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Por falta de estrutura da escola, estudante autista repete série pela 3ª vez

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Sem dificuldades de aprender, alunos autistas ficam retidos porque escolas não têm salas pequenas em todas as séries

Julia Carolina, no Último Segundo

Mayara tinha dois anos e meio quando, após os pais notarem que ela não pronunciava uma única palavra, foi diagnosticada com autismo. Hoje, aos dez, ela fará o 3º ano do ensino fundamental pela terceira vez. E não é por dificuldade no conteúdo. Longe disso.

Arquivo pessoal Lucinete luta para que a filha Mayara tenha educação

Arquivo pessoal
Lucinete luta para que a filha Mayara tenha educação

Apesar de não se comunicar, aos 3 anos ela já sabia ler, conta a mãe, Lucinete Ferreira de Andrade, presidente da Associação Brasileira de Autismo e Intervenção (Abraci). Atualmente, consegue acompanhar o conteúdo. “Hoje a Mayara é alfabetizada, está trabalhando com números, mas não retiro o desgaste que foi”.

Um desgaste que, em partes, continua. Pelas características próprias do autismo, Mayara tem dificuldade de comunicação e socialização. Por isso, precisa estudar em salas com poucos alunos. O que, na escola em que estuda, só existe até o terceiro ano.

Logo, quando iria passar para o quarto ano, em uma sala com muitos alunos, Lucinete precisou procurar a Defensoria e entrar com um pedido para que a filha não fosse promovida e continuasse a frequentar as aulas na sala de integração inversa, que comporta no máximo 15 alunos.

“É claro que eu queria que ela fosse adiante, mas ela não pode ficar em uma turma grande, ainda mais sem monitoria. A sala grande, além de assustar, não tem tanto suporte. O professor não consegue falar ao lado da criança. A criança com autismo precisa de um atendimento diferente.”

A falta de infraestrutura também é uma realidade para outros pais. Ana Paula dos Santos Carvalhos, 33, dona de casa, é mãe de duas crianças com autismo: Gabriel, oito anos, e Verônica, de nove. Neste ano, os dois deixaram a sala de integração inversa e começaram a estudar em um classe de tamanho padrão, com cerca de 30 alunos.

“Eles acompanham a matéria, mas têm suas limitações. O autismo é uma caixinha de surpresa. O Gabriel fica bastante frustrado na presença de muitas pessoas. Gostaria de manter, ao menos por mais um ano, os meninos na sala de integração inversa”.

A diretora ofereceu a mudança para o período da tarde, que tem as turmas de integração inversa, mas Ana Paula não aceitou porque é o período em que eles frequentam as atividades terapêuticas. O combinado é que, caso eles não se adaptem à nova sala, a direção tentará outro esquema.

Muitos alunos na sala

Sem opção de salas pequenas, a dona de casa Luciene Pereira de Almeida, 34, tenta ajudar Felipe, o filho autista de 9 anos, a adaptar-se ao ambiente populoso. “É muito difícil porque a audição dele é muito sensível. Ele não gosta de barulho, então quer sair do local, chora, é muito sofrido”, afirma.

Atualmente, Felipe cursa o 5º ano do ensino fundamental em uma sala com 22 alunos. Se tivesse opção, Luciene matricularia o filho em uma turma menor. Mas desde que fosse com alunos de sua idade e série. “Ele precisa estar incluído com alunos da sua idade. (…) Mas se ele estivesse em uma sala menor, seria melhor para seu aprendizado. Se tem muito barulho, ele não consegue copiar ou fazer atividades. Com menos alunos, ele conseguiria entrar no mesmo ritmo das outras crianças.”.

Falta estrutura para atendimento

Questionada pelo iG, a responsável pela política de inclusão da Secretaria de Educação do Distrito Federal, Maraisa Borges, afirmou que os estudantes passam por equipes de avaliação para definir em que sala ficarão. Eles podem ser encaminhados para salas menores – que têm de dois a quinze alunos – ou para uma sala regular.

