Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Direito

Idoso de 84 anos cola grau em direito e chega à 3ª formação e diz: ‘O céu é o limite’

0

 

Idoso

Publicado no Amo Direito

Dentre cerca de 200 universitários, um senhor de cabelos brancos chama a atenção na formatura de 13 cursos de uma faculdade em Goiânia. Aos 84 anos, Leon Delane Nolasco não deixa a idade influenciar na sua sede de conhecimento. Na noite de terça-feira (19), ele colou grau em direito, seu terceiro curso superior concluído, uma vez que já possui formação em ciências contábeis e matemática. “O céu é o limite”, disse ao G1.

Acompanhado de boa parte da família, composta por quatro filhos e sete netos, Leon vestiu a beca e posou para fotos. No palco, fez a outorga de grau de seu curso e comemorou bastante com o “canudo” nas mãos.

“É um momento esplêndido, estou nas alturas. Fiz o curso para ter mais conhecimento e quero prestar o exame da Ordem dos Advogados do Brasil para poder advogar”, destaca.

Natural de Buriti Alegre, no sul de Goiás, Leon conta que viveu muitos anos em Pontalina, até mudar para Goiânia, onde já está há cerca de 40 anos. De família humilde, ele diz que não imaginava que iria tão longe nos estudos.

A história do idoso com o mundo universitário começou na década de 1970, quando sua esposa morreu. Na época, ele já era formado em matemática e atuava como professor. Somente 40 anos depois, quando tinha 80 anos, ingressou no curso de contábeis.

Após as duas formações, ele decidiu que queria fazer direito e ingressou como portador de diploma na Faculdade Cambury. “Sabia que os conhecimentos em direito previdenciário, tributário e empresarial iriam ajudar na minha atuação”, explica.

Sonhos e apoio da família
O terceiro curso concluído não é o fim da linha nos sonhos de Leon. No segundo semestre deste ano, além de fazer uma pós-graduação na área jurídica, ele vislumbra cursar simultaneamente agronegócio e história, que é sua “grande paixão”.

O cansaço não é problema para quem esbanja motivação. “Sou forte. Faço 6km de caminhada diariamente. Deixo muito ‘jovenzinho’ para trás. Isso sem contar o apoio da minha família”, salienta.

Leon Nolasco durante as aulas do curso de direto (Foto: Fernanda Borges/G1)

Leon Nolasco durante as aulas do curso de direto (Foto: Fernanda Borges/G1)

 

Parentes do idoso o veem como uma grande inspiração. “Meu avô é um grande exemplo para todos nós. Nos mostrou que o estudo é importante e prazeroso independente da idade. Ficamos meio receosos quando ele começou por causa da idade, mas ele mostrou que deu conta, passou confiança e conseguiu”, elogia a neta mais velha, a estudante de arquitetura Stefany Nolasco, de 22 anos.

Único dos quatro filhos ainda sem ensino superior, o vendedor Stéfano Nolasco de Sousa, de 46 anos, vê no pai o incentivo para começar o tão sonhado curso de educação física: “Ele mostrou que ninguém deve desistir dos seus sonhos”.

Só elogios
Dentro da faculdade, Leon é praticamente uma unanimidade. Os elogios vêm de todos os lados. Para a coordenadora do curso, Sara Cristina Rocha, o experiente aluno é um “referencial”.

“Como coordenadora, tenho conhecimento do desenvolvimento dele em sala de aula. Sempre um aluno exemplar, estudioso e animado. É uma felicidade vê-lo concluindo o curso. Ele motiva tantos os colegas como os professores. Vai nos deixar saudade, é um referencial”, pontua.

Concluindo o curso junto com o idoso, Andrea Borba diz que ele tem um dom “mágico” de passar o vigor para os mais novos, além de ser sempre muito dedicado e solidário.

A amiga revela que ele também é um “galanteador à moda antiga”. “Ele adora discutir como é a abordagem dos rapazes atualmente e como era na época dele. É muito prazeroso estar com ele. Vou levá-lo para sempre em meu coração”, diz.

Por Sílvio Túlio
Fonte: G1

Confira uma lista com ótimas dicas de sobrevivência para você estudante de Direito

0

Estudante

Publicado no Amo Direito

O perfil do ou da estudante de Direito sofreu grande modificação nos últimos 20 anos. A adolescência é a regra e se estende até os 30 anos. O fenômeno não é brasileiro, mas sim internacional.

