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Para incentivar leitura, professora faz Instagram inspirado em escritora inglesa

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Escritora inglesa virou tema para clube do livro e Instagram (Foto: Wendy Tonhati)

Com fotos fofas, Elisângela dá dicas de leitura em rede social

Wendy Tonhati, no Campo Grande News

Jane Austen é uma das principais escritoras inglesas e passados mais de dois séculos da sua morte, continua entre as mais lidas, com fãs que leem, discutem e colecionam as obras. A professora Elisângela Sanábria, de Campo Grande, é uma das fãs de Jane Austen. Inspirada na escritora, ela criou um Instagram literário, com fotos fofas e produzidas especialmente para as redes sociais como forma de incentivar e dar dicas de leitura no @sanabriabooks.

“Quando eu comecei o Instagram, foi para desmistifica isso das pessoas acharem que Jane Austen é só um romancezinho. Também para aumentar esse amor que as pessoas tem pela leitura. Às vezes, a gente tem isso de leitura em quantidade, de dizer que leu tantos livros, tantas páginas ou não lê nada. É para mostrar que, às vezes, a gente não consegue ler todo dia, mas que dá para ler nem que seja um pouquinho”, conta a leitora que até hoje guarda os livros que os pais liam para ela e alguns onde ela apreendeu a ler.

Instagram é feito com fotos produzidas das obras (Foto: reprodução)

A ideia surgiu após um uma viagem de Elisângela para a Bienal do Livro, em São Paulo, no ano passado. Para ela, estar na Bienal, em meio a tantos livros, escritores e editoras, foi a realização de um sonho. “Quando eu entrei, falei: eu estou realizando o sonho da minha vida, porque eu sou formada em Letras e sempre amei a literatura e os livros”.

O livro mais conhecido da escritora inglesa é Orgulho e Preconceito que já teve inúmeras adaptações para cinema e televisão. O último filme é de 2005 e conta a história do casal Darcy e Elizabeth, porém, o primeiro livro da escritora inglesa que Elisângela leu foi Persuasão, uma das obras menos conhecidas.

Ela diz que algumas pessoas têm a ideia de que Jane Austen é um romance leve. “Tem muito preconceito. Gente que acha que é só romance, leitura simples, uma novela. Mas, na verdade, não é. Ela faz uma crítica à sociedade, à posição da mulher, da sociedade patriarcal e coisas que eles gostavam, mas com um humor ácido”.

Hoje, ela é uma especialista no assunto. “Eu comprei a biografia que o sobrinho-neto dela fez e eu fui me apaixonando. Eu fui pesquisando sobre a vida dela e expandindo para romances históricos que são baseados na história da Jane Austen”

Primeiros livros lidos por Elisângela (Foto: Wendy Tonhati)

Antes de criar o Instagram para interagir com outros leitores e, principalmente, com os fãs de Jane Austen, Elisângela já participava de grupos de leitura e mantém até hoje o hábito. As reuniões são feitas pela internet e WhatsApp.

A literatura também acompanha Elisângela até no nome de um de seus cachorrinhos: Totó, em homenagem ao Mágico de Oz.

Hoje, além de ter lido toda a obra da escritora inglesa, ela passou a procurar por livros sobre a biografia da escritora e obras derivadas e até inusitadas como o livro de receitas da apresentadora americana MarthaStewart que une Orgulho e Preconceito e receitas. Na estante também há obras clássicas como Os Miseráveis e contemporâneas como o livro da Marie Kondo, expert da organização.

4 regras de leitura de Bill Gates

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Ele explicou como consegue extrair o máximo de suas leituras.

Publicado no Infomoney

SÃO PAULO – Como copresidente da Fundação Bill & Melinda Gates, Bill Gates saiu do mundo da tecnologia e mergulhou nos assuntos relacionados a saúde pública, economia e desenvolvimento social.

O resultado é que, ano após ano, Gates divulga uma série de listas de livros, do mais inspirador (Os Anjos Bons da Nossa Natureza, de Steven Pinker) à melhor obra sobre negócios (Business Adventures, de John Brooks), relata o portal Na Prática.