Maraisa disse, ainda, que os pais podem solicitar um docente para acompanhar o aluno nas salas regulares, mas admite que não é fácil conseguir o profissional na rede pública “por falta de professores”.

O primeiro passo, orienta, é procurar a regional de ensino responsável pela escola. Um caminho que Lucinete diz já ter percorrido. “Já procurei. Fazer esse caminho é o mais fácil. O problema é que a Mayara não pode ficar em uma sala grande, e não tem sala de integração inversa no 4º ano”, diz.

Autores argentinos discutem as dificuldades de penetração no mercado editorial brasileiro

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Federico Lamas, Andrés Neuman e Fabián Casas têm obras recém-lançadas no país

O escritor argentino Andrés Neuman Divulgação

O escritor argentino Andrés Neuman Divulgação

Mariana Filgueiras em O Globo

RIO – No fim do ano passado, o descabelado ilustrador argentino Federico Lamas, 34 anos, tomou um avião em Buenos Aires, desceu no Galeão e foi direto para a antiga fábrica da Bhering, onde acontecia a festa de lançamento da segunda edição de seu primeiro livro, “Vá para o diabo!”, uma espécie de romance ácido em 3D. Lançada no Brasil pela Bolha Editora — que tem por perfil lançar títulos tão “despenteados” quanto Lamas —, a obra tinha esgotado sua primeira edição, de mil exemplares, só com a venda em feiras alternativas.

Se o feito já seria raro para romances nacionais (e tradicionais), é ainda mais fortuito para um livro de narrativa essencialmente visual — quase não há texto, só ilustrações — e de um autor argentino independente. Lamas ficou tão surpreso com o resultado que aproveitou para trazer na mala um novo título, “Picante de língua”, um ensaio em forma de zine que mistura gastronomia punk, política e erotismo.

Na mesma época, outro autor argentino, também independente, teve seu primeiro livro lançado no Brasil, apesar de ser velho conhecido das feiras literárias latino-americanas: o poeta Fabián Casas, 48 anos. O volume de contos “Os Lemmings e outros”, publicado na Argentina em 2006, foi pinçado pelo curador paulistano Joca Reiners Terron para ser um dos destaques da coleção Otra Língua, da editora Rocco, que desde meados do ano passado vem publicando títulos de autores latinos pouco conhecidos por aqui.

“O Brasil intimida o resto da América Latina”

Enquanto isso, a Alfaguara aposta no lançamento de “Falar sozinhos”, novo romance do também argentino (e premiado) Andrés Neuman, 36 anos, um dos selecionados pela revista inglesa Granta como um dos 22 melhores jovens escritores latino-americanos em 2012. Para um mercado editorial que demonstra pouco interesse nas novidades hermanas, a presença de nomes como esses nas prateleiras das livrarias brasileiras chama a atenção dos próprios autores:

— O Brasil intimida um pouco o resto da América Latina. É um país grande, que tem produção editorial para se abastecer, há a diferença de idioma, além de uma falsa ideia de que parece não se interessar pelo resto. Mas aos poucos está havendo uma mudança, não só com autores do mainstream. Acredito que no mercado independente um autor possa ser mais preciso. Se eu vender, vamos dizer, três mil livros, mas distribuídos de maneira mais precisa, onde há público para este livro, é, para mim, o equivalente a vender 20 mil em muitas livrarias — diz Lamas, que, por causa das ilustrações quase alucinógenas de sua obra, chamou a atenção do grupo Bonde do Rolê, que o convidou para fazer a arte da capa do álbum “Tropical bacanal”, a ser lançado neste ano.

Ilustrado com uma técnica que dá a ilusão de 3D, “Vá para o diabo!” é o hit da Bolha Editora. O livro conta a história de um casal em crise, que pode ser lida da forma tradicional, correndo os olhos pelas páginas, ou de outra completamente diferente, usando a pequena lente vermelha que acompanha o volume, chamada pelo autor de “visão infernal”. Através dela, a trama ganha novos personagens, sensações e acabamentos.

