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Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos: relembre histórias que marcaram gerações

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Publicado por Estadão

Nesta quinta-feira, 30, completa-se 145 anos da publicação da primeira história em quadrinhos brasileira. Em 1869, foi publicada As aventuras de Nhô Quim (acima) na revista Vida Fluminense, com desenhos de Angelo Agostini. A data foi instituída como Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos pela Associação de Quadrinistas e Cartunistas do Estado de São Paulo. A seguir, relembre algumas das publicações de mais sucesso no Brasil.

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Foto: Reprodução/Estadão

A revista Tico-Tico, que surgiu em 1905 lançada pelo jornalista Luís Bartolomeu de Souza e Silva, foi a primeira a publicar exclusivamente histórias em quadrinhos no Brasil, e revelou artistas como J. Carlos. O protagonista era o personagem Chiquinho, inspirado em Buster Brown, de Richard Felton Outcault.

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Foto: Reprodução/Estadão

A HQ O Lobinho, lançada por Adolfo Aizen, é uma das mais antigas do País, lançada em 1939. Recentemente, o maior colecionador de HQs do Brasil, Antonio José da Silva, teve o seu conjunto com 200 primeiros exemplares de revistas como O Lobinho e O Gibi roubados. O lote teria valor estimado em R$ 300 mil – caso existissem no mercado, o que não é o caso.

Foto: Rafael Arbex/Estadão

Foto: Rafael Arbex/Estadão

Publicada por Ziraldo, a revista Pererê circulou entre 1960 e 1965, pela editora O Cruzeiro.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Os quadrinhos da Turma da Luluzinha começaram a circular nos anos 1970 no País, em versão da americana ‘Little Lulu’.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Os quadrinhos do Asterix, criados na França por Albert Uderzo e René Goscinny, fizeram sucesso em todo o mundo – e não foi diferente no Brasil. A série gerou, além de 34 revistas, adaptações para cinema, jogos e brinquedos.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Os mangás fazem sucesso no País. A técnica de quadrinhos, em estilo japonês, têm estilo diferente das tradicionais ocidentais, e também viraram animes e desenhos, como a famosa série Dragon Ball Z (foto).

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Parte das leituras de infância de muitos brasileiros, o Sítio do Picapau amarelo teve adaptações para quadrinhos a partir dos livros de Monteiro Lobato. A franquia também virou desenho, filme e programa de televisão.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

O Menino Maluquinho, também adaptado em desenhos, filme e jogos, era originalmente uma história em quadrinhos criada por Ziraldo em 1980. Na foto, uma versão especial da HQ com participação de Calvin e Haroldo.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Versão brasileira do Uncle Scrooge, da Disney, o Tio Patinhas é uma invenção do cartunista Carl Banks. Com fama de pão duro e sovina, o personagem chegou às bancas brasileiras na década de 1950.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Os quadrinhos da Marvel (hoje pertencente à Disney) conquistaram muitos jovens com histórias de super-heróis como o Homem-Aranha, X-Men, Capitão América e o Quarteto Fantástico – franquias que são umas das mais bem sucedidas dos quadrinhos.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Concorrente da Marvel, a DC Comics (da Time Warner) também tem o seu elenco de personagens famosos, como Flash, Batman e Superman.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

O Zé Carioca, um dos personagens mais curiosos da Disney, foi criado nos anos 1930 nos Estados Unidos (onde é conhecido como Joe Carioca) como parte de uma iniciativa para aproximar produtos da América Latina. O papagaio reproduzia algumas das principais características tidas como ‘cariocas’: a malandragem e o gosto por samba.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

A Turma da Mônica, talvez o mais conhecido dos quadrinhos brasileiros, é uma série de Maurício de Souza publicada até hoje no País (em versões para adolescentes, como a Turma da Mônica Jovem), e foi traduzida em diversas línguas. O quadrinho, criado em 1959, acompanhou várias gerações e fez parte da alfabetização de muitas crianças (que, muitas vezes, continuaram a acompanhar as aventuras de Cebolinha, Mônica, Cascão e Magali).

