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Conheça os 10 livros mais procurados durante o isolamento social

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Atualizar a leitura tem sido uma boa pedida para muitos durante o período de isolamento social

Publicado no D24am

Manaus – Para quem está acostumado com a rotina agitada, o isolamento social indicado pelos especialistas como prevenção ao coronavírus pode ser um momento especialmente difícil. Se reinventar e descobrir atividades prazerosas em casa, seja sozinho ou com a família, é uma forma de manter o equilíbrio. Atualizar a leitura tem sido uma boa pedida para muitos. É o que mostra o levantamento da Livraria Leitura do Amazonas Shopping, com a lista das obras mais procuradas na quarentena.

Dentre os que mais solicitados nesse período está o livro ‘Ensaio sobre a Cegueira’, do escritor português José Saramago, que narra a história de uma epidemia de cegueira. Não é o mesmo problema pelo qual passa o mundo hoje, mas guarda semelhança com a pandemia por Covid-19.

Os livros para colorir, ‘Jardim Secreto’, ‘Floresta Encantada’ e ‘Mundo das Flores’, da autora Johanna Basford, também estão na lista. Em geral, costumam funcionar como uma espécie de válvula de escape para rotinas estressantes, como ocorre, por exemplo, nesse período de isolamento social.

Conheça algumas das obras mais procuradas!

Ensaio sobre a Cegueira – Escrito pelo português José Saramago, o romance narra a história da epidemia de cegueira branca que se espalha por uma cidade, causando um grande colapso na vida das pessoas e abalando as estruturas sociais. O romance se tornou um dos mais famosos e renomados do autor. A cegueira começa em um único homem, durante a sua rotina habitual. Quando está sentado em seu carro no semáforo, este homem tem um ataque de cegueira, e é aí, com as pessoas que correm em seu socorro, que uma cadeia sucessiva de cegueira se forma. Uma cegueira, branca como um mar de leite e jamais conhecida, alastra-se rapidamente em forma de epidemia. O governo decide agir e as pessoas infectadas são colocadas em uma quarentena com recursos limitados que irá desvendar aos poucos as características primitivas do ser humano. A força da epidemia não diminui com as atitudes tomadas pelo governo e depressa o mundo se torna cego. Apenas uma mulher, misteriosa e secretamente, manterá a sua visão, enfrentando todos os horrores que serão causados, presenciando visualmente todos os sentimentos que se desenrolam na obra: poder, obediência, ganância, carinho, desejo, vergonha; dominadores, dominados, subjugadores e subjugados.

Mulheres que correm com os Lobos – Os lobos foram pintados com um pincel negro nos contos de fada e até hoje assustam meninas indefesas. Mas nem sempre eles foram vistos como criaturas terríveis e violentas. Na Grécia antiga e em Roma, o animal era o consorte de Artemis, a caçadora, e carinhosamente amamentava os heróis. A autora Clarissa Pinkola acredita que na nossa sociedade as mulheres vêm sendo tratadas de uma forma semelhante. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, Clarissa descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Seu livro, Mulheres que correm com os Lobos, ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos.

Empodere-se – O autor do best-seller, Caio Carneiro, apresenta estratégias práticas para que você também possa se empoderar de uma vez por todas, buscando o próximo nível, seja ele pessoal ou profissional. Encontre dentro de você toda a energia necessária para colocar em prática os três C’s do compromisso: Começar, Continuar e Concluir seus planos e metas em todos os aspectos da sua vida.

Anne de Green Gables – Esse livro de L. M. Montgomery conta a história de uma menina de 11 anos, com cabelos ruivos, sardas e uma mente tão imaginativa quanto um cientista em busca de conhecimento. Entre uma travessura e outra, que insiste em permear os gramados em que pisa, Anne vai mostrando como aproveitar a vida de uma forma mais simples e divertida.

1984 – Escrita por George Orwell, a obra foi publicada originalmente em 1949. É um dos romances mais influentes do século 20, um inquestionável clássico moderno. Lançada poucos meses antes da morte do autor, é uma obra magistral que ainda se impõe como uma poderosa reflexão ficcional sobre a essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário.