Poucos lêem livros e jornais e, por isso, muitos têm dificuldades nas provas dissertativas. Habituados a um mundo com linguagem visual e corporal, sentem dificuldade em entender longas e enfadonhas exposições teóricas. Isto diminui o interesse pelas aulas.

Os jovens estudantes de Direito não são melhores nem piores do que os do passado. São apenas diferentes. Cresceram em outro mundo. Influenciados pelos computadores, filhos de pais e mães que trabalham muito e não dispõem de tempo, com atividades programadas (inglês, judô, etc.) e pouca liberdade, bombardeados com notícias de violência e maus exemplos. Assim, assustados com um mundo insólito e com previsões pouco otimistas, optam pelos relacionamentos sem compromisso. Não raramente, nem querem ter filhos.

Assim passam os 5 anos do curso. Entre aulas que lhes parecem pouco atraentes e festas quase que diárias. A reprovação a ninguém assusta ou interessa e fica reservada àqueles que simplesmente não comparecem às aulas.

Um dia chega a festa de formatura. Com a presença dos pais, que ingenuamente pensam ter encaminhado o filho, vizinhos, tios vindos do interior e vestidos com um rigor que contrasta com a realidade (terno, vestido longo). Entre ruídos de cornetas e gritos, transcorre a solenidade. No dia seguinte, o bacharel-adolescente começa a pensar se deve preparar-se para o exame da OAB, prestar um concurso ou “fazer uma pós”. Esta é a opção menos traumática e que lhe dá uma moratória de um ano na doce vida de estudante.

Mas esta rotina de 5 anos não é o melhor caminho. O bacharelado é a fase de formar a base dos conhecimentos. Ali devem ser estudados o Direito Constitucional, os mais de dois mil artigos do Código Civil, o Penal com as suas inevitáveis polêmicas e os ramos novos do Direito, como o Ambiental ou do Consumidor.

Nesta fase se miram os professores. Os mais entusiasmados, que sabem ensinar e relacionar-se bem, devem ser os exemplos a serem seguidos. Aproximar-se deles e absorver seus conhecimentos do Direito e da vida é essencial. Sem bajulação ou servilismo, mas com admiração leal e amizade sincera.

A imagem deve ser cuidada desde os bancos da Academia. Aquele tipo informal, que chega às aulas com a camisa de um time de futebol, e aquela animada dançarina, que vai do rock ao forró, mostrando o quanto sabe remexer os quadris, dificilmente serão lembrados para participar de um renomado escritório de advocacia.

Os estágios são essenciais nesta fase. Tudo é bom, tudo é aprendizado. Até reconhecer a firma da procuração ou enfrentar uma fila de 15 pessoas para ser atendido em um cartório. Estas experiências é que formarão o profissional do futuro. E lhe darão base para tentar mudar as coisas para melhor. Quem não passou por isso não valoriza o serviço do próximo. E paga caro o preço de seu desconhecimento.

A curiosidade sobre as múltiplas atividades profissionais é essencial para o sucesso. Ouvir, perguntar, visitar, querer saber como as coisas funcionam, tudo ajuda a consolidar conhecimentos e opiniões. Aí não entra a bisbilhotagem, que acaba com carreiras promissoras. Ao contrário, o estagiário deve ser discreto, não envolver-se em brigas internas do escritório ou repartição. Deve zelar para que, ao findar o estágio, deixe um extenso rol de amigos, um nome lembrado com saudades.

No curso de Direito, praticar um serviço voluntário poderá ser uma boa forma de conhecer as dificuldades dos mais pobres e de valorizar o currículo. Um curso de oratória poderá ser decisivo para auxiliar a expressar-se com clareza e sem inibição. Vestir-se adequadamente sempre é importante. É evidente que de um estudante não se espera um terno preto, uma imagem seráfica e formal. Não, as cores e a alegria fazem parte da juventude e é bom que assim seja. Mas não precisa ir ao ponto de fazer um estágio na Justiça e apresentar-se com um boné e um jeans rasgado no joelho. Ou, no caso de estagiária, com um palmo do corpo aparecendo e uma tatuagem de uma borboleta bem ali no fim das costas.