“A leitura é meu jeito favorito de satisfazer minha curiosidade”, resumiu. “Ainda acho que livros são a melhor maneira de explorar novos tópicos em que você tem interesse.”

Em um vídeo recente para o portal de notícias Quartz, ele explicou como consegue extrair o máximo de suas leituras. Ou seja, como lê livros. Veja:

 1. Anote nas margens
“Você está se concentrando na leitura? Pegando as informações e anexando esse conhecimento?”, pergunta. “Anotar faz com que eu pense sobre o que estou lendo.”

2. Não comece o que você não vai terminar
Neste caso, Gates fala sobre Graça Infinita, um livro de David Foster Wallace famoso pela originalidade e pelo tamanho: são mais de mil páginas.

O americano está curioso, mas não tanto assim para se comprometer com tanta coisa. “Esta é minha regra para chegar ao final [dos livros]”, fala. “Não quero abrir uma exceção.”

3. Leia do jeito que for melhor para você
No caso de Gates, são livros, jornais e revistas de papel. Uma transição para o digital ainda não aconteceu, porque ele prefere assim. “É ridículo porque viajo com uma mala de livros”, admite. Ou seja, leia da maneira que for mais conveniente para você – mesmo que seja inconveniente num avião.

4. Reserve uma hora para ler
Cinco, 10 ou 20 minutos podem funcionar para um artigo, mas para que leituras mais densas realmente tenham impacto, Gates recomenda reservar uma hora na agenda. “Reserve tempo para realmente refletir e progredir”, aconselha.

Cinco leituras para o carnaval

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A literatura é a grande viagem dos não carnavalescos

Raphael Montes, em O Globo

O carnaval vem aí — na verdade, ele já chegou faz algumas semanas, com muita folia pelas ruas, purpurina, glitter, fantasias e disposição para dar e vender ao enfrentar os blocos sempre abarrotados. Pessoalmente, amo o carnaval, o clima contagiante das pessoas, dá até vontade de sair pulando no meio de todo mundo e de deixar as responsabilidades um pouco de lado.

Acho curioso como tem muita gente que não gosta. No último final de semana, estive com alguns amigos e perguntei o que eles estavam programando para os dias de festa e a resposta foi: ler e relaxar. Sem dúvida, para os que não gostam, o feriado é um ótimo motivo para viajar e ficar longe de toda a muvuca que se cria nas ruas; um bom momento também para ser introspectivo e se preparar para o ano que finalmente vai se iniciar. E nada melhor que uma boa leitura para os dias de descanso — a literatura é a grande viagem dos não carnavalescos. O bloco está nas páginas. Então, aqui vão algumas recomendações de lançamentos recentes que tive a oportunidade de devorar.

No início do ano, terminei de ler o festejado “Enclausurado” (ed. Companhia das Letras), de Ian McEwan, escritor inglês conhecido por obras-primas como “Reparação”, “Amor sem fim” e “Na praia”. A meu ver, Ian McEwan é um autor que une com perfeição a trama bem arquitetada a um texto de qualidade, une entretenimento ao erudito, como defendo com frequência nas minhas colunas neste jornal. Claramente inspirado em Hamlet, “Enclausurado” oferece um narrador inusitado: um feto dentro da barriga de sua mãe que descobre que a genitora planeja matar o ex-marido com a ajuda do amante. É um livro para ser lido no sábado de carnaval, deliciando-se com as viradas da história e as reflexões propostas por um feto irônico e um tanto ácido.

Outra ótima opção para o feriado inteiro é “Casos de família” (ed. Darkside Books), livraço de Ilana Casoy, em edição de luxo com capa dura ilustrando uma espécie de caderno antigo. Isto porque, neste livro, a criminóloga destrincha dois crimes que chocaram o país — os assassinatos do casal Richthofen e o de Isabella Nardoni —, informa bastidores das investigações e, pela primeira vez, revela seus cadernos de anotações utilizados durante a pesquisa na Polícia Civil. Sou fã de Ilana Casoy desde seus primeiros livros, sobre serial killers do mundo e serial killers brasileiros, e é um privilégio ler o trabalho acurado de uma boa profissional. Um prato cheio para quem gosta do mundo investigativo.