Revolução dos Bichos – Do mesmo autor de 1984, essa obra narra uma história de corrupção e traição que recorre à figura de animais para retratar as fraquezas humanas e demolir o “paraíso comunista” proposto pela União Soviética na época de Stalin.

Teto para Dois – O livro de Beth O’leary conta a história de Leon e Tiffy. Eles dividem um apartamento com uma cama só. Ele dorme de dia e ela, à noite. Os dois nunca se encontraram, mas estão prestes a descobrir que, para se sentir em casa, às vezes é preciso jogar as regras pela janela. A história do convívio entre eles começa quando, três meses após o término do seu relacionamento, Tiffy sai do apartamento do ex-namorado e precisa, urgentemente, de um lugar barato para morar.

Escravidão – Depois de receber diversos prêmios e vender mais de 2,5 milhões de exemplares no Brasil, em Portugal e nos Estados Unidos com a série 1808, 1822 e 1889, o escritor Laurentino Gomes dedica-se a uma nova trilogia de livros-reportagem, desta vez sobre a história da escravidão no Brasil. Resultado de seis anos de pesquisas e observações, que incluíram viagens por doze países e três continentes, este primeiro volume cobre um período de 250 anos, do primeiro leilão de cativos africanos registrado em Portugal, na manhã de 8 de agosto de 1444, até a morte de Zumbi dos Palmares.

Diário de um Banana – 4 dias de cão – Do autor Jeffey Kinney, o livro conta a história das aventura das férias de verão de Greg Heffley.

Como fazer amigos e influenciar pessoas – É um livro de autoria de Dale Carnegie que tem como objetivo desenvolver estratégias comunicativas e de ajuda entre pessoas. A obra é voltada para a arte de se relacionar com as pessoas, técnicas simples, porém, de extrema eficácia nos relacionamentos interpessoais.

10 livros fundamentais de escritoras brasileiras

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Hilda-Hilst-e-Lygia-Fagundes-Telles

Publicado no Boa Informação

A Bula reuniu em uma lista obras-primas de escritoras brasileiras que são leituras obrigatórias. A seleção contempla autoras de diferentes gerações e gêneros literários. Entre elas, estão Maria Firmina dos Reis, autora de “Úrsula (1859), o primeiro romance escrito por uma mulher no país; Lygia Fagundes Teles, que construiu uma narrativa surpreendente a partir de pontos de vista femininos nos contos de “A Estrutura da Bolha de Sabão” (1991); e Cecília Meireles, que narra, por meio de versos — e do ponto de vista dos derrotados —, a história da Inconfidência Mineira.

Fonte: R7.com

Como ter um diário pode ajudar a melhorar sua escrita

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Shutterstock

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Isabela Zamboni, no Resenhas à La Carte

Outro dia encontrei um texto muito interessante no blog LIVE TO WRITE – WRITE TO LIVE e resolvi postar aqui no blog. Muitos acreditam que ter um diário é coisa do passado, mas escrever à mão pode ajudar a melhorar a escrita e, por consequência, auxiliar também escritores iniciantes. Não precisa ser necessariamente um diário, mas um caderno de anotações, bloquinho ou qualquer coisa parecida. Lembrando que eu traduzi livremente o texto, então pode conter alguma diferença do original. As dicas são ótimas, olha só:

1 – Alivia a pressão de ser “ótimo”

Ter um diário liberta você para escrever com alegria, abandono e criatividade desenfreada. Escritores são com frequência dominados pelo estresse e tendem a viver em função de algum padrão fabricado. Isso paralisa e suga toda a vida da sua escrita, deixando o texto diluído, vacilante, sem cor e sem inspiração. Um diário te faz escrever sem medos, sem edição, sem nenhum “deveria”. Apenas deixa você escrever. Que bênção!

