”, que é lembrar apenas detalhes importantes. Quando o estudante sublinha tudo, ele não consegue focar em nada, e acaba se desesperando ao ver a quantidade de coisas que (teoricamente) tem que aprender.

A solução para isso é usar o marca-texto ou sublinhar apenas aquilo de mais importante que há no texto. Sublinhe expressões importantes, frases que resumem o assunto e dados indispensáveis. A explicação completa do assunto não precisa de destaque, precisa de leitura e compreensão.

2. Copiar do quadro

O problema não é exatamente copiar o que o professor escreve, e sim copiar sem um objetivo final. Se você reescreve toda a matéria em seu caderno e nunca mais a lê, você só está desperdiçando papel e tinta de caneta. Ao invés disso, procure prestar atenção à explicação do professor e estudar através de livros e apostilas mais tarde. Copiar somente funciona para aqueles alunos que de fato estudam a matéria dada em sala de aula. De qualquer forma, vale mais a pena filtrar o que o professor escreve, e anotar apenas partes importantes, em tópicos, pois isso também abre a possibilidade de prestar atenção, em vez de apenas copiar a aula inteira.

3. Copiar do livro, reescrever anotações

O problema de escrever tanto é que uma hora o foco é perdido. Escrever repedidas vezes o mesmo assunto faz com que o cérebro desligue a memória recente e, desta forma, as informações não são absorvidas. Em vez de copiar tudo na íntegra, o melhor é ler o assunto e escrever um resumo, sem consultar as fontes. Vale resumo em texto corrido ou em tópicos, como o estudante se sentir melhor. Desta maneira você pode comparar o seu resumo com o texto original e ver o que faltou, quais informações ainda precisam ser absorvidas, e o seu estudo será muito mais eficaz.

4. Reler o mesmo assunto diversas vezes

Da mesma maneira que escrevendo a mesma coisa muitas vezes o cérebro desliga, quando você lê repetidamente o mesmo texto, ele também passa a ignorar a informação e não a absorve. O ideal é ler textos diferentes, fazer pesquisas na internet e ver imagens sempre que possível, pois isso mantém o cérebro ativo e a memória ligada.

5. Perder noite de sono para estudar

É cientificamente comprovado que o sono é o responsável pela fixação das informações em nossa memória. Então, de nada adianta deixar de dormir para estudar, pois o cérebro cansado não tem a capacidade de reter novos dados, bem como a falta de sono ou um sono de baixa qualidade o impedem de firmar novas referências.  Ou seja, estudar com sono ou pular um noite para estudar é um péssimo negócio.

6. Estudar por muito tempo sem pausas

Também é cientificamente comprovado que a concentração humana tem limite de tempo. Cerca de 30 minutos após o começo do estudo, o nosso cérebro se desconcentra. Por isso é importante que o seu tempo de estudo seja planejado, e que conte com pausas previstas. É melhor evitar a perda da concentração, que se resume em perda de tempo. Aqui no InfoEscola você encontra um passo-a-passo para montar sua rotina de estudos, confira.

7. Não testar o próprio conhecimento

Não adianta somente ler. Principalmente quando se estuda disciplinas exatas e biológicas, é fundamental resolver questões. Quanto às humanas, é importante responder questionários, principalmente os que contêm perguntas retóricas, pois estimulam o cérebro a buscar as informações, fixando-as. Leia, responda perguntas, pesquise, troque ideias sobre o assunto com os seus colegas. Tudo isso ajuda a melhorar o seu rendimento como estudante.

Em 5 anos, rede pública perde 3,9 mi de matrículas no fundamental e médio

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Publicado por UOL

Desde 2009, as redes estaduais e municipais de ensino perderam 3,9 milhões de matrículas no ensino fundamental e médio regular, segundo dados do Censo Escolar 2013 publicados no Diário Oficial da União desta segunda-feira (23).

Em maio de 2013 estavam matriculados 24.225.452 alunos no ensino fundamental público, o número é 13% menor do que o apresentado no censo escolar de 2009.

A redução vem sendo identificada ano a ano e costuma ser explicada pelo ajuste demográfico, com menos crianças entrando no sistema escolar e mais alunos frequentando o ano adequado à sua idade. No entanto, o ensino médio também teve queda no período. Este ano 7.046.435 estudantes estão matriculados em escolas municipais e estaduais. O número é 3% menor do que o identificado em 2009.

As matrículas na rede pública caíram também na EJA (Educação de Jovens e Adultos). Segundo os dados preliminares do Censo Escolar, 3.102.816 de estudantes se matricularam nessa modalidade em cursos de ensino fundamental e médio da rede pública. O número é 31% menor do que o registrado pelo censo realizado em 2009.

O ensino infantil público foi o único a ter aumento no número de matrículas. Em 2009, eram 4,98 milhões de crianças em creches e pré-escolas da rede municipal e estadual. Em 2013, foram matriculados 5.337.995 alunos na educação infantil municipal e estadual.

EVOLUÇÃO DAS MATRÍCULAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA EM 5 ANOS

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A assessoria de imprensa do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) informou que só comentará os dados finais do Censo, pois os resultados preliminares podem sofrer alteração após o período de retificação.

Censo
As informações do Censo Escolar servem de base para distribuição de recursos públicos para municípios e Estados, como o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) e o Pnae (Programa Nacional de Alimentação Escolar).

De acordo com o MEC, a publicação dos dados atende ao dispositivo da Lei 11.494/2007, conhecida como Lei do Fundeb.