Se a ideia for uma leitura mais complexa e aventureira, vale conferir “As primeiras quinze vidas de Harry August” (editora Bertrand Brasil), de Claire North. A meu ver, a maior qualidade deste livro é usar um tema clássico (viagem no tempo) com uma premissa inovadora: Harry é uma pessoa com um dom incomum — toda vez que morre, ele retorna para o início da vida (renasce), mas mantém todas as lembranças e conhecimentos das vidas anteriores. Até compreendermos toda a mitologia criada pela autora, passeamos por diferentes períodos do século XX e culturas de países de todo o mundo, da Inglaterra à Rússia. Um livro perfeito para transitar entre épocas e países, com boas reviravoltas e alguns momentos de tensão.

Outra leitura que superou minhas expectativas foi “Nimona” (ed. Intrínseca), de Noelle Stevenson. Publicada de forma independente na internet, a história ganhou o carinho do público e conquistou uma editora. Confesso que não sou o maior entendedor de histórias em quadrinhos, mas os traços coloridos chamaram minha atenção e comecei a ler despretensiosamente. Quando percebi, estava dando gargalhadas, como quando assistimos a um bom desenho animado. Nimona é uma metamorfa — um ser que pode se transformar em qualquer tipo de animal — e se alia a Lorde Ballister Coração-Negro, o maior vilão que já existiu, mas com um bom coração, para realizar um plano de vingança. Com uma trama bem original, Nimona te fará rir e refletir, com boas doses de ação.

Por fim, e como não poderia deixar de ser, indico um romance policial que comecei a ler esta semana — “O canto dos segredos” (ed. Rocco), da irlandesa Tana French. Tive o privilégio de conhecê-la em Nova York e conversamos muito sobre o gênero. A autora segue o velho e bom estilo whodunit, uma espécie de Agatha Christie moderna, com um interesse maior na profundidade psicológica dos personagens e com uma escrita cirúrgica. Desta mesma autora, li os ótimos “No bosque da memória” e “O passado é um lugar”. Em “O canto dos segredos”, o detetive Stephen Moran é chamado a desencavar o caso de um jovem assassinado em um prestigioso colégio feminino. Entre um bloco carnavalesco e outro, voltarei a tentar desvendar este mistério. Boa folia (e boas leituras) a todos!

Desde flatulência até depressão: autoras indicam livros para curar males

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Ella Berthoud e Susan Elderkin. Foto: Johnny Ring

Ella Berthoud e Susan Elderkin. Foto: Johnny Ring

 

Rodrigo Casarin, no Página Cinco

Está com flatulência? Leia “Uma Confraria de Tolos”, de John Kennedy Toole. Você sentirá “uma grande sensação de camaradagem e solidariedade com o extremamente instruído, mas seriamente desleixado Ignatius J. Reilly”, o herói de trinta anos do romance. O personagem é “atormentado por tantos problemas gastrointestinais calamitosos que vive inchando a proporções gigantescas e balançado de costas na cama” para tentar se libertar dos seus gases. Depois de acompanhar e se identificar com a trajetória de Ignatius, a indicação é que o flatulento também reveja seus hábitos e sua alimentação.

