Contando e Cantando (Volume 2)

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Sete livros que você precisa ter na estante

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Camila Iara, no 7lista

Feliz Dia Mundial do Livro! Para marcar esta data tão especial, o 7lista elenca hoje os títulos que você não pode deixar de ler/amar/ter em casa/dividir com o mundo.

E fica a dica pra quem ainda não cultiva o delicioso hábito que é a leitura: basta começar. E os livrinhos abaixo são uma boa pedida, hein? 🙂

1 – O Grande Gatsby (F. Scott Fitzgerald)
Porque é um clássico aclamado pela crítica? Sim. Mas principalmente porque Fitzgerald constrói a persona de Gatsby lindamente e faz nossa imaginação pirar ao mesmo tempo em que apresenta uma crítica subliminar aos EUA da década de 1920. Só amor.

2 – O Diário de Anne Frank (Anne Frank)
Se você ainda não leu o emocionante relato da menina judia que se manteve escondida dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, prepare-se: ela vai mudar a sua vida. Daqueles livros que você termina e te fazem pensar por dias e dias e dias.

3 – Crônica de Uma Morte Anunciada (Gabriel García Márquez)
Gabo consegue nos transportar para o mundo de Santiago de uma forma mágica e única. A leitura é tão gostosa que de repente o livro acaba e você sente aquele vazio no peito. Sério, leiam.

4 – On the Road (Jack Kerouac)
Uma narrativa tão gostosa que dá vontade de largar tudo e viajar. Sabia que Bob Dylan fugiu de casa após ler On the Road? A gente aposta que você vai se inspirar na história de Sal Paradise (só não precisa fugir).

5 – O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry)
Não podia ficar de fora. É daqueles livros que quando você diz que não leu, todo mundo te julga. E com razão: O Pequeno Príncipe não chega a ser auto-ajuda, mas traz muitas lições de vida.

6 – 1984 (George Orwell)
Um clássico de Orwell, mostra como o regime totalitarista resulta na opressão individual. Ele também foi o responsável por cunhar aquela ideia de que o governo está sempre de olho em todos nós.

7 – O Hobbit (J. R. R. Tolkien)
A entrada de muita gente para o mundo da fantasia, O Hobbit é a introdução de Tolkien ao mundo do Senhor dos Anéis. É considerado um dos melhores romances infanto-juvenis da história e tem um lugar especial no meu coração.

Ação distribui livros que funcionam como bilhete do metro em São Paulo

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Publicado na ADNews

Em uma cidade como São Paulo, onde um trajeto pode significar horas no trânsito ou de espera em estações, ler no transporte público é um hábito comum e, por sinal, muito saudável.

Para estimular a leitura no metro, a editoria L&PM aproveitou o Dia do Livro para unir estes dois elementos que fazem parte do dia-a-dia de muitos paulistanos. Durante a manhã de hoje, passageiros da linha 4-Amarela foram presenteados com diferentes clássicos da literatura.

Os títulos fazem parte do portfolio da editora, são eles: A Arte da guerra, Sun Tzu; Assassinato no Beco, Agatha Christie; Hamlet, William Shakespeare; Cem sonetos de amor, Pablo Neruda; Cebolinha em apuros!, Mauricio de Sousa; Garfield –”Foi mal”, Jim Davis; O grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald; Quintana de bolso, Mario Quintana; Sherlock Holmes: O cão dos Baskerville, Sir Arthur Conan Doyle e Peanuts: “Amizade. É pra isso que servem os amigos”, Charles M. Schulz.

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Foram 1.500 livros distribuídos gratuitamente. Destes, 300 traziam uma surpresa: funcionam como bilhetes do metro. Criados especialmente para a ação, os Ticket Books possuem um chip em suas capas com tecnologia equivalente a do Bilhete Único, tornando-os recarregáveis.

A ideia é que a obra seja lida durante os percursos de cada passageiro. Basta encostar o livro na catraca, para a entrada ser liberada. Depois de ler, o usuário pode recarregar seu livro e presentear um amigo, estimulando o prazer da leitura.

Para comprar novas passagens basta acessar o site do projeto e inserir o código do portador do livro disponível na contracapa. O Ticket Book não tem prazo de validade e pode ser recarregado sempre que a pessoa desejar.

Assinadas pelos diretores de arte Ricardo Matos e Ana Novis, as capas foram criadas especificamente para o projeto e inspiradas em mapas do metrô de diversas partes do mundo.

Ficha Técnica:

Título: Ticket Books

Clientes: LP&M

Agência: Africa Rio

Criação: Ana Novis, Otto Pajunk e Ricardo Matos

Direção de Criação: Diogo Mello

VP de Criação: Álvaro Rodrigues

CCO: Sergio Gordilho

Gerente de Projetos: Monique Lima

Produção/Agência: Marcela Nisental

Produção Gráfica: Forma Certa

Tecnologia: Bizsys

Produção/Filme: Trator Filmes

Direção: Will Mazzola

Aprovação/Cliente: Ivan Pinheiro Machado

Arma de instrução em massa: um tanque que leva livros

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Publicado no Catraca Livre

Apesar do nome, o Dia Internacional do Livro é celebrado em datas distintas em diferentes países do mundo. No Brasil, ele é celebrado no dia 23 de abril, mas, em alguns países como Reino Unido, acontece na primeira quinta feira de março, para evitar que caia na mesma data que a Páscoa.

