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Livraria Saraiva oferece 50% de desconto só para mulheres em comemoração ao Dia Internacional da Mulher

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O Dia Internacional da Mulher será comemorado com ofertas na loja e no site.

Juliana Maciel Ferreira, no Blasting News

Para as mulheres que são apaixonadas pelo universo da leitura, aqui vai uma ótima surpresa. No dia 8 de março, a rede de livrarias Saraiva oferecerá uma promoção surpreendente para as homenageadas do mês. O público feminino poderá comprar livros com 50% de #Desconto.

A iniciativa, além de presentear as mulheres no dia dedicado a elas, tem também o objetivo de incentivar a leitura. A promoção será válida em todas as lojas da rede, no Brasil todo, e também para compras feitas no site da Saraiva.

Porém, as mulheres que quiserem efetuar alguma compra devem se atentar às categorias literárias vigentes na promoção. Não estarão com desconto livros das áreas de negócios e exatas, como Contabilidade e Administração; Direito, Medicina, Engenharia e Ciências Biológicas.

A promoção vai valer somente para o dia 8 de março, até as 23:59, ou até acabar o estoque.
Opções no site

Como não são todos os livros que vão ficar na promoção, a Saraiva dividiu em categorias as obras que estarão com desconto, conforme o perfil e necessidade de cada mulher. No site da rede, por exemplo, há 14 opções de temas que, ao serem escolhidos, mostram todos os livros relacionados àquele assunto.

Quem estiver procurando por história, vai encontrar livros sobre personalidades que fizeram a diferença, como “O Diário de Anne Frank”, “Eu Sou Malala”, entre outras.

Já quem está à procura de livros sobre maternidade, encontrará diversos produtos sobre o mundo materno. Livros com dicas e informações de autores renomados poderão ser encontrados no dia da promoção.

Também não vão faltar bibliografias que falam do universo feminino e do importante papel das mulheres hoje em dia, seja na parte profissional ou no lar. Além, claro, dos desafios enfrentados por elas.

Além desses, outras categorias de livros estarão na oferta, como os românticos, religiosos e para quem quer dicas de saúde.

Para confirmar as obras em promoção, a disponibilidade dos produtos e a as formas de pagamento, vale consultar a loja mais próxima pessoalmente ou pelo site da livraria.

Arma de instrução em massa: um tanque que leva livros

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publicado no ADCT

Apesar do nome, o Dia Internacional do Livro é celebrado em datas distintas em diferentes países do mundo. No Brasil, ele é celebrado no dia 23 de Abril, mas, em alguns países como Reino Unido, acontece na primeira quinta feira de Março, para evitar que caia na mesma data que a Páscoa.

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Na Argentina, em 2015, o Dia Internacional do Livro caiu em 5 de Março. Para celebrar a data, a 7Up contratou o artista Raul Lemesoff para criar um tanque de guerra, mas não para causar destruição e sim para levar livros.

Lemesoff, que costuma chamar suas criações de “Armas de Instrução em Massa”, começou com um Ford Falcon de 1979, adaptando o seu exterior para que fosse possível carregar até 900 livros que seriam distribuídos gratuitamente pelas ruas de Buenos Aires, contanto que quem os receba prometa lê-los.

Dia Internacional da Mulher: Presentes em dobro da Gutenberg

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Várias pesquisas apontam que no Brasil as mulheres leem mais que os homens. Assim, nada melhor que livros legais para lembrar essa supremacia feminina.

A Gutenberg selecionou 3 kits superespeciais para a ala feminina:

Clarissa Correa

Leila Rego

Rafaella Vieira

Para participar, basta mencionar na área de comentários o nome das mulheres que deseja presentear (no caso de homens). Para as mulheres, deixem o nome da amiga que desejam que receba o outro livro do kit. Como sempre acontece, hoje as mulheres comandam! 🙂

Você pode registrar os nomes hoje e amanhã. O resultado será divulgado na noite de domingo (9/3).

Boa sorte… e ótima leitura.

Resultado

Parabéns às ganhadoras: Dayane Rox, Jessica Marques e Simonir Rodrigues. Por gentileza, fornaçam o endereço completo para entrega no e-mail [email protected]

Muito obrigada a todos pela participação. 🙂

 

Caruaru forma primeira turma de professores indígenas de PE

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Curso de licenciatura intercultural foi criado em 2009 na UFPE.
‘Conseguimos algo que parecia impossível’, diz Lucinéa da Silva.