Pode parecer um tanto estranha, mas é essa a recomendação da escritora Susan Elderkin e da professora de artes Ella Berthoud, responsáveis pelo serviço de biblioterapia da The School Of Life de Londres, onde prescrevem livros para ajudar a tratar de diversos males sofridos pelos pacientes. Agora, um apanhado dessas prescrições feitas pela dupla foi lançado no Brasil pela Verus sob o título de “Farmácia Literária”.

farmcaicaliteraria-203x300Mais de 400 livros são indicados para a vasta lista de problemas. Está mau humorado? Leia “A Ilha do Dr. Moreau”, de H.G. Wells. Quer entender os hormônios da adolescência? “O Apanhador no Campo de Centeio”, de J. D. Salinger. Sofrendo com o desemprego? “Crônica do Pássaro da Corda”, de Haruki Murakami. Está com ejaculação precoce? “Pamela, ou a Virtude Recompensada”, de Samuel Richardson. Gripado? “O Assassinato de Roger Ackroyd”, de Agatha Christie. Deprimido? “A Insustentável Leveza do Ser”, de Milan Kundera. Anda se sentindo um idiota? “O Idiota”, de Fiodor Dostoiévski, é claro.

“Escrevemos o livro porque sentimos que a ficção tem sido transformadora em nossas próprias vidas, seja nos ajudando a ver algo de uma nova maneira e mostrando que não estamos sozinhas, seja nos despertando ou nos acalmando com o ritmo da prosa. Muitas pessoas reconhecem que a literatura pode ter essas utilidades e se sentem, mesmo que inconscientemente, atraídas pelos livros em parte por conta do valor de cura deles”, dizem as autoras.

Ella e Susan explicam que uma das principais maneiras da literatura ajudar uma pessoa é fazer com que ela se sinta refletida em um personagem. “O romance tende a abordar aspectos da condição humana que nem sempre são fáceis de se tratar: solidão, sofrimento, traição, o significado da existência… À sua maneira, a literatura pode ser um analgésico, fazendo o leitor rir ou o distraindo”, argumentam.

Livros para o banheiro e para fingir que é leitor

Apostando no bom humor, em “Farmácia Literária” as autoras também criam algumas listas bastante interessantes, como “os melhores livros para parecer ter cultura literária”. Na visão das duas, as cinco obras essenciais para alguém ser um impostor de tal arte são: “O Morro dos Ventos Uivantes”, de Emily Brontë, “O Grande Gatsby”, de Scott Fitzgerald, “A Montanha Mágica”, de Thomas Mann, “Moby Dick”, de Herman Melville, e “Guerra e Paz”, de Leon Tolstói.

Em outro momento, um clássico das listas: os melhores livros para ler no banheiro. Entram na relação nomes como Samuel Beckett (“Companhia”), Italo Calvino (“As Cidades Invisíveis”), J. M Coetzee (“Diário de um Ano Ruim”) e Kurt Vonnegut (“Cama de Gato”).

Para crianças

E há alguém a quem a biblioterapia possa ser mais recomendada? Segundo Ella e Susan, o método funciona especialmente bem com crianças, principalmente quando usado para ajudar os pequenos a crescer e lidar com questões difíceis. “Uma criança que perde o avô ou está sendo intimidada na escola precisa saber que não é a única a passar por isso e que há maneiras para que lide com a angústia. Muitas pessoas usam biblioterapia em seus filhos, mas sem chamá-la dessa maneira”, dizem. “Literatura pode curar, oferecendo uma pequena dose da doença, como um remédio homeopático. Assim, a dor do amor, por exemplo, pode ser experimentada na leitura”, completam.

Os livros que alunos de MBA das melhores faculdades estão lendo

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Publicado na Primeira Edição

Sem algum tipo de guia, uma visita à livraria pode ser uma frustração. São tantas as opções de livros – sobre estratégias, liderança, investimentos, economia, história econômica, psicologia, para ficar só na seção de negócios – que fica difícil escolher.

Pensando nisso, o Na Prática conversou com alguns bolsistas da Fundação Estudar que atualmente se dedicam a aprender mais sobre o setor em MBAs nos Estados Unidos, em faculdades renomadas como Stanford, Harvard e Columbia. Confira as dicas abaixo:

1. “Competition Demystified”, por Bruce Greenwald
“É um livro sobre estratégia”, diz Gilberto dos Santos Giuzio, que estuda na Columbia Business School. “É importante para entender quais são as vantagens competitivas que uma empresa pode desenvolver para ter sucesso. Trata de maneira simples a teoria e exemplifica muito bem em cases como Wall Mart, Apple e IBM, entre outros.”