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

O Chico Bento, também criado por Maurício de Souza, é o líder da Turma do Chico Bento, que retrata a zona rural do País (inspirado em personagens do Vale da Paraíba). Rosinha, Zé Lelé, Anjo Gabriel e Zeca (seu primo da cidade) são alguns dos personagens do quadrinho.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

A História do Dia Nacional do Livro

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Data completa 203 anos em 29 de outubro de 2013

Gestor, no ProfessoresNews

Dia 29 de outubro é o Dia Nacional do Livro! E você sabe por quê? Por que foi nesse dia, em 1810, que a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil, quando então foi fundada a Biblioteca Nacional e esta data escolhida para homenagear e ressaltar a importância dos livros.

O Brasil passou a editar livros um pouco antes, a partir de 1808, quando D. João VI fundou a Imprensa Régia e a primeira obra editada foi “Marília de Dirceu”, do português Tomás Antônio Gonzaga, um romance que relata o amor do autor pela brasileira Maria Dorotéia Joaquina de Seixa, de quem fora noivo.

Passados 203 anos da instalação da Real Biblioteca Brasileira, a relação das pessoas com o livro tem se intensificado. De acordo com a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, divulgada em 2012, o Brasil é composto por 50% de leitores ou cerca de 88,2 milhões de pessoas. Na média, o brasileiro lê quatro livros por ano, sendo 2,1 livros inteiros e dois em partes. O estudo também mostrou um aumento na aquisição dos livros, de 48% contra 45%, em comparação com a pesquisa anterior, realizada em 2007.

Outro dado animador é o aumento no número de pessoas que leem mais atualmente. No ano passado, 49% dos entrevistados disseram estar lendo mais. Na pesquisa anterior, esse número era de 40%. Como na pesquisa passada, a bíblia segue sendo o livro mais lido, com 48% no total, mas seu grande índice está na faixa etária acima dos 70 anos, quando esse dado sobe para 73%.

Com relação aos jovens, por exemplo, os livros infantis são mais lidos na faixa etária de cinco a dez anos, com 66%, mas um dado importante concentra-se nas pessoas entre 30 e 39 anos, apontado por 19%, o que mostra que as mães têm desempenhado o papel de ler para os filhos. Outro dado interessante é que poesia, para os jovens de 14 a 17 anos, com 28%, é mais lida do que as histórias em quadrinhos, que aparecem com 27%.

Já os livros juvenis concretizam seu público-alvo e são mais lidos pelos jovens de 11 a 13 anos, com 28%, e de 14 a 17 anos, com 26%. Livros esotéricos, por exemplo, que não são muito lidos no Brasil, aparecem como mais lidos para 7% na faixa etária mais velha, entre 30 e 39 anos.

Fonte: Assessoria de comunicação do Instituto Pró-Livro (Jô Ribes Comunicação)

Dia Nacional do Livro

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Famosos que as crianças curtem falam sobre seu livro infantil preferido

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1001 histórias

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Montagem/UOL

Publicado por UOL

Boas histórias são sempre um bom passatempo e a maioria delas está sempre em um livro.

18/4 é o Dia Nacional do Livro Infantil. A data celebra o nascimento do escritor brasileiro Monteiro Lobato, autor de obras clássicas que passam de pai para filho como a série “Sítio do Picapau Amarelo”.

Para comemorar, o UOL Crianças conversou com alguns famosos que a garotada adora para saber qual é o livro infantil preferido de cada um deles!

Mauricio de Sousa / Reprodução

Mauricio de Sousa / Reprodução

Mauricio de Sousa

O criador da Turma da Mônica diz que adora os livros de Monteiro Lobato até hoje!

“Quando criança devorava os livros de Monteiro Lobato. Lia e relia com prazer. Hoje, quando me vejo lendo de novo os velhos livros de Lobato, sinto que o envolvimento é o mesmo. Volto no tempo com o mesmo prazer”, diz.

Maísa Silva (Lourival Ribeiro/SBT)

Maísa Silva (Lourival Ribeiro/SBT)

Maísa Silva

“O livro que marcou a minha infância foi o “Diário de uma Garota Nada Popular” e “Diário de um Banana: A Gota d”Água”.