2- Elimina todo o lixo

Todos escrevemos porcarias. No livro Bird by Bird, a escritora Anne Lamott fala sobre escrever os “primeiros rascunhos lixentos“. Todos nós fazemos isso, faz parte do processo. Escrever em um diário é o jeito mais rápido e fácil de conseguir mais porcarias na página. A partir daí, você pode seguir em frente e escrever suas melhores ideias.

3- Ele oferece preciosidades

Aposto que você já releu algum trecho que escreveu e pensou: “Caramba! Eu escrevi isso? É muito bom!“. Quando você liberta sua criatividade e tem o compromisso de ser completamente honesto e sem censura, coisas boas podem surgir. Os diamantes serão enterrados junto com toneladas de pedregulhos, mas estarão lá.

4- Cria um arquivo pessoal muito vasto

Muito do que é escrito em diários não são bons para ser lidos, até mesmo por quem escreve. Ainda assim, também existem muitas ideias e fragmentos que poderiam inspirar histórias ou artigos. Você pode até incluir exercícios de escrita nos diários – pratique escrever diálogos, descrições, ações, etc.

5 – Melhora sua saúde

Existem vários estudos que demonstram como pessoas que escrevem sobre seus sentimentos (os bons e principalmente os ruins) são menos estressadas e têm sistema imunológico mais forte. Não é uma surpresa – afinal, guardar as coisas para você é o caminho para o desastre, já que descobrir mais sobre si mesmo é uma boa aposta para aumentar a autoconfiança e o bem-estar.

6 – Deixa você mais perto da perfeição

Em seu livro Outliers, Malcolm Gladwell diz que para ser um expert em alguma coisa, você deve investir pelo menos 10,000 horas praticando. As horas que você gasta escrevendo no seu diário contam. Comece a arranjar um tempinho para escrever agora mesmo!

7- Salva relacionamentos

O diário é um lugar excelente para desabafar sem o risco de dizer algo que você pode se arrepender mais tarde. Está nervoso (a) com a pessoa amada? Escreva! Odiando seu trabalho? Escreva. Tem uma crush secreta pelo vizinho? Bem…você entendeu.

8 – Clareia sua mente

Em seu trabalho The Artist’s Way, a autora Julia Cameron recomenda escrever “Páginas pela Manhã“. O método envolve escrever um pouquinho toda manhã, ao acordar. O propósito é clarear suas ideias e sua mente de qualquer problema que possa barrar seu processo criativo. Colocar seus pensamentos no papel libera espaço na sua mente e para as tarefas que você deve cumprir.

9 – Ajuda você a encontrar sua voz

Escritores são obcecados por descobrir, desenvolver e refinar sua “voz”. Quando você deixa de lado a “alta expectativa” e apenas escreve com o seu estilo e como você é, sua voz sairá naturalmente.

10 – Ajuda a desenvolver melhores hábitos de escrita

Quanto mais tempo você reserva para escrever, mais você arranjará tempo para colocar as palavras no papel. Não fique aguardando um “grande projeto”, apenas arranje uma caneta, um caderno e deixe as palavras voarem pelas páginas.

Livros para destruir fazem sucesso entre o público infanto-juvenil

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Publicações convidam o leitor a rasgar as páginas, rabiscar, pintar, manchar e até mesmo levar o livro para o banho

Foto: Giulia Pozzobon / Especial

Foto: Giulia Pozzobon / Especial

Publicado no Zero Hora

Estimular a imaginação e interagir com o leitor é a proposta de publicações como ‘Destrua Este Diário’, um dos exemplares mais vendidos de 2014 para o público infanto-juvenil. Com tarefas diferentes em cada página, os títulos do gênero provocam quem está lendo a sair da zona de conforto. A autora de ‘Destrua Este Diário’, Keri Smith, dedica o livro aos perfeccionistas de todo o mundo e propõe atividades inusitadas, como mastigar – mas não engolir – uma das páginas do livro, por exemplo. Se você obedecer todas as indicações das páginas, no final, o livro vai estar todo estragado.