2. “O Investidor Inteligente”, por Benjamin Graham
“Um dos livros mais importantes para quem quer atuar na área de investimentos”, continua. “Embora antigo, continua válido por abordar de maneira atemporal os comportamentos que fazem um investidor de sucesso.”

3. “Os Ensaios de Warren Buffett”, por Warren Buffett e Cunningham
Warren Buffett segue como uma grande inspiração para muitas pessoas no mercado financeiro e suas cartas abertas se tornaram lendárias e podem até nortear a indústria. Este título, que reúne algumas delas, é outra indicação de Gilberto.

4. “Rápido e devagar: duas formas de pensar”, por Daniel Kahneman
Indicado duplamente por Gilberto e João Gabriel Costa Pinheiro, que estuda na Stanford Graduate School of Business, foi escrito por um psicólogo premiado com o prêmio Nobel e explica como o cérebro humano processa informações. “Mostra como pensamos e tomamos decisões”, resume Gilberto. “É muito útil para entendermos como evitar certos vieses que temos durante a tomada de decisões.”

5. “Um novo jeito de trabalhar”, Laszlo Bock
“Laszlo Bock é o chefe de Operações Pessoais do Google”, explica Fernanda Muzzio, atualmente na Harvard Business School. (“Operações pessoais” é o nome da empresa para o departamento de recursos humanos.) “O livro compartilha alguns princípios que ajudam a explicar porque o Google é consistentemente considerado um dos melhores lugares e procura mostrar como encontrar um equilíbrio entre criatividade e estrutura para atingir o sucesso em termos de qualidade de vida e market share.”

Ela descobriu o título em uma de suas aulas sobre gerenciamento de capital humano. “É relevante para refletir sobre como recrutar, desenvolver, motivar e reter talentos que irão contribuir para manter uma empresa prosperando”, conclui.

6. “Mindwise”, por Nicholas Epley
Outra indicação de João, que hoje também trabalha como consultor do Boston Consulting Group (BCG), o psicólogo social Nicholas Epley fala sobre as relações interpessoais, os erros mais surpreendentes cometidos no dia a dia e como pensar sobre interações para deixá-las mais claras e eficazes.

7. “O cérebro e a felicidade”, por Rick Hanson
Nosso cérebro aprende mais devagar com as experiências boas do que com as experiências ruins – e é tudo questão de entender a estrutura neural envolvida. Indicado por João Gabriel, o livro ensina quatro passos para se ter uma experiência mais feliz e pacífica, equilibrando o viés negativo do cérebro.

8. “Who gets what and why”, por Alvin E. Roth
Vencedor do Nobel de economia em 2012, o autor fala sobre os matching markets menos óbvios ao nosso redor (pense em candidatar-se a um emprego ou chamar alguém para sair), em que vendedores e compradores se escolhem e levam em conta outras coisas além do preço – algo cada vez mais em alta em tempos de Uber e Airbnb. A ideia principal do livro, outra indicação de João Gabriel, é aprender que é importante reconhecer as escolhas disponíveis para tomar decisões melhores.

9. “How we know what isn’t so”, por Thomas Gilovich
Um guia para as falácias do cotidiano: quando confiar no que acreditamos e quando desconfiar dessas crenças? É assim que se resume a obra de Gilovich, indicação de João Gabriel. Baseada em pesquisas científicas, ela discorre sobre processos motivacionais, cognitivos e sociais que enviesam pensamentos, crenças, julgamentos e decisões.

10. “O sinal e o ruído”, por Nate Silver
Nate Silver ganhou fama em 2012, quando previu perfeitamente os números da eleição presidencial dos EUA. Fundador e editor-chefe do site FiveThirtyEight.com, tornou-se símbolo da eficácia das probabilidades e processamento de dados. Neste livro, ele explica como enxergar um sinal verdadeiro no meio do barulho – e como diferenciar previsões confiantes de previsões acertadas.

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