Na Argentina, em 2015, o Dia Internacional do Livro caiu dia 5 de março. Para celebrar a data, a 7Up contratou o artista Raul Lemesoff para criar um tanque de guerra, mas não para causar destruição e sim para levar livros.

Lemesoff, que costuma chamar suas criações de “Armas de Instrução em Massa”, começou com um Ford Falcon de 1979, adaptando o seu exterior para que fosse possível carregar até 900 livros que seriam distribuídos gratuitamente pelas ruas de Buenos Aires, contanto que quem os receba prometa lê-los. Confira as imagens:

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Garoto de 11 anos se fantasia de Sr. Grey e escola manda voltar pra casa

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Além da roupa, o garoto carregava os acessórios usados pelo personagem sado-masoquista

Além da roupa, o garoto carregava os acessórios usados pelo personagem sado-masoquista

A escola comemorava o Dia Mundial do livro, e por isso, pediu que os alunos fossem fantasiados do seu personagem preferido dos livros

Publicado no O Povo

Um colégio da cidade de Sale, na Inglaterra, mandou um garoto de 11 anos voltar pra casa depois do aluno ir fantasiado de Sr. Grey, o personagem do livro ’50 tons de cinza’, de E.L.James.

A escola comemorava o Dia Mundial do livro, e por isso, pediu que os alunos fossem fantasiados do seu personagem preferido dos livros.

O colégio Sale High Scool considerou o traje inadequado para o evento e pediu que o garoto voltasse para casa. A decisão deixou a mãe do menino indignada.

Além da roupa, Liam Scholes carregava os acessórios usados pelo personagem sado-masoquista como a cordinha para amarrar as mãos e uma venda para os olhos.

Segundo o G1, a direção da escola informou que a decisão “reflete os altos padrões da escola em termos de comportamento dos alunos, bem-estar e proteção. E esclareceu que Liam pode voltar para a aula depois de ter “modificado” seu traje.

No entanto, a mãe de Liam defendeu dizendo que as crianças sabiam quem era por causa da cobertura da mídia. Segunda ela, quando o filho entrou na escola “todas as crianças sabiam que ele era”.

A mãe, Nicola Sholes, resolveu publicar a foto de Liam com o traje, ao lado das irmãs que foram fantasiadas de Damas de Copas e Chapeleiro Maluco, do filme ‘Alice no País das Maravilhas’.

Liam estava acompanhado das irmãs que foram fantasiadas de Damas de Copas e Chapeleiro Maluco, do filme 'Alice no País das Maravilhas'

Liam estava acompanhado das irmãs que foram fantasiadas de Damas de Copas e Chapeleiro Maluco, do filme ‘Alice no País das Maravilhas’. Reprodução/Facebook

“Traje ofensivo do Liam no Dia do Livro. Disseram que era inadequado e que deveria mudar sua fantasia e não incluí-lo em todas as fotos. Era também necessário um telefonema para casa para falar sobre o assunto”, escreveu Nicola Scholes.

“No entanto, era apropriado para um professor de vestir-se como um assassino em série e outros estudantes para entrar com ‘armas’. Eu pensei que Christian Grey fosse o mais falado personagem de livro dos últimos anos. #nosenseofhumour (#nenhum senso de humor)”.

dica da Jeane de Almeida

Dia do livro: dez deles para você “devorar”

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Publicado por Terra

Sabe aquela sensação gostosa que dá quando você fecha um livro pela última vez ao terminar a leitura e pensa: “e agora, qual o próximo?”. Às vezes são tantas opções que fica difícil de fazer uma escolha.

Neste Dia Nacional do Livro, celebrado neste 29 de outubro, o Terra e a Nuvem de Livros pensaram nisso e prepararam uma lista com dez obras que são leitura “obrigatória” para um bom devorador de livros.

Confira:

1. Romeu e Julieta, de William Shakespeare (Editora Nemo)
A história do amor imortal de Romeu e Julieta ganha nova vida nas páginas desta adaptação em estilo mangá. Uma HQ com todo romantismo e emoção da maior história de amor de todos os tempos!

2. Viagem ao centro da terra, de Julio Verne (Editora Melhoramentos)
Mesclando ficção, informação científica e humor, Julio Verne oferece ao leitor um romance empolgante, em que os personagens são lançados em situações extremas, necessitando dar o melhor de si para superá-las.

3. O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry (Editora Agir)
“O Pequeno Príncipe” foi escrito e ilustrado por Antoine de Saint-Exupéry um ano antes de sua morte, em 1944. Piloto de avião durante a Segunda Grande Guerra, o autor se fez o narrador da história, que começa com uma aventura vivida no deserto depois de uma pane no meio do Saara. Certa manhã, é acordado pelo Pequeno Príncipe, que lhe pede: “desenha-me um carneiro”? É aí que começa o relato das fantasias de uma criança como as outras, que questiona as coisas mais simples da vida com pureza e ingenuidade.