Keri também criou outros dois livros com propostas parecidas: ‘Termine Este Livro’ e ‘Isto Não é um Livro’, todos da editora Intrínseca. O estímulo da autora para que os leitores construam a história junto com ela é muito evidente, tanto que ela descreve na contracapa de um de seus livros:

“Este objeto não existe sem você. É você quem determinará o conteúdo e o produto final. Tudo tomará forma a partir da sua imaginação. Para fazê-lo ganhar vida, você terá que ir à luta e completar as missões. Se Isto Não é um Livro então o que é exatamente? A resposta depende de você.”

Outros dois exemplares têm propostas semelhantes: ‘Listografia – sua vida em listas’ e ‘1 Página de Cada Vez – Um diário diferente’. O primeiro, da autora Lisa Nora, propõe ao leitor que escreva a sua autobiografia através de listas. Por isso, em cada página, há uma proposta diferente de listas, como os animais de estimação que você já teve, as pessoas engraçadas com quem trabalhou ou, ainda, os filmes e músicas que mais gosta.

O ‘1 Página de Cada Vez – Um diário diferente’ tem 365 tarefas que buscam encorajar os leitores a soltar a imaginação. Na contracapa, o autor Adam J. Kurtz conclui: “Este livro é o seu novo melhor amigo.”

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Vida de Anne Frank será retratada pela primeira vez por cinema alemão

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A adolescente judia foi morta aos 15 anos em um campo de concentração nazista. Divulgação

A adolescente judia foi morta aos 15 anos em um campo de concentração nazista. Divulgação

Seu diário conta como foram os dois anos em que a família viveu escondida com um grupo de judeus na Holanda

Publicado no Primeira Edição

A rodagem do primeiro filme alemão sobre Anne Frank, a adolescente judia vítima do Holocausto e autora do famoso diário que leva seu nome, começou nesta segunda-feira em Amsterdã, no mesmo bairro em que a jovem viveu há mais de 70 anos.

A rodagem deve se prolongar até amanhã, de acordo com emissora pública de televisão holandesa “NOS”, na praça Merwedeplein de Amsterdã, onde viveu a família Frank após sua fuga de Frankfurt em 1933.

O filme, que é produzido pela produtora Zeitsprung Pictures em parceria com a Fundação Anne Frank da Basileia, será a primeira produção alemã sobre a vida dos Frank e deve ficar pronto no começo do próximo ano. Atualmente existem oito filmes sobre o diário de Anne Frank, todos produções americanas ou britânicas.

O longa-metragem será dirigido pelo diretor Hans Steinbichler, começou a ser rodado há poucos dias em Colônia e será protagonizado por Lea Van Acken, que encarna Anne Frank e Martina Gadeck e Ulrich Noethen, que interpretam os pais Frank.

Van Acken ficou conhecida por seu papel de Maria no filme “Kreuzweg” (2014), no qual interpretava uma jovem profundamente religiosa. Esse filme, dirigido por Dietrich Brüggemann, ganhou o Urso de Prata no Festival Internacional de Cinema de Berlim de 2014.

A vida de Anne Frank foi levada ao cinema e ao teatro em várias ocasiões anteriormente, mas esta é a primeira vez que é filmada pelas mãos de uma produtora alemã, que quer narrar através dos escritos da jovem o Holocausto, assim como os fatos que rodeiam a vida dessa família.

Uma visão especial e particular da vida dos Frank ficou famosa através do diário de Anne, que conta com o reconhecimento internacional e está dentro da lista de patrimônio da literatura mundial e documentário da Unesco.

Referente documentário e símbolo do horror da Segunda Guerra Mundial, o relato de Anne Frank chegou a todo o mundo através de milhões de exemplares vendidos em 70 línguas e 100 países diferentes.

Após dois anos na clandestinidade em Amsterdã, a família foi delatada à Gestapo. Os Frank – que eram alemães e tinham mudado de Frankfurt para a Holanda em 1933 – foram capturados pelas tropas nazistas, sobrevivendo somente o pai ao Holocausto.

Anne Frank morreu em março de 1945, aos 15 anos, pouco antes da libertação do campo de concentração alemão de Bergen-Belsen, onde tinha sido presa junto com sua mãe e sua irmã, que também faleceram ali.

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