Pernambuco ganha a primeira turma de professores indígenas formados na universidade federal (Foto: Secretaria Estadual da Educação/Divulgação)

Pernambuco ganha a primeira turma de professores indígenas formados na universidade federal (Foto: Secretaria Estadual da Educação/Divulgação)

Cecília Morais, no G1

Lucinéa Santos da Silva, de 36 anos, é umas das alunas que compõem a primeira turma de professores exclusivamente indígenas formados na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Da aldeia Xucurú de Ororubá, de Pesqueira, no interior do estado, ela agora aguarda, com seus 151 colegas de curso, a formatura, marcada para setembro deste ano.

“A festa irá marcar uma etapa importante nas nossas vidas. É o momento em que percebemos que conseguimos algo que parecia impossível”, conta Lucinéa, que comemora também nesta sexta-feira (9) o Dia Internacional dos Povos Indígenas.

O curso de Licenciatura Intercultural no Centro Acadêmico do Agreste (CAA), em Caruaru, foi criado em 2009. Destinado à formação em nível superior de professores de escolas indígenas, foi implantado por meio de um projeto do Ministério da Educação (MEC) e envolve várias etnias do estado, como Atikum, Pankararu, Funil-ô, Kambiwá, Kapinawá, Truká, Xucuru e Pankará.

Com aulas presenciais na faculdade e nas aldeias, a graduação visa formar professores indígenas nas áreas de arte e linguagem, ciências da terra e natureza e ciências humanas. A ideia é que os professores passem agora a atuar nas próprias comunidades, trabalhando para fortalecer e preservar a identidade cultural dos povos.

Segundo Lucinéa, a experiência adquirida é importante na formação dos alunos da tribo. “Tudo o que foi aprendido será colocado em prática e irá melhorar o desempenho e auxiliar na aprendizagem dos índios”, afirma.

Lucinéa diz aguardar ansiosa pela formatura (Foto: Arquivo pessoal)

Lucinéa diz aguardar ansiosa pela formatura (Foto:
Arquivo pessoal)

De acordo com o diretor do Campus Caruaru da UFPE e um dos coordenadores do curso, Nélio Melo, a implantação da graduação teve alguns desafios. “O processo de inserção do curso na grade não foi fácil. A ideia nunca foi transformar a cultura indígena em uma cultura acadêmica e para isso foi necessário tratar de forma delicada o que ia ser ensinado para que não houvesse um conflito de realidades”, explica.

Também foi necessário selecionar professores envolvidos com a luta dos povos indígenas e que tivessem trabalhos específicos na área, diz. Para o cacique da aldeia, Marcos Xucuru, a entrada dos índios na universidade foi vista como um avanço na conquista dos direitos. “Com outros recursos talvez não consigamos chegar tão longe, mas a educação como ferramenta pode ser o caminho para a solução das demandas do povo. Além disso, queremos a ascensão educacional da nossa comunidade e a qualificação é fundamental”, afirma o líder indígena.

Choque cultural

Um outro desafio conquistado ao longo do curso foi a harmonia cultural entre os índios e os demais alunos da universidade. Segundo o diretor da universidade, no início houve alguns desentendimentos, que depois foram superados. “Os índios têm uma maneira própria de se portar. Quando aceitaram participar do curso deixaram claro a forma como agiriam. A ideia era que eles tivessem um contato com outra realidade mas sem abandonar as crenças e costumes. Para os outros alunos que nunca tinham convivido com isso o estranhamento era total”, detalha Nélio Melo.

De acordo com o professor indígena José Agnaldo Gomes Souza, de 44 anos, que participou do curso, a presença deles na faculdade chamava a atenção. “No começo foi estranho, houve discriminação, frases preconceituosas, mas depois a convivência foi ficando pacífica.”

A universidade já se organiza para abrir uma segunda turma, de acordo com Melo. “Acredito que a capacitação faz bem para todos. Há uma troca de cultura entre eles e isso é muito bom para distorcer a ideia de diferença racial apregoada há anos. Estava ciente de que precisava atender a uma demanda histórica. É direito do pobre, índio, negro ou qualquer pessoa fazer uma faculdade e sinto que com esse curso conseguimos abrir um mundo para os que foram eternamente excluídos”, afirma o diretor.

Índias professoras irão atuar nas comunidades (Foto: Secretaria Estadual da Educação/Divulgação)

Índias professoras irão atuar nas comunidades (Foto: Secretaria Estadual da Educação/Divulgação)

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