Eu adoro livros do tipo diário desde que ganhei um de presente e passei a amar o gênero. Até 2014 tenho mais de 10 livros longos pra ler.

Sempre presenteio minhas amigas com livros também”, conta a Valéria, da novela “Carrossel”.

Xuxa / AgNews

Xuxa / AgNews

Xuxa

O livro infantil preferido da apresentadora se chama “Ami, o menino das estrelas” e foi escrito por Enrique Barrios.

“Ele me fez imaginar o mundo em outra dimensão, acho que foi por isso que eu quis ter a nave no meu programa”.

Jean Paulo Campos / Lourival Ribeiro/SBT

Jean Paulo Campos / Lourival Ribeiro/SBT

Jean Paulo Campos

“O meu livro preferido é “O Pequeno Príncipe”. Acho muito legal, porque ele (o personagem) desenha as coisas e aí elas acontecem, aí estimula a nossa imaginação! Gosto bastante de livros de aventura e um pouco de terror também”, conta Jean, o Cirilo, da novela “Carrossel”

Matheus Ueta / Leonardo Soares de Souza/UOL

Matheus Ueta / Leonardo Soares de Souza/UOL

Matheus Ueta

O ator que interpreta Kokimoto, na novela “Carrossel”, conta empolgado:

“Eu amo ler! Adoro mesmo. Tenho vários livros aqui em casa. Não tenho um preferido, eu leio um monte de livros. A gente aprende com eles! Eu gosto mais de histórias de terror. O primeiro livro que eu li na minha vida era de uns piratas. O último que eu li é “O Mágico de Oz”. É muito bom aquele livro, adorei!”

André Vasco / Manuela Scarpa / Foto Rio News

André Vasco / Manuela Scarpa / Foto Rio News

André Vasco

O apresentador conta que adorava o livro “O Menino Maluquinho”.

“É um livro que marcou muito minha infância. Quase uma autobiografia (risos)! Uma história simples com bastante ilustrações em preto e branco. Eu vivia pirando nesse livro. Nas entrelinhas dessa aventura há a mensagem de se aceitar como é, ser feliz como é! Que na vida tudo tem seu tempo de acontecer. A simplicidade do livro o torna mais especial ainda.”

Lucas Santos / Lourival Ribeiro/SBT

Lucas Santos / Lourival Ribeiro/SBT

Lucas Santos

Quem assiste às cenas de Paulo em “Carrossel” não imagina como Lucas é diferente do personagem.

“Gosto bastante de ler livros de terror, mas o que eu mais gostei foi um romance que li pra escola, o “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. Gostei porque ele (o Romeu) faz que nem eu: corre atrás do seu sonho.

E o sonho dele era ficar com a Julieta, os dois até morrem juntos! É uma busca implacável pelo amor”, conta. Vale lembrar que a obra, escrita há mais 400 anos por um dos mais importantes escritores, já ganhou versões adaptadas para o público infanto-juvenil.

“Outros livros que eu gosto são “O Pequeno Príncipe” e os da série “The Walking Dead””, conta.

Dani Calabresa / Alex Palarea e Léo Marinho/AgNews

Dani Calabresa / Alex Palarea e Léo Marinho/AgNews

Dani Calabresa

“Eu li muitas vezes seguidas o livro “A Bela ou a Fera”, da Anna Flora, porque sempre me identifiquei com a menina que inventava personagens e também adorava os livros da Bruxa Onilda”, conta a engraçada apresentadora do programa “CQC”.

Veja + aqui.

Dia Nacional do Livro Infantil

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O Dia Nacional do Livro Infantil foi escolhido pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, em homenagem ao escritor brasileiro José Bento Monteiro Lobato. Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882 e foi o criador da literatura infantil no Brasil. Autor de inesquecíveis histórias infantis, entre elas O Sítio do Pica-pau Amarelo, cujos personagens Dona Benta, Visconde de Sabugosa, Pedrinho, Narizinho e Emília, marcaram a história da literatura infantil.

O livro faz toda a diferença na formação de uma criança. Embora estejamos na era da informática, as histórias infantis fazem a criançada viajar num mundo de fantásticas aventuras e encantam todas as idades.

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