Candidato de pele branca é aprovado por cotas raciais na 1ª fase do Itamaraty

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Mathias de Souza Lima Abramovic declarou-se ‘afrodescendente’ no processo seletivo para o Instituto Rio Branco

Leonardo Vieira em O Globo

Foto de Mathias de Souza Lima Abramovic publicada no Facebook Reprodução

Foto de Mathias de Souza Lima Abramovic publicada no Facebook Reprodução

RIO – A questão racial está gerando novos atritos dentro do Ministério das Relações Exteriores. E desta vez a polêmica é no processo seletivo para o Instituto Rio Branco, que seleciona os candidatos que servirão nos quadros da diplomacia brasileira. Dentre os 10 nomes de candidatos aprovados na primeira fase do concurso dentro das cotas para afrodescendentes, divulgados nesta terça-feira, está o de Mathias de Souza Lima Abramovic. Pessoas próximas a Mathias e que também prestaram o concurso deste ano questionam se ele de fato pode ser enquadrado dentro dos critérios de afrodescendência.

Para concorrer dentro das cotas, basta que o candidato se declare “afrodescendente”. Não há verificação da banca. Tampouco o edital do processo seletivo define os critérios para concorrer como afrodescendente. O benefício é válido apenas para a primeira fase, de onde somente as 100 maiores notas são classificadas para a segunda etapa. As cotas reservam um adicional de 10 vagas para afrodescendentes e outras 10 para deficientes, totalizando 120 candidatos que continuarão na disputa. Nesta edição do concurso, 6.490 brigam por uma das 30 vagas disponíveis.

Morador do Rio, Mathias ficou com nota final 47.50, quase dois pontos a menos que o último candidato aprovado na livre concorrência. Em seu perfil no Facebook, há uma foto onde ele aparece com uma camisa com os dizeres “100% negro”. Na legenda da imagem, o candidato complementa: “com muito orgulho – feliz happy”. Ele já desativou sua conta na rede social.

De acordo com um dos candidatos que estudou com Mathias e preferiu não se identificar para não sofrer eventuais retaliações no concurso, o caso só enfraquece políticas afirmativas que o Itaramaty tenta empregar na última década. Ele lembrou ainda que, como a afrodescendência é autodeclaratória no processo seletivo, o benefício pode ser utilizado por candidatos de má-fé:

– Esse tipo de postura não apenas causa prejuízos à admissão de candidatos efetivamente afrodescendentes, como, também, pode deslegitimar uma política pública séria e efetiva – afirmou o candidato.

O GLOBO entrou em contato com Mathias, mas ele preferiu não dar entrevistas, alegando que ele deveria se concentrar nos estudos neste momento. A reportagem também acionou o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (CESPE/UnB), responsável por organizar o processo seletivo para o Instituto Rio Branco, mas ainda não obteve resposta.

Negros na diplomacia

A questão racial é delicada no Itamaraty. Em julho deste ano, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, afirmou ao GLOBO que a instituição é uma das mais discriminatórias do país. O próprio Barbosa prestou o concurso, mas foi reprovado nos exames orais, que segundo ele, davam margem para critérios subjetivos de avaliação e serviam para “eliminar os indesejados”.

Este é o segundo processo seletivo do Instituto Rio Branco em que a política de cotas é utilizada. Além delas, o MRE concede bolsas de estudo no valor R$ 25.000,00 para que candidatos afrodescendentes possam prestar o concurso. Diferentemente da política de cotas, nesse caso o ministério faz entrevistas orais prévias com os candidatos à bolsa, onde pode ser verificado se o postulante de fato se enquadra nos critérios da afrodescendência. Lançado em 2002, o programa já concedeu 526 bolsas para 319 pessoas. Desses, 19 foram aprovados.

Romance inédito de Nicholas Sparks vai virar filme

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Patrícia Borba no Pipoca Moderna

 

Mais um livro de Nicholas Sparks vai virar filme. Desta vez, a obra nem foi lançada ainda, tal é a popularidade do autor, cujos romances já renderam oito filmes, entre eles “Um Amor Para Recordar” (2002), “Diário de uma Paixão” (2004), “Querido John” (2010) e “Um Porto Seguro” (2013).

Segundo o site The Hollywood Reporter, a nova produção vai adaptar o livro “Uma Longa Jornada”, que será lançado nos EUA em setembro. A trama acompanha dois casais. Aos 91 anos, com problemas de saúde e sozinho no mundo, Ira Levinson sofre um terrível acidente de carro. Em sua luta para sobreviver, lembra de Ruth, sua falecida esposa. Perto dali, Sophia Danko, uma jovem estudante de história da arte, conhece Luke Collins, um cawoby que a salva do assédio de seu ex-namorado. O destino unirá a história dos dois casais apaixonados, mostrando que, para além do desespero, da dificuldade e da morte, a força do amor sempre nos guia na longa jornada da vida.

O filme terá produção de Marty Bowen e Wyck Godfrey, responsáveis pela saga “Crepúsculo”. O roteirista Craig Bolotin (“Falando Francamente”) é um dos nomes cotados para escrever a adaptação.

Sparks virá ao Brasil lançar o novo livro na Bienal do Rio no dia 31 de agosto. “Uma Longa Jornada” é seu 19º livro e sua adaptação tem previsão de estreia para fevereiro de 2015 nos EUA.

Imagem: intenet
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