Em síntese, o jovem estudante de Direito precisa ter em mente que deve aproveitar bem os 5 anos do curso de Direito. E aproveitar não significa viver de festa em festa, de segunda a domingo. Significa, isto sim, saber conciliar o prazer e o dever. Preparar-se para a vida adulta, para ser um profissional competente e respeitado.

Na graduação e depois, é fundamental manter um extenso rol de amizades (networking), ir além de ser criativo para tornar realidade seus projetos, reagir aos insucessos com ânimo redobrado, valorizar a família e, sobretudo, manter a coerência na vida. Estes fatores serão decisivos para uma carreira de sucesso.

Em suma, planejar bem os passos, percorrer o caminho certo, é decisão sábia e que deve ser tomada bem cedo. Se demorar muito pode ficar tarde demais. E ninguém acha muita graça em um quarentão que está a cursar a quarta Faculdade e a contar suas experiências zen de viagem feita ao Nepal.

Por Vladimir Passos de Freitas
Fonte: conjur.com.br

Harvard proíbe escola de usar brasão com símbolo escravista

0

havard

Publicado no Alagoas 24Horas

A Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, decidiu que sua escola de direito não vai mais poder usar o atual brasão porque o desenho tem como base símbolos identificados como racistas e de origem escravista.

A decisão foi tomada na segunda-feira (14) após a análise do parecer de um comitê de professores. O grupo analisava o tema desde novembro de 2015, após estudantes começarem, um mês antes, campanha no Facebook contra o símbolo.

A escola de direito foi fundada em 1817. Mas o brasão alvo da polêmica foi desenhado em 1936 como parte da celebração do tricentenário da universidade. Ele tinha como base o brasão de armas da família de Isaac Royall, pai do benfeitor da escola.

O desenho da família Royall, tinha a representação de três fardos de trigo, reutilizados no centro do escudo de Harvard. Também compõe o desenho a palavra Veritas (em latim, verdade) escrita em três livros; ela é o símbolo geral de toda a universidade.

No parecer pelo fim do uso, a diretora Martha Minow traça a origem do símbolo e da ligação da família com a escola. Ela relembra que, a cada ano, discutia com os novos alunos o papel de Isaac Royall Jr., benfeitor que emigrou para Boston e presenteou a universidade com o terreno que possibilitou a instalação da escola de direito de Harvard.

A professora lembra que o dinheiro que possibilitou essa doação veio da exploração do trabalho de escravos da família Royall em plantações na Antígua.

Ao determinar o fim do uso da composição com os fardos de trigo, a direção de Harvard recomendou à escola de direito que explore outras formas de reconhecer, em vez de suprimir, as realidades de sua história, sendo consciente da obrigação de honrar o passado sem tentar apagá-lo, mas trazendo a luz e aprendendo a partir dele.

Entre seus ex-alunos famosos, a “Harvard Law School” tem o presidente Barack Obama. É considerada atualmente a mais antiga escola de direito em funcionamento no mundo e divulga ter a maior biblioteca especializada no tema.
Fonte: G1

Veja 6 dicas fundamentais e indispensáveis ao estudar para a OAB ou outros concursos

0

Estudar

Publicado no Amo Direito

Apoio e planejamento na hora de estudar para qualquer concursos ou para a Prova da OAB nunca são demais. É preciso reunir todos os recursos disponíveis para alcançar uma grande conquista como estas, e é por isso que o blog Provas da OAB está disposto a compartilhar algumas dicas importantes com você.

Compilamos na lista abaixo os principais conselhos e ferramentas que você pode utilizar enquanto estiver estudando:

1. Descubra o seu jeito de aprender

Não existe fórmula mágica e universal, pois cada aluno aprende do seu próprio jeito. É preciso que você descubra quais métodos são mais adequados para você. Para descobrir isso, perceba em quais atividades você consegue se concentrar melhor e de que maneira fixa os conteúdos. Alguns alunos precisam escrever o que aprenderam para fixar, outros precisam falar em voz alta para revisar. Teste e descubra com clareza o que é melhor para você.

2. Não caia na tentação de estudar “quando der tempo”

Faça um cronograma. Pode até parecer óbvio para você, mas a maioria dos alunos não se organiza desta maneira e você se destacará muito com tal atitude. Quando você estabelece metas e objetivos de aprendizado tende a estudar com maior disciplina e também maior organização, portanto a consequência natural disso tudo é a obtenção de melhores resultados na prova. Da mesma forma, torna o estudo um assunto “sério”, digno de ser notado e não procrastinado.