A obra mostra como as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que merece. É nesse livro em que surge a Raposa, terno personagem que ensina ao menino o segredo do amor. “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.

4. Histórias extraordinárias, de Edgar Allan Poe (Editora Ediouro)
O homem sempre sentiu medo, sobretudo daquilo que não pode entender, do incerto e — por que não dizer? — do proibido. Talvez por isso o horror tenha algo que nos afaste, mas que também nos atraia e nos deixe fascinados. E foi desbravando essa estranha e ambígua sensação que o contista, crítico e poeta americano Edgar Allan Poe se consagrou como um dos mestres do gênero do terror e o pai da literatura policial.

5. Um rio chamado Atlântico, de Alberto da Costa e Silva (Editora Nova Fronteira)
A obra reúne 16 textos sobre as relações históricas entre o Brasil e a África, sobre a África que moldou o Brasil e o Brasil que ficou na África, publicados desde 1961 em jornais e revistas ou lidos em seminários sobre a história do continente africano. Os autores procuraram não se desatar do poeta Costa e Silva. Se é o poeta quem anda pelas ruas dos bairros brasileiros de Lagos e Ajuda, quem desenha as fachadas das casas térreas e dos sobrados neles construídos pelos ex-escravos retornados do Brasil e quem traz das páginas dos documentos e dos livros as personagens com que se povoam estes ensaios, é o historiador quem lhe guia cuidadosamente os passos.

6. O tigre em casa e a caça do tigre, de Eduardo Lizalde (Editora Alameda)
É impossível não sentir a grandeza da descrição do tigre, animal plástico que representa o ser humano em suas várias facetas e relações. É impossível não reconhecer o impacto de seus poemas sobre o ódio, ódio que constitui a única prova da existência de alguma coisa. É impossível permanecer impassível diante da mordacidade da série de poemas “Lamentação por uma cadela”. Eduardo Lizalde, nascido em 1929, é um dos grandes poetas mexicanos do século 20.

7. Há prendisajens com o xão, de Ondjaki (Editora Pallas)
Do chão promovido a almofada, do nosso limite a ele, do nosso encontro sob ele em algum tempo desconhecido, Ondjaki nos transporta para um diálogo com o tempo, com a palavra, com a liberdade da escrita, com a imaginação de seres misteriosos. Descrições de uma natureza em brisa de jangada e zunzum de abelha. E há também o encontro do sentimento com os seres que somos. Mais conhecido como prosador no Brasil, o autor nos oferece sua escrita em poesia construindo (ou desconstruindo) com muita intimidade cada palavra, cada verso, à sombra das árvores, pela alma das gaivotas, perto de um cardume de tardes. Ou do chão.

8. Relembramentos, de Vilma Guimarães Rosa (Editora Nova Fronteira)
Vilma Guimarães Rosa viaja por memórias para tecer um retrato comovente de seu pai, Guimarães Rosa, considerado por muitos o maior escritor da nossa literatura. Por meio de fotos, cartas, lembranças de um passado rico e cheio de histórias, o pai, sempre rememorado com carinho pela filha, é revelado como um homem singular, amoroso, profundamente religioso e com um senso de humor surpreendente. Relembramentos é uma ode a um gênio feita com a delicadeza de uma escritora inspirada e o amor de uma filha saudosa.

Bastante famosa pelo filme de Stanley Kubrick, a obra Laranja Mecânica é um clássico da literatura Foto: Nuvem de Livros / Reprodução

Bastante famosa pelo filme de Stanley Kubrick, a obra Laranja Mecânica é um clássico da literatura
Foto: Nuvem de Livros / Reprodução

9. Laranja Mecânica, de Anthony Burgerss (Editora Aleph)
Publicado pela primeira vez em 1962, e imortalizado nove anos depois pelo filme de Stanley Kubrick, “Laranja Mecânica” não só está entre os clássicos eternos da ficção como representa um marco na cultura pop do século 20. Meio século depois, a perturbadora história de Alex – membro de uma gangue de adolescentes que é capturado pelo Estado e submetido a uma terapia de condicionamento social – continua fascinando, e desconcertando, leitores mundo afora.

10. Angu de sangue, de Marcelino Freire (Livro Falante)
Neste audiolivro, Marcelino Freire lê os 17 contos que compõem a obra homônima impressa, incluindo Muribeca, Belinha, Moça de Família, Volte Outro Dia, Socorrinho, Filho do Puto, Troca de Alianças, Angu de Sangue, A Senhora que Era Nossa, Os casais, O Caso da Menina, Sentimentos, Faz de Conta que Não Foi. Nada, A Cidade Ácida, The End, J.C.J. e Mataram o Salva-vidas. Ninguém melhor do que o próprio autor, nesse caso, para reafirmar a vida das suas palavras, que cortam, rasgam, furam, rebolam, vão se embrenhando na gente.

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