— O livro tem um efeito infernal bastante universal, pode ser só algo gracioso, mas também obscuro. As pessoas descobrem sozinhas como acontece a leitura, é quase um jogo. Já estou na quarta edição na Argentina, publicadas por mim mesmo, e comecei a distribuir pouco a pouco em outros países. Este que trouxe, “Picante de língua”, é uma investigação: eu fazia residência artística na Bolívia em 2012 quando descobri um prato típico que leva esse nome gracioso. Pesquisei a expressão e vi que também era um eufemismo para sexo oral, e fui descobrindo histórias correlatas. Compilei tudo de maneira enciclopédica e editei como um zine — detalha Lamas.

Acompanhado há anos por escritores como Xico Sá e Joca Terron, que não se furtam em citá-lo em entrevistas e conferências, e considerado pelo escritor Carlito Azevedo como um dos mais importantes autores contemporâneos da Argentina, com 12 livros publicados, Fabián Casas não tinha sequer uma obra traduzida para o português até o lançamento de “Os Lemmings e outros” pela Rocco, com contos que passeiam autobiograficamente pelos personagens de seu bairro natal, Boedo. Essa não é, no entanto, uma questão que aflige o autor de versos como “De ese tiempo me queda/ un beso frío en el hígado/ y cierta arqueología/ en la paranoia” (do poema “Comics”, disponível em seu site).

— Durante 20 anos escrevi em silêncio no meu país, sem que ninguém prestasse atenção, e isso foi fundamental para que eu pudesse estudar grandes poemas e me meter embaixo deles como se mete um mecânico debaixo de um automóvel para ver como funcionam. Assim, ainda que eu tivesse leitores no Brasil, entre eles alguns grandes escritores, não me preocupava o tempo que demoraria ter um livro em edição brasileira. Acredito que a literatura, quando tem que aparecer, aparece. Há milhares de pessoas neste momento escrevendo oralmente o Sermão da Montanha em bares, escritórios, pontos de ônibus, favelas e praias. O que é necessário é ter o ouvido atento para escutá-los — atesta o poeta, que prefere ler a escrever.

Um dos que Fabián Casas gosta de ler — e que considera um autor notável — é Andrés Neuman, outro hermano que teve seu último romance recém-publicado no país, “Falar sozinhos”.

Formas de falar sozinhos

Radicado na Espanha, onde dá aulas de literatura latino-americana, Neuman acredita que a falta de interesse pelo mercado editorial latino, como um todo, entre países vizinhos, seja uma mistura de fatores econômicos com culturais: para ele, além de haver pouco interesse em estabelecer pontes de comunicação entre culturas próximas, o continente tardou muito em reconhecer seu próprio potencial:

— Por um lado, o mercado editorial está interessado em best-sellers. Por outro, a América Latina demorou a perceber as infinitas possibilidades que têm uma boa sinergia interna. E isso é mais culpa nossa, de nossos próprios hábitos culturais. Me parece especialmente triste a ignorância que a comunidade de leitores de espanhol tem dos autores em português. Acredito que o contrário ocorra menos, porque o leitor brasileiro já tem consciência de que ao seu redor se fala outra língua — defende Neuman, que retribui o encanto pela literatura de Casas (“Tem poemas extraordinários, bem-humorados e filosóficos”) e que, ainda que não conheça os livros de Federico Lamas, é fascinado por suas ilustrações (“Tem um website lindo”).

Em “Falar sozinhos”, a trama acompanha uma morte por três pontos de vista: o do pai, o da mãe e o do filho de 10 anos. São também três narrativas completamente distintas: a do pai tem a falta de fôlego dos desesperados; a da mãe avança pela intertextualidade — a personagem é professora de literatura, está o tempo todo a citar autores e livros; e a do filho assume o ritmo infantil de uma redação escolar.