3. Procure materiais complementares

Atualmente estão disponíveis para consulta on-line todas as provas anteriores da OAB, bem como uma enorme gama de materiais didáticos que podem te auxiliar nos estudos. Não ignore essa fonte de informação, pois como já falamos anteriormente, os recursos são escassos e é preciso aproveitar tudo o que está disponível gratuitamente na Internet ou mesmo por preços bastante acessíveis durante a sua caminhada.

4. Converse com professores e apoiadores

Não tenha vergonha de expor suas dúvidas para as pessoas que possam te ajudar, pois o conhecimento é subjetivo e não pode ser totalmente traduzido em materiais didáticos e livros. A prática de quem já trabalha na área é fundamental e existem algumas dicas que ninguém expõe abertamente em livros, somente em conversas informais. Por isso tudo, não tenha medo de perguntar. Esse hábito poupará muito do seu tempo, bem como fortalecerá seus relacionamentos e networking com profissionais já bem estabelecidos na área.

5. Trace uma estratégia de estudo

Estudar todo o conteúdo da prova de maneira assertiva é praticamente impossível com o tempo que dispomos, sendo que a maioria dos candidatos já trabalha e possui afazeres pessoais diversos. Por isso, é preciso definir o foco de estudo em algumas matérias principais. Sugestão: escolha 2 matérias em que você está se saindo abaixo do esperado e foque 60% do seu tempo de estudo nela. O restante do tempo divida igualmente entre as demais matérias que caem na prova.

6. Faça resumos!

Os resumos são uma importante ferramenta de estudo quando bem utilizados. O uso dele, no entanto, esta condicionado a algumas maneiras específicas de realiza-lo, tais como: trabalhe à exaustão com o uso de palavras-chave, não copie frases inteiras dos livros e faça-o com muita atenção para propiciar a fixação do conteúdo. O resumo deve ser consistente e curto, pois em caso contrário não ajudará você a lembrar o que escreveu nele.

E agora, você já se sente mais preparado para colocar a mão na massa e estudar bastante? Caso queira mais dicas, confira nosso post sobre técnicas de concentração para a prova.

O que achou das dicas? Já utiliza alguma? Contamos com o seu comentário logo abaixo para discutir esta questão!

Fonte: Provas da OAB

Advogado que salvou casamento com bilhete aceita o convite e vai escrever livro com dicas

0

Rafael Gonçalves

Publicado no Amo Direito

O advogado Rafael Gonçalves, de 26 anos, até hesitou, mas acabou aceitando o convite de uma editora para escrever um livro com dicas e conselhos sobre relacionamentos. O jovem ficou conhecido após salvar o casamento de uma cliente com um bilhete.

— Pelo fato de eu ser solteiro achei que talvez soaria mal escrever um livro. Mas pensei melhor e, agora, enxergo com outro ponto de vista. As pessoas que estão fora de um relacionamento podem interferir positivamente — disse Rafael, que recebeu propostas de duas editoras.

Ele já está trabalhando no projeto, e não sabe em quanto tempo o livro sairá. A ideia, segundo o advogado, é aliar assuntos do dia a dia com tópicos de Direito. Desde que publicou sobre o caso de uma cliente no Facebook, Rafael recebeu milhares de mensagens e e-mails pedindo dicas. Além disso, não faltaram cantadas e até pedidos de casamento.

Mas Rafael afirmou que está em um relacionamento (ainda não oficializado), e a escolhida não gostou nada da repercussão do caso.

— Ela está muito brava com tudo isso, mas a gente leva na brincadeira — afirmou.

O advogado ficou “famoso” ao relatar o caso que aconteceu logo após o carnaval. Ele foi procurado por uma mulher de 27 anos que buscava o divórcio do marido, de 31 anos, que tinha mudado de comportamento nos últimos meses. Ao conversar com a futura cliente, ele percebeu que o casal ainda tinha uma conexão, não havia traição e o casamento não estava totalmente perdido. Rafael, então, questionou a jovem, recomendou que ela pensasse e, na folha com a lista de documentos necessários para a abertura do processo, listou questões que ela deveria responder antes de voltar.

bilhetefinal

Fonte: extra globo

Go to Top