— As vozes de Elena, Mario e Lito refletem três intimidades diferentes, mas também as três formas que temos de falar sozinhos: o pensamento, a oralidade, a escrita. De nada serve o fato de os personagens terem experiências diferentes se o autor os faz falar e respirar da mesma maneira — descreve Neuman, animado com os primeiros retornos que o romance teve no Brasil. — Construí cada personagem com temor e muitas dúvidas. Tratando de escutar suas vozes. Averiguando suas sintaxes, a respiração de cada um. Para mim, se não há voz, não há personagem. Me diverte pensar que um romancista é como um detetive particular que trabalha todos os dias seguindo uma gente que não existe. E, por final, por insistência da imaginação, os personagens começam a existir.

Mãe conta em livro as dificuldades e conquistas do filho autista de 32 anos

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Juliana Vines na Folha de S.Paulo

A empresária Dalva Tabachi, 65, tem quatro filhos. O mais velho, Ricardo, 32, tem autismo e só começou a falar aos cinco anos. Hoje ele trabalha com a mãe na confecção da família, no Rio, toca violão e vai ao cinema com uma amiga. Tudo, segundo Dalva, com muito esforço.

Em 2006, com base em anotações do dia a dia do filho, ela lançou o livro “Mãe, me ensina a conversar” (Rocco, 96 págs., R$ 20). Agora lança o segundo livro, “Mãe, eu tenho direito!”.

Leia o depoimento dela.

*

Percebemos que o Ricardo tinha algum problema com três anos. Ele não falava nada, só repetia “bola, bola, bola”. Ficava isolado, não brincava com outras crianças.

Fomos ao pediatra, à psicóloga, à fonoaudióloga. Naquela época, ninguém sabia o que era autismo. Quando eu perguntava o que meu filho tinha, diziam: “Ah, esquece isso”. Falavam que ele ia ficar bom.

Dalva Tabachi, 62, e seu filho Ricardo, 32

Dalva Tabachi, 62, e seu filho Ricardo, 32

Mas até o Ricardo ter 12 anos foi horrível. Ele era bem comprometido. Ficava fazendo “hummm” continuamente. Quando ficava nervoso, pulava e se mordia.

A gente sofria preconceito. Quando ele tinha dez anos, em uma viagem de avião, um passageiro pediu que o tirassem do voo, porque ele não ficava quieto, gritava. Com 18 anos, fomos a uma neurologista e perguntei: “Afinal, o que ele tem?”. Autismo.

Nessa época ele já estava bem melhor. Tudo com muito esforço, muito choro. Corri atrás de tudo. O que ele podia fazer, fez: aula particular, fonoaudióloga, psicóloga, violão, natação. Não desistimos. Ele tem três irmãos mais novos que sempre o puxavam para a realidade, não deixavam que ele se isolasse.

Quem vê o Ricardo hoje não acredita. Ele fala muito. Claro que ainda tem traços de autismo, o pior deles é a repetição. Ele repete a mesma coisa dez, 20 vezes.

Conta tudo o que comeu, diz tudo o que fez hoje e no dia anterior, avisa dez vezes quando vai dormir. Às vezes, fica remoendo coisas de anos atrás: “Por que fulano puxou a minha orelha um dia?”.

Ele não se acerta com números –não entende que duas notas de 20 e quatro de dez são a mesma coisa– e não entende muito bem o que é quente ou frio: usa blusas no calor, liga o ar-condicionado no frio.

ANDAR SOZINHO

Ele nunca fica sozinho. Não tem como. Tenho uma empregada que mora em casa. Ele espera meu marido e eu até para escovar os dentes, porque tinha mania de escovar tanto que já estava se machucando. Quando demoramos para chegar em casa, ele liga: “Onde vocês estão? Preciso passar fio dental.”

A minha maior preocupação é quem vai cuidar do Ricardo no futuro. Já faz muito tempo que penso nisso. Fiquei muito angustiada quando um dos meus filhos se casou. Os irmãos dizem que vão cuidar dele, mas sempre penso que tenho que viver muito. E, para isso, me cuido.

Eu nado no time master do Flamengo, não sou gorda e não como gordura. Tenho que ficar boa, não posso ficar doente. Sempre que vejo um casal sozinho com um filho autista penso: quem vai cuidar dessa criança no futuro?

O Ricardo melhora a cada dia. Ele toca violão direitinho, participa de competições de natação, vai ao cinema todos os sábados e adora ouvir música aos domingos.

Tudo o que ele sabe foi ensinado. A fonoaudióloga explicava o que era o teto, o chão, o nome das coisas.

Ele tem uma memória incrível. Se você disser que hoje é seu aniversário, ele vai lembrar daqui a meses e vai dizer: no ano que vem vai ser numa quinta-feira, porque neste ano foi na quarta.

Antes ele não entrava nas conversas, hoje já puxa papo. Sempre falando uma besteira, o que ele comeu no almoço. Eu o repreendo, digo que não é assim que conversa, e ele pede: “Mãe, me ensina a conversar”. Esse foi o título do meu primeiro livro.

O segundo livro se chama “Mãe, eu tenho direito!”, porque mais recentemente ele aprendeu a dizer não, a reclamar. Eu digo para ele não comer alguma coisa e ele repete: “Eu tenho direito!”.

O que mais dá trabalho hoje é comida. Ele é compulsivo. Na adolescência, engordou. Colocamos ele de dieta e ele emagreceu 18 quilos.

Hoje, o Ricardo trabalha no escritório comigo, atendendo o telefone. No começo, quando ligavam perguntando por mim, ele respondia: “Ela está fazendo xixi.”

Ele é supersincero. E não tem muito tato. Quando o avô morreu, saiu gritando “o vovozinho morreu”, como se anunciasse um nascimento.

Depois de adolescente, nunca vi o Ricardo chorar. Isso me preocupa às vezes, mas depois penso que ele não tem por que ficar triste, tem tudo o que precisa. Todos gostam dele, ele é muito carismático.

Às vezes fico cansada, principalmente quando ele repete coisas demais. Mas desanimar, não. Se ele chegou onde chegou foi porque não desistimos.

MÃE, EU TENHO DIREITO! – CONVIVENDO COM O AUTISTA ADULTO
AUTORA Dalva Tabachi
EDITORA Rocco
PREÇO R$ 24,50 (144 págs.)

dica do Chicco Sal

Como cultivar e amar o hábito da leitura

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Crédito: Shutterstock.com

Publicado originalmente no Universia

Muitas pessoas têm dificuldades para ler e manter o hábito da leitura. A internet e a televisão tomam o espaço da leitura como entretenimento tornando essa opção algo cada vez mais ignorado. Porém a leitura é essencial para o desenvolvimento do ser humano. Além de exercitar a imaginação, ela traz conhecimento e alarga os horizontes de quem desenvolve esse hábito. Aproveite todos os benefícios da leitura com as dicas a seguir:

Como amar a leitura: 1. Identifique o que você gosta

Cada pessoa possui interesses e preferências diferentes de leitura. Identificar o que você gosta é o passo inicial para que você consiga manter esse hábito. Leia as sinopses dos livros e experimente quais mais se encaixam com você, podem ser romances, ficção científica, histórias de fantasia, aventura, drama, teóricos, auto-ajuda, religiosos, etc.

Como amar a leitura: 2. Tipos de texto

Além do tipo de assunto, você também deve escolher o tipo de texto que gosta. Existem histórias mais curtas, os contos, que normalmente vêm reunidos em um único livro, poemas, crônicas.

Como amar a leitura: 3. Visite uma biblioteca ou livraria

Antes de comprar um livro e se arrepender, visite uma biblioteca ou livraria para conferir as preferências de leitura que identificou até agora.

Como amar a leitura: 4. Crie um espaço de leitura

Você pode escolher o sofá de sua sala, o quarto ou a escrivaninha. É importante estar atento para alguns detalhes como a iluminação apropriada, e a posição da coluna para não prejudicar suas costas e pescoço ou ficar com sono.

Como amar a leitura: 5. Escute música

Essa opção é muito pessoal, pois muitas pessoas não conseguem se concentrar com a leitura enquanto ouvem música. Para outras, porém, ouvir música é exatamente o que as ajuda a se manterem focadas no livro.

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